{"id":933,"date":"2020-07-27T20:00:27","date_gmt":"2020-07-27T23:00:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/?page_id=933"},"modified":"2022-05-17T10:50:42","modified_gmt":"2022-05-17T13:50:42","slug":"diversidade-linguistica-projetos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/pesquisa\/projetos-de-pesquisa\/diversidade-linguistica-projetos\/","title":{"rendered":"Diversidade Lingu\u00edstica na Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"933\" class=\"elementor elementor-933\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2402eefd elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2402eefd\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-64be3d52\" data-id=\"64be3d52\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-499717d3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"499717d3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #000000\">Projetos de Pesquisa&nbsp;<\/span><\/h2>\n<h3><span style=\"color: #000000\"><strong>T\u00edtulo: Processos Lingu\u00edsticos de Ensino e de Aprendizagem&nbsp;em contextos de Educa\u00e7\u00e3o Escolar Intercultural Ind\u00edgena<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"color: #000000\"><em>Coordenador: Prof. Dr. Antonio Almir Silva Gomes<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo:<\/strong> O estado do Amap\u00e1, localizado na regi\u00e3o norte do Brasil, fronteiras com os estados do Par\u00e1, com o Suriname e com Guiana Francesa, possui uma diversidade de povos ind\u00edgenas que, dentre outros aspectos, em virtude do reduzido n\u00famero de pesquisadores das diversas \u00e1reas do conhecimento, ainda \u00e9 pouco conhecida. Tal diversidade constitui-se pelos povos Waj\u00e3pi (regi\u00e3o oeste do estado, Terra Ind\u00edgena Waj\u00e3pi), Apalai, Wajana, Tiriy\u00f3 e Kaxuyana (Complexo do Tumuqumaque, fronteira entre os estados do Par\u00e1 e Amap\u00e1), Galibi do Oiapoque, Galibi-Marworno, Karipuna e Palikur (Baixo Rio Oiapoque, Terras Ind\u00edgenas Ua\u00e7\u00e1, Jumin\u00e3 e Galibi do Oiapoque). A todos estes povos (e diversidade) um ponto comum: a presen\u00e7a da institui\u00e7\u00e3o escola. Aquilo que se tem denominado oficialmente de Educa\u00e7\u00e3o Escolar Ind\u00edgena (EEI) \u00e9, portanto, realidade entre os mesmos povos. O projeto de pesquisa que apresentamos pretende, deste modo, inserir-se neste contexto educacional, mais precisamente relacionado aos processos de ensinar e de aprender l\u00ednguas entre os povos Karipuna e Galibi-Marworno. Seu escopo incide, portanto, sobre a escola destes povos. Como as escolas destes povos constituem suas pr\u00e1ticas voltadas ao ensino de l\u00ednguas? Qual o conjunto de possibilidades \u00e9 destinado aos professores das mesmas escolas? Qual o n\u00edvel de compreens\u00e3o te\u00f3rica dos professores acerca de temas importantes derivados desta realidade, tais como ensino bil\u00edngue, abordagens de ensino, lugar do texto e do contexto nas pr\u00e1ticas de ensino, atendimento aos anseios das pr\u00f3prias sociedades ind\u00edgenas? Qual o impacto de tudo isso sobre a aprendizagem discente?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Equipe:<\/strong> Antonio Almir Silva Gomes (Coordenador), Cilene Campetela (Docente\/Letras), Iohana Victoria Barbosa Ferreira (Mestranda\/PPGLET), Maria S\u00f4nia Anik\u00e1 (Mestranda\/PPGLET), Maxwara dos Santos Cardoso (Mestranda\/PPGLET), Ana Clara Melo (Graduanda\/Letras), Andr\u00e9 Henrique Cardoso Favacho (Graduando\/Letras).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Financiadores:<\/strong> CNPq e PAPESQ\/2019<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong style=\"font-size: 14px\">T\u00edtulo: Sociolingu\u00edstica Educacional: o atlas lingu\u00edstico do Amap\u00e1 como ferramenta de ensino-aprendizagem de l\u00edngua portuguesa<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><em>Coordenadora: Profa. Dra. Celeste Maria da Rocha Ribeiro<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo<\/strong>: O projeto de pesquisa sociolingu\u00edstica educacional: o atlas lingu\u00edstico do Amap\u00e1 &#8211; ALAP &#8211; como ferramenta de ensino-aprendizagem da l\u00edngua portuguesa tem por prop\u00f3sito central apresentar e desenvolver t\u00e9cnicas e estrat\u00e9gias para se trabalhar a varia\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica do portugu\u00eas brasileiro no contexto da sala de aula. Julgamos fundamental que a l\u00edngua portuguesa, pelo vi\u00e9s das variedades que essa l\u00edngua apresenta no pa\u00eds, seja trabalhada considerando os usos reais em que ela se manifesta pelos falantes. Trabalhando a realidade da l\u00edngua em seu contexto s\u00f3cio-regional, certamente tem-se maior possibilidade de aprendizado mais eficiente, visto que o aprendiz passa a olhar e conceber a l\u00edngua a partir de suas variadas formas de manifesta\u00e7\u00f5es, ou seja, apreende&nbsp; que ocorrem, por exemplo, variedades cultas e variedades populares no uso lingu\u00edstico pelo falante, mas que ambas s\u00e3o concretiza\u00e7\u00f5es da l\u00edngua que por sua vez, \u00e9 um organismo vivo, din\u00e2mico e pass\u00edvel de varia\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7a. Como suporte para se desenvolver esse trabalho nas aulas de l\u00edngua portuguesa, sugerimos os atlas lingu\u00edsticos que apresentam um perfil dos diversos falares existentes no pa\u00eds, haja vista que a maioria dos estados brasileiros possui seu atlas. Entre esses, temos o ALAP (Razky; Ribeiro; Sanches, 2017) que retrata os falares amapaenses, sob os aspectos fon\u00e9tico-fonol\u00f3gicos e sem\u00e2ntico-lexicais. Por meio desse atlas \u00e9 poss\u00edvel conhecer melhor o l\u00e9xico amapaense e suas caracteriza\u00e7\u00f5es f\u00f4nicas, o que pode facilitar, por exemplo, o trabalho com a ortografia, com a transposi\u00e7\u00e3o do texto oral para o escrito, al\u00e9m do conhecimento e amplia\u00e7\u00e3o do vocabul\u00e1rio amapaense, pelo aluno. Desse modo, busca-se, por meio desse projeto levar o atlas lingu\u00edstico do Amap\u00e1 &#8211; ALAP para dentro da sala de aula de portugu\u00eas, nas escolas p\u00fablicas de Macap\u00e1, a fim de n\u00e3o apenas divulgar nossos falares, mas tamb\u00e9m e principalmente, apresentar e desenvolver estrat\u00e9gias de ensino, atrav\u00e9s das cartas fon\u00e9ticas e lexicais do atlas lingu\u00edstico do Amap\u00e1.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Equipe: <\/strong>Celeste Maria da Rocha Ribeiro (Coordenadora), Michele Carvalho (Mestranda\/PPGLET), Gabriel Nunes Yared Lima (Graduando\/Letras), Sindell Graziela Bueno de Andrade (Graduanda\/Letras).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Finaciadores:<\/strong> PAPESQ\/2019.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>T\u00cdTULO: Negritude amaz\u00f4nica: os sujeitos negros em discurso<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>RESUMO<\/strong>: O presente Projeto de Pesquisa intitulado \u201cNegritude amaz\u00f4nica: os sujeitos negros em discurso\u201d procura fomentar e subsidiar pesquisas que tratam da quest\u00e3o do sujeito negro amaz\u00f4nico e amaz\u00f4nido. Ele tem como problema central investigar as linguagens (discursos) que constroem e constituem os sujeitos negros no \u00e2mbito da Regi\u00e3o Amaz\u00f4nica, considerando os contextos hist\u00f3rico-culturais, pol\u00edticos, religiosos, midi\u00e1ticos etc. Este projeto de pesquisa se justifica pelas escassas produ\u00e7\u00f5es cient\u00edficas sob o vi\u00e9s discursivo que tocam a quest\u00e3o da negritude da Regi\u00e3o Amaz\u00f4nica, especialmente, do estado do Amap\u00e1. O objetivo geral consiste em construir um \u201carquivo\u201d e investigar um conjunto de enunciados ditos e escritos acerca dos negros da Amaz\u00f4nia. Elegem-se, como campos te\u00f3ricos e metodol\u00f3gicos, tr\u00eas vertentes dos estudos discursivos: i) a An\u00e1lise do Discurso (AD) de linha pecheutiana; ii) AD de linha foucaultiana; iii) a An\u00e1lise Cr\u00edtica do Discurso (ACD), desenvolvida por Fairclough. As a\u00e7\u00f5es desse projeto de pesquisa possibilitar\u00e3o compreender o funcionamento de discursos na produ\u00e7\u00e3o de sentido para e sobre os sujeitos, al\u00e9m do mais, permitir\u00e1 verificar as rela\u00e7\u00f5es de saber e de poder na produ\u00e7\u00e3o de discursos que desenham os sujeitos negros nas mais variadas formas de manifesta\u00e7\u00f5es, como nas pr\u00e1ticas de Marabaixo, de Batuque, de Candombl\u00e9, de Umbanda, de ribeirinhos, de quilombolas, de migrantes, entre outras. Al\u00e9m disso, possibilitar\u00e1 pensar nas lutas por emancipa\u00e7\u00e3o, por reconhecimento e por representa\u00e7\u00e3o social atrav\u00e9s das a\u00e7\u00f5es e dos discursos dos atores<\/span><br><span style=\"color: #000000\">sociais negros amaz\u00f4nicos e amaz\u00f4nidos perante o poder atuante e hegem\u00f4nico de<\/span><br><span style=\"color: #000000\">sujeitos e de Institui\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Integrantes:&nbsp;Coordenador: Ednaldo Tartaglia Santos,&nbsp;Estudante de Mestrado: Benesaide da Silva Silva,&nbsp;Estudante de Gradua\u00e7\u00e3o: \u00camile Melo de Freias.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18px;font-weight: 600;color: #000000\">T\u00edtulo: Estudos do Texto e do Discurso da\/na Amaz\u00f4nia<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><em>Coordenador: Prof. Dr. Ednaldo Tartaglia Santos<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo:<\/strong> O Projeto Estudos do Texto e do Discurso da\/na Amaz\u00f4nia procura fomentar pesquisas que tratem do texto e do discurso oriundos da Regi\u00e3o Amaz\u00f4nica, bem como aqueles que circulam nas demais regi\u00f5es brasileiras e s\u00e3o objetos de estudo de pesquisadores na Amaz\u00f4nia. Ele se constitui como um projeto interdisciplinar o qual procura analisar como os sujeitos (amaz\u00f4nicos e\/ou n\u00e3o amaz\u00f4nicos) se interagem, se constituem e se representam, al\u00e9m de observar como os sujeitos representam o Outro por meio de textos e de discursos. Para isso, abarca planos de trabalhos que se fundamentam em diversas correntes te\u00f3ricas da Lingu\u00edstica, como a An\u00e1lise do Discurso (AD) de linha pecheutiana e foucaultiana, a An\u00e1lise Cr\u00edtica do Discurso (ACD), empreendida por Fairclough, a Pragm\u00e1tica, a Sem\u00e2ntica, a Lingu\u00edstica Textual, entre outras.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Equipe:<\/strong> Ednaldo Tartaglia Santos (Coordenador), Benesaide da Silva Silva (Mestranda PPGLET) e \u00camile Melo de Freitas (Graduanda\/Letras-Santana)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">&nbsp;<strong style=\"font-size: 14px\">Financiadores:<\/strong><span style=\"font-size: 14px\"> PAPESQ 2019<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong style=\"font-size: 18px\">T\u00edtulo: Fon\u00e9tica e Fonologia de L\u00ednguas Ind\u00edgenas Brasileiras \u2013 Fase II<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><em>Coordenador: Eduardo Alves Vasconcelos<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo:<\/strong> Este projeto dar continuidade \u00e0s investiga\u00e7\u00f5es fon\u00e9tico-fonol\u00f3gicas em quatros l\u00ednguas ind\u00edgenas brasileiras: Panar\u00e1 (J\u00ea), Xet\u00e1 (Tupi-Guarani), Ikpeng (Karib) e registros lingu\u00edsticos do Galibi da regi\u00e3o do Oiapoque (Karib). Al\u00e9m dessas l\u00ednguas, acresce-se, nessa segunda fase, estudos de l\u00ednguas ind\u00edgenas falada no Amap\u00e1 e norte do Par\u00e1. Essas investiga\u00e7\u00f5es buscam, por um lado, aumentar o conhecimento cient\u00edfico sobre as l\u00ednguas ind\u00edgenas brasileiras, em especial, as l\u00ednguas supracitadas e, por outro, dar contribui\u00e7\u00f5es ao uso da escrita entre esses povos. As an\u00e1lises partem dos pressupostos te\u00f3ricos da fonologia desenvolvida pelo C\u00edrculo Lingu\u00edstico de Praga, que tem em Trubetzkoy (1939) e Jakobson (1949) seus principais expoentes. Assume-se tamb\u00e9m, quando se mostrar relevante, as an\u00e1lises e representa\u00e7\u00f5es autossegmentais, segundo a vertente das geometrias de tra\u00e7os.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Equipe:<\/strong> Eduardo Alves Vasconcelos (Coordenador), Angela Fabiola Alves Chagas (Docente\/UFPA), Amiakare (Mestrando PPGLET), Uisllei Uillem Costa Rodrigues (Externo).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><span style=\"font-size: 18px;font-weight: 600\">T\u00edtulo: Sociodiversidade Amaz\u00f4nica:&nbsp;<\/span><span style=\"font-size: 18px;font-weight: 600\">territ\u00f3rio, l\u00edngua, cultura e sociedade nas Terras do Cabo Norte<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><em>Coordenador: Eduardo Alves Vasconcelos<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo<\/strong>: Com uma diversidade sociocultural e lingu\u00edstica expressiva, o Estado do Amap\u00e1, nomeado, no per\u00edodo colonial, como Terras do Cabo Norte, apresenta-se como um campo f\u00e9rtil para pesquisas em diferentes \u00e1reas, sobretudo na \u00e1rea da Linguagem, cerne do prop\u00f3sito deste projeto. Assume-se a hip\u00f3tese que essa diversidade, eminentemente multil\u00edngue, \u00e9 resultante de intrincadas e instigantes rela\u00e7\u00f5es de migra\u00e7\u00f5es, ou seja, de um intenso tr\u00e2nsito de povos desde a foz do Amazonas at\u00e9 ao denominado plat\u00f4 das Guianas. O ponto de partida \u00e9 buscar nos estudos hist\u00f3ricos e socioculturais elementos que permitam compreender a ecologia lingu\u00edstica da regi\u00e3o, para que, em seguida, possamos analisar amostras do portugu\u00eas falados na regi\u00e3o, principalmente, de comunidades afrodescendentes, quilombolas, ind\u00edgenas e ribeirinhas. Nesse sentido, interessa-nos observar aspectos culturais que identificam as popula\u00e7\u00f5es, bem como as tradi\u00e7\u00f5es e manifesta\u00e7\u00f5es que constituem as identidades culturais, observando as situa\u00e7\u00f5es e eventos realizados em ritual ou em situa\u00e7\u00f5es informais e de car\u00e1ter comuns indicativas da tradi\u00e7\u00e3o oral. A perspectiva te\u00f3rico-metodol\u00f3gica que assumimos \u00e9, assim, a da sociolingu\u00edstica, n\u00e3o enquanto m\u00e9todo de investiga\u00e7\u00e3o de campo, mas sim enquanto a import\u00e2ncia que damos \u00e0s informa\u00e7\u00f5es s\u00f3cio-hist\u00f3ricas para compreens\u00e3o do fen\u00f4meno lingu\u00edstico. As discuss\u00f5es sobre contato permeiam essa proposta, uma vez que nosso olhar \u00e9 para popula\u00e7\u00f5es e suas l\u00ednguas que se fundiram ou se dispersaram por diferentes raz\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Equipe:<\/strong> Eduardo Alves Vasconcelos (Coordenador), Edna dos Santos Oliveira (Coordenadora), Gis\u00e9lia Gabriel (Mestranda PPGLET), Thais Ferreira Rodrigues (Graduando Letras\/Santana).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Financiadores:<\/strong> PAPESQ\/2019<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong style=\"font-size: 18px\">T\u00edtulo: Estudos Sincr\u00f4nicos e Diacr\u00f4nicos de L\u00ednguas Ind\u00edgenas Sul-Americanas<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><em>Coordenador: Prof. Dr. Fernando Orph\u00e3o de Carvalho<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo:<\/strong> O presente projeto possui um objetivo duplo: Em primeiro lugar, sob uma perspectiva sincr\u00f4nica, buscar\u00e1 produzir conhecimento acerca da estrutura\u00e7\u00e3o fonol\u00f3gica e gramatical de um conjunto de l\u00ednguas ind\u00edgenas faladas no continente Sul-Americano atrav\u00e9s da investiga\u00e7\u00e3o de dados prim\u00e1rios coletados em pesquisa de campo. Em segundo lugar, e com base nestes dados e tamb\u00e9m em dados secund\u00e1rios advindos da pesquisa de outros investigadores, o projeto buscar\u00e1 elucidar as caracter\u00edsticas e a natureza do desenvolvimento hist\u00f3rico destas l\u00ednguas e dos grupos lingu\u00edsticos aos quais elas pertencem, dando especial \u00eanfase, mas n\u00e3o exclusividade, \u00e0s l\u00ednguas das fam\u00edlias Arawak, Carib, J\u00ea e Tupi-Guarani. Insere-se, neste segundo objetivo, o intento de utilizar as informa\u00e7\u00f5es resultantes da investiga\u00e7\u00e3o em lingu\u00edstica hist\u00f3rica com o objetivo de contribuir para o estudo da hist\u00f3ria, e da pr\u00e9-hist\u00f3ria, dos seus falantes, atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o de modelos de diferencia\u00e7\u00e3o dos grupos lingu\u00edsticos e do descobrimento de padr\u00f5es de contato lingu\u00edstico. Os m\u00e9todos utilizados s\u00e3o os m\u00e9todos tradicionais de an\u00e1lise lingu\u00edstica sincr\u00f4nica, al\u00e9m do m\u00e9todo hist\u00f3rico-comparativo, o instrumental central da lingu\u00edstica hist\u00f3rica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Equipe:<\/strong> Fernando Orph\u00e3o de Carvalho (Coordenador), Angela Fabiola Alves Chagas (Docente\/UFPA), Cilene Campetela (Docente\/UNIFAP), G\u00e9lsama Mara dos Santos (Docente\/PPGLET), Diana Pantoja Zavodny (Mestranda PPGLET), Makaratu Wai\u00e3pi (Mestrando PPGLET), Ereu Apalai (Mestrando PPGLET), Josinete Barbosa (Graduanda Letras).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong style=\"font-size: 18px\">T\u00edtulo: Cria\u00e7\u00e3o de Base de Dados Lingu\u00edsticos da L\u00edngua Kalin\u00e3 do Oiapoque<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><em>Coordenadora: Profa. Dra. G\u00e9lsama Mara dos Santos<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Resumo: O projeto visa documentar e revitalizar a l\u00edngua Galibi Kalin\u00e3 do Oiapoque falada pelo povo com o mesmo nome, que vive na terra ind\u00edgena Galibi, no munic\u00edpio do Oiapoque. Pretendemos criar uma base de dados lingu\u00edsticos para fins de produ\u00e7\u00e3o de material did\u00e1tico que ser\u00e3o utilizados nas escolas Kalin\u00e3. Todo o trabalho ser\u00e1 desenvolvido juntamente com a comunidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Equipe:<\/strong> G\u00e9lsama Mara dos Santos (Coordenadora), Cilene Campetela (Docente\/UNIFAP), Davi Castro Gabriel (Graduando\/Intercultural), Fernando Orph\u00e3o de Carvalho (Docente\/PPGLET), Glauber Romling da Sailva (Docente\/PPGLET), Janina dos Santos Forte (Mestranda\/PPGLET), Arawaje Apala\u00ed (Mestranda\/PPGLET),<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong style=\"font-size: 18px\">T\u00edtulo: Atualiza\u00e7\u00e3o da Base de Dados Lingu\u00edsticos da L\u00edngua Kheu\u00f3l do Ua\u00e7\u00e1:&nbsp;<\/strong><strong style=\"font-size: 18px\">uma Abordagem Bidialetal<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><em>Coordenador: Prof. Dr. Glauber Romling da Silva<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo:<\/strong> Este projeto tem por objetivo adaptar a Base de Dados Lingu\u00edsticos da L\u00edngua Kheu\u00f3l do Ua\u00e7\u00e1 (doravante, BASE), e suas variantes dialetais Karipuna e Galibi-Marworno. A BASE foi constru\u00edda com o programa de documenta\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica Fieldwork\u2019s Language Explorer (FLEx) e apresenta atualmente 2000 entradas lexicais em Kheu\u00f3l e Portugu\u00eas. A BASE foi constru\u00edda atrav\u00e9s da inser\u00e7\u00e3o de dados secund\u00e1rios escritos, e manteve todas as varia\u00e7\u00f5es de escrita encontradas. Ou seja, este projeto n\u00e3o pretende fazer coleta de novos dados. Atualmente, os professores Karipuna e Galibi-Marworno est\u00e3o discutindo e atualizando conven\u00e7\u00f5es ortogr\u00e1ficas que sanem problemas de letramento e, sobretudo, de representatividade \u00e9tnico-cultural. A escrita, como reifica\u00e7\u00e3o da l\u00edngua, tem esse poder. Algumas decis\u00f5es ortogr\u00e1ficas j\u00e1 foram tomadas (acento, til, h\u00edfen, etc.) atrav\u00e9s de oficinas do projeto \u201cValoriza\u00e7\u00e3o das L\u00ednguas Crioulas do Amap\u00e1 e do Norte do Par\u00e1\u201d e servir\u00e3o de pontap\u00e9 inicial para a adapta\u00e7\u00e3o da BASE com uma abordagem bidialetal. O projeto, como resultado final, poder\u00e1 disponibilizar material Kheu\u00f3l j\u00e1 publicado e de circula\u00e7\u00e3o livre com as devidas atualiza\u00e7\u00f5es ortogr\u00e1ficas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Equipe: <\/strong>Glauber Romling da Silva (Coordenador), Jaciara Santos (Mestranda\/PPGLET), Jo\u00e3o Alexandre Charles (Mestrando\/PPGLET) e Isa dos Santos (Mestranda\/PPGLET)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong style=\"font-size: 18px\">T\u00edtulo: Estudos da Paisagem Lingu\u00edstica Amaz\u00f4nica Amap\u00e1-Guiana Francesa: contato, ecologias, pol\u00edticas e semi\u00f3ticas lingu\u00edsticas da fronteira Franco-Brasileira<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><em>Coordenadora: Profa. Dra. Kelly Cristina Nascimento Day<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo:<\/strong> O projeto guarda\u2013chuva Estudos da Paisagem Lingu\u00edstica Amaz\u00f4nica Amap\u00e1-Guiana Francesa: contato, ecologias, pol\u00edticas e semi\u00f3ticas lingu\u00edsticas da fronteira Franco-Brasileira, tangenciado por aspectos sociolingu\u00edsticos, ecolingu\u00edsticos e pol\u00edtico-lingu\u00edsticos das l\u00ednguas e sociedades do cont\u00ednuo Amaz\u00f4nico Amap\u00e1-Guiana Francesa se vincula \u00e0 \u00e1rea da lingu\u00edstica e sub\u00e1rea da Sociolingu\u00edstica. As pesquisas vinculadas a este projeto de natureza descritiva, qualitativa ou interpretativa, se debru\u00e7am sobre fen\u00f4menos existentes nessa fronteira decorrentes do contato lingu\u00edstico, dentre os quais, aspectos relativos \u00e0 mistura de l\u00ednguas, pr\u00e1ticas translingues e interfer\u00eancias, ao falar bil\u00edngue, ao uso das l\u00ednguas nos espa\u00e7os p\u00fablicos, \u00e0s pol\u00edticas lingu\u00edsticas (menos ou mais expl\u00edcitas), em diferentes contextos de aplica\u00e7\u00e3o. Nesse \u00e2mbito inserem-se abordagens puras ou aplicadas dos fen\u00f4menos emergentes do contato entre as l\u00ednguas oficiais, minorit\u00e1rias, ind\u00edgenas e crioulas e do papel social destas na regi\u00e3o fronteiri\u00e7a. Discuss\u00e3o e estudos anal\u00edtico-comparativos com aqueles produzidos nas demais zonas fronteiri\u00e7as brasileiras.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Equipe:<\/strong> Kelly Day (Coordenadora)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong style=\"font-size: 18px\">T\u00edtulo: Educa\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica cr\u00edtica, ensino de Portugu\u00eas (l\u00edngua materna e adicional) e forma\u00e7\u00e3o de professores na perspectiva da Lingu\u00edstica Aplicada Cr\u00edtica e da decolonialidade<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><em>Coordenador: Prof. Dr. Rosivaldo Gomes<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\">Resumo: O objetivo deste projeto de pesquisa \u00e9 abarcar estudos que focalizem o ensino e a aprendizagem de portugu\u00eas como l\u00edngua materna e\/ou adicional\/estrangeria, bem como a forma\u00e7\u00e3o de professores e a elabora\u00e7\u00e3o de materiais did\u00e1ticos a partir dos seguintes eixos: a) pol\u00edticas e pr\u00e1ticas lingu\u00edsticas e ensino de Portugu\u00eas; b) agir e trabalho professoral\/docente no ensino de l\u00ednguas em documentos oficiais; b) representa\u00e7\u00f5es identit\u00e1rias de ra\u00e7a e g\u00eanero na forma\u00e7\u00e3o de professores e no ensino. Para tanto, prop\u00f5e-se desenvolver estudos que possam contribuir com esses temas e fortalecer discuss\u00f5es a respeito da import\u00e2ncia que a L\u00edngua Portuguesa, a forma\u00e7\u00e3o de professores e a constitui\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas lingu\u00edsticas tanto para o ensino quanto para a elabora\u00e7\u00e3o de materiais did\u00e1ticos t\u00eam ganhado nos \u00faltimos anos. Para sustenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica e metodol\u00f3gica o projeto respalda-se nos pressupostos da Lingu\u00edstica Aplicada Cr\u00edtica que trata sobre quest\u00f5es referentes aos usos da l\u00edngua\/linguagem\/discurso, pondo em relevo o que concentra poder e privil\u00e9gio; nossos estudos em Lingu\u00edstica Aplicada Cr\u00edtica, atualmente, faz-se uma revis\u00e3o acerca de aspectos lingu\u00edsticos, pol\u00edticos, identit\u00e1rios e (trans)culturais que sustentam as rela\u00e7\u00f5es de poder, de ensino, de pol\u00edticas lingu\u00edsticas e de identidades. Assim, em um intersec\u00e7\u00e3o transdisciplinar este projeto, teoricamente, sustenta-se em: i) Estudos Cr\u00edticos do Discurso\/An\u00e1lise Cr\u00edtica do Discurso e Enunciativos\/dial\u00f3gicos; ii) Pol\u00edticas lingu\u00edsticas (cr\u00edticas), pr\u00e1ticas e pol\u00edticas identit\u00e1rias\/culturais em contextos de superdiversidade\/diferen\u00e7a e de grupos minorizados; iii) Letramento Racial Cr\u00edtico e multimodalidade; iv) Teorias dos Novos Letramentos e (Multi)letramentos; v) Forma\u00e7\u00e3o de professores, Agir\/trabalho docente, Teorias\/ Pedagogias Decoloniais e Estudos Inter\/multiculturais. Espera-se, desse modo, contribuir para\/com pr\u00e1tica pedag\u00f3gicas e sociais sobre quest\u00f5es envolvendo o ensino l\u00edngua portuguesa (materna e\/ou adicional\/estrangeira), quest\u00f5es identit\u00e1rias e culturais, assim como auxiliar na elabora\u00e7\u00e3o de materiais did\u00e1ticos espec\u00edficos, procurando-se sob essas perspectivas fortalecer e ampliar o v\u00ednculo entre professor, aluno, l\u00edngua, cultura e estabelecer uma reflex\u00e3o a respeito da qualidade, desafios e possibilidades de ensino e de aprendizagem de portugu\u00eas para alunos em diversos contextos e especificidades.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Equipe:<\/strong> Rosivaldo Gomes (Coordenador), Heloane Baia Nogueira (pesquisadora),&nbsp; Henan dos Santos Nery (bosista de IC), Nat\u00e1lia Almeida Braga Vasconcelos (Mestranda-PPGLET, Aldiere Orlando (Mestrando-PPGLET), Edielson Monteiro da Silva (Mestrando-PPGLET), Marilene Almeida (Mestranda &#8211; PPGLET).&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Financiadores:<\/strong> PAPESQ\/2019<\/span><\/p>\n<h3><span style=\"color: #000000\"><strong>T\u00edtulo: <\/strong>Diversidade lingu\u00edstica no Amap\u00e1: a invisibilidade das l\u00ednguas minorizadas e o racismo lingu\u00edstico<\/span><\/h3>\n<p><span style=\"color: #000000\"><em>Coordenadora: Profa. Dra. S\u00e2mela Ramos da Silva Meirelles&nbsp;<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Resumo:<\/strong> Este projeto se insere na \u00e1rea de estudos lingu\u00edsticos cr\u00edticos e na teoria da decolonialidade para discutir a invisibiliza\u00e7\u00e3o de l\u00ednguas minorizadas, principalmente as l\u00ednguas ind\u00edgenas, e o apagamento dos contatos lingu\u00edsticos no Estado do Amap\u00e1. O Brasil \u00e9 um pa\u00eds multil\u00edngue, multicultural, no qual podemos observar uma pol\u00edtica lingu\u00edstica que contribui para uma imagem homogeneizada das pr\u00e1ticas lingu\u00edsticas e culturais, que oblitera os contatos lingu\u00edsticos e os continnum lingu\u00edstico e cultural entre povos, grupos e identidades. O Amap\u00e1 \u00e9 marcado por uma diversidade de l\u00ednguas constitu\u00eddas por comunidades quilombolas, afrodescendentes, rurais, ribeirinhas e ind\u00edgenas que resultam numa grande heterogeneidade sociocultural. No entanto, mesmo diante de tamanha diversidade, pouco sabemos sobre as pr\u00e1ticas lingu\u00edsticas desses povos, o que evidencia um hist\u00f3rico processo de invisibiliza\u00e7\u00e3o, silenciamento e tentativa de homogeneiza\u00e7\u00e3o desse espa\u00e7o multi\u00e9tnico e multicultural. Diante desse quadro, apresentamos uma proposta de pesquisa em fontes hist\u00f3ricas, oficiais e n\u00e3o-oficiais, sobre essa diversidade para compreendermos as din\u00e2micas lingu\u00edstico-culturais que emergiram e ainda continuam emergindo nas pr\u00e1ticas lingu\u00edsticas nesse estado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000\"><strong>Equipe: <\/strong>S\u00e2mela Ramos da Silva Meirelles (Coordenadora)<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projetos de Pesquisa&nbsp; T\u00edtulo: Processos Lingu\u00edsticos de Ensino e de Aprendizagem&nbsp;em contextos de Educa\u00e7\u00e3o Escolar Intercultural Ind\u00edgena Coordenador: Prof. Dr. Antonio Almir Silva Gomes Resumo: O estado do Amap\u00e1, localizado na regi\u00e3o norte do Brasil, fronteiras com os estados do Par\u00e1, com o Suriname e com Guiana Francesa, possui uma diversidade de povos ind\u00edgenas que,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":3826,"featured_media":0,"parent":293,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"inline_featured_image":false,"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"folder":[],"class_list":["post-933","page","type-page","status-publish","hentry","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/933","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3826"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=933"}],"version-history":[{"count":25,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/933\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1667,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/933\/revisions\/1667"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/293"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=933"}],"wp:term":[{"taxonomy":"folder","embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/wp-json\/wp\/v2\/folder?post=933"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}