{"id":99,"date":"2016-06-29T00:11:09","date_gmt":"2016-06-29T00:11:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.unifap.br\/graapa\/?page_id=99"},"modified":"2016-07-13T00:51:51","modified_gmt":"2016-07-13T00:51:51","slug":"transcricoes-de-debates","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www2.unifap.br\/graapa\/transcricoes-de-debates\/","title":{"rendered":"No escurinho do cinema"},"content":{"rendered":"<h3><strong><span style=\"font-size: 14px;line-height: 1.5em\">Cineclubismo e forma\u00e7\u00e3o de p\u00fablico para o audiovisual no S\u00e9culo XXI<\/span><\/strong><\/h3>\n<p>(26\/01\/2015)<\/p>\n<p>Uma das principais atividades do GRAAPA, explorando a atividade cineclubista no cen\u00e1rio do S\u00e9culo XXI, s\u00e3o as sess\u00f5es de cinema e v\u00eddeo abertas \u00e0 comunidade, sempre aos s\u00e1bados \u00e0 tarde na UNIFAP.<br \/>\nDentro da metodologia do GRAAPA para as sess\u00f5es, s\u00e3o escolhidos os diretores (democraticamente, todos podem sugerir nomes de cineastas e filmes que s\u00e3o colocados no &#8220;saquinho m\u00e1gico&#8221; para sorteio). De cada diretor sorteado, s\u00e3o selecionados por meio de vota\u00e7\u00e3o pelos membros do Grupo quais os filmes que ser\u00e3o vistos e debatidos. Esses debates ap\u00f3s o visionamento do filme, precedidos de breve apresenta\u00e7\u00e3o do mesmo (em seu contexto de produ\u00e7\u00e3o social, pol\u00edtico e art\u00edstico), ao mesmo tempo, s\u00e3o momentos descontra\u00eddos e ricos como contribui\u00e7\u00e3o para a reflex\u00e3o e conhecimento. Os debates nas duas \u00faltimas sess\u00f5es do primeiro ano de exist\u00eancia do Grupo (2014) passaram a ser integralmente registrados e transcritos e est\u00e3o agora aqui disponibilizados nesta se\u00e7\u00e3o do Blog do GRAAPA como forma de compartilhar com os que n\u00e3o puderam estar na sess\u00e3o e repercutir e ampliar o debate e os di\u00e1logos poss\u00edveis sobre estes filmes e seus diretores.<\/p>\n<p><em><strong>Aqui compartilhamos a transcri\u00e7\u00e3o do debate da sess\u00e3o do filme &#8220;Evita&#8221; de\u00a0Alan Parker.<\/strong><\/em><br \/>\n<b><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><b>Filme: <\/b>Evita<br \/>\n<b>Ano: <\/b>1996<br \/>\n<b>Pa\u00eds: <\/b>EUA<br \/>\n<b>Roteiro: <\/b>Alan Parker<br \/>\n<b>G\u00eanero: <\/b>Musical\/biografia<br \/>\n<b>Idioma: <\/b>Ingl\u00eas<\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><b>Elenco Principal:\u00a0<\/b><br \/>\nMadonna-Eva Per\u00f3n<br \/>\nAntonio Banderas-Che<br \/>\nJonathan Pryce-Juan Per\u00f3n<br \/>\nJimmy Nail-August\u00edn Magaldi<br \/>\nVictoria Sus-Do\u00f1a Juana<br \/>\nJulian Littman-Juan<br \/>\nOlga Merediz-Blanca<br \/>\nLaura Pallas-Elisa<br \/>\nJulia Worsley-Erminda<br \/>\nMar\u00eda Luj\u00e1n Hidalgo-Eva (jovem)<br \/>\nServando Villamil-Cipriano Reyes<br \/>\nAndrea Corr-amante de Per\u00f3n<br \/>\nPeter Polycarpou-Domingo Mercante<br \/>\nGary Brooker-Juan Bramuglia<br \/>\nMaite Yerro-Julieta<\/p>\n<p><b>Introdu\u00e7\u00e3o antes do in\u00edcio do filme &#8220;Evita&#8221;<\/b><br \/>\n<strong>Isabel:<\/strong> Para entender o contexto \u00e9 bom fazer um retrocesso. A constitui\u00e7\u00e3o da Argentina de \u201c<i>Los Hermanos<\/i>\u201d \u00e9 bem diferente da nossa, teve um processo de independ\u00eancia mais forte, com mais insurrei\u00e7\u00f5es, com disputas. Dando um exemplo, o nosso tamb\u00e9m teve com a Cabanagem, etc. Mas l\u00e1, com a industrializa\u00e7\u00e3o, por exemplo de carne, eles desenvolveram a ind\u00fastria de exporta\u00e7\u00e3o. Modelo capitalista, houve uma grande industrializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os governos eram conservadores at\u00e9 ent\u00e3o,\u00a0<strong><i>Per\u00f3n<\/i><i>(1)<\/i><\/strong>\u00a0era ministro do trabalho, fazendo toda uma pol\u00edtica de garantias de base para o trabalhador e foi a partir de ent\u00e3o que ele come\u00e7ou a carreira pol\u00edtica; logo depois ele cria um movimento que se torna o Partido Justicialista, que ficou conhecido por defender os direitos dos trabalhadores. Segundo alguns autores ele \u00e9 a alternativa latino-americana para a crise do capitalismo, o populismo.<\/p>\n<p>\u00c9 interessante pra n\u00f3s, para analisar e comparar o populismo e coronelismo do Brasil e se ocorre tamb\u00e9m aqui no estado do Amap\u00e1. A gente vive hoje um neopopulismo na Am\u00e9rica-Latina. O coronelismo tem uma cultura pol\u00edtica de assistencialismo tamb\u00e9m, mas ele tem uma rela\u00e7\u00e3o de dom\u00ednio de paternalismo, o voto de cabresto e etc. Segundo alguns autores o populismo surge somente em \u00e1reas urbanas, \u00e9 como se fosse irm\u00e3o g\u00eameo do coronelismo, ele se manifesta mais nas camadas oper\u00e1rias no contexto argentino e \u00e9 a\u00ed que entra a figura da Evita. Ent\u00e3o a gente pode olhar a Argentina dos anos 50, 60, 70 e analisar o Brasil e o Amap\u00e1 em 2014, estamos falando de populismo e neopopulismo.<\/p>\n<p>O l\u00edder m\u00e1ximo populista no Brasil foi Get\u00falio Vargas, pai dos pobres \u201ctrabalhadores do Brasil\u201d.\u00a0 \u00c9 quando se cria a ind\u00fastria no Brasil, no mesmo bojo da guerra. A Argentina come\u00e7a um pouco antes com a industrializa\u00e7\u00e3o e a exporta\u00e7\u00e3o da carne, na Argentina tem o ga\u00facho que \u00e9 o ribeirinho daqui, ele tem essa cultura meio estigmatizada. As \u00e1reas rurais eram vistas como entrave do desenvolvimento argentino, a proposta de uma Argentina urbana \u00e9 industrial e dentro desse contexto come\u00e7a o populismo, dessa burguesia que nasce com esse \u201cboom\u201d econ\u00f4mico e desenvolvimento da ind\u00fastria, mas vem a crise. Vem o golpe, os militares fazem elei\u00e7\u00f5es em 70, o ent\u00e3o presidente renuncia causando uma reviravolta e consegue fazer novas elei\u00e7\u00f5es e trazer Per\u00f3n de volta. O Peron at\u00e9 hoje \u00e9 uma sombra na vida pol\u00edtica do pa\u00eds, tanto \u00e9 que a Cristina Kirchner \u00e9 do partido justicialista.<\/p>\n<p>Em 73 Peron volta, mas em 75 tem um novo golpe militar. O golpe militar em 75 p\u00f5e fim \u00e0 era do peronismo. Evita teve um papel important\u00edssimo dentro do populismo. Evita tem uma liga\u00e7\u00e3o fort\u00edssima com o povo argentino, tanto que seu corpo foi embalsamado, ela \u00e9 quase uma santa para os argentinos. Ela criou essa sa\u00edda para primeira dama, esse papel para a mulher. Ela vem de origem humilde e \u00e9 a\u00ed que est\u00e1 a maior cr\u00edtica, muitos dizem que ela se aproveitou da beleza da sedu\u00e7\u00e3o e foi galgando at\u00e9 chegar ao presidente, ou seja, a ascens\u00e3o social atrav\u00e9s de seus atributos. Mas na verdade ela foi uma figura pol\u00edtica importante, ela cria centros de acolhimento, escolas e faz uma rede de assist\u00eancia principalmente para mulheres e para crian\u00e7as e \u00e9 por isso que ela se torna um \u00edcone, principalmente pelo carisma que \u00e9 uma caracter\u00edstica populista.<br \/>\n<strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left\"><strong>1\u00aa\u00a0Presidente da Argentina de 1946 a 1955 e de 1973 a 1974.<\/strong><\/p>\n<p><b>Discuss\u00e3o ap\u00f3s a exibi\u00e7\u00e3o do filme\u00a0<\/b><\/p>\n<p><b>Registro, Transcri\u00e7\u00e3o e edi\u00e7\u00e3o por Jhonatam Nascimento (Turma 2014 de Jornalismo-Unifap)<\/b><\/p>\n<p><b>Rafael:\u00a0<\/b>Esses filmes que mexem&#8230; Eu n\u00e3o conhecia a hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><b>Isabel<\/b>: Vamos falar s\u00e9rio! Algu\u00e9m sentiu vontade de chorar?<\/p>\n<p><b>Rafael<\/b>: Sim<\/p>\n<p><b>Isabel<\/b>: Quem mais?<\/p>\n<p><b>Jhonatan<\/b>: Deu uma emo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Isabel<\/b>: \u00c9&#8230;.\u00c9&#8230;. imposs\u00edvel n\u00e3o se emocionar. \u00c9 uma coisa que o cinema consegue construir&#8230; inclusive no in\u00edcio do filme esqueci de citar, os estudiosos do tema populismo colocam toda uma descri\u00e7\u00e3o, o que o constitui o Populismo: a propaganda.<\/p>\n<p><b>Rafaela<\/b>: Vi muito populismo&#8230; o fato dela falar assim com o povo, pegar crian\u00e7a no colo.<\/p>\n<p><b>Isabel:\u00a0<\/b>A propaganda, a imagem. N\u00e9! \u00c9 a imagem do fascismo, do populismo, a rela\u00e7\u00e3o do populismo argentino com o fascismo. No Brasil voc\u00ea tamb\u00e9m v\u00ea isso com Get\u00falio. Tem uma parte do filme que fala isso, a constru\u00e7\u00e3o da imagem, ela era uma \u201cdescamisada\u201d era o povo, a ARGENTINA do ga\u00facho, do campon\u00eas. Na Argentina tem at\u00e9 hoje certa divis\u00e3o entre urbanos e camponeses, essa Argentina que rejeita a &#8220;Argentina&#8221;. Teve uma campanha de eugenia em que eles queriam trazer somente os imigrantes americanos. Trazer, inclusive, muitos professores estrangeiros.<\/p>\n<p><b>Andreza:<\/b>\u00a0Eu n\u00e3o entendi o papel do Bandeiras.<\/p>\n<p><b>Isabel:\u00a0<\/b>\u00c9 um musical e tem muito de teatro.<\/p>\n<p><b>Alesson<\/b>: \u00c9 uma pe\u00e7a, uma pe\u00e7a de teatro adaptada para o cinema.<\/p>\n<p><b>Isabel:<\/b>\u00a0Ah&#8230; por isso.<\/p>\n<p><b>Andreza<\/b>: Eu n\u00e3o sabia que era um musical, se fosse para assistir em casa eu n\u00e3o iria assistir, porque eu n\u00e3o consigo me focar no filme, ao final do filme eu sempre consigo gostar do que eu assisti, quando se trata de um musical, mas assim para eu conseguir assistir \u00e9 uma dificuldade.<\/p>\n<p><b>Isabel:<\/b>\u00a0Hum, todo mundo sente assim?<\/p>\n<p><b>Alesson<\/b>: Nesse musical&#8230; Ele lembra muito os miser\u00e1veis \u00e9 muito corrente.<\/p>\n<p><b>Andreza<\/b>: Os miser\u00e1veis eu amo de paix\u00e3o o filme.<\/p>\n<p><b>Alesson<\/b>: Assim, n\u00e3o tem di\u00e1logo \u00e9 s\u00f3 m\u00fasica, m\u00fasica enjoa.<\/p>\n<p><b>(Risos)<\/b><\/p>\n<p><b>Rafaela<\/b>: \u00c9 verdade<\/p>\n<p><b>Rafael<\/b>: \u00c9 por isso que eu gosto de filme de guerra.<\/p>\n<p><b>Isabel<\/b>: Filme de guerra, Como \u00e9 a hist\u00f3ria?<\/p>\n<p><b>Rafae<\/b>l: Al\u00e9m da guerra tamb\u00e9m tem hist\u00f3rias, como o &#8220;Resgate do soldado Ryan&#8221;.<\/p>\n<p><b>Isabel<\/b>: Ent\u00e3o \u00e9 un\u00e2nime, Ningu\u00e9m aqui gosta de musical?<\/p>\n<p><b>Alesson:<\/b>\u00a0Eu gosto, s\u00f3 n\u00e3o gosto de um musical corrido.<\/p>\n<p><b>Rafaela:<\/b>\u00a0No musical \u00e9 um pouco dif\u00edcil absorver a hist\u00f3ria j\u00e1 que tem muita m\u00fasica nas falas.<\/p>\n<p><b>Jhonatan<\/b>: Fica cansativo.<\/p>\n<p><b>Alesson:<\/b>\u00a0As vezes tem umas m\u00fasicas que s\u00e3o legais e outras nem tanto.<\/p>\n<p><b>Rafaela:<\/b>\u00a0Ha ha a gente viu isso.<\/p>\n<p><b>Andreza:<\/b>\u00a0Tem umas m\u00fasicas que quando eu chegar em casa eu vou baixar porque a trilha sonora \u00e9 muito linda.<\/p>\n<p><b>Isabel:<\/b>\u00a0\u201c<i>N\u00e3o chores por mim querida\u201d\u00a0<\/i>hahaha<\/p>\n<p><b>Isabel:<\/b>\u00a0O que mais marcou al\u00e9m do filme ser um musical e o musical n\u00e3o ser o g\u00eanero favorito de voc\u00eas?<\/p>\n<p><b>Rafaela:<\/b>\u00a0Nesse filme a gente viu pouco do Alan Parker, como vimos nos outros.<\/p>\n<p><b>Isabel<\/b>: O Alesson estava falando que era uma pe\u00e7a que foi transformada em filme. O Alan Parker transformou em filme uma pe\u00e7a de teatro que j\u00e1 existia. O que mais ficou al\u00e9m do fato de o filme ser musical e de todo mundo ter tido vontade de chorar?<\/p>\n<p><b>Rafael:<\/b>\u00a0Eu achei muito interessante por eu n\u00e3o conhecer essa parte da hist\u00f3ria Argentina, nossos vizinhos.<\/p>\n<p><b>Jhonatan:<\/b>\u00a0Eu fiquei surpreso, pensei que o filme ia fazer elogios \u00e0 Evita, mas no come\u00e7o ele faz cr\u00edticas \u00e0 ela, com o Banderas no come\u00e7o do filme falando do povo, mas depois ele constr\u00f3i a imagem dela ao longo do filme.<\/p>\n<p><b>Isabel:<\/b>\u00a0A mesma sensa\u00e7\u00e3o que eu tive. \u00c9 por isso que o filme provocou tanta pol\u00eamica.<\/p>\n<p><b>Rafaela<\/b>: Os Argentinos n\u00e3o aceitaram a Madona no papel de Evita.<\/p>\n<p><b>Isabel:<\/b>\u00a0Para os Argentinos a Evita \u00e9 uma santa.<\/p>\n<p><b>Jhonatan:<\/b>\u00a0Colocam a Madona uma americana para fazer o papel de Evita.<\/p>\n<p><b>Rafaela:<\/b>\u00a0Eu gostei de ver a parte da publicidade que \u00e9 bem forte.<\/p>\n<p><b>Isabel:<\/b>\u00a0Mostra a constru\u00e7\u00e3o da imagem.<\/p>\n<p><b>Jhonatan<\/b>: Como ela traz o povo para perto dela, o dinheiro entrando.<\/p>\n<p><b>Isabel<\/b>: Mostrando que ela era uma mulher do povo, uma descamisada, mas mostrando a necessidade de exibir luxo.<\/p>\n<p><b>Rafaela:<\/b>\u00a0Isso \u00e9 contradit\u00f3rio.<\/p>\n<p><b>Isabel:<\/b>\u00a0Isso faz a gente pensar, a quantidade de gente os descamisados&#8230;<\/p>\n<p><b>Isabel:<\/b>\u00a0Isso faz a gente pensar, a quantidade de gente&#8230; o Collor de Melo usava esse termo &#8220;descamisados&#8221;, os &#8220;p\u00e9s descal\u00e7os&#8221;, ou seja se identifica com o fato dessa pessoa ter vindo de origem humilde, mas n\u00e3o pode andar mal vestida.<\/p>\n<p><b>Rafaela:<\/b>\u00a0\u00c9 o caso do Lula.<\/p>\n<p><b>Isabel<\/b>: Ent\u00e3o voc\u00ea tem uma atriz americana e um ator espanhol. O Banderas que representa o corifeu do teatro, aquele que sabe tudo, conduz, que \u00e9 o fio condutor da narrativa. Madona \u00e9 a protagonista, mas \u00e9 ele que \u00e9 a voz da hist\u00f3ria. \u00c9 interessante que essa \u00e9 a vis\u00e3o norte-americana da am\u00e9rica-latina e da hist\u00f3ria da Argentina. Eles fazem o que?<\/p>\n<p><b>Rafaela:<\/b>\u00a0Eles desconstroem.<\/p>\n<p><b>Isabel:\u00a0<\/b>Eles desconstroem a vis\u00e3o do populismo. Clientelismo, l\u00edder carism\u00e1tico e fazem uso da publicidade. Mas mesmo assim acaba o filme e voc\u00ea continua admirando a Evita.<\/p>\n<p><b>Rafaela:<\/b>\u00a0Pro tempo dela ela foi uma grande mulher. Pela ambi\u00e7\u00e3o dela.<\/p>\n<p><b>Isabel:<\/b>\u00a0O filme faz pensar isso. Ela tinha ambi\u00e7\u00e3o, n\u00e3o tinha ambi\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p><b>Jhonatan<\/b>: N\u00e3o duvido nada que ela tenha influenciado a Cristina Kirchner.<\/p>\n<p>I<b>sabel:<\/b>\u00a0A Cristina \u00e9 do partido justicialista. N\u00e3o precisa ir longe. Considerada neo-populista. \u00c9 interessante observar a vis\u00e3o do populismo do PV norte-americano. Nada \u00e9 por acaso. Neo-populismo = Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p><em><strong>FIM<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cineclubismo e forma\u00e7\u00e3o de p\u00fablico para o audiovisual no S\u00e9culo XXI (26\/01\/2015) Uma das principais atividades do GRAAPA, explorando a atividade cineclubista no cen\u00e1rio do S\u00e9culo XXI, s\u00e3o as sess\u00f5es de cinema e v\u00eddeo abertas \u00e0 comunidade, sempre aos s\u00e1bados&hellip; <\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www2.unifap.br\/graapa\/transcricoes-de-debates\/\" class=\"readmore-button\">Continue Reading<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":865,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":3,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"inline_featured_image":false,"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"class_list":["post-99","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www2.unifap.br\/graapa\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/99","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www2.unifap.br\/graapa\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/www2.unifap.br\/graapa\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www2.unifap.br\/graapa\/wp-json\/wp\/v2\/users\/865"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www2.unifap.br\/graapa\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=99"}],"version-history":[{"count":5,"href":"http:\/\/www2.unifap.br\/graapa\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/99\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":131,"href":"http:\/\/www2.unifap.br\/graapa\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/99\/revisions\/131"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www2.unifap.br\/graapa\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=99"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}