Apresentação

Bacharelado em Relações Internacionais

A globalização e a velocidade do fluxo de informações diminuíram as fronteiras entre os países. As questões internacionais deixaram de ser competência exclusiva dos diplomatas e de outros grupos restritos. Temas como segurança regional, formação de blocos comerciais, direitos humanos e terrorismo entraram definitivamente para a agenda pública. Nesse contexto, a atuação dos profissionais de Relações Internacionais tornou-se necessária não apenas em órgãos públicos diversos, mas também em empresas privadas, organizações internacionais e do terceiro setor.

O campo de estudos das Relações Internacionais é apaixonante. Os fatos do mundo contemporâneo, massificados pelo fenômeno da globalização e pelo acesso aos meios de comunicação social, estão permanentemente expostos para análise e discussões. Para quem gosta de direito, economia, filosofia, sociologia, história, ciência política, culturas, idiomas, diplomacia, negociações internacionais ou comércio exterior, a área das Relações Internacionais é ideal.

O Internacionalista (designação do profissional bacharel em Relações Internacionais) analisa o cenário mundial do ponto de vista político, social e econômico; representa os interesses internacionalmente de empresas, governos ou municípios; promove negociações internacionais; atua com organizações internacionais, como a ONU, em questões que envolvem os direitos humanos, cooperação, conflito e desenvolvimento; e trabalha com ONGs internacionais como o Greenpeace e WWF, por exemplo.

O CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS NO ESTADO DO AMAPÁ

A criação do curso de Relações Internacionais na Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) aconteceu na esteira de dois momentos mais amplos: no processo de expansão institucional proporcionado pelo Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI) e na fase mais recente da terceira etapa da ampliação da oferta de bacharelados na área. De um lado observou-se a expansão substancial da quantidade de cursos de graduação na UNIFAP, e de outro viu-se a possibilidade de o fertar um curso de Relações Internacionais fora dos centros tradicionais, em um estado fronteiriço da Amazônia Setentrional. Situada em uma região que limita-se internacionalmente com o Departamento Ultramarino francês (Guiana Francesa) e com o Suriname, a localização geográfica da Universidade lhe confere uma condição de espaço simultaneamente estratégico e periférico: estratégico devido a sua posição fronteiriça com um território europeu e de sua vinculação ao Platô das Guianas, caminho de integração do Brasil com o norte da América do Sul e o Caribe; e periférico em virtude da distância dos grandes centros econômicos e políticos nacionais agravada pelo isolamento decorrente da falta de interconectividade com o resto do país.

Saiba mais em: ENTRE O ESTRATÉGICO E O PERIFÉRICO: ÊXITOS E DESAFIOS DA CONSOLIDAÇÃO DO CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ

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