{"id":984,"date":"2017-10-17T22:13:14","date_gmt":"2017-10-17T22:13:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.unifap.br\/neab\/?p=984"},"modified":"2017-10-17T22:13:14","modified_gmt":"2017-10-17T22:13:14","slug":"submissao-de-trabalhos-para-iii-semana-amapaense-de-filosofia-interserccoes-para-uma-filosofia-africanista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.unifap.br\/neab\/2017\/10\/17\/submissao-de-trabalhos-para-iii-semana-amapaense-de-filosofia-interserccoes-para-uma-filosofia-africanista\/","title":{"rendered":"SUBMISS\u00c3O DE TRABALHOS PARA III SEMANA AMAPAENSE DE FILOSOFIA: INTERSERC\u00c7\u00d5ES PARA UMA  FILOSOFIA AFRICANISTA"},"content":{"rendered":"<p>EDITAL DE SUBMISS\u00c3O<\/p>\n<p>O Curso de Filosofia da Universidade do Estado do Amap\u00e1 realizar\u00e1 a III Semana<br \/>\nAmapaense de Filosofia e convida a comunidade acad\u00eamica para submiss\u00e3o de resumos nos<br \/>\nGrupos de Trabalhos que comp\u00f5em as atividades de sua programa\u00e7\u00e3o. O evento ocorrer\u00e1 de<br \/>\n27\/11\/2017 a 01\/12\/2017 na Universidade do Estado do Amap\u00e1.<br \/>\nSUBMISS\u00c3O:<br \/>\nO Resumo deve ser enviados para o ENDERE\u00c7O ELETR\u00d4NICO:<br \/>\nSEMINARIO.FILOSOFIAP@GMAIL.COM<\/p>\n<p>PRAZOS:<br \/>\nO resumo dever\u00e1 ser submetido at\u00e9 o dia 03\/11\/2017<br \/>\nO resultado dos trabalhos selecionados ser\u00e3o encaminhados diretamente para o autor por<br \/>\nemail, acompanhando carta de aceite.<br \/>\nSer\u00e1 divulgada a programa\u00e7\u00e3o completa do evento, com os trabalhos selecionados at\u00e9 uma<br \/>\nsemana antes da data de realiza\u00e7\u00e3o do evento.<br \/>\nFORMA\/REQUISITOS:<br \/>\n1. Resumo: dever\u00e1 conter de 300 a 500 palavras, em tamanho Arial\/Times 12, espa\u00e7amento<br \/>\nsimples, contendo t\u00edtulo e palavras-chave.<br \/>\n2. No corpo do email: Nome completo; Filia\u00e7\u00e3o institucional (curso, titula\u00e7\u00e3o e institui\u00e7\u00e3o),<br \/>\ncontato dos autores; Indica\u00e7\u00e3o do Grupo de Trabalho;<br \/>\n3. No t\u00edtulo do email deve conter o nome do Grupo de Trabalho.<br \/>\nGRUPOS DE TRABALHOS:<br \/>\nGT 1. \u00c9tica e Africanidade<br \/>\nRespons\u00e1vel: Profa. Doutora Dilneia Tavares do Couto<br \/>\nNeste GT pretende-se abordar estudos sobre a tem\u00e1tica \u201c\u00c9tica e Africanidade\u201d que se insiram<br \/>\nna dimens\u00e3o filos\u00f3fica da quest\u00e3o incorporando a condi\u00e7\u00e3o multidisciplinar que constitui<br \/>\nobjeto da mat\u00e9ria. Para tal ser\u00e3o admitidos trabalhos que abordem o assunto desde as<br \/>\ndimens\u00f5es da meta\u00e9tica, das teorias \u00e9ticas e das \u00e9ticas aplicadas. Em especial, temas tais<br \/>\ncomo: Direitos Humanos, Diversidade, Pluralismo, Di\u00e1logo Interracial, entre outros.<br \/>\nGT 2. Pol\u00edtica e Africanidade<br \/>\nRespons\u00e1vel: Professor Mestre Luiz Maur\u00edcio B. R. Menezes<br \/>\nO GT de Pol\u00edtica e Africanidade tem o intuito de receber trabalhos que tenham como tem\u00e1tica<br \/>\na rela\u00e7\u00e3o entre a pol\u00edtica e a africanidade, mas, especificamente pol\u00edtica e sociedade, pol\u00edtica e<br \/>\ncultura, pol\u00edtica e economia, pol\u00edtica e movimentos sociais, colonialismo, p\u00f3s colonialismo,<br \/>\nBrasil e pol\u00edticas p\u00fablicas.<br \/>\nGT 3. Est\u00e9tica\/Arte e Africanidade<br \/>\nRespons\u00e1vel: Professora Doutora Maria Elizabeth Bueno de Godoy<\/p>\n<p>A proposta do presente grupo se debru\u00e7a sobre o multifacetado di\u00e1logo entre arte e<br \/>\nafricanidade. Neste \u00ednterim, abre-se \u00e0s ricas representa\u00e7\u00f5es culturais em que se represente e<br \/>\nsuscite a tem\u00e1tica na literatura, na pintura, escultura, arquitetura, no teatro, na dan\u00e7a, ritos e<br \/>\nfestivais, religiosos ou n\u00e3o.<\/p>\n<p>GT 4. Filosofia da religiosidade e Africanidade<br \/>\nRespons\u00e1vel: Professora Doutora Maria Elizabeth Bueno e Godoy<br \/>\nO GT tem como proposta suscitar o di\u00e1logo entres os diferentes matizes de nossa<br \/>\nreligiosidade, contemplando o cen\u00e1rio s\u00f3cio hist\u00f3rico e filos\u00f3fico do sincretismo religioso<br \/>\nexperenciado no Brasil. Abrange, destarte, todas as express\u00f5es da nossa cultura religiosa e<br \/>\nfolcl\u00f3rica de ra\u00edzes ind\u00edgenas, africanas, crist\u00e3s, judaicas e isl\u00e2micas.<br \/>\nGT 5. Filosofia da Educa\u00e7\u00e3o, ensino e Africanidade<br \/>\nRespons\u00e1vel: Professora Mestre Luanny Vidal<br \/>\nDiante da forma\u00e7\u00e3o de uma nova realidade escolar, onde o ensino \u00e9 mais cr\u00edtico e reflexivo,<br \/>\nbusca-se dentro da Filosofia mostrar como a Educa\u00e7\u00e3o vem desenvolvendo as pr\u00e1ticas<br \/>\npedag\u00f3gicas relacionadas \u00e0s quest\u00f5es da Africanidade, respaldada na lei Federal no 10.639\/03,<br \/>\nque torna obrigat\u00f3rio o Ensino sobre Africanidade (Hist\u00f3ria e cultura Afro-Brasileira), nos<br \/>\nestabelecimentos de Ensino Fundamental e M\u00e9dio, Oficiais e Particulares, com vistas a<br \/>\nconstruir o processo do ensino\u2013aprendizagem de qualidade e com equidade, capaz de respeitar<\/p>\n<p>as diferen\u00e7as e a diversidade, despertando assim um novo olhar dentro das quest\u00f5es \u00c9tnico-<br \/>\nraciais. O intuito desta tem\u00e1tica \u00e9 contribuir para a compreens\u00e3o do papel do Ensino dentro do<\/p>\n<p>ato de filosofar sobre as quest\u00f5es da Africanidade.<br \/>\nGT 6. L\u00f3gica, teoria do conhecimento, metaf\u00edsica e Africanidade:<br \/>\nRespons\u00e1vel: Profa. Doutora Debora Aymor\u00e9<br \/>\nDe acordo com o marcador s\u00f3cio hist\u00f3rico a partir do qual o indiv\u00edduo ou grupo de indiv\u00edduos<br \/>\nse apresentam (ra\u00e7a, g\u00eanero, condi\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica, etc.), podemos supor uma poss\u00edvel<br \/>\ninterfer\u00eancia na obten\u00e7\u00e3o e na interpreta\u00e7\u00e3o do conhecimento. Nesse sentido, especialmente<br \/>\ndepois da formula\u00e7\u00e3o das cr\u00edticas p\u00f3s-coloniais e feministas, recomenda-se o<br \/>\ndesenvolvimento de maior sensibilidade cognitiva em rela\u00e7\u00e3o aos marcadores s\u00f3cio<br \/>\nhist\u00f3ricos. Isto propiciaria a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento cient\u00edfico e filos\u00f3fico que endossa<br \/>\nconcep\u00e7\u00e3o mais exigente de objetividade, e que leva em conta, portanto, o ponto de vista<br \/>\nsituado.<\/p>\n<p>GT 7. Antropologia Filos\u00f3fica e Africanidade<br \/>\nRespons\u00e1vel: Professor Mestre Rafael Lima<br \/>\nRespostas filos\u00f3ficas ao problema do ser humano. Debate sobre as rela\u00e7\u00f5es da antropologia<br \/>\ncom outros campos filos\u00f3ficos. Concep\u00e7\u00f5es de homem fundamentais na hist\u00f3ria da Filosofia.<br \/>\nTeorias sobre o homem. Diagn\u00f3stico do homem de hoje. Os questionamentos<br \/>\ncontempor\u00e2neos do homem. O homem em busca de auto compreens\u00e3o. As dimens\u00f5es<br \/>\nhumanas. Os humanismos.<\/p>\n<p>GT 8. Hist\u00f3ria da Filosofia e Africanidade<br \/>\nRespons\u00e1vel: Professor Jo\u00e3o Gabriel dos Santos Fonseca<br \/>\nMuito se discute pelo que realmente se entende por uma \u201chist\u00f3ria da filosofia africana\u201d. Essa<br \/>\ndiscuss\u00e3o est\u00e1 exatamente no que se entende pela palavra \u201cafricana\u201d, pois, tanto se pode<br \/>\nreferir a fil\u00f3sofos praticantes de qualquer m\u00e9todo que possua origem africana, quanto aos<br \/>\nidealizadores de conhecimentos filos\u00f3ficos notadamente africanos. Prop\u00f5e-se a realiza\u00e7\u00e3o<br \/>\ndesta discuss\u00e3o para que se possam conhecer as principais particularidades da filosofia<br \/>\nafricana, bem como, as principais ideias e m\u00e9todos dos pensadores deste continente. Com<br \/>\nisso, podemos definir o seu reflexo nos dias atuais.<br \/>\nGT 9. Filosofia do Direito e Africanidade<br \/>\nRespons\u00e1vel: Professor Mestre Bruno de Oliveira Rodrigues<br \/>\nO Grupo de Trabalho \u201cFilosofia do Direito e Africanidade\u201d tem por meta acolher<br \/>\npesquisadores da \u00e1rea da Filosofia, do Direito e das demais ci\u00eancias humanas, ampliando o<br \/>\ninterc\u00e2mbio de conhecimento e troca de experi\u00eancias, promovendo debates envolvendo os<br \/>\ndiscursos jus-filos\u00f3ficos elaborados sobre \u00c1frica, assim como os di\u00e1logos entre os universos<br \/>\nfilos\u00f3ficos de express\u00f5es afro-brasileiras. A proposta aporta dire\u00e7\u00f5es para novas indaga\u00e7\u00f5es,<br \/>\nou velha mas carentes de respostas satisfat\u00f3rias, envolvendo quest\u00f5es relacionadas a justi\u00e7a,<br \/>\njudicializa\u00e7\u00e3o das lutas por direitos, pol\u00edticas p\u00fablicas, movimentos sociais e etc. Nesse<br \/>\nsentido, o GT tem como objetivos: (a) observar a especificidade de uma Filosofia Africanista<br \/>\ncom intersec\u00e7\u00e3o com o Direito; (b) promover a qualidade acad\u00eamica de nossos estudos, o<br \/>\nincentivo \u00e0 pesquisa, \u00e0 publica\u00e7\u00e3o e ao acesso \u00e0s fontes; (c) estimular o di\u00e1logo com os<br \/>\nespecialistas de outras \u00e1reas das ci\u00eancias humanas, considerando principalmente a fei\u00e7\u00e3o<br \/>\nmultidisciplinar dos estudos africanos; (d) garantir uma estrutura de gest\u00e3o democr\u00e1tica diante<br \/>\ndo car\u00e1ter plural dos especialistas em Estudos Africanos no Brasil.<\/p>\n<p>Dra. Maria Elizabeth Bueno<br \/>\nCoordena\u00e7\u00e3o do Evento<br \/>\nProfa. Curso de Filosofia da UEAP<\/p>\n<p>Me. Bruno Rodrigues<br \/>\nCoordena\u00e7\u00e3o do Evento<br \/>\nProf. Curso de Filsofia da UEAP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EDITAL DE SUBMISS\u00c3O O Curso de Filosofia da Universidade do Estado do Amap\u00e1 realizar\u00e1 a III Semana Amapaense de Filosofia e convida a comunidade acad\u00eamica para submiss\u00e3o de resumos nos Grupos de Trabalhos que comp\u00f5em as atividades de sua programa\u00e7\u00e3o.&hellip; <\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www2.unifap.br\/neab\/2017\/10\/17\/submissao-de-trabalhos-para-iii-semana-amapaense-de-filosofia-interserccoes-para-uma-filosofia-africanista\/\" class=\"readmore-button\">Continue Reading<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":869,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-984","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/neab\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/984","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/neab\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/neab\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/neab\/wp-json\/wp\/v2\/users\/869"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/neab\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=984"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/neab\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/984\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":986,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/neab\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/984\/revisions\/986"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/neab\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=984"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/neab\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=984"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/neab\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=984"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}