{"id":8,"date":"2016-01-20T17:38:52","date_gmt":"2016-01-20T17:38:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.unifap.br\/erabed\/?page_id=8"},"modified":"2016-01-26T01:36:22","modified_gmt":"2016-01-26T01:36:22","slug":"minicursos","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www2.unifap.br\/erabed\/minicursos\/","title":{"rendered":"Minicursos"},"content":{"rendered":"<p><strong>1. Antiterrorismo e Contraterrorismo &#8211;\u00a0Prof. Esp. Milton Deir\u00f3 de Mello<\/strong><\/p>\n<p>EMENTA: Ra\u00edzes hist\u00f3ricas do terrorismo. O fen\u00f4meno do terrorismo nas rela\u00e7\u00f5es internacionais<br \/>\ncontempor\u00e2neas. Elementos psicossociais e estrat\u00e9gicos do terrorismo. O combate ao terrorismo:<br \/>\nantiterrorismo e contraterrorismo. O Brasil e o combate ao terrorismo.<\/p>\n<p>CONTE\u00daDO PROGRAM\u00c1TICO:<br \/>\n1. Terrorismo e rela\u00e7\u00f5es internacionais.<br \/>\n1.1 Ra\u00edzes hist\u00f3ricas do terrorismo: dos Hashashin \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, da Revolu\u00e7\u00e3o<br \/>\nFrancesa \u00e0 al Qaeda, da al Qaeda ao Estado Isl\u00e2mico no Iraque e na S\u00edria.<br \/>\n1.2 O terrorismo contempor\u00e2neo.<br \/>\n1.3 O fen\u00f4meno do terrorismo e seu impacto nas rela\u00e7\u00f5es internacionais.<br \/>\n2. Terrorismo: quest\u00f5es conceituais.<br \/>\n3. Estrat\u00e9gia, Terrorismo e Guerra Irregular.<br \/>\n4. Elementos de an\u00e1lise psicossocial do terrorismo.<br \/>\n5. Combate ao terrorismo.<br \/>\n5.1 Antiterrorismo e medidas defensivas.<br \/>\n5.2 Contraterrorismo e medidas ofensivas.<br \/>\n5.3 As rela\u00e7\u00f5es internacionais e o combate ao terrorismo.<br \/>\n6. Tecnologia e inova\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica no combate ao terrorismo: special operations,<br \/>\nintelig\u00eancia, network-centric warfare, C5ISTAR e contrainsurg\u00eancia.<br \/>\n7. O Brasil e o combate ao terrorismo.<br \/>\n7.1 Minist\u00e9rio da Defesa e For\u00e7as Armadas.<br \/>\n7.2 Pol\u00edcia Federal.<br \/>\n7.3 Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores.<br \/>\n7.4 Ag\u00eancia Brasileira de Intelig\u00eancia.<br \/>\n7.5 As universidades federais e seu papel no combate ao terrorismo.<br \/>\n7.6 For\u00e7as de Seguran\u00e7a Estaduais e o combate ao terrorismo: o caso do Amap\u00e1.<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS:<br \/>\nBLOOM, Richard. Foundations of Psychological Profiling: Terrorism, Espionage and Deception.<br \/>\nBoca Raton: CRC Press, 2013.<br \/>\nBOBITT, Philip. Terror and Consent: the wars for the twenty-first century. Londres: Allen Lane,<br \/>\n2008.<br \/>\nBRASIL. Estrat\u00e9gia Nacional de Defesa. Bras\u00edlia: Minist\u00e9rio da Defesa, 2008.<br \/>\n_______. Pol\u00edtica Nacional de Defesa. Bras\u00edlia: Minist\u00e9rio da Defesa, 2012.<br \/>\n_______. Livro Branco da Defesa Nacional. Bras\u00edlia: Minist\u00e9rio da Defesa, 2012.<br \/>\nBURKE, Jason. The 9\/11 Wars. Londres: Allen Lane, 2011.<br \/>\nCLAUSEWITZ. Carl von. Da Guerra. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 2004.<br \/>\nCOSTA, Darc. Fundamentos para o Estudo da Estrat\u00e9gia Nacional. S\u00e3o Paulo: Paz e Terra, 2009.<br \/>\nDUNNINGAN, James F. A\u00e7\u00f5es de Comandos. Rio de Janeiro: Bibliex, 2008.<br \/>\nESCOLA SUPERIOR DE GUERRA. Manual B\u00e1sico (2v). Rio de Janeiro: ESG, 2014.<br \/>\nFROMKIN, David. Paz e Guerra no Oriente M\u00e9dio. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008.<br \/>\nFULLER, J. F. C. A Conduta da Guerra. Rio de Janeiro: Bibliex, 2002.<br \/>\nGARTENSTEIN-ROSS, Daveed. Bin Laden\u2019s Legacy. Hoboken: John Wiley &amp; Sons, 2011.<br \/>\nGOLDBLAT, Joseph. Arms Control: a New Guide to Negotiations and Agreements. Oslo:<br \/>\nPRIO\/SIPRI, 2003.<br \/>\nKUMAR, Updesh. MANDAL, Manas K. Understanding Suicide Terrorism: Psychosocial<br \/>\nDynamics. New Delhi: Sage Publications, 2014.<br \/>\nLOWE, David. TURK, Austin. DAS, Dilip K. Examining Political Violence: Studies of Terrorism,<br \/>\nCounterterrorism and Internal War. Boca Raton: CRC Press, 2014.<br \/>\nMENDELSOHN, Barak. Combating Jihadism. Chicago: University of Chicago Press, 2009.<br \/>\nPLATT, Washington. A produ\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas. Rio de Janeiro: Bibliex-Agir, 1974.<br \/>\nRAPOPORT, David. The Four Waves of Modern Terrorism. In: CRONIN, Audrey Kurth. LUDES,<br \/>\nJames M. Attacking Terrorism. Georgetown: GUP, 2004.<br \/>\n_______. The Four Waves of Rebel Terror and September 11. Anthropoetics 8, n.1, Spring\/Summer<br \/>\n2002 (UCLA).<br \/>\nRASHID, Ahmed. Jihad. S\u00e3o Paulo: Cosac &amp; Naify, 2003.<br \/>\nREUTER, Christian. RAGG-KIRBY, Helena. My life is a weapon: a modern history of suicide<br \/>\nbombing. New Jersey: Princeton University Press, 2004.<br \/>\nVISENTINI, Paulo G. Fagundes. O Grande Oriente M\u00e9dio. Rio de Janeiro: Campus, 2014.<br \/>\nVISACRO, Alessandro. Guerra Irregular: terrorismo, guerrilha e movimentos de resist\u00eancia ao<br \/>\nlongo da hist\u00f3ria. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2009.<br \/>\nWILLIAMS, Anne. HEAD, Vivian. Ataques Terroristas. Rio de Janeiro: Larousse, 2006.<br \/>\nWOLOSZYN, Andr\u00e9 Lu\u00eds. Terrorismo Global. Rio de Janeiro: Bibliex, 2010.<br \/>\n_______. Guerra nas Sombras. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2014.<\/p>\n<p>Observa\u00e7\u00e3o sobre bibliografia: outras obras gerais e espec\u00edficas, bem como artigos cient\u00edficos e<br \/>\nde peri\u00f3dicos n\u00e3o-acad\u00eamicos especializados, podem ser sugeridos pelo professor para<br \/>\naprofundamento.<\/p>\n<p><strong>2.\u00a0Forma\u00e7\u00e3o e Defesa das Fronteiras do Brasil &#8211;\u00a0Prof. Dr. Camilo Pereira Carneiro Filho (Professor de Geoeconomia e Geopol\u00edtica no PPG em Estudos Estrat\u00e9gicos Internacionais da UFRGS)<\/strong><\/p>\n<p>EMENTA: Limites e fronteiras no \u00e2mbito da Geopol\u00edtica e da Geografia Pol\u00edtica. O Estado nacional\u00a0como espa\u00e7o f\u00edsico, pol\u00edtico e cultural. Hist\u00f3ria da forma\u00e7\u00e3o das fronteiras do Brasil.\u00a0Quest\u00f5es de limites entre o Brasil e pa\u00edses vizinhos. Os conflitos fronteiri\u00e7os vigentes e\u00a0as iniciativas de integra\u00e7\u00e3o fronteiri\u00e7a em curso na Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>JUSTIFICATIVA:\u00a0Ao contr\u00e1rio do que defendiam alguns te\u00f3ricos no final do s\u00e9culo XX, a era do fechamento das fronteiras ainda n\u00e3o terminou. Afirma\u00e7\u00e3o que pode ser comprovada pelas guerras e pelo terrorismo internacional, latentes nos dias atuais. No que tange ao Brasil, as fronteiras, \u00e1reas historicamente carentes de infraestrutura, em fun\u00e7\u00e3o de uma l\u00f3gica militar, passaram a receber maior import\u00e2ncia por parte do governo federal a partir dos primeiros anos do s\u00e9culo XXI, quando foram elaboradas iniciativas como a IIRSA e o Programa para a Promo\u00e7\u00e3o do Desenvolvimento da Faixa de Fronteira (PDFF). Desde ent\u00e3o, uma s\u00e9rie de projetos passou a impactar a realidade dessa por\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio sul-americano.<\/p>\n<p>OBJETIVOS: O minicurso, de 3 horas de dura\u00e7\u00e3o, tem como objetivos:<\/p>\n<p>1) demonstrar os principais\u00a0conceitos de limites e fronteiras;<\/p>\n<p>2) apresentar o hist\u00f3rico da forma\u00e7\u00e3o das fronteiras\u00a0do Brasil, desde os tratados firmados entre as pot\u00eancias ib\u00e9ricas, no s\u00e9culo XV, at\u00e9 os\u00a0acordos de limites realizados com a participa\u00e7\u00e3o do Bar\u00e3o do Rio Branco entre o final\u00a0do s\u00e9c. XIX e o in\u00edcio do s\u00e9c. XX, analisando as disputas mais importantes;<\/p>\n<p>3) explicar o\u00a0funcionamento dos principais projetos que o governo brasileiro vem desenvolvendo\u00a0para a zona de fronteira (Itaipu, Calha Norte, IIRSA-COSIPLAN, PDFF e Opera\u00e7\u00e3o \u00c1gata,\u00a0entre outros) desde a segunda metade do s\u00e9culo XX at\u00e9 a atualidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>CONTE\u00daDO PROGRAM\u00c1TICO<\/p>\n<p>1. Limites e fronteiras: principais conceitos<\/p>\n<p>2. O Estado nacional: espa\u00e7o f\u00edsico, pol\u00edtico e cultural<\/p>\n<p>3. Os tratados de fronteira na Am\u00e9rica Portuguesa<\/p>\n<p>4. O alargamento do territ\u00f3rio do Brasil<\/p>\n<p>5. O papel de Rio Branco na consolida\u00e7\u00e3o das fronteiras brasileiras<\/p>\n<p>6. As controv\u00e9rsias de fronteiras<\/p>\n<p>6.1 O territ\u00f3rio de Palmas e a contenda com a Argentina<\/p>\n<p>6.2 Limites com a Guiana Francesa: as pretens\u00f5es da Fran\u00e7a<\/p>\n<p>6.3 Limites com a Guiana Inglesa: as pretens\u00f5es da Inglaterra<\/p>\n<p>6.4 A quest\u00e3o do Acre e o Tratado de Petr\u00f3polis<\/p>\n<p>6.5 A expans\u00e3o brasileira nas bacias do Purus e Juru\u00e1 e o Tratado com o Peru<\/p>\n<p>6.6 Quest\u00e3o de limites entre Brasil e Col\u00f4mbia<\/p>\n<p>6.7 Fronteira brasileiro-uruguaia na Lagoa Mirim e no rio Jaguar\u00e3o<\/p>\n<p>7. A faixa de fronteira do Brasil<\/p>\n<p>8. Itaipu e a Tr\u00edplice Fronteira<\/p>\n<p>9. Projeto Calha Norte<\/p>\n<p>10. Os impactos da IIRSA-COSIPLAN na fronteira do Brasil<\/p>\n<p>11. PDFF &#8211; Programa de Promo\u00e7\u00e3o do Desenvolvimento da Faixa de Fronteira<\/p>\n<p>12. Opera\u00e7\u00e3o \u00c1gata<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/p>\n<p>BRASIL. Cartilha do Programa de Desenvolvimento da Faixa de Fronteira. Bras\u00edlia: MIN, 2009.<\/p>\n<p>JORGE, A. G. de Ara\u00fajo. Rio Branco e as Fronteiras do Brasil. Bras\u00edlia: FUNAG, 1999.<\/p>\n<p>MACHADO, Lia O. Limites, fronteiras, redes. In: T. M. Strohaecker, A. Damiani, N. O. Schaffer,<\/p>\n<p>N. Bauth, V. S. Dutra (org.). Fronteiras e Espa\u00e7o Global. Porto Alegre: AGB, 1998, p.41-49<\/p>\n<p>PEREIRA CARNEIRO, C. Fronteiras Irm\u00e3s: transfronteiriza\u00e7\u00f5es na Bacia do Prata. Porto Alegre:\u00a0Ideograf, 2016.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. Antiterrorismo e Contraterrorismo &#8211;\u00a0Prof. Esp. Milton Deir\u00f3 de Mello EMENTA: Ra\u00edzes hist\u00f3ricas do terrorismo. O fen\u00f4meno do terrorismo nas rela\u00e7\u00f5es internacionais contempor\u00e2neas. Elementos psicossociais e estrat\u00e9gicos do terrorismo. O combate ao terrorismo: antiterrorismo e contraterrorismo. 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