Histórico

O Curso de Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade Federal do Amapá foi criado pela Resolução nº 021/06, CONSU/UNIFAP de 11 de setembro de 2006 e busca  dar conta a um só tempo da necessidade de se pensar um modelo de curso que contemple, pelo menos, nove das dez etnias que, historicamente ocupam os territórios compreendidos entre o norte do estado do Pará, na margem esquerda do Amazonas até o extremo norte do Amapá, na margem direita do Rio Oiapoque.

Este curso objetivava, já no ano de 2007, identificar perfis de docentes da Educação Básica na escola indígena já em atuação ou com pretensão de atuar na área, para realizar sua formação em nível superior, em três grandes áreas de atuação: Linguagens e Códigos, Ciências Humanas e Ciências Exatas e da Natureza. As etnias que disputam as 30 vagas anuais disponibilizadas pelo CLII são, respectivamente, do estado do Pará: Aparai, Waiana, Tiriyó e Kaxuyana ,que habitam a Terra Indígena Tumucumaque na região do rio Parú; e do estado do Amapá: os Galibi-Marworno, Karipuna, Palikur e Kalinã que vivem em três terras indígenas contíguas que são a T.I. Galibi, a T.I. Uaçá e a T.I Juminã, todas localizadas na bacia do Rio Oiapoque; e  os Wajãpi, que vivem na  Terra Indígena Wajãpi, município de Pedra Branca do Amapari.

 

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