{"id":232,"date":"2015-11-25T16:34:38","date_gmt":"2015-11-25T16:34:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.unifap.br\/generodiversidade\/?p=232"},"modified":"2015-11-25T16:35:13","modified_gmt":"2015-11-25T16:35:13","slug":"232","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www2.unifap.br\/generodiversidade\/2015\/11\/25\/232\/","title":{"rendered":""},"content":{"rendered":"<p>O tweet de Reinaldo Azevedo e sua coluna na Veja refletem o efeito do corte, recorte e colagem de um corte do primeiro recorte. Com desvios do jornalismo, pois n\u00e3o houve nenhuma apura\u00e7\u00e3o ou consulta a fontes, e manteve total descontextualiza\u00e7\u00e3o do fato.<br \/>\n\u00c9 um jornalismo irrespons\u00e1vel. Desvio oportunista.<br \/>\nO investimento p\u00fablico est\u00e1 muito bem aplicado. H\u00e1 um p\u00fablico interessado e que vem debatendo nos movimentos sociais, nas pol\u00edticas p\u00fablicas, na educa\u00e7\u00e3o e nas pesquisas o g\u00eanero e o corpo. Sabemos que \u00e9 o espa\u00e7o institucional est\u00e1 imerso no conflito das pol\u00edticas para o g\u00eanero e para a sexualidade.<br \/>\nEm dois dias que lan\u00e7amos no site as inscri\u00e7\u00f5es, foram 200 feitas imediatamente. As inscri\u00e7\u00f5es j\u00e1 foram encerradas porque chegamos a 450 inscritos nos eventos, 50 crian\u00e7as para a ocupa\u00e7\u00e3o infantil e existe oficina com 80 pessoas interessadas. E temos v\u00e1rias oficinas e minicursos tamb\u00e9m abarrotados de gente. Haver\u00e1 Grupos de Trabalho discutindo as pol\u00edticas do corpo, as pol\u00edticas p\u00fablicas, os movimentos sociais, a educa\u00e7\u00e3o e a diversidade. Mesas, cinema, exposi\u00e7\u00e3o, v\u00eddeo-instala\u00e7\u00e3o, fotografia, roda de conversa, performance e ocupa\u00e7\u00e3o infantil.<br \/>\nReinaldo Azevedo escreveu sem nunca ter falado com ningu\u00e9m da organiza\u00e7\u00e3o. N\u00e3o fez nenhuma apura\u00e7\u00e3o, n\u00e3o abordou a intensa programa\u00e7\u00e3o do evento que contextualiza a conversa chuca e siririca. N\u00e3o escutou professoras, parcerias ou estudantes da organiza\u00e7\u00e3o ou da institui\u00e7\u00e3o. Ele parte de uma reportagem local, do G1 Amap\u00e1. A pauta \u00e9 um print, retirado das redes sociais. Quase aquela coisa de fofoca. A fonte s\u00e3o os coment\u00e1rios de internautas e uma nota de esclarecimento lan\u00e7ada pela coordena\u00e7\u00e3o do Simp\u00f3sio de G\u00eanero e Diversidade. N\u00e3o envolve o contexto dos eventos, da programa\u00e7\u00e3o, da universidade, das pesquisas ou dos estudos. Est\u00e1 descomprometido. Faz pouco caso com o fato, com a realidade e com o local. N\u00e3o se lan\u00e7a sobre a proposta extensionista dos nossos eventos e s\u00f3 tem ansiedade por desqualificar fulano, ciclano ou partido. Fere a institui\u00e7\u00e3o p\u00fablica para ensino superior e agride o trabalho realizado pelas professoras, pelos professores, pelas alunas, pelos alunos e toda a rede que compomos. E escreve sem saber nada sobre os eventos, as campanhas, as pessoas ou a Unifap. Quer s\u00f3 fazer deboche e pol\u00eamica. Pol\u00eamica pela pol\u00eamica, mais do mesmo.<br \/>\nPense numa brincadeira de telefone sem fio, que vai passando de boca em ouvido com altas distor\u00e7\u00f5es sobre os sentidos. Chega l\u00e1 no \u00faltimo e ele resolve que vai esculhambar mesmo, n\u00e3o entendeu, n\u00e3o quer saber e vai dizer qualquer coisa que ele mesmo queira falar. Assim me pareceu o jornalismo do colunista Reinaldo Azevedo e da Veja.<\/p>\n<p>Lylian Rodrigues<br \/>\nProfessora no Curso de Jornalismo da UNIFAP<br \/>\nCoordenadora do Col\u00f3quio Pol\u00edticas do Corpo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O tweet de Reinaldo Azevedo e sua coluna na Veja refletem o efeito do corte, recorte e colagem de um corte do primeiro recorte. 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