{"id":1040,"date":"2013-11-28T11:15:38","date_gmt":"2013-11-28T14:15:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.unifap.br\/nti\/?p=1040"},"modified":"2013-11-28T11:15:54","modified_gmt":"2013-11-28T14:15:54","slug":"estudo-compara-as-experiencias-on-line-de-criancas-e-adolescentes-brasileiros-e-europeus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www2.unifap.br\/nti\/2013\/11\/28\/estudo-compara-as-experiencias-on-line-de-criancas-e-adolescentes-brasileiros-e-europeus\/","title":{"rendered":"Estudo compara as experi\u00eancias online de crian\u00e7as e adolescentes brasileiros e europeus"},"content":{"rendered":"<p><em><a href=\"http:\/\/www2.unifap.br\/nti\/files\/2013\/11\/criancas-internet.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-1041\" title=\"criancas-internet\" src=\"http:\/\/www2.unifap.br\/nti\/files\/2013\/11\/criancas-internet-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www2.unifap.br\/nti\/files\/2013\/11\/criancas-internet-300x200.jpg 300w, https:\/\/www2.unifap.br\/nti\/files\/2013\/11\/criancas-internet-224x150.jpg 224w, https:\/\/www2.unifap.br\/nti\/files\/2013\/11\/criancas-internet.jpg 448w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Crian\u00e7as brasileiras navegam sem a orienta\u00e7\u00e3o de adultos<\/em><\/p>\n<p>Mais de dois ter\u00e7os das crian\u00e7as e adolescentes brasileiros usu\u00e1rios de Internet acreditam que conhecem mais sobre a Internet do que seus pais ou respons\u00e1veis. Mais da metade (53%) vivem em fam\u00edlias em que os adultos respons\u00e1veis por elas n\u00e3o s\u00e3o usu\u00e1rios de Internet. O contraste \u00e9 impressionante quando a compara\u00e7\u00e3o \u00e9 feita com crian\u00e7as e adolescentes europeus &#8211; apenas 28% a 46% (dependendo da classe social) afirmam que sabem mais do que seus pais sobre Internet.<\/p>\n<p>Estas s\u00e3o algumas das descobertas publicadas na \u00faltima segunda-feira (25) pelo EU Kids Online, um projeto de pesquisa coordenado pela London School of Economics and Political Science (LSE).<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio utiliza os dados da primeira pesquisa abrangente sobre experi\u00eancias on-line de crian\u00e7as e adolescentes no Brasil, a TIC Kids Online Brasil 2012, realizada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informa\u00e7\u00e3o e da Comunica\u00e7\u00e3o no Brasil (CETIC.br), e da pesquisa da rede europeia EU Kids Online, de 2010. O objetivo do relat\u00f3rio foi comparar experi\u00eancias on-line de crian\u00e7as e adolescentes europeias e brasileiras.<\/p>\n<p>Os pesquisadores constataram que as crian\u00e7as e os adolescentes do Brasil e da Europa apresentam muitos padr\u00f5es semelhantes de uso e atividades realizadas on-line. Ambas as pesquisas apontam a casa e a escola como os principais locais de acesso \u00e0 Internet: no Brasil, 60% acessam de casa e 42% da escola, enquanto que na Europa, 87% acessam de casa e 63% da escola.<\/p>\n<p>As redes sociais s\u00e3o um atrativo maior para as crian\u00e7as brasileiras, sendo a segunda maior justificativa para o uso da Internet, em compara\u00e7\u00e3o com as crian\u00e7as na Europa que apontam os jogos como a segunda atividade preferida.<\/p>\n<p>Os dois grupos expressam tamb\u00e9m preocupa\u00e7\u00f5es similares sobre os riscos na Internet: as duas experi\u00eancias mais registradas, pornografia e conte\u00fado agressivo ou violento, foram relatadas por uma em cada cinco crian\u00e7as pesquisadas no Brasil e na Europa. A segunda quest\u00e3o mais preocupante quanto ao uso da Internet, reportada pelas crian\u00e7as brasileiras (10%), est\u00e1 relacionada com o comportamento dos colegas, enquanto \u201cconte\u00fado assustador\u201d foi a segunda maior preocupa\u00e7\u00e3o referida pelas crian\u00e7as europeias (8%).<\/p>\n<p>A an\u00e1lise tamb\u00e9m destaca \u00e1reas de contraste. Crian\u00e7as brasileiras acessam mais a Internet a partir de locais p\u00fablicos, como cybercaf\u00e9s (35% no Brasil, contra 12% na Europa), possivelmente sem orienta\u00e7\u00e3o. Entretanto, o acesso a partir de bibliotecas p\u00fablicas \u00e9 muito mais popular na Europa (12%) do que no Brasil (4%).<\/p>\n<p>A professora Sonia Livingstone, diretora do EU Kids Online, Departamento de M\u00eddia e Comunica\u00e7\u00e3o da LSE, afirma que \u201co acesso \u00e0 Internet est\u00e1 se espalhando rapidamente no Brasil e muitas crian\u00e7as usam a rede em locais p\u00fablicos. Mais da metade das atividades on-line ocorrem sem supervis\u00e3o, por isso, a Europa tem liderado muitas iniciativas de seguran\u00e7a nos \u00faltimos anos e esperamos que algumas delas possam ser de valor tamb\u00e9m no Brasil\u201d.<\/p>\n<p>Alexandre Barbosa, coautor do relat\u00f3rio e gerente do CETIC.br, declarou que \u201cem um pa\u00eds marcado por desigualdades sociais e econ\u00f4micas, com uma enorme popula\u00e7\u00e3o de jovens que acessam cada vez mais a Internet, \u00e9 crucial promover iniciativas de aumento da conscientiza\u00e7\u00e3o sobre o uso seguro da Internet. A rec\u00e9m-publicada Pesquisa TIC Kids Online Brasil \u00e9 uma importante fonte de dados para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas e certamente vai contribuir para promover o debate sobre as quest\u00f5es dos direitos digitais, liberdade de express\u00e3o e privacidade\u201d.<\/p>\n<p><strong>Metodologia<\/strong><br \/>\nA pesquisa TIC Kids Online Brasil tem como objetivo entender as experi\u00eancias de Internet de usu\u00e1rios com idades entre 9 e 16 anos, e do pai ou respons\u00e1vel legal melhor informado sobre os h\u00e1bitos de Internet desses usu\u00e1rios.<\/p>\n<p>A amostragem para a Pesquisa TIC Kids Online Brasil foi inicialmente composta por at\u00e9 2.500 crian\u00e7as e adolescentes e seus respectivos pais ou respons\u00e1veis legais. As respostas foram somente consideradas v\u00e1lidas se a crian\u00e7a e o pai ou respons\u00e1vel legal foram ambos entrevistados em uma casa selecionada. Ao final da coleta de dados, 1.580 entrevistas haviam sido realizadas com as crian\u00e7as e tamb\u00e9m com seus pais ou respons\u00e1veis legais.<\/p>\n<p>Para ter acesso aos dados da an\u00e1lise comparativa entre a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2012 e a EU Kids Online acesse\u00a0<a href=\"http:\/\/bit.ly\/1aULlfz.\">bit.ly\/1aULlfz.<\/a><\/p>\n<p>Para obter uma c\u00f3pia do relat\u00f3rio, entre em contato com a Assessoria de Imprensa da LSE, pelo e-mail<a href=\"mailto:pressoffice@lse.ac.uk\">pressoffice@lse.ac.uk<\/a>.<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.nic.br\/\">Imprensa NIC.br &#8211; N\u00facleo de Informa\u00e7\u00e3o e Coordena\u00e7\u00e3o do Ponto BR<\/a>; <a title=\"Governo Eletr\u00f4nico\" href=\"https:\/\/www.governoeletronico.gov.br\/\">Governo Eletr\u00f4nico<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Crian\u00e7as brasileiras navegam sem a orienta\u00e7\u00e3o de adultos Mais de dois ter\u00e7os das crian\u00e7as e adolescentes brasileiros usu\u00e1rios de Internet acreditam que conhecem mais sobre a Internet do que seus pais ou respons\u00e1veis. 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