Monthly Archives: abril 2014

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Notícias Ex-ministro da Educação destaca importância da EaD para desenvolvimento do país

Category : Notícia

A Educação a Distância (EAD) é um recurso importante para atender a grandes contingentes de alunos de forma efetiva e sem riscos de reduzir a qualidade do ensino. E o Brasil está numa fase de consolidação da EAD, principalmente no Ensino Superior com crescimento expressivo e sustentado. Prova disso são os dados do Ministério da Educação que mostram que um em cada cinco novos alunos de graduação no país ingressa em um curso a distância. Ou seja, cerca de 20% dos universitários estudam entre aulas na internet e em polos presenciais.

O número comprova o avanço da Educação a Distância, mas a modalidade ainda sofre ressalvas. Um dado que pode explicar a falta de conhecimento é que somente nas últimas décadas – embora seja praticada desde o século 19 – passou a fazer parte das atenções, evoluindo com o emprego de modernas tecnologias e conseguindo atingir um público maior. O grande impulso para o crescimento do modelo semipresencial foi dado pelo governo com a criação da Universidade Aberta do Brasil em 2005.

A instituição tem 180 mil vagas em cursos superiores oferecidos em parceria com universidades federais. As aulas são dadas parte em ambiente virtual, através da internet ou de programas de TV, e parte no formato presencial. Em entrevista à TIC Educação, Carlos Alberto Chiarelli, ex-ministro da Educação e presidente da Associação da Cadeia Produtiva de Educação a Distância, disse que, atualmente, não há como negar a importância do ensino a distância para o desenvolvimento social previsto na Constituição Federal. Segundo Chiarelli, a versatilidade e a capacidade de inclusão do método são alguns dos principais pilares que garantem sua afirmação.

TIC – Dados do MEC mostram que um em cada cinco novos alunos de graduação no país ingressa em um curso a distância. O que esse número representa para a modalidade?

CA_Chiarelli_capa_esq_2010.jpgCarlos Alberto Chiarelli – A notícia de que um em cada cinco novos alunos de graduação do país ingressa em cursos a distância já mostra a importância dessa modalidade, significando passo expressivo para a evolução da educação brasileira. Em um país como o nosso, que tinha como objetivo ter 30% da população jovem nas universidades e só possui 19%, é um absurdo não se ter a consciência sobre a importância do Ensino a Distância, que ajuda efetivamente a preencher esta lacuna e tirar essa danosa diferença.

TIC – Os números indicam um rápido avanço da EAD, mas a modalidade é pouco conhecida pela maioria da população e ainda enfrenta resistências. Por quê?

Carlos Alberto Chiarelli – Uma vez li uma frase sobre EAD que me chamou atenção: A mentalidade conservadora das pessoas é um entrave para o desenvolvimento do Brasil. A discriminação do Ensino a Distância é um exemplo. Tive de concordar. Em um país onde o número de alunos matriculados na escola caiu 1,2% em 2008, em comparação com 2007, segundo o último censo escolar da educação básica, ir contra os benefícios dessa metodologia (EAD) é não priorizar os avanços necessários para o Brasil se tornar desenvolvido. Idéias errôneas sobre a Educação a Distância, muitas vezes, atrapalham a percepção de como este método pode ser eficaz para o ensino brasileiro. Importante salientar que o impulso da EAD está diretamente vinculado à inovação tecnológica, que a faz muito mais acessível e muito mais abrangente.

TIC A resistência ao ensino a distância pode ser um entrave para o desenvolvimento do Brasil?

Carlos Alberto Chiarelli – Se a EAD é uma forma de qualificar e alargar o processo educacional, obviamente não utilizá-la é perder um instrumento contemporâneo e valioso para auxiliar na alavancagem nacional. Além disso, a metodologia consegue, em um país como o Brasil, de proporções geográficas gigantes, contribuir para a redução das desigualdades sociais e regionais, bem como para a promoção do bem comum, sem preconceito de raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

TIC De que forma a EAD pode democratizar o acesso à educação?

Carlos Alberto Chiarelli – A democratização do ensino está sendo possível, em grande parte, graças a ela. Estudo publicado pelo governo norte-americano concluiu que recursos de aprendizagem on-line uma das ferramentas da EAD – constituem, muitas vezes, uma maneira mais eficiente de aprender do que a oferecida pelo ensino tradicional. Não estou a dizer que um determinado tipo de aprendizado é melhor que o outro. O que defendo é a eficácia do Ensino a Distância e o seu alcance. Pais e professores podem utilizar a EAD como uma ferramenta de apoio à aprendizagem, fazendo uma mescla de aulas presenciais e virtuais. Outro ponto: quem não pode cursar uma universidade, seja pelo ônus financeiro, disponibilidade física ou distância, pode contar com a EAD para avançar nos estudos e ter, além dos materiais, interação de professores presentes nos pólos e ferramentas, como a internet, para auxiliar nos estudos.

FONTE:

www.ead.fiocruz.br


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Plataforma de EAD quer ensinar inglês para profissionais de TI Comente

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A baixa proficiência em inglês é um problema profissional. Principalmente em uma área tão internacionalizada como TI (tecnologia da informação).

Uma pesquisa com profissionais de negócios feita em 2013 pela GlobalEnglish apontou que os brasileiros tem o sétimo pior nível de inglês do mundo, e o sexto pior da América Latina. No Brasil, outro número lançou um alerta: um levantamento feito pela consultoria Michael Page com executivos mostrou que, na área de TI, apenas 45% desses profissionais dominam a língua inglesa.

Para melhorar a proficiência de inglês – especificamente entre profissionais de TI – um grupo de empresários norte-americanos (Mais Unidos) e o MEC lançaram uma plataforma online de ensino do idioma. É o Brasil Mais TI.

“A deficiência do inglês existe sim e não só em TI. Mas nessa área, dependendo do projeto, o profissional tem que trazer conceitos de fora e interagir com outros profissionais, técnicas e negócios que estão na língua inglesa. Além disso, hoje o suporte técnico de empresa estão centralizados em algumas partes do mundo, e o Brasil é um desses países. Então profissionais com bom inglês são cada vez mais requisitados”, diz Fabiana Nakazone, especialista em RH.

 

Muitas vezes os profissionais dizem que falam inglês porque leem manuais técnicos em outras línguas, mas na hora de conversar ou participar de uma reunião, a deficiência aparece. E a baixa proficiência desses profissionais pode ter mais de uma explicação. Embora a oferta de cursos de inglês seja ampla, Fabiana comenta que muitas pessoas acabam se preocupando com a formação profissional e deixam o aprendizado de um idioma para depois.

Os dois cursos, básico e intermediário, terão duração de 64 horas cada e entram no ar no final de março. Jogos, exercícios gramaticais, textos e material em áudio estarão disponíveis para os alunos. Ambos podem ser feitos por quem acessa o site e pelo público em geral, e terão certificação. As aulas devem atingir a maioria de jovens entre 18 e 25 anos, 65% dos usuários da plataforma, e que estão finalizando uma graduação ou são recém-formados.

FONTE:
educacao.uol.com.br


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Programa Licenciaturas Internacionais leva estudantes brasileiros para França

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Publicado nesta sexta-feira, 4, o novo edital Programa de Licenciaturas Internacionais (PLI França) que levará até 20 estudantes brasileiros para realizar graduação-sanduíche nas universidades Paris-Sorbonne (licenciatura em Letras) e a Universidade Pierre et Marie Curie (licenciaturas em Biologia e Matemática), na França. As inscrições vão até o dia 21 de maio.

A iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) irá selecionar até quatro projetos de parceria universitária entre cursos de licenciatura brasileiros e universidades francesas parceiras para realização de graduação sanduíche, com dupla diplomação, de estudantes brasileiros.

Podem apresentar proposta as instituições de ensino superior brasileiras que possuam cursos de licenciatura legalmente constituídos e que tenham sua sede e administração no país. A instituição brasileira deverá possuir Acordo Geral de Cooperação vigente com a universidade francesa de destino dos estudantes e ter assinado termo aditivo específico para o Programa de Licenciaturas Internacionais.

Além das missões de estudo, que consistem em deslocamento de estudantes na modalidade graduação-sanduíche por até 30 meses, o projeto prevê missões de trabalho, que consistem em concessão de viagens de curta duração para o coordenador do projeto e de docentes doutores por até 20 dias.

Mais informações pelo e-mail plifr@capes.gov.br.

Acesse o edital.

FONTE:

capes.gov.br