{"id":14959,"date":"2014-04-07T09:41:16","date_gmt":"2014-04-07T12:41:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.unifap.br\/ead\/?p=14959"},"modified":"2014-04-07T09:41:16","modified_gmt":"2014-04-07T12:41:16","slug":"plataforma-de-ead-quer-ensinar-ingles-para-profissionais-de-ti-comente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.unifap.br\/ead\/plataforma-de-ead-quer-ensinar-ingles-para-profissionais-de-ti-comente\/","title":{"rendered":"Plataforma de EAD quer ensinar ingl\u00eas para profissionais de TI Comente"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">A<strong> baixa profici\u00eancia em ingl\u00eas \u00e9 um problema profissional<\/strong>. Principalmente em uma \u00e1rea t\u00e3o internacionalizada como TI (tecnologia da informa\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Uma pesquisa com profissionais de neg\u00f3cios feita em 2013 pela  GlobalEnglish apontou que os brasileiros tem o s\u00e9timo pior n\u00edvel de  ingl\u00eas do mundo, e o sexto pior da Am\u00e9rica Latina. No Brasil, outro  n\u00famero lan\u00e7ou um alerta: um levantamento feito pela consultoria Michael  Page com executivos mostrou que, na \u00e1rea de TI, apenas 45% desses  profissionais dominam a l\u00edngua inglesa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para melhorar a  profici\u00eancia de ingl\u00eas &#8211; especificamente entre profissionais de TI &#8211; um  grupo de empres\u00e1rios norte-americanos (Mais Unidos) e o MEC lan\u00e7aram uma  plataforma online de ensino do idioma. \u00c9 o <strong><a href=\"http:\/\/www.brasilmaisti.com.br\/\">Brasil Mais TI<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&#8220;A defici\u00eancia do ingl\u00eas existe sim e n\u00e3o s\u00f3 em TI. Mas nessa \u00e1rea,  dependendo do projeto, o profissional tem que trazer conceitos de fora e  interagir com outros profissionais, t\u00e9cnicas e neg\u00f3cios que est\u00e3o na  l\u00edngua inglesa. Al\u00e9m disso, hoje o suporte t\u00e9cnico de empresa est\u00e3o  centralizados em algumas partes do mundo, e o Brasil \u00e9 um desses pa\u00edses.  Ent\u00e3o profissionais com bom ingl\u00eas s\u00e3o cada vez mais requisitados&#8221;, diz  Fabiana Nakazone, especialista em RH.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Muitas vezes os profissionais dizem que falam ingl\u00eas porque leem  manuais t\u00e9cnicos em outras l\u00ednguas, mas na hora de conversar ou  participar de uma reuni\u00e3o, a defici\u00eancia aparece. E a baixa profici\u00eancia  desses profissionais pode ter mais de uma explica\u00e7\u00e3o. Embora a oferta  de cursos de ingl\u00eas seja ampla, Fabiana comenta que muitas pessoas  acabam se preocupando com a forma\u00e7\u00e3o profissional e deixam o aprendizado  de um idioma para depois.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os dois cursos, b\u00e1sico e  intermedi\u00e1rio, ter\u00e3o dura\u00e7\u00e3o de 64 horas cada e entram no ar no final de  mar\u00e7o. Jogos, exerc\u00edcios gramaticais, textos e material em \u00e1udio  estar\u00e3o dispon\u00edveis para os alunos. Ambos podem ser feitos por quem  acessa o site e pelo p\u00fablico em geral, e ter\u00e3o certifica\u00e7\u00e3o. As aulas  devem atingir a maioria de jovens entre 18 e 25 anos, 65% dos usu\u00e1rios  da plataforma, e que est\u00e3o finalizando uma gradua\u00e7\u00e3o ou s\u00e3o  rec\u00e9m-formados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>FONTE:<br \/>\n<a href=\"http:\/\/educacao.uol.com.br\/noticias\/2014\/02\/21\/com-desafios-missoes-e-rankings-gamificacao-pode-turbinar-ead.htm\">educacao.uol.com.br<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A baixa profici\u00eancia em ingl\u00eas \u00e9 um problema profissional. Principalmente em uma \u00e1rea t\u00e3o internacionalizada como TI (tecnologia da informa\u00e7\u00e3o). 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