{"id":1416,"date":"2023-08-30T15:43:31","date_gmt":"2023-08-30T15:43:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppgh\/?page_id=1416"},"modified":"2023-12-28T16:45:35","modified_gmt":"2023-12-28T16:45:35","slug":"apresentacao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppgh\/ppgh-menu\/apresentacao\/","title":{"rendered":"Apresenta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"1416\" class=\"elementor elementor-1416\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-a446a9f elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"a446a9f\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-background-overlay\"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-21212ee\" data-id=\"21212ee\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1fc4933 elementor-widget elementor-widget-page-title\" data-id=\"1fc4933\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;align_mobile&quot;:&quot;center&quot;}\" data-widget_type=\"page-title.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t<div class=\"hfe-page-title hfe-page-title-wrapper elementor-widget-heading\">\n\n\t\t\t\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\tApresenta\u00e7\u00e3o  \n\t\t\t<\/h2 > \n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-28a2862 elementor-widget__width-inherit elementor-widget-divider--view-line elementor-widget elementor-widget-divider\" data-id=\"28a2862\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"divider.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-divider\">\n\t\t\t<span class=\"elementor-divider-separator\">\n\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-12c7444 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"12c7444\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>A oferta de ensino superior no Amap\u00e1 iniciou-se na d\u00e9cada de 1970, como fruto de um conv\u00eanio firmado entre o Governo do Territ\u00f3rio Federal do Amap\u00e1 e a Universidade Federal do Par\u00e1 (UFPA). Tal conv\u00eanio tinha o objetivo de qualificar e habilitar o quadro docente j\u00e1 em exerc\u00edcio nas unidades amapaenses de ensino. Nesse momento, instalou-se o N\u00facleo de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade Federal do Par\u00e1, em Macap\u00e1 (NEM), na forma de Extens\u00e3o do Centro de Educa\u00e7\u00e3o da UFPA, ofertando diversos cursos, dentre os quais o de Licenciatura em Estudos Sociais, transformado em Licenciatura Plena em Hist\u00f3ria no ano de 1979.<\/p><p>Em agosto de 1986, a Universidade Federal do Amap\u00e1 foi formalmente criada pela Lei Federal n. 7.530. Contudo, de fato, essa institui\u00e7\u00e3o surgiu apenas em mar\u00e7o de 1990, em decorr\u00eancia do Decreto n. 98.997. Em 1991 realizou-se o primeiro processo seletivo para ingresso em nove cursos de gradua\u00e7\u00e3o, dentre os quais o de Hist\u00f3ria, com dupla forma\u00e7\u00e3o (Licenciatura e Bacharelado em uma \u00fanica matriz curricular). A partir de 2005 o curso foi desmembrado em duas forma\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, mantendo em comum apenas o n\u00facleo b\u00e1sico.<\/p><p>As primeiras experi\u00eancias amapaenses em oferta de cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de Hist\u00f3ria remontam ao contexto de implanta\u00e7\u00e3o de mestrados interinstitucionais no espa\u00e7o amaz\u00f4nico. Na colet\u00e2nea <em>Relatos de fronteiras<\/em>, os historiadores Flavio Gomes, Jonas Queiroz e Mauro Coelho destacam a oferta dos seguintes mestrados interinstitucionais nas universidades nortistas, na d\u00e9cada de 1990: \u201cos programas interinstitucionais realizados entre o Departamento de Ci\u00eancia Pol\u00edtica da UFPA e o Instituto Universit\u00e1rio de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ), os recentes programas de mestrado em hist\u00f3ria entre a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade Federal do Maranh\u00e3o (UFMA) e Universidade Federal do Acre (UFAC) e <u>aquele estabelecido entre a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e a Funda\u00e7\u00e3o Universidade Federal do Amap\u00e1 (UNIFAP)<\/u>\u201d (grifo nosso).<\/p><p>Na Unifap, o curso de Especializa\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria e Historiografia da Amaz\u00f4nia foi criado pela Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 004, de 06 de agosto de 1999. O texto de seu projeto de cria\u00e7\u00e3o destacava a falta de profissionais com vigorosa forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica na regi\u00e3o: \u201ca atualiza\u00e7\u00e3o e capacita\u00e7\u00e3o dos profissionais de ensino n\u00e3o s\u00e3o apenas exig\u00eancias desse campo de conhecimento, que tem passado por suas sucessivas reformula\u00e7\u00f5es nas \u00faltimas d\u00e9cadas, mas uma necessidade decorrente do fato de a <u>Amaz\u00f4nia se constituir numa regi\u00e3o carente de profissionais com s\u00f3lida forma\u00e7\u00e3o na \u00e1rea do ensino e da pesquisa<\/u>. Trata-se, portanto, de <u>um esfor\u00e7o no sentido de diminuir as disparidades regionais na distribui\u00e7\u00e3o da compet\u00eancia no pa\u00eds<\/u>, mais precisamente de democratizar o conhecimento produzido nos principais centros\u201d (grifos nossos).<\/p><p>Em 2017 a Unifap passou a integrar a rede nacional do Mestrado Profissional em Ensino de Hist\u00f3ria (ProfHist\u00f3ria). Esse Programa passou ent\u00e3o a ofertar curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o aos(\u00e0s) egressos(as) interessados(as) em continuar a sua forma\u00e7\u00e3o superior e, ao mesmo tempo, possibilitou a seus(suas) docentes avan\u00e7ar ainda mais no ac\u00famulo de experi\u00eancias que possibilitassem a proposi\u00e7\u00e3o de um Mestrado Acad\u00eamico. Nesse sentido, \u00e9 importante ressaltar que, n\u00e3o obstante a ineg\u00e1vel relev\u00e2ncia do ProfHist\u00f3ria, este \u00e9 incapaz de sanar toda a grande demanda por p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o <em>stricto sensu<\/em> existente no Amap\u00e1, pois ele \u00e9 destinado a um p\u00fablico muito espec\u00edfico: os(as) professores(as) de Hist\u00f3ria atuantes em institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas ou privadas de ensino. Isso necessariamente exclui aqueles(as) que n\u00e3o t\u00eam esse perfil, bem como aqueles(as) que anseiam por uma forma\u00e7\u00e3o <em>stricto sensu<\/em> na modalidade acad\u00eamica e n\u00e3o profissional, a fim de desenvolver pesquisas n\u00e3o necessariamente voltadas aos temas do campo do ensino de Hist\u00f3ria.<\/p><p>O Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da Unifap foi criado em 2019, portanto, quase 30 anos depois do surgimento da gradua\u00e7\u00e3o nessa \u00e1rea. Este jovem Programa tem a seu favor o entusiasmo e o comprometimento do seu corpo docente, que realizou os primeiros debates em torno da cria\u00e7\u00e3o do Mestrado em 2017, avan\u00e7ando para a elabora\u00e7\u00e3o conjunta da proposta de APCN, ocorrida no ano de 2018. Inserido regionalmente na Amaz\u00f4nia Legal, cuja \u00e1rea abrange toda a regi\u00e3o Norte e os estados do Maranh\u00e3o e Mato Grosso, o PPGH\/Unifap se v\u00ea desafiado a atuar numa vasta extens\u00e3o territorial, com car\u00eancias estruturais na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e superior. A Amaz\u00f4nia Legal recebe menos de 5% dos investimentos governamentais na \u00e1rea de Ci\u00eancia e Tecnologia e possui a menor quantidade de doutores e de programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o <em>stricto sensu<\/em> do pa\u00eds. Essa regi\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m a que tem menor n\u00famero de discentes e de bolsas de estudo, conforme dados do Sistema de Informa\u00e7\u00f5es Georreferenciadas, o GeoCapes (CAPES, 2022).<\/p><p>Internamente, a Amaz\u00f4nia Legal tamb\u00e9m possui grandes desigualdades sociais, que s\u00e3o resultantes de processos hist\u00f3ricos de escraviza\u00e7\u00e3o, segrega\u00e7\u00e3o, exterm\u00ednio e expropria\u00e7\u00e3o. Por meio de fugas e reterritorializa\u00e7\u00f5es, ind\u00edgenas e negros(as) escravizados(as) conseguiram manter vivas suas comunidades e modos de exist\u00eancia em face da viol\u00eancia colonial e p\u00f3s-colonial. Atualmente, no Amap\u00e1, habitam cinco povos ind\u00edgenas. No norte do estado est\u00e3o fixados os povos Galibi Marworno, Palikur, Karipuna e Galibi do Oiapoque. A noroeste temos os Waj\u00e3pi. \u00c9 importante destacar que alguns desses povos est\u00e3o distribu\u00eddos em ambos os lados da fronteira entre o Brasil e a Guiana Francesa. Na Amaz\u00f4nia amapaense, no ano de 2011, 138 comunidades quilombolas tinham sido identificadas. Em 2017, segundo dados da Funda\u00e7\u00e3o Cultural Palmares, 40 delas j\u00e1 haviam recebido a certid\u00e3o de autorreconhecimento, que formaliza a exist\u00eancia do territ\u00f3rio quilombola. Ressaltamos que ind\u00edgenas e quilombolas conquistaram direitos consolidados na Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, como o de manter suas identidades e de viver em territ\u00f3rios pr\u00f3prios, de acordo com suas organiza\u00e7\u00f5es sociais, costumes, l\u00ednguas, cren\u00e7as e tradi\u00e7\u00f5es. Pela Constitui\u00e7\u00e3o de 1988, o Estado \u00e9 obrigado a proteger as culturas dos povos ind\u00edgenas, garantindo aos quilombos e \u00e0s aldeias o uso de suas l\u00ednguas maternas e de seus processos pr\u00f3prios de aprendizagem. Ao longo da hist\u00f3ria da Amaz\u00f4nia, popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas, quilombolas e ribeirinhas foram alijadas do processo de escolariza\u00e7\u00e3o, que foi predominantemente posto a servi\u00e7o da reprodu\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o de desigualdades, inclusive adotando pr\u00e1ticas racistas de exclus\u00e3o. Por isso hoje se imp\u00f5e a realiza\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas e pr\u00e1ticas educacionais que possibilitem uma urgente e ampla repara\u00e7\u00e3o disso que deixa suas marcas no presente.<\/p><p>Com base nesses e em outros dados, verifica-se a fundamental import\u00e2ncia da exist\u00eancia do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria da Unifap enquanto espa\u00e7o institucional voltado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e socializa\u00e7\u00e3o de pesquisas sobre as m\u00faltiplas experi\u00eancias hist\u00f3ricas da Amaz\u00f4nia, e em particular do Amap\u00e1. \u00c9 fundamental que o PPGH siga contribuindo para a redu\u00e7\u00e3o das desigualdades socioecon\u00f4micas que infelizmente caracterizam a regi\u00e3o amaz\u00f4nica h\u00e1 s\u00e9culos, sobretudo por meio de estudos e da forma\u00e7\u00e3o de pesquisadores(as) capazes de estabelecer uma interlocu\u00e7\u00e3o ampla e cr\u00edtica com a realidade social em \u00e2mbitos local, regional, nacional e internacional.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apresenta\u00e7\u00e3o A oferta de ensino superior no Amap\u00e1 iniciou-se na d\u00e9cada de 1970, como fruto de um conv\u00eanio firmado entre o Governo do Territ\u00f3rio Federal do Amap\u00e1 e a Universidade Federal do Par\u00e1 (UFPA). 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