{"id":938,"date":"2020-07-27T20:10:29","date_gmt":"2020-07-27T23:10:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/?page_id=938"},"modified":"2022-05-17T14:38:22","modified_gmt":"2022-05-17T17:38:22","slug":"literatura-projetos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www2.unifap.br\/ppglet\/pesquisa\/projetos-de-pesquisa\/literatura-projetos\/","title":{"rendered":"Literatura, Cultura e Mem\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\">PROJETOS DE PESQUISA<\/h2>\n<h3>&nbsp;<\/h3>\n<h3><span style=\"color: #000000\">Estudos em Espa\u00e7os Culturais, Inclusivos e Deliberativos<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #000000\"><em>Prof. Dr. Emerson de Paula Silva<\/em><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">O espa\u00e7o na linguagem teatral \u00e9 algo amplo entendendo o corpo como primeiro espa\u00e7o a ser habitado e o di\u00e1logo do corpo nos diferentes estados e espa\u00e7os que este ocupa. Portanto, este Projeto de Pesquisa pretende agregar os m\u00faltiplos olhares que o Teatro pode proporcionar em contato com os diferentes sujeitos e a\u00e7\u00f5es que estes mesmos sujeitos desenvolvem a partir da amplia\u00e7\u00e3o da geografia do olhar, no que tange entender as potencialidades do fazer teatral para al\u00e9m do espa\u00e7o da Arte.<\/span><\/p>\n<p><strong>Equipe:<\/strong> Emerson de Paula Silva (Coordenador), Jos\u00e9 Helder de Sousa Brand\u00e3o (Mestrando\/PPGLET).<\/p>\n<h4>&nbsp;<\/h4>\n<h4>&nbsp;<\/h4>\n<h3><strong style=\"color: #000000;font-size: 18px\">Narrativas no Contexto Amaz\u00f4nico<br \/>\n<\/strong><span style=\"color: #000000\"><em>Profa. Dra. Fernanda Cristina Encarna\u00e7\u00e3o dos Santos<\/em><\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Resumo:<\/strong> A necessidade de se criar uma historiografia liter\u00e1ria para a Amaz\u00f4nia (e suas diversas regi\u00f5es) levou-nos a refletir sobre a possibilidade de trabalhar com diversas narrativas, que ajudam a compreender o espa\u00e7o amaz\u00f4nico, em todas as suas abordagens espec\u00edficas. Da epistolografia do s\u00e9culo XVII \u00e0s narrativas ind\u00edgenas, a Amaz\u00f4nia foi sendo criada e mitificada entre p\u00f3los opostos, ora observada como lugar in\u00f3spito e selvagem, ora observada como lugar paradis\u00edaco. No s\u00e9culo XVII, trabalharemos, especificamente, com o espa\u00e7o Gr\u00e3o-Par\u00e1 e Maranh\u00e3o (assim designado pelos colonizadores portugueses) e com quest\u00f5es epistologr\u00e1ficas, sobretudo as cartas produzidas pelos mission\u00e1rios das Ordens religiosas. Assim, os viajantes que, ao longo dos s\u00e9culos, analisaram a Amaz\u00f4nia em seus escritos ser\u00e3o contemplados. Por outro lado, trabalharemos tamb\u00e9m com as narrativas gestadas no espa\u00e7o amaz\u00f4nico, tais como as dos povos ind\u00edgenas Galibi-Marworno e Karipuna. Neste \u00faltimo caso, as fontes para estas narrativas s\u00e3o orais e a forma como as hist\u00f3rias s\u00e3o contadas, ao longo dos tempos, permite reconstruir a mem\u00f3ria e a cultura destes povos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Equipe:<\/strong> Fernanda Cristina da Encarna\u00e7\u00e3o dos Santos (Coordenadora), Gelson Pastana Maciel (Mestrando\/PPGLET), Nordevaldo dos Santos (Mestrando\/PPGLET) e Lana Moura Miranda (Graduanda\/Letras-Portugu\u00eas\/2016).<\/p>\n<h3><strong>&nbsp;<\/strong><\/h3>\n<h3><strong>Boa noite senhor! Boa noite senhora:&nbsp;hist\u00f3rias contadas e recontadas em impressos no s\u00e9culo XIX &#8211; Fase 2<br \/>\n<\/strong><em>Profa. Dra. Germana Sales<\/em><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">Durante o per\u00edodo \u00e1ureo da extra\u00e7\u00e3o da borracha na Amaz\u00f4nia, na segunda metade do s\u00e9culo XIX, muitas s\u00e3o as refer\u00eancias ao crescimento das duas maiores cidades da regi\u00e3o: Manaus e Bel\u00e9m. Entretanto, s\u00e3o recentes os trabalhos que nomeiam a hist\u00f3ria cultural desses locais, com a ocorr\u00eancia de espa\u00e7os que favoreceram as pr\u00e1ticas de leitura, como a funda\u00e7\u00e3o dos gabinetes de leitura, a cria\u00e7\u00e3o de tipografias e livrarias e a presen\u00e7a dos jornais como ve\u00edculos propagadores da leitura. Dessa forma, \u00e9 not\u00e1vel que a Amaz\u00f4nia n\u00e3o abriga somente a maior biodiversidade do nosso planeta. Nela, de forma \u00edmpar existe uma hist\u00f3ria cultural significativa, que registra uma ampla circula\u00e7\u00e3o de materiais impressos. Desde 2003, o Grupo de Estudos Hist\u00f3ria da Literatura ? GEHIL, realiza pesquisas dedicadas \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria cultural em Bel\u00e9m, durante o s\u00e9culo XIX. Esses trabalhos deram visibilidade e demonstraram que as informa\u00e7\u00f5es acerca da constru\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria da leitura e da hist\u00f3ria cultural n\u00e3o est\u00e3o restritas \u00e0 cidade do Rio de Janeiro, geralmente identificada como \u00fanico sin\u00f4nimo de vida intelectual no Brasil, durante os anos oitocentos. Ambientada na Amaz\u00f4nia brasileira, mas especificamente em Bel\u00e9m, capital do Par\u00e1, esta pesquisa apresenta como problema a recupera\u00e7\u00e3o de obras em prosa, veiculadas em diferentes suportes e dispon\u00edveis nos acervos que conservam esse material at\u00e9 o presente s\u00e9culo. Trata-se de uma pesquisa em fontes prim\u00e1rias, que toma como objeto os jornais e as obras raras, bem como a an\u00e1lise dessas fontes e suas especialidades de circula\u00e7\u00e3o e movimenta\u00e7\u00e3o cultural. O interesse da pesquisa est\u00e1 debru\u00e7ado tanto no reconhecimento dos impressos em peri\u00f3dicos, como no estudo e an\u00e1lise do acervo de obras portuguesas presentes na Biblioteca Fran Pacheco, no Gr\u00eamio Liter\u00e1rio Portugu\u00eas. A recupera\u00e7\u00e3o desse material d\u00e1 conta de ampliar estudos em torno da hist\u00f3ria cultural local, observando suas particularidades e influ\u00eancia, prioritariamente, lusitana.<\/p>\n<p><strong>Equipe: <\/strong>Germana Sales (Coordenadora)<\/p>\n<p><strong>Financiadores:<\/strong> CNPq<\/p>\n<p><strong style=\"font-size: 18px\">&nbsp;<\/strong><\/p>\n<h3><strong style=\"font-size: 18px\">As Letras no Maranh\u00e3o e no Gr\u00e3o-Par\u00e1: s\u00e9culos XVI a XVIII<br \/>\n<\/strong><em>Prof. Dr. Marcelo Lachat<\/em><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">Sobre a hist\u00f3ria da Am\u00e9rica Portuguesa, \u00e9 preciso lembrar que a regi\u00e3o norte n\u00e3o foi imediatamente explorada e colonizada ap\u00f3s a chegada dos portugueses, em 1500, \u00e0 \u201cTerra de Vera Cruz\u201d. Apenas em 1621, durante a chamada \u201cUni\u00e3o Ib\u00e9rica\u201d, \u00e9 que se criou uma unidade administrativa respons\u00e1vel pelo Norte, o ent\u00e3o denominado \u201cEstado do Maranh\u00e3o\u201d, com sede em S\u00e3o Lu\u00eds e que se distinguia administrativamente do Estado do Brasil. Em 1654, essa nova unidade da Am\u00e9rica Portuguesa foi renomeada \u201cEstado do Maranh\u00e3o e Gr\u00e3o-Par\u00e1\u201d e, em 1751, \u201cEstado do Gr\u00e3o-Par\u00e1 e Maranh\u00e3o\u201d, transferindo-se sua sede para Bel\u00e9m. S\u00e3o ainda incipientes os estudos sobre a produ\u00e7\u00e3o letrada dos s\u00e9culos XVI a XVIII no (ou acerca do) Gr\u00e3o-Par\u00e1. H\u00e1 importantes documentos que atestam a disputa pelo Norte do Brasil entre portugueses e espanh\u00f3is nos anos quinhentos e seiscentos, como as \u201crela\u00e7\u00f5es\u201d dos religiosos espanh\u00f3is Gaspar de Carvajal e Crist\u00f3bal de Acu\u00f1a. Al\u00e9m disso, como se sabe, o padre Ant\u00f4nio Vieira foi o \u201csuperior\u201d das miss\u00f5es jesu\u00edticas no Estado do Maranh\u00e3o e Gr\u00e3o-Par\u00e1, de 1653 a 1661, produzindo nesse per\u00edodo cartas, serm\u00f5es e documentos administrativos. Conhecem-se ainda duas epopeias setecentistas que hoje s\u00e3o consideradas \u201camaz\u00f4nicas\u201d: Viagem (1746), de Pedro de Santo Eliseu, e a Muharaida (1785), de Henrique Jo\u00e3o Wilkens. Assim, este projeto de pesquisa visa discutir as letras produzidas na ou referentes \u00e0 regi\u00e3o norte da \u201cterra do Brasil\u201d entre os s\u00e9culos XVI e XVIII.<\/p>\n<p><strong>Equipe:<\/strong> Marcelo Lachat (Coordenador), Kerllyo Maciel (Mestrando\/PPGLET) e Rosana Mendes (Mestranda\/PPGLET)<\/p>\n<p><em style=\"color: #000000;font-size: 14px\">&nbsp;<\/em><\/p>\n<h3>Reminisc\u00eancias do teatro cl\u00e1ssico na Amaz\u00f4nia: di\u00e1logos poss\u00edveis<br \/>\n<em>Prof. Dr. Marco Aur\u00e9lio Rodrigues<\/em><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">O presente projeto d\u00e1 continuidade \u00e0 pesquisa realizada anteriormente (2018-2021), cuja vig\u00eancia se finda em setembro de 2021, na qual foram elencadas diversas produ\u00e7\u00f5es realizadas na regi\u00e3o nordeste e norte do pa\u00eds, Guianas e Suriname, cujo di\u00e1logo se vincule diretamente \u00e0 performance e recep\u00e7\u00e3o dos estudos cl\u00e1ssicos. Com os resultados colhidos no per\u00edodo, tem-se como proposta atual, a busca mais ampla, embora apenas direcionada ao Estado do Amap\u00e1, das pe\u00e7as apresentadas no estado, que dialoguem com o teatro cl\u00e1ssico, n\u00e3o apenas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 tem\u00e1tica abordada, mas, tamb\u00e9m, com base nos elementos te\u00f3ricos e estruturais das encena\u00e7\u00f5es. Para isso, o projeto de pesquisa pauta-se na teoria da Recep\u00e7\u00e3o da Performance, de Edith Hall (2007), bem como da an\u00e1lise p\u00f3s-colonialista, realizada por Pratice Rankine (2006), na qual o autor trata da quest\u00e3o &#8220;europeizante&#8221; dos textos cl\u00e1ssicos. Assim, para al\u00e9m de apenas analisar as representa\u00e7\u00f5es do estado, o presente projeto procura entender, tamb\u00e9m, alguns movimentos das montagens que rompam com a ideia vigente de um teatro cl\u00e1ssico estritamente vinculado aos estudos advindos das grandes metr\u00f3poles, focando no olhar das col\u00f4nias para o que Hall chamar\u00e1 de &#8220;Potencial pol\u00edtico&#8221; do espet\u00e1culo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Equipe:<\/strong> Camila Figueiredo da Costa (Graduanda\/Letras-Portugu\u00eas\/ 2017), G\u00e9ssica do Nascimento Parente (Graduanda\/Letras-Portugu\u00eas\/ 2018), T\u00falio Pereira Barbosa (Graduando\/Letras-Portugu\u00eas\/2017), Franck Wirlen Quadros dos Santos (Mestrando\/PPGLET) e M\u00e1rcio da Paix\u00e3o Barros (Mestrando\/PPGLET).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Di\u00e1spora, mem\u00f3ria e identidade nos romances da Guiana Francesa e do Suriname<br \/>\n<em>Profa. Dra. Natali Fabiana da Costa e Silva<\/em><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">Esta pesquisa pretende estudar a prosa romanesca da Guiana Francesa e do Suriname, destacando a mem\u00f3ria coletiva e a di\u00e1spora enquanto elementos identit\u00e1rios que permeiam essa produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria. O ponto comum entre as obras selecionadas para este estudo relaciona-se \u00e0 exist\u00eancia, nesses romances, de um anseio de repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica atrelado ao per\u00edodo da coloniza\u00e7\u00e3o europeia, sobretudo, durante a \u00e9poca da escraviza\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra trazida dos pa\u00edses africanos para o com\u00e9rcio do caf\u00e9, da cana-de-a\u00e7\u00facar e da madeira. Nesse sentido, \u00e9 prof\u00edcua a publica\u00e7\u00e3o de romances hist\u00f3ricos? conceito amplamente discutido por Luk\u00e0cs e Bakhtin? que mobilizam teorias acerca do deslocamento, assim como quest\u00f5es em torno dos conceitos de voz e local de fala. O aspecto inovador desta proposta consiste em adentrar um campo ainda pouco estudado no Brasil e alhures e, ent\u00e3o, organizar, selecionar e, sobretudo, produzir fortuna cr\u00edtica sobre uma literatura ainda pouco pesquisada. Te\u00f3ricos como Stuart Hall, Edward Said, Homi Bhabha, Gayatri Spivak, Maurice Halbwachs, entre outros, ser\u00e3o fundamentais para o desenvolvimento do projeto de pesquisa, que contar\u00e1 com o apoio de pesquisadores de tr\u00eas institui\u00e7\u00f5es, a saber, Universidade Federal do Amap\u00e1 (UNIFAP), Universit\u00e9 de Guyane (UG), Universidade Estadual Paulista (UNESP), al\u00e9m de envolver dois grupos de pesquisa, o N\u00facleo de Pesquisas em Estudos Liter\u00e1rios ? Amaz\u00f4nia, Guianas e Caribe (NUPEL\/UNIFAP) e o Literatura e Tempo presente (UNESP\/UFsCar).<\/p>\n<p><strong>Equipe:<\/strong>&nbsp; Juliana Pimenta Attie (Pe), Marcelo Lachat (D), Rosuel Domingos Lima Pereira (M).<\/p>\n<p><strong>Financiadores: <\/strong>CNPq<\/p>\n<p><strong style=\"font-size: 18px\">&nbsp;<\/strong><\/p>\n<h3><strong style=\"font-size: 18px\">Literatura da regi\u00e3o das Guianas:&nbsp;<\/strong><strong style=\"font-size: 18px\">lugar de fala e processo de &#8220;outremiza\u00e7\u00e3o&#8221; das personagens femininas<br \/>\n<\/strong><em>Profa. Dra. Natali Fabiana da Costa e Silva<\/em><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\">Esta pesquisa pretende estudar o lugar de fala de personagens femininas nos romances ou produ\u00e7\u00f5es orais ind\u00edgenas da regi\u00e3o das Guianas, ou seja, do Amap\u00e1, Guiana Francesa, Suriname e Rep\u00fablica da Guiana. Esse territ\u00f3rio, embora distintos em in\u00fameras dimens\u00f5es, congregam, todavia, diversos aspectos: a geografia, o fluxo migrat\u00f3rio, certas influ\u00eancias culturais. Apresentam, ainda, uma constitui\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica e cultural m\u00faltipla na qual \u00e9 poss\u00edvel encontrar as l\u00ednguas francesa, crioula, inglesa, holandesa e ind\u00edgenas, al\u00e9m de diversas express\u00f5es art\u00edsticas. Apesar dessa riqueza, trata-se de uma regi\u00e3o que enfrenta s\u00e9rios problemas, como a imigra\u00e7\u00e3o ilegal, um alto \u00edndice de prostitui\u00e7\u00e3o, a explora\u00e7\u00e3o ilegal do garimpo, o vilipendiamento dos povos ind\u00edgenas, entre outros. A literatura n\u00e3o \u00e9 alheia a esses aspectos e, portanto, se por um lado \u00e9 permeada pelo imagin\u00e1rio ex\u00f3tico do \u201cEldorado\u201d, tamb\u00e9m incorpora as contradi\u00e7\u00f5es sociais presentes nas cidades, seus baixos n\u00edveis de desenvolvimento, as p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es de trabalho no garimpo, a marginaliza\u00e7\u00e3o de uma regi\u00e3o que ficou conhecida como \u201cInferno Verde\u201d. Distante dos centros produtores de grandes obras liter\u00e1rias em nossa \u00e9poca, essa literatura que se expressa fora do c\u00e2none busca afirmar-se tamb\u00e9m enquanto representa\u00e7\u00e3o de uma cultura n\u00e3o valorizada e pouco conhecida. Nessa perspectiva, se a Literatura \u00e9 um produto cultural, ela pode construir e veicular discursos minorit\u00e1rios, buscando preencher as lacunas do paradigma liter\u00e1rio vigente. A problematiza\u00e7\u00e3o do lugar de fala e daquilo que Morrison intitula \u201coutremiza\u00e7\u00e3o\u201d do sujeito ser\u00e3o os eixos norteadores do trabalho. Para tal, a pesquisa basear-se-\u00e1 nas contribui\u00e7\u00f5es de Edward Said (2007), Gayatri Spivak (2010), Homi Bhabha (2013), Stuart Hall (2013), Toni Morrison (2019), entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Equipe: <\/strong>Bruna dos Santos Almeida (mestranda\/PPGLET), Juliana T\u00e1vora de Mendon\u00e7a Lima (mestranda\/PPGLET), Eline Samara de Souza Santos (mestranda\/PPGLET), Elizabete dos Santos Pisa Waiana (mestranda\/PPGLET), Malena Vidal dos Santos (mestranda\/PPGLET), Bruna da Silva Alves (graduanda\/Letras-Santana), Beatriz Marques das Chagas&nbsp; (graduanda\/Letras-Santana\/2020), Eloana Machado da Concei\u00e7\u00e3o&nbsp; (graduanda\/Letras-Santana\/2020), Jamilly da Silva Gon\u00e7alves&nbsp; (graduanda\/Letras\/2019)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #000000\">Literatura na Fronteira: Amap\u00e1 e Guiana Francesa<br \/>\n<\/span><em style=\"color: #000000\">Prof. Dr. Yurgel Pantoja Caldas<\/em><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\">Este projeto busca promover discuss\u00f5es sobre a produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria na fronteira entre o Amap\u00e1 e Guiana Francesa, a partir de formula\u00e7\u00f5es p\u00f3s-coloniais, que ganham for\u00e7a com o t\u00e9rmino da Segunda Guerra Mundial.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"color: #000000\"><strong>Equipe:<\/strong>&nbsp; Ana Paula Costa Arruda (Graduanda\/Letras), Carla Nobre (Mestranda\/PPGLET), Jorla\u00edne de Almeida (Mestranda\/PPGLET), Aline Monteiro dos Santos (Mestranda\/PPGLET), Elane da Silva Viana (Mestranda\/PPGLET), Juliana da Costa Castro (PE), Manoel Azevedo de Souza (Docente\/UNIFAP)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PROJETOS DE PESQUISA &nbsp; Estudos em Espa\u00e7os Culturais, Inclusivos e Deliberativos Prof. Dr. Emerson de Paula Silva O espa\u00e7o na linguagem teatral \u00e9 algo amplo entendendo o corpo como primeiro espa\u00e7o a ser habitado e o di\u00e1logo do corpo nos diferentes estados e espa\u00e7os que este ocupa. 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