{"id":772,"date":"2025-05-22T16:10:07","date_gmt":"2025-05-22T19:10:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.unifap.br\/pdiffamapa\/?page_id=772"},"modified":"2025-05-29T21:36:31","modified_gmt":"2025-05-30T00:36:31","slug":"suriname","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www2.unifap.br\/pdiffamapa\/suriname\/","title":{"rendered":"Suriname"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"772\" class=\"elementor elementor-772\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-738d2682 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"738d2682\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d404502 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"d404502\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b8703df elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"b8703df\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">SURINAME<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-58adfa9 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"58adfa9\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"font-weight: 400\">O Suriname (Figura 02), oficialmente denominado de Rep\u00fablica do Suriname, \u00e9 um pa\u00eds localizado ao norte da Am\u00e9rica do Sul, limitado a oeste pela Guiana, a leste pela Guiana Francesa, ao sul pelo Brasil e ao norte pelo Oceano Atl\u00e2ntico. Com cerca de 646.758 habitantes e uma \u00e1rea de 163.820 km\u00b2, \u00e9 o menor pa\u00eds independente do continente em extens\u00e3o territorial. Sua capital, Paramaribo, \u00e9 tamb\u00e9m a maior cidade e o principal centro pol\u00edtico, econ\u00f4mico e cultural.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Figura 02 &#8211; Mapa de localiza\u00e7\u00e3o do Suriname<\/span><\/p><p><a style=\"font-size: 16px;font-weight: 600;background-color: #ffffff\" href=\"http:\/\/www2.unifap.br\/pdiffamapa\/files\/2025\/05\/1-4.png\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1213 size-full\" src=\"http:\/\/www2.unifap.br\/pdiffamapa\/files\/2025\/05\/1-4.png\" alt=\"\" width=\"501\" height=\"710\" srcset=\"https:\/\/www2.unifap.br\/pdiffamapa\/files\/2025\/05\/1-4.png 501w, https:\/\/www2.unifap.br\/pdiffamapa\/files\/2025\/05\/1-4-212x300.png 212w\" sizes=\"(max-width: 501px) 100vw, 501px\" \/><\/a><\/p>Organiza\u00e7\u00e3o: PDIFF-AP, 2025.<p><span style=\"font-weight: 400\">Habitado originalmente por povos ind\u00edgenas, o territ\u00f3rio do atual Suriname foi disputado por pot\u00eancias europeias at\u00e9 ser colonizado pelos brit\u00e2nicos no s\u00e9culo XVII. Com a aboli\u00e7\u00e3o da escravatura em 1863, intensificou-se a imigra\u00e7\u00e3o de trabalhadores de pa\u00edses como \u00cdndia, Indon\u00e9sia e China, o que resultou em grande diversidade \u00e9tnica e cultural. Em 1975, o Suriname conquistou a independ\u00eancia dos Pa\u00edses Baixos, mantendo, no entanto, fortes v\u00ednculos econ\u00f4micos e pol\u00edticos com a antiga metr\u00f3pole, al\u00e9m de uma expressiva heran\u00e7a cultural \u2014 tendo<\/span> <span style=\"font-weight: 400\">como <\/span><span style=\"font-weight: 400\">o holand\u00eas como idioma oficial, embora outros idiomas, como ingl\u00eas, hindustani caribenho, javan\u00eas e o dialeto sranan tongo, sejam amplamente utilizados no cotidiano.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">O Suriname \u00e9 uma rep\u00fablica democr\u00e1tica com um sistema pol\u00edtico baseado em uma constitui\u00e7\u00e3o promulgada em 1987. O poder executivo \u00e9 exercido pelo presidente, que \u00e9 tanto o chefe de Estado quanto o chefe de governo. O presidente \u00e9 eleito pela Assembleia Nacional, o parlamento unicameral do pa\u00eds, composto por 51 membros eleitos por voto popular para mandatos de cinco anos. A diversidade \u00e9tnica do pa\u00eds reflete-se politicamente, e muitos de seus partidos pol\u00edticos t\u00eam base em grupos \u00e9tnicos espec\u00edficos.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">A economia do pa\u00eds depende da exporta\u00e7\u00e3o de recursos naturais, como bauxita, ouro e petr\u00f3leo, al\u00e9m da agricultura e do turismo. No entanto, o Suriname enfrenta desafios como a desigualdade social, a corrup\u00e7\u00e3o e a depend\u00eancia excessiva de commodities.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s fronteiras, o Suriname est\u00e1 envolvido em lit\u00edgios com a Guiana Francesa e a Guiana, herdadas do per\u00edodo colonial e reacendidas pela descoberta de recursos naturais, como ouro e petr\u00f3leo nas \u00e1reas contestadas.\u00a0\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Com a Guiana Francesa, a controv\u00e9rsia centra-se na delimita\u00e7\u00e3o da fronteira sul, especificamente na origem do rio Maroni, que os franceses atribuem ao rio Tapahony, enquanto o Suriname defende ser o rio Lawae. Apesar de arbitragens no passado, o conflito permanece sem solu\u00e7\u00e3o. Embora o Suriname priorize rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e coopera\u00e7\u00e3o com a Fran\u00e7a, dada a import\u00e2ncia das remessas e dos projetos bilaterais.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">\u00a0J\u00e1 com a Guiana, as disputas abrangem a soberania sobre o rio Corentyne e a regi\u00e3o do Tri\u00e2ngulo do New River, al\u00e9m de uma controv\u00e9rsia mar\u00edtima resolvida parcialmente em 2007 pelo Tribunal Internacional do Direito do Mar, que concedeu \u00e0 Guiana a maior parte da \u00e1rea em lit\u00edgio. Apesar da insatisfa\u00e7\u00e3o surinamesa com o resultado, o pa\u00eds aceitou a decis\u00e3o, mantendo, no entanto, suas reivindica\u00e7\u00f5es nos mapas oficiais. Esses conflitos ilustram os desafios geopol\u00edticos de um pa\u00eds pequeno, cujas fronteiras s\u00e3o marcadas por riquezas naturais e legados coloniais ainda n\u00e3o totalmente superados (Correa, 2015)\u00a0<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a51a8c3 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a51a8c3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h4 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">RELA\u00c7\u00d5ES AMAP\u00c1-SURINAME<\/h4>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-05cccab elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"05cccab\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"font-weight: 400\">O Suriname e o Brasil, por meio do Amap\u00e1, compartilham 52 quil\u00f4metros de fronteira terrestre. N\u00e3o h\u00e1 liga\u00e7\u00e3o terrestre entre os dois, pois a fronteira encontra-se em uma regi\u00e3o de densa cobertura vegetal e \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o ambiental e terras ind\u00edgenas.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Diferentemente da vizinha Guiana Francesa, o Amap\u00e1 e o Suriname possuem um hist\u00f3rico modesto de rela\u00e7\u00f5es. Por\u00e9m, com os novos esfor\u00e7os do Governo Federal para estabelecer uma rota de integra\u00e7\u00e3o na Regi\u00e3o das Guianas, e do governo do estado em estreitar rela\u00e7\u00f5es com seus vizinhos internacionais, nos \u00faltimos anos algumas a\u00e7\u00f5es de coopera\u00e7\u00e3o e parceria entre o Suriname e o Amap\u00e1 tomaram forma.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Em fevereiro de 2024, uma comitiva do Amap\u00e1, composta por representantes da Secretaria de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e Com\u00e9rcio Exterior, da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Amap\u00e1 e da Secretaria de Estado de Cultura, realizou uma visita ao Suriname para firmar um di\u00e1logo com o pa\u00eds, visando o estreitamento das rela\u00e7\u00f5es de ambos. Como resultado, na 53\u00aa Expofeira, que aconteceu em setembro de 2024, o Amap\u00e1 recebeu uma delega\u00e7\u00e3o surinamesa chefiada pelo C\u00f4nsul-Geral do Suriname no pa\u00eds, Wendell Alphons. Essa foi a primeira recep\u00e7\u00e3o oficial de um representante do pa\u00eds no estado.\u00a0\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Em novembro de 2024, uma delega\u00e7\u00e3o amapaense participou da 2\u00aa Confer\u00eancia de \u00c1guas do Bio-Plateaux, em Paramaribo, capital do Suriname. O objetivo do evento era fortalecer a coopera\u00e7\u00e3o regional do Escudo das Guianas para a gest\u00e3o h\u00eddrica dos rios Oiapoque e Maroni, al\u00e9m do compartilhamento de informa\u00e7\u00f5es, discuss\u00f5es acerca de bioeconomia e desenvolvimento sustent\u00e1vel da regi\u00e3o. Essa confer\u00eancia faz parte do Projeto Bio-Plateaux, da Guiana Francesa, que conta com o Suriname e o Amap\u00e1 como parceiros.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Entre os dias 21 de fevereiro e 1\u00ba de mar\u00e7o de 2025, a equipe do Plano de Desenvolvimento e Integra\u00e7\u00e3o da Faixa de Fronteira do Amap\u00e1 (PDIFF\/AP) realizou uma miss\u00e3o internacional na Guiana Francesa e no Suriname. O objetivo da miss\u00e3o foi fortalecer articula\u00e7\u00f5es institucionais, identificar boas pr\u00e1ticas e coletar dados sobre iniciativas regionais relevantes ao desenvolvimento integrado da faixa de fronteira. No Suriname, as atividades foram especialmente significativas para fomentar parcerias em \u00e1reas estrat\u00e9gicas, tais como comunidades tradicionais, defesa nacional, desenvolvimento sustent\u00e1vel e integra\u00e7\u00e3o regional.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Uma das primeiras agendas foi a visita \u00e0 Associa\u00e7\u00e3o de Lideran\u00e7as das Comunidades Ind\u00edgenas (VIDS), importante organiza\u00e7\u00e3o representativa dos povos ind\u00edgenas do Suriname. O encontro permitiu uma rica troca de experi\u00eancias sobre pol\u00edticas voltadas \u00e0s comunidades tradicionais, ressaltando pontos em comum com a realidade amaz\u00f4nica do Amap\u00e1. As discuss\u00f5es abriram caminhos para futuras colabora\u00e7\u00f5es em projetos de valoriza\u00e7\u00e3o cultural, fortalecimento da governan\u00e7a ind\u00edgena e gest\u00e3o territorial participativa.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">A equipe tamb\u00e9m foi recebida no Instituto de Educa\u00e7\u00e3o e Treinamento para Defesa, vinculado ao Minist\u00e9rio da Defesa do Suriname. A reuni\u00e3o abordou a possibilidade de coopera\u00e7\u00e3o acad\u00eamica nas \u00e1reas de seguran\u00e7a e defesa, considerando os desafios compartilhados por pa\u00edses amaz\u00f4nicos no monitoramento de suas fronteiras e no enfrentamento a il\u00edcitos transnacionais. A troca de experi\u00eancias com a institui\u00e7\u00e3o refor\u00e7a o car\u00e1ter multissetorial do PDIFF\/AP, ao considerar a seguran\u00e7a como eixo transversal para o desenvolvimento.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Outro momento importante da miss\u00e3o foi a visita institucional \u00e0 UN House, sede das Na\u00e7\u00f5es Unidas em Paramaribo. A equipe foi acolhida por Ruben Martoredjo, coordenador de projetos do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Suriname. O encontro proporcionou o compartilhamento de experi\u00eancias e metodologias sobre desenvolvimento social, ambiental e econ\u00f4mico, com destaque para pr\u00e1ticas de sustentabilidade em contextos fronteiri\u00e7os. O di\u00e1logo tamb\u00e9m permitiu identificar sinergias com projetos apoiados pelo PNUD no Brasil e na regi\u00e3o do Caribe.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">A miss\u00e3o foi conclu\u00edda com um encontro na Embaixada do Brasil no Suriname, onde o projeto foi oficialmente apresentado ao embaixador brasileiro, Felipe Santarosa. A reuni\u00e3o refor\u00e7ou a import\u00e2ncia estrat\u00e9gica da integra\u00e7\u00e3o regional entre o Amap\u00e1 e os pa\u00edses vizinhos, e destacou o papel do PDIFF\/AP como instrumento de articula\u00e7\u00e3o e coopera\u00e7\u00e3o sul-americana. A presen\u00e7a diplom\u00e1tica brasileira no Suriname mostrou-se uma aliada fundamental para o fortalecimento das conex\u00f5es institucionais estabelecidas durante a miss\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400\">Em s\u00edntese, o trabalho de campo desenvolvido no Suriname ampliou significativamente o horizonte de coopera\u00e7\u00e3o internacional do PDIFF\/AP, promovendo o interc\u00e2mbio de experi\u00eancias e estabelecendo pontes para a\u00e7\u00f5es conjuntas com impacto direto na faixa de fronteira do Amap\u00e1. As institui\u00e7\u00f5es visitadas demonstraram disposi\u00e7\u00e3o para o di\u00e1logo e apontaram possibilidades concretas de parcerias futuras, fortalecendo o papel do Amap\u00e1 como elo ativo entre o Brasil e seus vizinhos amaz\u00f4nicos. <\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\/*! elementor &#8211; v3.21.0 &#8211; 26-05-2024 *\/ .elementor-heading-title{padding:0;margin:0;line-height:1}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title[class*=elementor-size-]&gt;a{color:inherit;font-size:inherit;line-height:inherit}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-small{font-size:15px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-medium{font-size:19px}.elementor-widget-heading .elementor-heading-title.elementor-size-large{font-size:29px}.elementor-widget-heading 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