Monthly Archives: novembro 2013

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Capes e Inep realizam o 4º Seminário do Observatório da Educação

Category : Notícia

Nos dias 27 e 28 deste mês de novembro, será realizado no edifício-sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) o 4º Seminário do Observatório da Educação. Objetivo do evento é proporcionar um momento de integração entre os coordenadores das pesquisas fomentadas pelo programa, oportunizando a socialização dos resultados alcançados no âmbito dos editais lançados nos anos de 2010 e 2012.

O programa Observatório da Educação (Obeduc) é fruto de parceria entre a Capes e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Foi instituído em 2006 com o objetivo de fomentar estudos e pesquisas em educação. O Obeduc visa, também, proporcionar a articulação entre pós-graduação, licenciaturas e escolas de educação básica e estimular a produção acadêmica e a formação de recursos pós-graduados, em nível de mestrado e doutorado.

Evento
Além das palestras, a programação do seminário prevê discussões sobre diferentes temas em grupos de trabalho, com os objetivos de compartilhar caminhos e resultados e de fortalecer e valorizar o diálogo entre os pesquisadores, a Capes e o Inep.

Acesse a página do 4º Seminário do Obeduc e veja a programação completa, o currículo dos palestrantes, os resumos por área temática entre outras informações.

FONTE:
www.capes.gov.br


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CsF foi tema de mesa-redonda realizada na Embaixada do Brasil em Roma

Category : Notícia

No dia 25 de outubro, mais de 60 representantes de universidades, governos e de agências de pesquisa do Brasil e da Itália, além de empresas italianas, avaliaram o andamento do programa Ciência sem Fronteiras na Itália e discutiram iniciativas para o fortalecimento da cooperação em educação superior entre os dois países. O evento foi realizado na Embaixada do Brasil em Roma. Entre os participantes, estavam o secretário-geral do Itamaraty, embaixador Eduardo dos Santos, o embaixador do Brasil na Itália, Ricardo Neiva Tavares, o embaixador da Itália no Brasil, Raffaele Trombetta, o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães, e os reitores das universidades federais do Ceará, de Viçosa, de Brasília e pró-reitor da Universidade Federal de Minas Gerais.

Na mesa-redonda, ganhou destaque o amplo espectro de apoio oferecido aos bolsistas do CsF na Itália, por meio de parceria entre a Secretaria Técnica sediada na Universidade de Bolonha, as quinze universidades italianas que recebem bolsistas do programa, a Embaixada do Brasil em Roma e os Consulados-Gerais em Milão e Roma. A rede consular italiana no Brasil, por sua vez, concede aos bolsistas os vistos, de modo gratuito e tempestivo, antes da partida para a Itália.

A Itália é o nono país na lista dos que mais recebem estudantes pelo Ciência sem Fronteiras. Na mesa-redonda, foi explorada a possibilidade de expansão da Rede CsF Itália, com a adesão de novas universidades. O presidente da Capes, Jorge Guimarães, manifestou interesse na participação da Itália no Programa Licenciaturas Internacionais (PLI), que oferece bolsas de estudos, para permanência de dois anos no exterior, para estudantes de licenciaturas nas áreas de química, física, matemática, biologia, letras, artes e educação física.

A participação na mesa-redonda de representantes de empresas, como Telecom Italia/Tim, Alitalia, Finmeccanica, Pirelli e GVS, decorreu da importância da colaboração do setor privado para o CsF, com destaque para a oferta de estágios. A Telecom Italia/Tim recentemente contribuiu com o aporte de R$ 2 milhões para o orçamento do CsF, para utilização no ensino do idioma italiano aos bolsistas, e coloca à disposição do programa 50 vagas de estágio em seus centros de pesquisa na Itália, a cada semestre. A Alitalia oferece desconto e condições especiais para a aquisição de bilhetes aéreos pelos bolsistas.

(Com informações da Embaixada do Brasil em Roma)

FONTE:
http://www.capes.gov.br/


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Capes e Inep realizam o 4º Seminário do Observatório da Educação

Category : Notícia

Nos dias 27 e 28 deste mês de novembro, será realizado no edifício-sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) o 4º Seminário do Observatório da Educação. Objetivo do evento é proporcionar um momento de integração entre os coordenadores das pesquisas fomentadas pelo programa, oportunizando a socialização dos resultados alcançados no âmbito dos editais lançados nos anos de 2010 e 2012.

O programa Observatório da Educação (Obeduc) é fruto de parceria entre a Capes e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Foi instituído em 2006 com o objetivo de fomentar estudos e pesquisas em educação. O Obeduc visa, também, proporcionar a articulação entre pós-graduação, licenciaturas e escolas de educação básica e estimular a produção acadêmica e a formação de recursos pós-graduados, em nível de mestrado e doutorado.

Evento
Além das palestras, a programação do seminário prevê discussões sobre diferentes temas em grupos de trabalho, com os objetivos de compartilhar caminhos e resultados e de fortalecer e valorizar o diálogo entre os pesquisadores, a Capes e o Inep.

Acesse a página do 4º Seminário do Obeduc e veja a programação completa, o currículo dos palestrantes, os resumos por área temática entre outras informações.

FONTE:
http://www.capes.gov.br/


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Site do Curso de Matemática – Modalidade a distancia

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Website foi desenvolvido exclusivamente para o curso de matemática na modalidade a distancia.

Visitem: http://www2.unifap.br/matematicaead/


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Ensino a distância: veja respostas para as dúvidas mais frequentes

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Assim como o presencial, o curso a distância tem provas, exercícios, notas mínimas e repetência

  • Assim como o presencial, o curso a distância tem provas, exercícios, notas mínimas e repetência

CONCEITO

O que é ensino a distância?
Segundo a Abed (Associação Brasileira de Ensino a Distância), fazem parte do ensino a distância (EAD) os cursos nos quais mais de 70% do conteúdo é desenvolvido por meio de atividades que não exigem que aluno e professor estejam no mesmo espaço, na mesma hora. O material pode chegar ao estudante por diversos meios, como rádio, satélite, correio ou internet –recurso mais comum atualmente.

Quem pode fazer EAD?
Não há restrições em relação ao perfil do aluno. Assim como em cursos presenciais, porém, os cursos a distância têm pré-requisitos segundo o nível de escolaridade: para fazer uma graduação é preciso ter concluído o ensino médio, por exemplo. Além disso, o aluno precisa ter acesso à infraestrutura mínima exigida pela instituição, como computador ou telefone.

Um curso a distância é mais fácil que um presencial?
Não. Os cursos a distância, assim como os presenciais, têm exames, trabalhos, frequência, notas mínimas e repetência, exigindo tempo e dedicação. Para muito estudantes, contudo, a modalidade é mais fácil porque oferece mais liberdade para estudar em um ritmo diferente do tradicional.

Quais as vantagens de se fazer um curso a distância?
De maneira geral, as três principais vantagens são: montar a própria rotina de estudos, dedicando-se às aulas nos horários mais convenientes ao aluno; economizar tempo ou dinheiro com o deslocamento até a instituição de ensino; pagar um preço mais baixo pelo curso.

Que tipo de cursos são oferecidos nesta modalidade?
É possível fazer cursos a distância em quase todos os níveis de ensino: médio e técnico, graduação, especialização e cursos profissionalizantes. Existe também uma ampla oferta de cursos livres, como os preparatórios para concursos, cursos de idiomas e corporativos.

Preciso mostrar algum diploma para fazer EAD?
Em geral, sim. Assim como na versão presencial, se a intenção é fazer um curso superior, é preciso apresentar o diploma de conclusão do ensino médio; se o interesse é por uma pós-graduação, o candidato deve comprovar que tem nível superior. Já os pré-requisitos para cursos livres variam de acordo com cada instituição, que pode, por exemplo, exigir que o aluno seja apenas alfabetizado.

 

Como verificar se um curso está regular no MEC?
O MEC mantém uma lista oficial de instituições de ensino autorizadas a oferecer cursos de graducação e de pós-graduação lato sensu, que pode ser consultada em seu site. O sistema de busca funciona por município.

Cursos a distância são mais baratos?
Sim. Por exigirem menos infraestrutura, geralmente os cursos a distância têm preços mais baixos do que os seus correspondentes presenciais. Em uma mesma instituição, o valor para a modalidade a distância chega a ser 75% menor, segundo levantamento feito pelo consultor João Vianney, da Abed.

DIPLOMA

Um diploma de EAD tem o mesmo valor dos demais?
Sim. Desde 1996 a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) prevê a existência de cursos a distância para a educação básica e superior (ensino médio, técnico, graduação e pós-graduação) e determina que seus diplomas tenham o mesmo valor que dos presenciais.

O diploma especifica que o curso foi feito a distância?
Não. Como o diploma obtido em um curso a distância tem o mesmo valor legal daquele obtido em aulas presenciais, não há nada no documento que diferencie um e outro.

O diploma de EAD também é válido em concursos públicos?
Sim, tanto quanto o diploma de curso presencial. Entretanto, ainda é possível encontrar editais que tentam excluir os candidatos formados por EAD. Como essa diferenciação não encontra amparo legal, nos últimos anos os editais que fazem essa exigência têm tido a cláusula anulada judicialmente.

MERCADO DE TRABALHO

Na hora de procurar emprego, há discriminação por parte das empresas?
Em geral, não. Embora alguns setores da sociedade ainda mantenham preconceito em relação a profissionais graduados a distância, a resistência das empresas está cada vez menor, garante Constantino Cavalheiro, diretor da Catho Educação. Para ele, muitas corporações já encaram a modalidade como um diferencial positivo do currículo. “Para fazer um curso a distância, o aluno deve desenvolver algumas características que o mercado julga essenciais, como iniciativa, disciplina, organização, conhecimento de tecnologias e planejamento”, afirma.

É preciso explicitar em uma entrevista de emprego ou no currículo a modalidade de formação?
Não. O que importa são os conhecimentos adquiridos durante o curso, não a modalidade por meio da qual eles foram obtidos. “A preocupação [do contratante] deve estar sempre voltada para reputação da instituição, grade curricular do curso, qualidade dos professores, tecnologias utilizadas e capacitação para o mercado de trabalho”, diz Constantino Cavalheiro, da Catho Educação. No entanto, se o entrevistador perguntar, não omita a informação e explique os motivos que o levaram a escolher o ensino a distância.

Quem fez EAD ganha menos do que quem fez cursos presenciais?
Não. O estudo “A Educação Profissional e Você no Mercado de Trabalho”, publicado em 2010 pelo professor da FGV (Fundação Getulio Vargas) Marcelo Neri, mostrou que alunos que completaram o ensino técnico presencial e a distância tinham a mesma média salarial.

ESTRUTURA DE ENSINO

Ensino a distância tem prova?
Sim. Por lei, todos os alunos de cursos da educação básica e superior (ensino médio, técnico, graduação e pós-graduação) têm que se submeter a exames presenciais regulares. Quem não atinge a média é reprovado, precisa cursar a disciplina mais uma vez e, depois, refazer a prova. Em cursos livres não existe essa obrigatoriedade, mas é comum as instituições de ensino concederem o certificado apenas ao estudante aprovado em exame presencial.

Se o curso é a distância, por que é preciso assistir a aulas presenciais?
Uma portaria do MEC determina que, mesmo no ensino a distância, ao menos 20% da carga horária da graduação seja feita de modo presencial. Entre as atividades presenciais obrigatórias estão estágios, práticas em laboratórios e defesa do trabalho de conclusão de curso.

Para estudar, é preciso ter um computador muito potente ou entender muito de informática?
Não. Um computador com configurações básicas e acesso a internet banda larga e o conhecimento de procedimentos simples, como downloads e reprodução de vídeos on-line, são suficientes. Se forem necessários programas específicos, a instituição de ensino deve orientar os alunos quanto à obtenção e ao uso. Todas as dúvidas em relação ao acesso e à utilização do material on-line devem ser esclarecidas por tutor ou responsável pelo curso.

Qualquer tipo de curso pode ser feito a distância?
Por lei, o ensino médio e o técnico e qualquer curso de graduação e de pós-graduação podem ser feitos a distância. Na prática, porém, ainda não há no Brasil a oferta de cursos de medicina, nem de doutorados, por exemplo.

Se vou estudar em casa no meu ritmo, por que os cursos têm duração pré-determinada?
Porque a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) determina que os cursos a distância para os ensinos médio e técnico e para graduação e pós-graduação sejam projetados com a mesma duração da modalidade presencial. Para os cursos livres, o critério de tempo varia de acordo com cada instituição.

 

FONTE:
http://educacao.uol.com.br/