{"id":705,"date":"2017-01-24T17:29:19","date_gmt":"2017-01-24T17:29:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/?p=705"},"modified":"2017-01-24T17:32:23","modified_gmt":"2017-01-24T17:32:23","slug":"minicurso-discutiu-os-impactos-da-criacao-do-parque-nacional-do-cabo-orange-no-modo-de-vida-de-comunidades-do-municipio-de-oiapoque","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/2017\/01\/24\/minicurso-discutiu-os-impactos-da-criacao-do-parque-nacional-do-cabo-orange-no-modo-de-vida-de-comunidades-do-municipio-de-oiapoque\/","title":{"rendered":"Minicurso discute os impactos da cria\u00e7\u00e3o do Parque Nacional do Cabo Orange no modo de vida de comunidades do munic\u00edpio de Oiapoque"},"content":{"rendered":"<p>Na manh\u00e3 da \u00faltima sexta-feira (13\/01\/2017), a professora Ana Cristina Rocha Silva, membro do colegiado de Hist\u00f3ria do campus Binacional e membro da ANPUH-AP, ministrou o minicurso intitulado <b>Os impactos da cria\u00e7\u00e3o do Parque Nacional do Cabo Orange no modo de vida de comunidades tradicionais: o caso da Vila Tapereb\u00e1 e da pesca artesanal de Oiapoque<\/b>. O minicurso ocorreu no Audit\u00f3rio Colares e por abordar uma tem\u00e1tica interdisciplinar, teve como p\u00fablico alvo a comunidade acad\u00eamica em geral.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0043.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-706\" alt=\"IMG-20170118-WA0043\" src=\"http:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0043-150x150.jpg\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0043-150x150.jpg 150w, https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0043-70x70.jpg 70w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A atividade objetivou suscitar reflex\u00f5es acerca do processo de cria\u00e7\u00e3o do Parque Nacional do Cabo Orange (PNCO) e dos modos em que a institui\u00e7\u00e3o dessa \u00e1rea protegida vem se refletindo no modo de vida de comunidades situadas dentro do parque, especificamente a Vila Tapereb\u00e1. Objetivou, ainda, apresentar a problem\u00e1tica vivida pelos pescadores artesanais de Oiapoque, os quais, ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o do PNCO, passaram a ter acesso limitado nas \u00e1reas pesqueiras em que atuavam tradicionalmente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0044.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-707\" alt=\"IMG-20170118-WA0044\" src=\"http:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0044-150x150.jpg\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0044-150x150.jpg 150w, https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0044-70x70.jpg 70w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/a>Em sua maioria, os praticantes da pesca artesanal no munic\u00edpio de Oiapoque s\u00e3o remanescentes da Vila Tapereb\u00e1, comunidade que, de acordo com Ca\u00f1ete (2014), sofreu um processo de press\u00e3o velada por parte do poder p\u00fablico para abandonar a vila, uma vez que ela est\u00e1 situada dentro dos limites do PNCO. Caracterizada pelo uso de embarca\u00e7\u00f5es de pequeno porte e por atuar em \u00e1guas rasas, a pesca artesanal \u00e9 praticada pr\u00f3ximo \u00e0 costa em virtude da impossibilidade das embarca\u00e7\u00f5es utilizadas acessarem mar a dentro. Ocorre que, com a cria\u00e7\u00e3o do PNCO, toda a costa onde os pescadores atuavam foi delimitada como a extens\u00e3o marinha do parque. Tal fato inviabilizou a pr\u00e1tica dessa atividade econ\u00f4mica tradicional da popula\u00e7\u00e3o que j\u00e1 habitava a regi\u00e3o antes da cria\u00e7\u00e3o da unidade de conserva\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o integral evidenciada.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0045.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-708\" alt=\"IMG-20170118-WA0045\" src=\"http:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0045-150x150.jpg\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0045-150x150.jpg 150w, https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0045-70x70.jpg 70w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/a>Ao agregar acad\u00eamicos de v\u00e1rios cursos de gradua\u00e7\u00e3o (Hist\u00f3ria, Geografia, Biologia, Licenciatura Intercultural Ind\u00edgena e outros), o minicurso oportunizou um olhar interdisciplinar para o dilema dos pescadores de Oiapoque, o qual, conforme Silva et al. (2012), comp\u00f5e um dos cen\u00e1rios mais dram\u00e1ticos em se tratando da pr\u00e1tica da pesca artesanal no extremo norte do Brasil. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O evento ocorreu atrav\u00e9s de parceria com a ANPUH-AP e foi organizado pelos discentes do curso de Hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o encerramento do minicurso, a professora <b>Ana Cristina Rocha Silva <\/b>oficializou a entrega dos quatro volumes da <i>Cole\u00e7\u00e3o Forma\u00e7\u00e3o Regional da Amaz\u00f4nia<\/i>, doada pela Editora do N\u00facleo de Altos <a href=\"http:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0046.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-709\" alt=\"IMG-20170118-WA0046\" src=\"http:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0046-150x150.jpg\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0046-150x150.jpg 150w, https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/files\/2017\/01\/IMG-20170118-WA0046-70x70.jpg 70w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/a>Estudos Amaz\u00f4nicos da Universidade Federal do Par\u00e1 (NAEA\/UFPA) para a biblioteca do Campus Binacional\/UNIFAP.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Refer\u00eancias<\/b><\/p>\n<p>CA\u00d1ETE, U. M. R. <b>Pesca artesanal no Parque Nacional do Cabo Orange<\/b>: contextos de conflito socioambiental e estrat\u00e9gias de manejo alternativo. Bel\u00e9m, 2014. 127 f. Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Gest\u00e3o de Recursos Naturais e Desenvolvimento Local na Amaz\u00f4nia) \u2013 Universidade Federal do Par\u00e1, 2014.<\/p>\n<p>SILVA, S. L.F.; CAMARGO M.; ESTUPI\u00d1\u00c1N R. A. 2012. Fishery management in a conservation area. The case of the Oiapoque River in northern Brazil. <b>Cybium, <\/b>v. 36, n. 1, p. 17-30, 2012.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na manh\u00e3 da \u00faltima sexta-feira (13\/01\/2017), a professora Ana Cristina Rocha Silva, membro do colegiado de Hist\u00f3ria do campus Binacional e membro da ANPUH-AP, ministrou o minicurso intitulado Os impactos da cria\u00e7\u00e3o do Parque Nacional do Cabo Orange no modo&hellip; <\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/2017\/01\/24\/minicurso-discutiu-os-impactos-da-criacao-do-parque-nacional-do-cabo-orange-no-modo-de-vida-de-comunidades-do-municipio-de-oiapoque\/\" class=\"readmore-button\">Continue Reading<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":819,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-705","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-institucional"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/705","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/wp-json\/wp\/v2\/users\/819"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=705"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/705\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":711,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/705\/revisions\/711"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=705"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=705"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/historia-oiapoque\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=705"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}