{"id":14109,"date":"2014-02-25T08:18:59","date_gmt":"2014-02-25T11:18:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.unifap.br\/ead\/?p=14109"},"modified":"2014-02-25T08:18:59","modified_gmt":"2014-02-25T11:18:59","slug":"com-desafios-missoes-e-rankings-gamificacao-pode-turbinar-ead","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.unifap.br\/ead\/com-desafios-missoes-e-rankings-gamificacao-pode-turbinar-ead\/","title":{"rendered":"Com desafios, miss\u00f5es e rankings, &#8220;gamifica\u00e7\u00e3o&#8221; pode turbinar EAD"},"content":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea tivesse que estudar sobre a <a href=\"http:\/\/educacao.uol.com.br\/disciplinas\/historia-brasil\/guerrilha-do-araguaia-luta-armada-no-campo.htm\">Guerrilha do Araguaia<\/a>,  por que material voc\u00ea se interessaria: pelos textos e ilustra\u00e7\u00f5es dos  livros de hist\u00f3ria ou colocando-se no lugar de um guerrilheiro no meio  da mata e explorando a regi\u00e3o em um jogo que simule cada passo dos  combatentes?<\/p>\n<p>Provavelmente a segunda op\u00e7\u00e3o seria mais atrativa. A <strong>&#8220;gamifica\u00e7\u00e3o&#8221; <\/strong>&#8212;  termo que designa o uso da tecnologia e elementos dos videogames fora  da \u00e1rea de entretenimento &#8212; \u00e9 a principal aposta dos especialistas para  ensinar de maneira personalizada (ensino adaptativo, que leva em conta  as peculiaridades e ritmos de cada aluno).<\/p>\n<p>No entanto, o <strong>ensino a dist\u00e2ncia explora pouco as possibilidades<\/strong> da gamifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Vejo pouca ou quase nenhuma explora\u00e7\u00e3o de dispositivos que usam  recursos da gamifica\u00e7\u00e3o no ensino a dist\u00e2ncia&#8221;, afirma Gilberto Lacerda  Santos, professor da faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da UnB (Universidade de  Bras\u00edlia) e especialista em tecnologia da educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Os <strong>jogos [por conta sua capacidade de imers\u00e3o e  interatividade] podem abrir caminhos para a presen\u00e7a da tecnologia no  espa\u00e7o escolar<\/strong>&#8220;, disse a professora Lynn Alves, da Uneb  (Universidade do Estado da Bahia), durante a \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da Campus  Party quando o tema foi debatido na mesa &#8220;Games na educa\u00e7\u00e3o: apertando o  start&#8221;.<\/p>\n<h3>Gamifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 usar jogos prontos<\/h3>\n<p>Embora  muitos games tenham sido criados para ensinar algum tipo de conte\u00fado  did\u00e1tico, Santos refor\u00e7a que a gamifica\u00e7\u00e3o significa usar recursos dos  games e n\u00e3o criar um game.<\/p>\n<p>A <strong>mec\u00e2nica de pontua\u00e7\u00e3o, pr\u00eamios, miss\u00f5es, desafios, ranking, cria\u00e7\u00e3o de avatares<\/strong>,  entre outros, s\u00e3o exemplos de como o usu\u00e1rio pode se envolver com um  determinado assunto, tornando o estudo menos pesado, ponto alto dos  jogos. Mas atualmente a maioria das iniciativas em andamento fica no  meio do caminho, entre usar esses elementos ou simular literalmente um  game.<\/p>\n<p>&#8220;Voc\u00ea <strong>coloca pinceladas da estrat\u00e9gia de jogos<\/strong>, mas n\u00e3o s\u00e3o jogos, para as pessoas entenderem atividades complexas. <strong>Elas t\u00eam fun\u00e7\u00e3o de motivar<\/strong>, de fazer o outro melhorar seu desempenho&#8221;, avalia o professor.<\/p>\n<p>Os professores, al\u00e9m dos alunos, tamb\u00e9m podem se aproveitar dessa outra maneira de aprender.<\/p>\n<p>Um dos projetos que caminha nessa dire\u00e7\u00e3o \u00e9 o GGBook, criado pela  equipe de Santos na UnB. Trata-se de um game voltado aos professores  para ajud\u00e1-los a explorar melhor o programa GeoGebra, que auxilia no  ensino de \u00e1lgebra desde c\u00e1lculos simples a como entender a propuls\u00e3o de  um sat\u00e9lite.<\/p>\n<p>&#8220;Nosso projeto visa usar a estrat\u00e9gia da &#8216;gamifica\u00e7\u00e3o&#8217; em situa\u00e7\u00f5es  educativas de modo geral e em forma\u00e7\u00e3o de professores de modo  particular. Nosso foco \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o continuada do professor de  matem\u00e1tica, um dos grandes problemas educacionais do Brasil&#8221;, diz  Santos.<\/p>\n<p>Outro exemplo de gamifica\u00e7\u00e3o na educa\u00e7\u00e3o \u00e9 o &#8220;Geekie  Games \u2013 O Desafio do Enem&#8221;, um simulado exclusivo para quem vai prestar o  Enem, aberto a estudantes de escolas p\u00fablicas e particulares. O  estudante escolhe a hora e o local em que pretende fazer o simulado e  encontra miss\u00f5es, desafios e rankings.<\/p>\n<p>&#8220;No game voc\u00ea aproxima o  conte\u00fado educacional do jovem. Ele oferece uma empatia e uma intera\u00e7\u00e3o  maior o que ajuda no engajamento. No caso do Geekie Games, se adapta \u00e0  forma que cada um aprende&#8221;, diz Claudio Sassaki, diretor da Geekie.<\/p>\n<p>O treino para o Enem \u00e9 uma das possibilidades do Geekie Lab &#8212; a  plataforma faz o diagn\u00f3stico do que o aluno sabe e oferece um roteiro de  estudo mais direcionado. Nesse caso, a &#8216;gamifica\u00e7\u00e3o&#8217; serve de aliada  para o ensino personalizado por meio de v\u00eddeos, textos, games, f\u00f3runs.<\/p>\n<p>&#8220;O professor d\u00e1 a mesma aula, com os mesmos livros, usando o mesmo  discurso para uma sala para cem pessoas. Entretanto, duas pessoas n\u00e3o  aprendem da mesma forma. Em vez de o aluno se adaptar, o conte\u00fado se  adapta a cada pessoa. Uma tecnologia que identifique como cada pessoa  aprende e evolua conforme a pessoa vai evoluindo tamb\u00e9m&#8221;, avalia  Sassaki.<\/p>\n<p>No ensino a dist\u00e2ncia, com o estudo individual, a &#8220;gamifica\u00e7\u00e3o&#8221; poderia servir de orienta\u00e7\u00e3o para a rotina do estudante.<\/p>\n<p><strong>FONTE:<br \/>\n<a href=\"http:\/\/educacao.uol.com.br\/noticias\/2014\/02\/21\/com-desafios-missoes-e-rankings-gamificacao-pode-turbinar-ead.htm\">educacao.uol.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se voc\u00ea tivesse que estudar sobre a Guerrilha do Araguaia, por que material voc\u00ea se interessaria: pelos textos e ilustra\u00e7\u00f5es dos livros de hist\u00f3ria ou colocando-se no lugar de um&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":394,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-14109","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticia","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14109","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/users\/394"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14109"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14109\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14111,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14109\/revisions\/14111"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14109"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14109"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ead\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14109"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}