{"id":138,"date":"2016-05-11T17:40:43","date_gmt":"2016-05-11T17:40:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.unifap.br\/profhistoria\/?page_id=138"},"modified":"2021-02-16T12:37:26","modified_gmt":"2021-02-16T12:37:26","slug":"disciplinas-optativas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www2.unifap.br\/profhistoria\/disciplinas-optativas\/","title":{"rendered":"DISCIPLINA OPTATIVA"},"content":{"rendered":"<p align=\"left\"><strong>1. ELETIVA<\/strong><\/p>\n<p align=\"left\"><b>N\u00edvel:<\/b>Mestrado Profissional<\/p>\n<p align=\"left\"><b>Obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/b><\/p>\n<p align=\"left\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"left\"><b>\u00c1rea(s) de Concentra\u00e7\u00e3o:&nbsp;<\/b>Ensino de Hist\u00f3ria,&nbsp;<b>Carga Hor\u00e1ria:<\/b>60h,&nbsp;<b>Cr\u00e9ditos:&nbsp;<\/b>4<\/p>\n<p align=\"left\"><b>Ementa:&nbsp;<\/b>Ementa livre<\/p>\n<p align=\"left\"><b>Bibliografia:&nbsp;<\/b>N\u00e3o se aplica<\/p>\n<p align=\"left\">&nbsp;<\/p>\n<p><b>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/b><strong>Cidade, patrim\u00f4nio urbano e ensino de hist\u00f3ria,&nbsp; <\/strong><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4,&nbsp;Carga Hor\u00e1ria: 60h<\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>A cidade como objeto do historiador. As diversas concep\u00e7\u00f5es de Hist\u00f3ria Urbana. Cidade e cultura material. Iconografia urbana. A cidade como patrim\u00f4nio cultural. A hist\u00f3ria da preserva\u00e7\u00e3o de cidades no Brasil. As possibilidades que as conex\u00f5es entre cidade e patrim\u00f4nio oferecem para o campo do Ensino de Hist\u00f3ria. O patrim\u00f4nio urbano como recurso did\u00e1tico.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ABREU, Regina. CHAGAS, M\u00e1rio (orgs.). Mem\u00f3ria e Patrim\u00f4nio: ensaios contempor\u00e2neos. Rio de Janeiro: Lamparina, 2009. AGUIAR, Leila Bianchi. Projetos nacionais de preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio: promo\u00e7\u00e3o, divulga\u00e7\u00e3o e turismo nos s\u00edtios urbanos patrimonializados durante a gest\u00e3o de Rodrigo Mello Franco de Andrade. In: MAGALH\u00c3ES, Aline Montenegro, BEZERRA, Rafael Zamorano (Org.). 90 anos do Museu Hist\u00f3rico Nacional. Rio de Janeiro: MHN, 2014. CHOAY, Francoise. A alegoria do patrim\u00f4nio. S\u00e3o Paulo: UNESCO, 2001. CHUVA, M\u00e1rcia. 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Gallimard, 1990.<\/p>\n<p><b><strong>&nbsp;<\/strong><\/b><\/p>\n<p><strong>&nbsp;2)&nbsp;<\/strong><strong>Curr\u00edculo de Hist\u00f3ria: mem\u00f3ria e produ\u00e7\u00e3o de identidade\/diferen\u00e7a,&nbsp;<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4,&nbsp;<strong>Carga hor\u00e1ria<\/strong>: 60h<\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria: <\/strong>N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Diferentes concep\u00e7\u00f5es de curr\u00edculo e suas implica\u00e7\u00f5es para a reflex\u00e3o sobre o ensino de hist\u00f3ria. Rela\u00e7\u00e3o entre curr\u00edculo e mem\u00f3ria como territ\u00f3rios contestados. Diferencia\u00e7\u00e3o entre mem\u00f3ria e hist\u00f3ria. Historiografia escolar, hist\u00f3ria ensinada e o debate pol\u00edtico contempor\u00e2neo que envolve a quest\u00e3o identit\u00e1ria. Articula\u00e7\u00f5es entre os diferentes processos de identifica\u00e7\u00e3o (nacional, sociocultural) no conhecimento hist\u00f3rico didatizado. Curr\u00edculo de hist\u00f3ria e a quest\u00e3o da alteridade no tempo e no espa\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong> A bibliografia ser\u00e1 sugerida pelo professor a cada semestre.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>3) Did\u00e1tica da hist\u00f3ria: trajet\u00f3ria, desafios e perspectivas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4,&nbsp;<strong>Carga hor\u00e1ria<\/strong>: 60h<\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Did\u00e1tica da hist\u00f3ria como campo de pesquisa e disciplina acad\u00eamica. Trajet\u00f3ria de constru\u00e7\u00e3o da Did\u00e1tica de Hist\u00f3ria. Diferentes concep\u00e7\u00f5es de did\u00e1tica e suas implica\u00e7\u00f5es para o processo de ensino-aprendizagem de hist\u00f3ria. Planejamento e Avalia\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria. A sala de aula de Hist\u00f3ria. Recursos did\u00e1ticos como suportes do conhecimento hist\u00f3rico recontextualizado em objeto de ensino. Pap\u00e9is e usos do livro did\u00e1tico em sala de aula. Escola como espa\u00e7o de forma\u00e7\u00e3o do professor de Hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ABREU, Martha e SOIHET, Rachel (org.). Ensino de Hist\u00f3ria: conceitos, tem\u00e1ticas e metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra \/ FAPERJ, 2003. BITTENCOURT, Circe. Ensino de Hist\u00f3ria: fundamentos e m\u00e9todos. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2005. KARNAL, Leandro (org.). Hist\u00f3ria na sala de aula: conceitos, pr\u00e1ticas e propostas. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2003. SCHMIDT, M. A. e CAINELLI, M. Ensinar Hist\u00f3ria. S\u00e3o Paulo: Scipione, 2004. SILVA, Thelma N. M. B e RABELLO, Helo\u00edsa. O Ensino da Hist\u00f3ria \u2013 utiliza\u00e7\u00e3o do documento escrito. Niter\u00f3i: EDUFF, 1992. SOUSA, Ana et alii (org.). Novas estrat\u00e9gias, novos recursos no ensino de hist\u00f3ria. Lisboa: Asa, 1993. VILLALTA, Luiz Carlos. Dilemas da rela\u00e7\u00e3o teoria e pr\u00e1tica na forma\u00e7\u00e3o do professor de Hist\u00f3ria: Alternativas em perspectiva. Revista Brasileira de Hist\u00f3ria, S\u00e3o Paulo, v. 13, n. 25\/26, p. 163-174, set. 92\/ago.93.<\/p>\n<p><strong>4) Educa\u00e7\u00e3o patrimonial e ensino de hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4,&nbsp;<strong>Carga hor\u00e1ria<\/strong>: 60<\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>O ensino de Hist\u00f3ria e o campo do Patrim\u00f4nio Cultural material e imaterial. Explora\u00e7\u00e3o das conex\u00f5es das institui\u00e7\u00f5es de mem\u00f3ria com os campos da cultura, do mercado, da ci\u00eancia e da educa\u00e7\u00e3o. A partir de estudos de caso e de levantamentos gerais sobre a situa\u00e7\u00e3o dos museus brasileiros, s\u00e3o examinadas as novas concep\u00e7\u00f5es de ensino de Hist\u00f3ria nos museus trazidas pela discuss\u00e3o contempor\u00e2nea sobre patrim\u00f4nio, mem\u00f3ria, identidade cultural e educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ABREU, Regina. CHAGAS, M\u00e1rio (orgs.). Mem\u00f3ria e Patrim\u00f4nio: ensaios contempor\u00e2neos. Rio de Janeiro: Lamparina, 2009. ANDERSON, Benedict. Comunidades Imaginadas. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2008. CHUVA, M\u00e1rcia. Os arquitetos da mem\u00f3ria: sociog\u00eanese das pr\u00e1ticas de preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio cultural no Brasil (1930-1940). Rio de Janeiro: ed. UFRJ, 2009. CASTRIOTA, Leonardo. Patrim\u00f4nio Cultural: conceitos, pol\u00edticas e instrumentos. S\u00e3o Paulo: Annablume, 2009. CHOAY, Francoise. A alegoria do patrim\u00f4nio. S\u00e3o Paulo: UNESCO, 2001. 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Santa Maria: Editora da UFSM, 2007.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>5) Ensino d(e) hist\u00f3ria ind\u00edgena <\/strong><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4<\/p>\n<p>Carga hor\u00e1ria: 60<\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Ensino de Hist\u00f3ria Ind\u00edgena. A Nova Hist\u00f3ria Ind\u00edgena. Pol\u00edtica Ind\u00edgena e Indigenista. Narrativas Ind\u00edgenas. Hist\u00f3rias e Culturas Amer\u00edndias.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ALBERT, Bruce e RAMOS, Alcida Rita (orgs). Pacificando o branco: cosmologias do contato no norte- amaz\u00f4nico. S\u00e3o Paulo: Editora UNESP: Imprensa Oficial do Estado, 2002. ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Metamorfoses ind\u00edgenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2003. \u2013\u2013\u2013\u2013\u2013\u2013\u2013\u2013\u2013\u2013. Os \u00edndios na Hist\u00f3ria do Brasil. 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As reflex\u00f5es sobre a defini\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros para o ensino de Hist\u00f3ria da \u00c1frica e Cultura Afro-Brasileira e suas consequ\u00eancias na forma\u00e7\u00e3o de professores de Hist\u00f3ria, bem como a an\u00e1lise de experi\u00eancias de implementa\u00e7\u00e3o dos referidos conte\u00fados nos curr\u00edculos escolares, considerando os temas e abordagens privilegiados por professores de Hist\u00f3ria nas escolas e a produ\u00e7\u00e3o de materiais did\u00e1ticos. Hist\u00f3ria da \u00c1frica como disciplina acad\u00eamica: discuss\u00e3o sobre temas e debates presentes no ensino universit\u00e1rio. A produ\u00e7\u00e3o de saberes a partir de sujeitos externos ao ambiente universit\u00e1rio: projetos, programas e a atua\u00e7\u00e3o de movimentos sociais e comunidades negras na constru\u00e7\u00e3o do conhecimento nesse campo.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ABREU, Martha e SOHIET, Rachel. Ensino de Hist\u00f3ria. Conceitos, tem\u00e1ticas e Metodologia. Rio de Janeiro: FAPERJ\/Casa da Palavra, 2003. ABREU, Martha e MATTOS, Hebe. Em torno das Diretrizes Curriculares para a Educa\u00e7\u00e3o das Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-raciais e para o Ensino de Hist\u00f3ria e Cultura Afro-Brasileira e Africana: uma conversa com historiadores. Estudos Hist\u00f3ricos. Rio de Janeiro, 21(41), jan.\/jun., 2008. LIMA, M\u00f4nica. Hist\u00f3ria da \u00c1frica: temas e quest\u00f5es para a sala de aula, Cadernos PENESB n\u00ba7. Rio de Janeiro\/Niter\u00f3i, Quartet\/UFF, 2006, p. 71-105. LOVEJOY, Paul e BOWSER, Benjamin (eds.). The transatlantic slave trade and slavery: new directions in teaching and learning. Trenton, NJ: Africa World Press, 2013. OLIVA, Anderson Ribeiro. A hist\u00f3ria africana nas escolas brasileiras: Entre o prescrito e o vivido, da legisla\u00e7\u00e3o educacional aos olhares dos especialistas (1995-2006). Hist\u00f3ria. S\u00e3o Paulo, 2009, p.143-172. OLIVEIRA, Luiz Fernandes. 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Bras\u00edlia: MEC-SECAD, 2005.<\/p>\n<p><strong>7) Ensino de hist\u00f3ria e a quest\u00e3o das temporalidades<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4<\/p>\n<p>Carga hor\u00e1ria: 60<\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Tempo hist\u00f3rico como elemento estruturante da produ\u00e7\u00e3o do conhecimento hist\u00f3rico. Conceito de tempo hist\u00f3rico em diferentes matrizes te\u00f3ricas. O tempo hist\u00f3rico: dura\u00e7\u00e3o, ritmo, sucess\u00e3o, simultaneidade, perman\u00eancias e continuidades. Ensino de hist\u00f3ria e regimes de historicidade. Desafios pedag\u00f3gicos na recontextualiza\u00e7\u00e3o did\u00e1tica do tempo hist\u00f3rico. Conceitos como: narrativa hist\u00f3rica, identidade narrativa e consci\u00eancia hist\u00f3rica. Tempo hist\u00f3rico e hist\u00f3ria ensinada: propostas curriculares, livros did\u00e1ticos, narrativas de professores e alunos em sala de aula.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>CARRETERO, Mario. Documentos de identidades: a constru\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria hist\u00f3rica em um mundo globalizado. Porto Alegre: Artmed, 2010. PROST, Antoine. Doze li\u00e7\u00f5es sobre a hist\u00f3ria. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2008. GONTIJO, Rebeca; MAGALHAES, Marcelo; ROCHA, Helenice (orgs.). A escrita da hist\u00f3ria escolar: mem\u00f3ria e historiografia. Rio de Janeiro: FGV, 2009, p. 35-50. HARTOG, Fran\u00e7ois. Tempo e Hist\u00f3ria: \u201cComo escrever a hist\u00f3ria da Fran\u00e7a hoje?\u201d. Hist\u00f3ria Social, Campinas, Unicamp, n. 3, 1996, p. 127-154. KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado: contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 sem\u00e2ntica dos tempos hist\u00f3ricos. Rio de Janeiro: Contraponto; PUC-Rio, 2006. LE GOFF, Jacques. 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A diversidade do ensino de hist\u00f3ria para al\u00e9m do espa\u00e7o escolar. A Hist\u00f3ria ensinada e a constitui\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria social.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>AMADO, Jana\u00edna &amp; FERREIRA, Marieta de Moraes. Usos &amp; Abusos da Hist\u00f3ria Oral. Rio de Janeiro: Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas, 1998. ARIST\u00d3TELES. Po\u00e9tica. tradu\u00e7\u00e3o de Eudoro de Sousa. 5 ed. Imprensa Nacional, Casa da Moeda, 1998. AR\u00d3STEGUI, J\u00falio. A pesquisa hist\u00f3rica: teoria e m\u00e9todo. Bauru, SP: Edusc, 2006. BITTENCOURT, Circe M. F. Ensino de Hist\u00f3ria: fundamentos e m\u00e9todos. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2004. BOUTIER, Jean e JULIA, Dominique. (Orgs.). Passados Recompostos: campos e canteiros da hist\u00f3ria. Rio de Janeiro, Editora UFRJ; Editora FGV, 1998. BURKE, Peter. A Escrita da Hist\u00f3ria: Novas perspectivas. S\u00e3o Paulo. Editora da Unesp, 1992. ____________. 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Hist\u00f3ria, mem\u00f3ria e constru\u00e7\u00e3o da identidade\/alteridade.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ABREU, Martha e SOHIET, Rachel. Ensino de Hist\u00f3ria. Conceitos, tem\u00e1ticas e metodologia. Rio de Janeiro: FAPERJ\/Casa da Palavra, 2003. BENITES, Tonico. A escola na \u00f3tica dos Ava Kaiow\u00e1. Impactos e interpreta\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2012. BRUCE, Albert &amp; RAMOS, Alcida Rita (orgs.). Pacificando o branco. S\u00e3o Paulo: Unesp, 2002. CERTEAU, Michel De. A inven\u00e7\u00e3o do quotidiano: as artes do fazer. Petr\u00f3polis: Vozes, 1994. GON\u00c7ALVES, Marcia de Almeida, et all. Qual o valor da hist\u00f3ria hoje?. Rio de Janeiro: FGV, 2012. HALL, Stuart. Da di\u00e1spora. Identidades e media\u00e7\u00f5es culturais. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2003. LARROSA, Jorge &amp; SKLIAR, Carlos (orgs.) Habitantes de Babel. Pol\u00edticas e po\u00e9ticas da diferen\u00e7a. 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Literatura e transmiss\u00e3o de modelos de comportamento. Intermedi\u00e1rios. Impresso e revolu\u00e7\u00e3o. Mundos do texto e mundos do leitor. Leitura e constru\u00e7\u00e3o de sentido. Historiografia do impresso e da leitura.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ABREU, M\u00e1rcia (org.). Leitura, Hist\u00f3ria e Hist\u00f3ria da Leitura. Campinas: Mercado Aberto; S\u00e3o Paulo: FAPESP, 1999. BOLL\u00c8ME, Genevi\u00e8ve. Les Almanachs populaires aux XVIIe et XVIIIe si\u00e8cles. Essai d&#8217;histoire sociale. Paris: Mouton &amp; Co, 1969. BOLL\u00c8ME, Genevi\u00e8ve; ANDRI\u00c8S, Lise. La Bibloth\u00e8que bleue: la litt\u00e9rature de colportage. Paris: R. Laffont, 2003. BURKE, Peter. A Escrita da Hist\u00f3ria: novas perspectivas. S\u00e3o Paulo: UNESP, 1992. CHARTIER, Roger. Os Desafios da escrita. S\u00e3o Paulo: UNESP, 2002. ____. A Hist\u00f3ria Cultural: entre pr\u00e1ticas e representa\u00e7\u00f5es. 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Hist\u00f3ria P\u00fablica e m\u00eddias, tempo presente, comunidades e culturas populares, plataformas digitais, narrativas p\u00fablicas.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ALMEIDA, Juniele Rab\u00ealo; ROVAI, Marta Gouveia de Oliveira (orgs.). Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Hist\u00f3ria P\u00fablica. S\u00e3o Paulo: Letra e Voz, 2011. Ferreira, Marieta de Moraes. A Hist\u00f3ria como of\u00edcio: A constitui\u00e7\u00e3o de um campo disciplinar. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2013. FIGUEIREDO, Luciano (org.). Hist\u00f3ria do Brasil para ocupados. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013. Ignacio Mu\u00f1oz Delaunoy. La did\u00e1ctica de la historia y la formaci\u00f3n de ciudadanos en el mundo actual, Santiago, Ediciones de la Direcci\u00f3n de Bibliotecas Archivos y Museos, 2013, JORDANOVA, Ludmilla. History in Practice. London: Arnold, 2000. Lambert, P.; Schofield, P. (org.) Hist\u00f3ria: Introdu\u00e7\u00e3o ao ensino e \u00e0 pr\u00e1tica. Porto Alegre: Penso, 2011. 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Rio de Janeiro: Casa da Palavra \/ FAPERJ, 2003. CARRETERO, Mario (org.). Construir e Ensinar \u2013 As Ci\u00eancias Sociais e a Hist\u00f3ria. Porto Alegre: Artes M\u00e9dicas, 1997. FERREIRA, Marieta de Moraes e FRANCO, Renato. Aprendendo Hist\u00f3ria. S\u00e3o Paulo: Editora do Brasil, 2010. KNAUSS, Paulo. Sobre a norma e o \u00f3bvio: a sala de aula como lugar de pesquisa. In: NIKITIUK, S\u00f4nia (org.). Repensando o ensino de hist\u00f3ria. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1996. LAGOA, Ana Mascia, GRINBERG, Keila e GRINBERG, Lucia. Oficinas de Hist\u00f3ria: projeto curricular de Ci\u00eancias Sociais e de Hist\u00f3ria. Belo Horizonte: Dimens\u00e3o, 2000. MACHADO, N\u00edlson. Epistemologia e Did\u00e1tica: S\u00e3o Paulo, Cortez, 1996. NETO, Jos\u00e9 Miguel Farias. Dez Anos de Pesquisas em Ensino de Hist\u00f3ria. Anais do VI Encontro Nacional de Pesquisadores em Ensino de Hist\u00f3ria. Londrina, 2005. Par\u00e2metros Curriculares Nacionais. Bras\u00edlia: MEC, 1998. SOUSA, Ana et alii (org.). Novas estrat\u00e9gias, novos recursos no ensino de hist\u00f3ria. Lisboa: Asa, 1993.<\/p>\n<p><b><strong>&nbsp;<\/strong><\/b><\/p>\n<p><strong>&nbsp;12)&nbsp;<\/strong><strong>Narrativa, imagem e constru\u00e7\u00e3o do fato hist\u00f3rico<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong>4<\/p>\n<p><strong>Carga hor\u00e1ria: 60<\/strong><\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Delimita\u00e7\u00e3o do campo de sentido de fato hist\u00f3rico: fato como narra\u00e7\u00e3o, fato como condensa\u00e7\u00e3o do tempo hist\u00f3rico. Conceitua\u00e7\u00e3o de narrativa visual e os seus suportes. M\u00eddia e a factualiza\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria, recursos para uma cr\u00edtica e metodologias de an\u00e1lise. Estrat\u00e9gias de apresenta\u00e7\u00e3o do fato hist\u00f3rico por meio de narrativas visuais.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>CARDOSO, Ciro &amp; MAUAD, Ana Maria. Hist\u00f3ria e Imagem: o caso da fotografia e do cinema. In: Dom\u00ednios da Hist\u00f3ria. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1997, p. 401-417. CIAVATTA, Maria. O Mundo do Trabalho: A Fotografia como Fonte Hist\u00f3rica (Rio de Janeiro, 1900-1930). Rio de Janeiro: DP&amp;A Editora\/FAPERJ, 2002. DUBOIS, Philippe. O Ato Fotogr\u00e1fico. S\u00e3o Paulo: Editora Papirus, 2000. FERREIRA, Jorge &amp; SOARES, Mariza de Carvalho (org.). A Hist\u00f3ria vai ao Cinema. Rio de Janeiro: Record, 2001. FERRO, Marc. Cinema e Hist\u00f3ria. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. KNAUSS, Paulo. Aproxima\u00e7\u00f5es disciplinares: hist\u00f3ria, arte e imagem. Anos 90, Porto Alegre, UFRGS, 15(28): 151-168, dez. 2008. MOCELLIN, Renato. Cinema e o Ensino de Hist\u00f3ria. S\u00e3o Paulo: Nova Did\u00e1tica, 2002.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>13) Produ\u00e7\u00e3o de material did\u00e1tico e o universo virtual<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong><strong> 4<\/strong><\/p>\n<p>Carga hor\u00e1ria: 60<\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Estudo de suportes tecnol\u00f3gicos aplicados ao ensino de Hist\u00f3ria, tais como ambientes virtuais de aprendizagem, editores de texto colaborativo, aplicativos, jogos, entre outros. Constru\u00e7\u00e3o de ambientes virtuais para realiza\u00e7\u00e3o de atividades de pesquisa e ensino de Hist\u00f3ria na Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>BRIGGS, Asa e BURKE, Peter. Uma hist\u00f3ria social da m\u00eddia \u2013 de Guttenbergh \u00e0 internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. BRUGGER, Niels. The archived website and website philology \u2013 a new type of historical document? 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New York: M.E Sharpe, 2003.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>14) Semin\u00e1rio especial linguagens e narrativas hist\u00f3ricas: produ\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4<\/p>\n<p><strong>Carga hor\u00e1ria: 60<\/strong><\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Hist\u00f3ria e narrativa. Narrativa e constru\u00e7\u00e3o de sentidos. Formas narrativas e linguagens. Autor, texto e leitor. Produ\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o. Narrativa e fonte hist\u00f3rica. Metodologias de an\u00e1lise.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ARENDT, Hannah. Entre o passado e o futuro. S\u00e3o Paulo: Perspectiva, 1972. BENJAMIN, Walter. Magia e t\u00e9cnica, arte e pol\u00edtica: ensaios sobre literatura e hist\u00f3ria da cultura. S\u00e3o Paulo: Brasiliense, 1993. BURKE, Peter. \u201cA hist\u00f3ria dos acontecimentos e o renascimento da narrativa\u201d. In: BURKE, Peter (org.). A escrita da Hist\u00f3ria. Novas perspectivas. S\u00e3o Paulo: Edunesp, 1992, pp. 327-348. CARDOSO, Ciro; VAINFAS, Ronaldo. Novos dom\u00ednios da hist\u00f3ria. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. CERTEAU, Michel de. A Escrita da Hist\u00f3ria. Rio de Janeiro: Forense Universit\u00e1ria, 1982. CHARTIER, Roger. A Hist\u00f3ria Cultural: entre pr\u00e1ticas e representa\u00e7\u00f5es. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, Lisboa: DIFEL; 1990. ____. Leituras e leitores na Fran\u00e7a do Antigo Regime. S\u00e3o Paulo: UNESP, 2004. CONSANI, Marciel. Como usar o r\u00e1dio em sala de aula. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2007. DARNTON, Robert. O Beijo de Lamourette: m\u00eddia, cultura e revolu\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Cia. das Letras, 1990. ____. O Grande massacre de gatos e outros epis\u00f3dios da hist\u00f3ria cultural francesa. Rio de Janeiro: Graal, 1986. FERREIRA, Marieta; FRANCO, Renato. Aprendendo hist\u00f3ria: reflex\u00e3o e ensino. Rio de Janeiro: FGV, 2013. FURET, Fran\u00e7ois. \u201cDa hist\u00f3ria-narrativa \u00e0 hist\u00f3ria-problema\u201d. In: FURET, Fran\u00e7ois. A oficina da Hist\u00f3ria. Lisboa: Gradiva, 1985, pp. 88-98. GINZBURG, Carlo. O Fio e os rastros. Verdadeiro, falso, fict\u00edcio. S\u00e3o Paulo: Cia. das Letras, 2007. ____. Medo, rever\u00eancia, terror. S\u00e3o Paulo: Cia. das Letras, 2014. GRINBERG, Keila; ALMEIDA, Anita. \u201cDetetives do passado no mundo do futuro: divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, ensino de Hist\u00f3ria e internet\u201d. In: Revista Hist\u00f3ria Hoje. v. 1, n. 1, 2012. p. 315-326. HERMETO, Miriam. Can\u00e7\u00e3o popular brasileira e ensino de hist\u00f3ria. Palavras, sons e tantos sentidos. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2012. HOBSBAWM, Eric J. Sobre Hist\u00f3ria: ensaios. S\u00e3o Paulo: Cia. das Letras, 1998. ____. \u201cO ressurgimento da narrativa. Alguns coment\u00e1rios\u201d. In: Revista de Hist\u00f3ria, Unicamp, n. 2\/3, 1991, pp. 39-46. ____. Tempos fraturados. Cultura e sociedade no s\u00e9culo XX. S\u00e3o Paulo: Cia. das Letras, 2013. LIEBEL, Vin\u00edcius. \u201cEntre sentidos e interpreta\u00e7\u00f5es: apontamentos sobre a an\u00e1lise document\u00e1ria de imagens\u201d. In: ETD \u2013 Educa\u00e7\u00e3o Tem\u00e1tica Digital. Campinas, v. 12, n. 2, 2011. p. 172-189. LIMA, Luiz Costa. Hist\u00f3ria. Fic\u00e7\u00e3o. Literatura. S\u00e3o Paulo: Cia. das Letras, 2006. MAUAD, Ana Maria. \u201cAtrav\u00e9s da Imagem: Fotografia e Hist\u00f3ria \u2013 Interfaces\u201d. In.: Revista Tempo. Rio de Janeiro, v. 1, n. 2, 1996. p. 73-98. MOLINA, Ana Heloisa. \u201cEnsino de Hist\u00f3ria e imagens: possibilidades de pesquisa\u201d. In: Dom\u00ednios da Imagem. Londrina, UEL, v. 1, p. 15-30, 2007. MONTEIRO, Ana Maria, et. al. Pesquisa em ensino de hist\u00f3ria: entre desafios epistemol\u00f3gicos e apostas. Rio de Janeiro: Mauad X, Faperj, 2014. MONTEIRO, Ana Maria. \u201cNarrativa e narradores no ensino de hist\u00f3ria\u201d. In: MONTEIRO, Ana M.; GASPARELLO, Artlette; MAGALH\u00c3ES, Marcelo S. (orgs.). Ensino de Hist\u00f3ria: sujeitos, saberes e pr\u00e1ticas. Rio de Janeiro: Mauad X, FAPERJ, 2007. NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema em sala de aula. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2003. NAPOLITANO, Marcos; SALIBA, Elias Thom\u00e9; CAPELATO, Maria Helena; MORETTIN, Eduardo (orgs.). Hist\u00f3ria e cinema: dimens\u00f5es hist\u00f3ricas do fato visual. S\u00e3o Paulo: Alameda, 2007. RICOEUR, Paul. A Mem\u00f3ria, a Hist\u00f3ria, o esquecimento. Campinas: Unicamp, 2007. ____. Tempo e Narrativa. Tomos I, II e III. Campinas: Papirus, 1994. VEYNE, Paul. Como se escreve a Hist\u00f3ria. Bras\u00edlia: UnB, 1995. WULF, Christophe. Homo pictor. Imagina\u00e7\u00e3o, ritual e aprendizado mim\u00e9tico no mundo globalizado. S\u00e3o Paulo: Hedra, 2013.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>15) Tecnologias da informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o e ensino de hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4<\/p>\n<p><strong>Carga hor\u00e1ria: 60<\/strong><\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Estudo de suportes tecnol\u00f3gicos aplicados ao ensino de Hist\u00f3ria, tais como ambientes virtuais de aprendizagem, editores de texto colaborativo, aplicativos, jogos, entre outros. Constru\u00e7\u00e3o de ambientes virtuais para realiza\u00e7\u00e3o de atividades de pesquisa e ensino de Hist\u00f3ria na Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma hist\u00f3ria social da m\u00eddia \u2013 de Guttenbergh \u00e0 internet. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006. CASTELLS, Manuel. A gal\u00e1xia da internet \u2013 reflex\u00f5es sobre a internet, os neg\u00f3cios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. DARNTON, Robert. A quest\u00e3o dos livros: passado, presente e futuro. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2010. JOHNSON, Steven. Cultura da interface \u2013 como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. LEMOS, Andr\u00e9. \u201cO fen\u00f4meno tecnol\u00f3gico atrav\u00e9s da Hist\u00f3ria\u201d. In: Cibercultura, tecnologia e vida social na cultura contempor\u00e2nea. 4. ed. Porto Alegre: Sulina, 2008. L\u00c9VY, Pierre. As tecnologias da intelig\u00eancia \u2013 o futuro do pensamento na era da inform\u00e1tica. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993. L\u00c9VY, Pierre. Cibercultura. S\u00e3o Paulo: Ed. 34, 1999. MORAN, Jos\u00e9 Manuel. A educa\u00e7\u00e3o que desejamos: novos desafios e como chegar l\u00e1. 5 ed. Campinas-SP: Papirus, 2011. SILVA, Mozart Linhares da (org). Novas tecnologias \u2013 educa\u00e7\u00e3o e sociedade na era da informa\u00e7\u00e3o. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2008.<\/p>\n<p><b><strong>&nbsp;<\/strong><\/b><\/p>\n<p><strong>&nbsp;16)&nbsp;<\/strong><strong>O ensino de hist\u00f3ria e as rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero <\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4<\/p>\n<p><strong>Carga hor\u00e1ria: 60<\/strong><\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>A escola se ocupa tanto da alfabetiza\u00e7\u00e3o cient\u00edfica quanto da produ\u00e7\u00e3o do sujeito, em geral na dire\u00e7\u00e3o do sujeito cidad\u00e3o. Esse sujeito cidad\u00e3o traz marcas de g\u00eanero, que se interseccionam com classe, ra\u00e7a\/etnia, gera\u00e7\u00e3o, sexualidade e outras posi\u00e7\u00f5es de sujeito. A disciplina toma as rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero em dupla perspectiva. Como conjunto de rela\u00e7\u00f5es a delimitar fronteiras entre masculinidades e feminilidades atuantes na sala de aula e no territ\u00f3rio escolar de modo amplo. Nessa perspectiva como uma pedagogia cultural da paisagem contempor\u00e2nea, a estruturar posi\u00e7\u00f5es de sujeito ao longo do percurso escolar. Num segundo aspecto tomar as rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero como disputa de representa\u00e7\u00f5es acerca de masculinidade e feminilidade com uma hist\u00f3ria em todas as sociedades humanas. Fornecer elementos te\u00f3ricos acerca dos modos de compreender o conceito de g\u00eanero e suas rela\u00e7\u00f5es, eleger contextos hist\u00f3ricos espec\u00edficos para an\u00e1lise das rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero ali presentes, e refletir sobre as interseccionalidades com outros marcadores sociais da diferen\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>CASTRO, Mary Garcia. O conceito de g\u00eanero e as an\u00e1lises sobre mulher e trabalho: notas sobre impasses te\u00f3ricos. Cad. CRH, Salvador, (17): 80-105, 1992<\/p>\n<p>CONWAY, JILL K.; BOURQUE, Susan C. &amp; SCOTT, Joan W. El concepto de g\u00e9nero. M\u00e9xico, UNAM\/PUEG, 2003<\/p>\n<p>CORBIN, Alain; COURTINE, Jean-Jacques &amp; VIGARELLO, Georges. Hist\u00f3ria da Virilidade. Petr\u00f3polis, Vozes, 2013 (volumes 1, 2 e 3)<\/p>\n<p>CRENSHAW, Kimberle. A Interseccionalidade na Discrimina\u00e7\u00e3o de Ra\u00e7a e G\u00eanero . 27 de setembro de 2012 em 2012 &#8211; Rela\u00e7\u00f5es Raciais (1\u00aa edi\u00e7\u00e3o)&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.acaoeducativa.org.br\/fdh\/?p=1533\">http:\/\/www.acaoeducativa.org.br\/fdh\/?p=1533<\/a><\/p>\n<p>FREYRE, Gilberto. Modos de Homem &amp; Modas de Mulher<\/p>\n<p>HARAWAY, Donna. &#8220;G\u00eanero&#8221; para um dicion\u00e1rio marxista: a pol\u00edtica sexual de uma palavra. Cad. Pagu [online]. 2004, n.22, pp. 201-246.<\/p>\n<p>LAURETIS, T. A tecnologia do g\u00eanero. In: HOLLANDA, Heloisa Buarque de (Org.). Tend\u00eancias e impasses: o feminismo como cr\u00edtica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, 1994.<\/p>\n<p>MARQUES, Ana Maria. G\u00eanero e ensino de hist\u00f3ria: estudo sobre livros did\u00e1ticos e pr\u00e1ticas docentes do ensino m\u00e9dio. In: PARENTE, Temis G. E MIRANDA, Cynthia M. (org.) Arquiteturas de g\u00eanero: quest\u00f5es e debates. Palmas: EDUFT, 2015, p. 199-222.<\/p>\n<p>MELO, \u00c9rica. Feminismo: velhos e novos dilemas uma contribui\u00e7\u00e3o de Joan Scott. Cad. Pagu [online]. 2008, n.31, pp. 553-564.<\/p>\n<p>MISKOLCI, Richard. O desejo da na\u00e7\u00e3o: masculinidade e branquitude no Brasil de fins do XIX. S\u00e3o Paulo, Annablume, 2012<\/p>\n<p>PEDRO, Joana Maria. Traduzindo o Debate: o uso da categoria g\u00eanero nos debates feministas. Hist\u00f3ria, vol.24 n.1, Franca, 2005, p. 77-98. Dispon\u00edvel em: &lt;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0101-90742005000100004\">http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0101-90742005000100004<\/a>&gt;<\/p>\n<p>PINSKY, Carla Bassanezi; PEDRO, Joana Maria. Nova hist\u00f3ria das mulheres no Brasil. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2012.<\/p>\n<p>PRIORE, Mary Del &amp; AMANTINO, Marcia. (orgs.) Hist\u00f3ria dos homens no Brasil. S\u00e3o Paulo, Editora UNESP, 2013<\/p>\n<p>SCOTT, Joan. G\u00eanero: uma categoria \u00fatil de an\u00e1lise hist\u00f3rica. Revista Educa\u00e7\u00e3o &amp; Realidade, v.20, n.\u00ba 2, julho\/dezembro de 1995, pp. 71-99 Porto Alegre, UFRGS\/FACED<\/p>\n<p>SCOTT, Joan. Os usos e abusos do g\u00eanero. Projeto Hist\u00f3ria, S\u00e3o Paulo, n. 45, pp. 327-351, Dez. 2012<\/p>\n<p>SILVA, Cristiani Bereta da. O saber hist\u00f3rico escolar sobre as mulheres e rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero nos livros did\u00e1ticos de hist\u00f3ria. Caderno Espa\u00e7o feminino, Vol. 17, 2007. Dispon\u00edvel em:&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.seer.ufu.br\/index.php\/neguem\/article\/view\/440\">http:\/\/www.seer.ufu.br\/index.php\/neguem\/article\/view\/440<\/a><\/p>\n<p>STEARNS, Peter N. Hist\u00f3ria das rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero. S\u00e3o Paulo, Contexto, 2015<\/p>\n<p>STOLKE, Verena. O enigma das interse\u00e7\u00f5es: classe, &#8220;ra\u00e7a&#8221;, sexo, sexualidade: a forma\u00e7\u00e3o dos imp\u00e9rios transatl\u00e2nticos do s\u00e9culo XVI ao XIX. Rev. Estud. Fem. [online]. 2006, vol.14, n.1 [cited&nbsp; 2015-08-02], pp. 15-42 . Available from: &lt;<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-026X2006000100003&amp;lng=en&amp;nrm=iso\">http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-026X2006000100003&amp;lng=en&amp;nrm=iso<\/a>&gt;. ISSN 1805-9584.&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/S0104-026X2006000100003\">http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/S0104-026X2006000100003<\/a>.<\/p>\n<p>TORRAO FILHO, Am\u00edlcar. Uma quest\u00e3o de g\u00eanero: onde o masculino e o feminino se cruzam. Cad. Pagu [online]. 2005, n.24, pp. 127-152.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>17) Mito e ensino de hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4<\/p>\n<p><strong>Carga hor\u00e1ria: 60<\/strong><\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>O mito como instrumento de ensino de hist\u00f3ria, no desenvolvimento da alteridade e na percep\u00e7\u00e3o de simultaneidade temporal. O conhecimento da constru\u00e7\u00e3o mitol\u00f3gica interligada \u00e0 vida material de diferentes sociedades. Produ\u00e7\u00e3o de material did\u00e1tico e interven\u00e7\u00f5es sobre mitologia na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>BACZKO, Bronislaw.A imagina\u00e7\u00e3o social.In: LEACH, Edmundet Alii.Anthropos-Homem. Lisboa,Imprensa Nacional\/Casa da Moeda, 1985, pp. 296 &#8211; 331.<\/p>\n<p>CAMPBELL, Joseph. O poder do mito. S\u00e3o Paulo: Palas Athena,1990<\/p>\n<p>______. As Mascaras de Deus. Mitologia Oriental. S\u00e3o Paulo: Palas Athena, 1994.<\/p>\n<p>______. Mito e transforma\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Agora, 2008.<\/p>\n<p>COHN, Norman. Cosmos, Caos e o Mundo que Vir\u00e1; as origens das cren\u00e7as no Apocalipse. S\u00e3o Paulo: Cia das Letras, 1996.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"567\">DURAND, Gilbert.&nbsp;Mito, S\u00edmbolo e Mitologia.&nbsp;Lisboa: Presen\u00e7a, 1982.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>ELIADE, Mircea. O Mito do Eterno Retorno. Lisboa: Ed. Setenta, 1985.<\/p>\n<p>______. Imagens e S\u00edmbolos. Ensaio sobre o simbolismo m\u00e1gico-religioso. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 1996.<\/p>\n<p>______. O Sagrado e o Profano. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes,1999.<\/p>\n<p>______. Mito e Realidade. S\u00e3o Paulo: Perspectiva,2000.<\/p>\n<p>______. Hist\u00f3ria das Cren\u00e7as e das Ideias Religiosas I. S\u00e3o Paulo: Zahar,2010.<\/p>\n<p>FRANCO JR., Hil\u00e1rio. Mito e Hist\u00f3ria. In: A Eva Barbada. S\u00e3o Paulo: Edusp, 1996, pp. 31-67.<\/p>\n<p>IONS, Veronica. Historia Ilustrada da Mitologia. S\u00e3o Paulo: Manole, 1999.<\/p>\n<p>JUNG, Carl. O homem e seus s\u00edmbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.<\/p>\n<p>LEGROS, Patrick et alli. Sociologia do imagin\u00e1rio. Porto Alegre: Sulina, 2007.<\/p>\n<p>MELETINSKI, Eleazar. M. Os Arqu\u00e9tipos Liter\u00e1rios. S\u00e3o Paulo: Atelier Editorial, 2008.<\/p>\n<p>PASSERINI, Sueli Pecci. O fio de Ariadne. Um caminho para a narra\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias. S\u00e3o Paulo: Antropos\u00f3fica, 2011.<\/p>\n<p>SCARPI, Paolo. Polite\u00edsmos: as religi\u00f5es do mundo antigo. S\u00e3o Paulo: Hedra, 2004.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"567\">SOUSA, Eudoro de.&nbsp;Mitologia 2:&nbsp;Historia e mito.&nbsp;Brasilia: Ed. UnB, 1988. 90p. (Cole\u00e7\u00e3o Biblioteca Classica; 16)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>18) Ensino de hist\u00f3ria: hist\u00f3ria oral e narrativa<\/strong><\/p>\n<p>Cr\u00e9ditos: 4<\/p>\n<p>Carga hor\u00e1ria: 60<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Os debates te\u00f3ricos sobre mem\u00f3ria, experi\u00eancias e narrativas. Perspectivas metodol\u00f3gicas para o uso de mem\u00f3rias, experi\u00eancias e narrativas no ensino de Hist\u00f3ria; A Hist\u00f3ria oral como possibilidade metodol\u00f3gica para o trabalho com mem\u00f3rias e experi\u00eancias no ensino de Hist\u00f3ria na educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ALBERTI, Verena. Ouvir, contar<em>: <\/em>textos de hist\u00f3ria oral. Rio de Janeiro: FGV, 2004.<\/p>\n<p>ANTONACCI, Maria Antonieta. Mem\u00f3rias ancoradas em corpos negros. 2\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: EDUC, 2015.<\/p>\n<p>BENJAMIN, Walter. Experi\u00eancia e Pobreza. In: Magia e T\u00e9cnica, Arte e Pol\u00edtica.&nbsp; 7. Ed, S\u00e3o Paulo, Brasiliense, 1994. (Obras Escolhidas, v. 1).<\/p>\n<p>BENJAMIN, Walter. O narrador. In: Magia e T\u00e9cnica, Arte e Pol\u00edtica. &nbsp;7. Ed, S\u00e3o Paulo, Brasiliense, 1994. (Obras Escolhidas, v. 1).<\/p>\n<p>CANDAU, Joel. Mem\u00f3ria e Identidade. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2011.<\/p>\n<p>FENELON, D\u00e9a Ribeiro et al (org.). Muitas mem\u00f3rias, outras hist\u00f3rias. S\u00e3o Paulo: Olho d\u2019 \u00c1gua, 2004.<\/p>\n<p>FERREIRA, Marieta M. e AMADO, Jana\u00edna. Usos e abusos da Hist\u00f3ria Oral. Rio de Janeiro: Ed.FGV, 2000.<\/p>\n<p>GAGNEBIN, Jeanne Marie. Limiar, aura e rememora\u00e7\u00e3o: Ensaios sobre Walter Benjamin. S\u00e3o Paulo: Eds. 34, 2014.<\/p>\n<p>GAGNEBIN, Jeanne Marie. Hist\u00f3ria e Narra\u00e7\u00e3o em W. Benjamin. Campinas, SP: S\u00e3o Paulo: Perspectiva \/ FAPESP \/ UNICAMP, 1999.<\/p>\n<p>GALZERANI, Maria Carolina Bov\u00e9rio Pr\u00e1ticas de ensino em projeto de educa\u00e7\u00e3o patrimonial: a produ\u00e7\u00e3o de saberes educacionais. IN: Pro -Posi\u00e7\u00f5es v . 24, n . 1 (70) | p . 93-107 | jan .\/ abr . 2013.<\/p>\n<p>KHOURY, Yara. Narrativas orais na investiga\u00e7\u00e3o social. Projeto Hist\u00f3ria (22), S\u00e3o Paulo: PUC-SP, 2001, p.78-103.<\/p>\n<p>MIRANDA, Sonia Regina. SIMAN, Lana Mara Castro (Orgs.). Cidade Mem\u00f3ria e Educa\u00e7\u00e3o. Juiz de Fora: UFJF, 2013.<\/p>\n<p>PAIM, Elison Antonio. Mem\u00f3rias e Experi\u00eancias do Fazer-se Professor(a). Jundia\u00ed: Paco Editorial, 2012.<\/p>\n<p>PAIM, Elison Antonio; GUIMAR\u00c3ES, Maria de F\u00e1tima (Orgs.). Hist\u00f3ria, mem\u00f3ria e patrim\u00f4nio: possibilidades educativas. Jundia\u00ed: Paco Editorial, 2012.<\/p>\n<p>THOMPSON, Edward Palmer. A mis\u00e9ria da teoria. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1981.<\/p>\n<p><strong>19) Avalia\u00e7\u00e3o no ensino de hist\u00f3ria: para que, o que e como avaliar?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4<\/p>\n<p><strong>Carga hor\u00e1ria: 60<\/strong><\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Educa\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o. Avalia\u00e7\u00e3o no Ensino de Hist\u00f3ria. Os fundamentos da avalia\u00e7\u00e3o: autonomia, cidadania, legisla\u00e7\u00e3o e curr\u00edculo. Tipos de avalia\u00e7\u00e3o. Planejamento e Avalia\u00e7\u00e3o. Conte\u00fados, Habilidades e Compet\u00eancias. Os instrumentos e as medidas de avalia\u00e7\u00e3o. A avalia\u00e7\u00e3o na Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica. As avalia\u00e7\u00f5es em larga escala. A avalia\u00e7\u00e3o na sala de aula.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ANDRADE, Josenberg. Moura; <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/3841027733904405\">LAROS, Jacob Arie<\/a>; <u><a href=\"\/lattes.cnpq.br\/6960379064948678%22Veloso\">GOUVEIA,&nbsp; HYPERLINK<\/a><\/u><\/p>\n<p><a href=\"\/lattes.cnpq.br\/6960379064948678%22Veloso\">&#8220;http:\/\/lattes.cnpq.br\/6960379064948678&#8243;Valdiney HYPERLINK<\/a><\/p>\n<p><a href=\"\/lattes.cnpq.br\/6960379064948678%22Veloso\">&#8220;http:\/\/lattes.cnpq.br\/6960379064948678&#8221;&nbsp; HYPERLINK<\/a><\/p>\n<p><a href=\"\/lattes.cnpq.br\/6960379064948678%22Veloso\">&#8220;http:\/\/lattes.cnpq.br\/6960379064948678&#8243;Veloso<\/a> . O uso da Teoria de Resposta<\/p>\n<p>ao Item em avalia\u00e7\u00f5es educacionais de larga escala: Diretrizes para<\/p>\n<p>pesquisadores. Avalia\u00e7\u00e3o Psicol\u00f3gica (Impresso), v. 9, p. 421-435, 2010.<\/p>\n<p>ARAUJO, Eul\u00e1lia. A. C.; ANDRADE, Dalton. F.;<u><a href=\"\/lattes.cnpq.br\/2547403563036811%22Vincenzi\">BORTOLOTTI, Silvana<\/a><\/u><\/p>\n<p><a href=\"\/lattes.cnpq.br\/2547403563036811%22Vincenzi\">LigiaHYPERLINK &#8220;http:\/\/lattes.cnpq.br\/2547403563036811&#8243;Vincenzi<\/a> . Teoria da<\/p>\n<p>Resposta ao Item. Revista da Escola de Enfermagem da USP (Impresso), v. 43,<\/p>\n<ol start=\"2009\">\n<li>1000-1008, 2009.<\/li>\n<\/ol>\n<p>BONOTTO, Gabriele; FELICETTI, Vera Lucia. Habilidades e compet\u00eancias na<\/p>\n<p>pr\u00e1tica docente: perspectivas a partir de situa\u00e7\u00f5es-problema. Educa\u00e7\u00e3o por<\/p>\n<p>Escrito. v. 5, n. 1, 2014.<\/p>\n<p><u><a href=\"http:\/\/revistaseletronicas.pucrs.br\/ojs\/index.php\/porescrito\/article\/view\/14919\/1%0d497\">http:\/\/revistaseletronicas.pucrs.br\/ojs\/index.php\/porescrito\/article\/view\/14919\/1<\/a><\/u><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/revistaseletronicas.pucrs.br\/ojs\/index.php\/porescrito\/article\/view\/14919\/1%0d497\">497<\/a><\/p>\n<p>BUENO, Sin\u00e9sio Ferraz. As ilus\u00f5es da avalia\u00e7\u00e3o: quando o professor de Hist\u00f3ria<\/p>\n<p>estimula a pregui\u00e7a de pensar. In: BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes,<\/p>\n<p>IOKOI, Zilda M\u00e1rcia Gricoli. <em>Educa\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina<\/em>. Rio de Janeiro; S\u00e3o<\/p>\n<p>Paulo: Express\u00e3o e Cultura; EDUSP, 1996, pp. 295-305.<\/p>\n<p>CHUEIRI, Mary Stella Ferreira. Concep\u00e7\u00f5es sobre Avalia\u00e7\u00e3o Escolar. Estudos<\/p>\n<p>em avalia\u00e7\u00e3o educacional. V 19. N. 39, jan.abr, 2008, pp. 49-64.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.fcc.org.br\/pesquisa\/publicacoes\/eae\/arquivos\/1418\/1418.pdf\">www.fcc.org.br\/pesquisa\/publicacoes\/eae\/arquivos\/1418\/1418.pdf<\/a><\/p>\n<p>DAVIES, N. Para al\u00e9m dos conte\u00fados no ensino de hist\u00f3ria. Niter\u00f3i \/ RJ \u2013<\/p>\n<p>EDUFF, 2000<\/p>\n<p>HAIDT, Regina C\u00e9lia Cazaux. <a href=\"http:\/\/moodle.stoa.usp.br\/file.php\/1222\/A_Formulacao_de_objetivos_educacionais.pdf\">A formula\u00e7\u00e3o de Objetivos Educacionais<\/a>. In: Curso<\/p>\n<p>de Did\u00e1tica Geral. 7 ed. S\u00e3o Paulo: \u00c1tica, 2001. p.112-125.<\/p>\n<p>HOFFMANN, J. Avalia\u00e7\u00e3o: mito e desafio \u2013 uma perspectiva construtivista. 32.<\/p>\n<ol start=\"2003\">\n<li>Porto Alegre: Media\u00e7\u00e3o, 2003.<\/li>\n<\/ol>\n<p>GARCIA, Lenise Aparecida Martins Garcia. Compet\u00eancias e Habilidades: voc\u00ea<\/p>\n<p>sabe lidar com isso? Educa\u00e7\u00e3o e Ci\u00eancia On-line, Bras\u00edlia: Universidade de<\/p>\n<p>Bras\u00edlia.<\/p>\n<p><u><a href=\"http:\/\/www.educacao.es.gov.br\/download\/roteiro1_competenciasehabilidades.%0ddf\">http:\/\/www.educacao.es.gov.br\/download\/roteiro1_competenciasehabilidades.<\/a><\/u><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.educacao.es.gov.br\/download\/roteiro1_competenciasehabilidades.%0ddf\">df<\/a><\/p>\n<p>LIMA, Aline Cristina da Silva; AZEVEDO, Crislane Barbosa de. A<\/p>\n<p>interdisciplinaridade no Brasil e o ensino de hist\u00f3ria: um di\u00e1logo poss\u00edvel. Revista<\/p>\n<p>Educa\u00e7\u00e3o e Linguagens, Campo Mour\u00e3o, v. 2, n. 3, jul.\/dez. 2013, p. 128-150.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.fecilcam.br\/educacaoelinguagens\/documentos\/v2n3\/128-150.pdf\">http:\/\/www.fecilcam.br\/educacaoelinguagens\/documentos\/v2n3\/128-150.pdf<\/a><\/p>\n<p>LUCKESI, C.C. Avalia\u00e7\u00e3o da aprendizagem escolar: estudos e proposi\u00e7\u00f5es. 7.<\/p>\n<ol start=\"1998\">\n<li>S\u00e3o Paulo: Cortez, 1998.<\/li>\n<\/ol>\n<p>LUCKESI, Cipriano Carlos. O que \u00e9 mesmo o ato de avaliar a aprendizagem?<\/p>\n<p>Revista P\u00e1tio, ano 3, n\u00ba 12, p\u00e1g. 6-11, fevereiro\/abril 2000.<\/p>\n<p>MACHADO, Nilson Jos\u00e9. Interdisciplinaridade e contextua\u00e7\u00e3o. In: Instituto<\/p>\n<p>Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An\u00edsio Teixeira. ENEM:<\/p>\n<p>fundamenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rico-metodol\u00f3gica. Bras\u00edlia, 2005. p. 41-53.<\/p>\n<p>MAGALH\u00c3ES, Marcelo de S. Hist\u00f3ria e cidadania: por que ensinar hist\u00f3ria hoje?.<\/p>\n<p>In: Martha Abreu; Rachel Soihet. (Org.). Ensino de Hist\u00f3ria: conceitos, tem\u00e1ticas<\/p>\n<p>e metodologia. 1\u00aaed.Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003, v. 1, p. 168-184.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/cgi-bin\/wxis.exe\/iah\/?IsisScript=iah\/iah.xis&amp;base=article%5Edlibrary&amp;format=iso.pft&amp;lang=p&amp;nextAction=lnk&amp;indexSearch=AU&amp;exprSearch=MAGALHAES,+MARCELO+DE+SOUZA\">MAGALHAES, Marcelo de Souza<\/a>. Apontamentos para pensar o ensino de<\/p>\n<p>Hist\u00f3ria hoje: reformas curriculares, Ensino M\u00e9dio e forma\u00e7\u00e3o do professor.<\/p>\n<p>Tempo [online]. 2006, vol.11, n.21, pp. 49-64.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/tem\/v11n21\/v11n21a05.pdf\">http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/tem\/v11n21\/v11n21a05.pdf<\/a><\/p>\n<p>NODA, Marisa. <a href=\"http:\/\/www.uel.br\/revistas\/uel\/index.php\/histensino\/article\/download\/11843\/10416\">Avalia\u00e7\u00e3o e novas perspectivas de aprendizagem em Hist\u00f3ria<\/a>.<\/p>\n<p>Hist\u00f3ria e Ensino de Hist\u00f3ria. Londrina, v. 11, jul. 2005, pp.143-152.<\/p>\n<p>PASQUALI, Luiz. Psicometria. Rev. esc. enferm. USP vol.43 n.spe. S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Dez. 2009.<\/p>\n<p>PASQUALI, Luiz. Fundamentos da Teoria de Resposta ao Item. <a href=\"http:\/\/pepsic.bvsalud.org\/scielo.php?script=sci_serial&amp;pid=1677-0471&amp;lng=pt&amp;nrm=iso\">Avalia\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n<p><u><a href=\"http:\/\/pepsic.bvsalud.org\/scielo.php?script=sci_serial&amp;pid=1677-0471&amp;lng=pt&amp;nrm=iso\">Psicol\u00f3gica<\/a><\/u>. v.2, n.2. Porto Alegre dez. 2003, p. 99-110.<\/p>\n<p>PERRENOUD, P. Avalia\u00e7\u00e3o: da excel\u00eancia \u00e0 regula\u00e7\u00e3o das aprendizagens,<\/p>\n<p>entre duas l\u00f3gicas. Porto Alegre: ArtMed, 1999.<\/p>\n<p>REIS, Jos\u00e9 Roberto Franco. Cultura de Direitos e Estado: os caminhos (in)certos<\/p>\n<p>da cidadania no Brasil. In: Morosini, M\u00e1rcia Val\u00e9ria G. C. Reis, Jos\u00e9 Roberto<\/p>\n<p>Franco (Org.). Sociedade, Estado e Direito \u00e0 sa\u00fade. Rio de janeiro: EPSJV<\/p>\n<p>Fiocruz, 2007, p. 15-62.<\/p>\n<p>RICARDO, Elio Carlos . Discuss\u00e3o acerca do ensino por compet\u00eancias:<\/p>\n<p>problemas e alternativas. Cadernos de Pesquisa (Funda\u00e7\u00e3o Carlos Chagas.<\/p>\n<p>Impresso), v. 40, p. 605-628, 2010.<\/p>\n<p>SCHMIDT, Maria Auxiliadora; CAINELLI, Marlene. Ensinar Hist\u00f3ria. S\u00e3o Paulo:<\/p>\n<p>Scipione, 2004.<\/p>\n<p>THIESEN, Juares da Silva. A interdisciplinaridade como um movimento<\/p>\n<p>articulador no processo ensino-aprendizagem. Revista Brasileira de Educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<ol start=\"19\">\n<li>13 n. 19. Set\/dez, 2008, pp. 545-554.<\/li>\n<\/ol>\n<p><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/rbedu\/v13n39\/10.pdf\">http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/rbedu\/v13n39\/10.pdf<\/a><\/p>\n<p>TURINI, Leide Divina Alvarenga. Avalia\u00e7\u00e3o no Ensino de Hist\u00f3ria. Ensino em Re<\/p>\n<p>Vista. 5(1): 69-82. Jul. 96\/ Jun 97, pp. 69-187.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><b><strong>&nbsp;<\/strong><\/b><\/p>\n<p><strong>&nbsp;20)&nbsp;<\/strong><strong>Hist\u00f3ria e educa\u00e7\u00e3o em direitos humanos<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4<\/p>\n<p><strong>Carga hor\u00e1ria: 60<\/strong><\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Dever de mem\u00f3ria e ensino de Hist\u00f3ria. Hist\u00f3ria, historiografia e mem\u00f3ria da ditadura militar, por meio do estudo de fontes prim\u00e1rias e secund\u00e1rias. Legisla\u00e7\u00f5es educacionais e curr\u00edculos sobre ditaduras militares e mem\u00f3rias traum\u00e1ticas no Brasil e na Am\u00e9rica Latina. Avalia\u00e7\u00e3o de recursos did\u00e1ticos e paradid\u00e1ticos no que diz respeito \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o em Direitos Humanos. Possibilidades de trabalhos que sensibilizem estudantes na defesa e na promo\u00e7\u00e3o de direitos.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><br \/>\nBRASIL. COMISS\u00c3O NACIONAL DA VERDADE. Relat\u00f3rio. Bras\u00edlia: CNV, 2014. 976 p. Dispon\u00edvel em http:\/\/cnv.gov.br\/.<br \/>\nBRASIL. MINIST\u00c9RIO DA EDUCA\u00c7\u00c3O. CONSELHO NACIONAL DE EDUCA\u00c7\u00c3O. Resolu\u00e7\u00e3o N\u00ba 1, de 30 de maio de 2012. Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educa\u00e7\u00e3o em Direitos Humanos. Dispon\u00edvel em http:\/\/portal.mec.gov.br\/index.php?option=com_docman&amp;view=download&amp;alias=10389-pcp008-12-pdf&amp;category_slug=marco-2012-pdf&amp;Itemid=30192.<br \/>\nBRASIL. MINIST\u00c9RIO DA EDUCA\u00c7\u00c3O. CONSELHO NACIONAL DE EDUCA\u00c7\u00c3O. Diretrizes Nacionais para a Educa\u00e7\u00e3o em Direitos Humanos. Parecer CNE\/CP n. 8\/2012. Aprovado em 6\/3\/2012. Dispon\u00edvel em http:\/\/portal.mec.gov.br\/index.php?option=com_docman&amp;view=download&amp;alias=10389-pcp008-12-pdf&amp;category_slug=marco-2012-pdf&amp;Itemid=30192.<br \/>\nBRASIL. TV SENADO. Em Busca da Verdade. Document\u00e1rio sobre investiga\u00e7\u00f5es da Comiss\u00e3o Nacional e das Comiss\u00f5es Estaduais da Verdade sobre as graves viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos ocorridas na ditadura de 1964. 2015. Dispon\u00edvel em http:\/\/www.senado.leg.br\/noticias\/TV\/Video.asp?v=409607.<br \/>\nCERRI, Luis Fernando.&nbsp; \u201cEnsino de hist\u00f3ria e na\u00e7\u00e3o na propaganda do milagre econ\u00f4mico\u201d Brasil: 1969-1973. Disserta\u00e7\u00e3o. Unicamp: Campinas, 2000. DECLARA\u00c7\u00c3O Universal dos Direitos Humanos (1948). Dispon\u00edvel em http:\/\/www.dudh.org.br\/declaracao\/.<br \/>\nFICO,&nbsp; Carlos. Vers\u00f5es e controv\u00e9rsias sobre 1964 e a ditadura militar Rev. Bras. 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Metodologias para apreens\u00e3o e para apresenta\u00e7\u00e3o do local no ensino.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ALBUQUERQUE, Durval Muniz. <em>A inven\u00e7\u00e3o do Nordeste e outras artes<\/em>. Recife: FIN; Ed. Massangana, S\u00e3o Paulo: Cortez, 1999.<\/p>\n<p>BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. <strong><em>Ensino de Hist\u00f3ria<\/em><\/strong><strong>: <\/strong>Fundamentos e M\u00e9todos. Editora Cortez: S\u00e3o Paulo, 2009.<\/p>\n<p>BOUDIN, Alain. <em>A quest\u00e3o local<\/em>. Rio de Janeiro: DP&amp;A, 2001.<\/p>\n<p>BURITY, Joanildo A. (Org). <em>Cultura e identidade<\/em>. Perspectivas interdisciplinares. Rio de Janeiro: DP&amp;A, 2002. P. 105-124.<\/p>\n<p>CORREA, Roberto Lobato. <em>Regi\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o espacial<\/em>. S\u00e3o Paulo: \u00c1tica, 1990.<\/p>\n<p>DEWEY, John. <em>Experi\u00eancia e Educa\u00e7\u00e3o<\/em>.&nbsp; S\u00e3o Paulo: Companhia Editora Nacional, 1974.<\/p>\n<p>DUTRA, Eliana R. Freitas. A historiografia mineira. Tend\u00eancias e contrastes. In: <em>LPH. Revista de Hist\u00f3ria.<\/em> Mariana: UFOP, n\u00ba 6. 1996. P. 7-15<\/p>\n<p>FALCON, Francisco. O Rio de Janeiro como objeto historiogr\u00e1fico. In: <em>Revista Brasileira de Hist\u00f3ria.<\/em> S\u00e3o Paulo, 1995, n\u00ba 30, vol.,15.<\/p>\n<p>GOUBERT, Pierre. Hist\u00f3ria Local. <strong><em>Revista Arrabaldes<\/em><\/strong> \u2013 Por Uma Hist\u00f3ria Democr\u00e1tica. Rio de Janeiro. &nbsp;n. 1, maio\/ago, 1988.<\/p>\n<p>HAESBAERT, Rog\u00e9rio. <em>Global-Regional<\/em>. Dilemas da regi\u00e3o e da regionaliza\u00e7\u00e3o na geografia contempor\u00e2nea, S\u00e3o Paulo: Bertrand, 2014.<\/p>\n<p>PESAVENTO, Sandra Jatahy (Org.). <em>Hist\u00f3ria Cultural. Experi\u00eancias de pesquisa<\/em>. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2003.<\/p>\n<p>REVEL, Jacques. <em>Jogos de escalas<\/em>. A experi\u00eancia da microan\u00e1lise. Rio de Janeiro, Ed. FGV, 1998.<\/p>\n<p>REZNIK, Lu\u00eds; FERNANDES, Rui; GON\u00c7ALVES, M\u00e1rcia de Almeida; ROCHA, Helenice; MAGALH\u00c3ES, Marcelo. <em>Hist\u00f3ria e patrim\u00f4nio.<\/em> Rio de Janeiro: Mauad,&nbsp; 2016-2014. 7 vols. (Cole\u00e7\u00e3o Caixa de Hist\u00f3ria).<\/p>\n<p>RONCAYOLO, Marcel. Regi\u00e3o. In: <em>Enciclop\u00e9dia Einaudi<\/em>. Vol. 8. Lisboa: Imprensa Nacional\/Casa da Moeda, 1986. P. 161-189.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>22) Usos do biogr\u00e1fico no ensino e na aprendizagem de hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4<\/p>\n<p><strong>Carga hor\u00e1ria: 60<\/strong><\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Biografia e hist\u00f3ria: implica\u00e7\u00f5es epistemol\u00f3gicas em tempos de guinada subjetiva. Narrativas vivenciais: historicidade e modalidades (biografias, autobiografias, mem\u00f3rias, entrevistas). Narrativas vivenciais e a problematiza\u00e7\u00e3o de subjetividades, espacialidades e de temporalidades. Saberes docentes e potenciais investigativos das abordagens biogr\u00e1ficas. A biografia como forma de conhecer e sensibilizar: dimens\u00f5es e possibilidades did\u00e1ticas e pedag\u00f3gicas das narrativas vivenciais.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ARFUCH, Leonor. O espa\u00e7o biogr\u00e1fico. Dilemas da subjetividade contempor\u00e2nea. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2010.<\/p>\n<p>_______________. Memoria y autobiografia. Exploraciones em los limites. Buenos Aires: Fondo de Cultura Economica, 2013.<\/p>\n<p>BOURDIEU, Pierre. \u201cA ilus\u00e3o biogr\u00e1fica\u201d. In FERREIRA, Marieta de Moraes e AMADO, Jana\u00edna (org.). Usos e abusos da hist\u00f3ria oral. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 1996, pp. 183-192.<\/p>\n<p>CATROGA, Fernando. Mem\u00f3ria, hist\u00f3ria, historiografia. Coimbra: Quarteto, 2001.<\/p>\n<p>DOSSE, Fran\u00e7ois. O Desafio Biogr\u00e1fico. Escrever uma vida. S\u00e3o Paulo: EDUSP, 2009.<\/p>\n<p>ELIAS, Norbert. A sociedade dos indiv\u00edduos. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1994.<\/p>\n<p>FOUCAULT, Michel. O que \u00e9 um autor? Lisboa: Veja, 1992.<\/p>\n<p>GINZBURG, Carlo. \u201cProvas e possibilidades \u00e0 margem de \u2018Il ritorno de Martin Guerre\u2019 de Natalie Zemon Davis\u201d. In A Micro-hist\u00f3ria e outros ensaios. Lisboa: DIFEL, 1989, pp. 179-202.<\/p>\n<p>GON\u00c7ALVES, M\u00e1rcia de Almeida. Em terreno movedi\u00e7o. Biografia e hist\u00f3ria na obra de Oct\u00e1vio Tarqu\u00ednio de Sousa. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2009.<\/p>\n<p>LEVI, Giovanni. \u201cUsos da biografia\u201d. In AMADO, Jana\u00edna e FERREIRA, Marieta de Moraes (org.). Usos e abusos da hist\u00f3ria oral. Op. cit., pp. 167-182.<\/p>\n<p>LEVILLAIN, Philippe. \u201cOs protagonistas: da biografia\u201d. In Ren\u00e9 R\u00e9mond (org.). Por uma hist\u00f3ria pol\u00edtica. Rio de Janeiro: Editora UFRJ; Editora FGV, 1996, p. 141-184.<\/p>\n<p>LORIGA, Sabina. \u201cA biografia como problema\u201d. In Jacques Revel (org.). Jogos de escalas. A experi\u00eancia da microan\u00e1lise. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 1998, pp. 225-250.<\/p>\n<p>______________. O pequeno X. Da biografia \u00e0 hist\u00f3ria. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2011.<\/p>\n<p>OLIVEIRA, Maria da Gl\u00f3ria. Narrar vidas, contar a hist\u00f3ria. A biografia como problema historiogr\u00e1fico no Brasil oitocentista. Rio de Janeiro: FGV, 2011.<\/p>\n<p>REVEL, Jacques. \u201cA biografia com problema historiogr\u00e1fico\u201d. In Hist\u00f3ria e historiografia. Exerc\u00edcios cr\u00edticos. Curitiba: Ed. Da UFPR, 2010, p. 235-248.<\/p>\n<p>RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 2010. Volume 3, O Tempo narrado.<\/p>\n<p>SARLO, Beatriz. Tempo passado. Cultura da mem\u00f3ria e guinada subjetiva. S\u00e3o Paulo: Cia das Letras; Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2007.<\/p>\n<p>SCHMIDT, Benito e GOMES, \u00c2ngela C. Mem\u00f3rias e narrativas (auto)biogr\u00e1ficas. Rio de Janeiro: FGV, 2010.<\/p>\n<p>VELHO, Gilberto. Subjetividade e sociedade. Uma experi\u00eancia de gera\u00e7\u00e3o. 3a Ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2002.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>23) A aprendizagem em hist\u00f3ria e a forma\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4<\/p>\n<p><strong>Carga hor\u00e1ria: 60<\/strong><\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Bases da no\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, na rela\u00e7\u00e3o com a identidade e mem\u00f3ria. Teorias do ensino-aprendizagem e a Did\u00e1tica da Hist\u00f3ria. Ensinar e aprender Hist\u00f3ria: saberes, compet\u00eancias e habilidades. Saber hist\u00f3rico e saber hist\u00f3rico escolar. Representa\u00e7\u00f5es sociais, mem\u00f3ria, conhecimentos pr\u00e9vios e consci\u00eancia hist\u00f3rica. O aprendizado dos conceitos de tempo, espa\u00e7o e cultura.&nbsp; A forma\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria da crian\u00e7a e do jovem: aspectos \u00e9ticos e pol\u00edticos. Aprendizagem significativa em diferentes perspectivas.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ABREU, Martha e SOIHET, Rachel (org.). Ensino de hist\u00f3ria: conceitos, tem\u00e1ticas e metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003.<br \/>\nAISENBERG, Beatriz e ALDEROQUI, Silvia (orgs) Did\u00e1ctica de las ciencias sociales: aportes y reflexiones. Buenos Aires, Paid\u00f3s, 2009.<br \/>\nBARCA, Isabel. O pensamento Hist\u00f3rico dos jovens. Braga, Universidade do Minho, 2000.&nbsp;<br \/>\nBAKHTIN, M. Est\u00e9tica da cria\u00e7\u00e3o verbal. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 1992.<br \/>\n________. Est\u00e9tica de la creaci\u00f3n verbal. 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Niter\u00f3i: EDUFF, 2000, pp. 27-43.<br \/>\nPEREIRA, Maria do C\u00e9u Melo. O conhecimento t\u00e1cito hist\u00f3rico dos adolescentes. Braga, Universidade do Minho.<br \/>\nPIAGET, Jean. A constru\u00e7\u00e3o do real na crian\u00e7a. 3 ed. S\u00e3o Paulo: \u00c1tica, 1996.<br \/>\n__________. A no\u00e7\u00e3o de tempo na crian\u00e7a. Rio de Janeiro: Record, 1946.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b><strong>&nbsp;<\/strong><\/b><\/p>\n<p><strong>24) <\/strong><strong>Ensino de hist\u00f3ria e educa\u00e7\u00e3o para as rela\u00e7\u00f5es \u00e9tnico-raciais<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 4<\/p>\n<p><strong>Carga hor\u00e1ria: 60<\/strong><\/p>\n<p><strong>Disciplina obrigat\u00f3ria:<\/strong> N\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Ementa:<\/strong><\/p>\n<p>Conceito de etnia. A ideia de ra\u00e7a no mundo Atl\u00e2ntico (a partir do s\u00e9culo XVI) e as principais teorias raciais do s\u00e9culo XIX. Racismo, colonialismo e seus impactos na Educa\u00e7\u00e3o e no ensino de Hist\u00f3ria. As lutas anticolonialistas e antirracistas na Educa\u00e7\u00e3o: principais perspectivas te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas. Movimentos negros e movimentos ind\u00edgenas no Brasil. Conceitos de diferen\u00e7a, diversidade e desigualdade. Conceitos de colonialidade e interculturalidade. A Lei no. 11.645\/08 e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educa\u00e7\u00e3o das Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-Raciais. An\u00e1lise de experi\u00eancias curriculares e de forma\u00e7\u00e3o de professores a partir da implementa\u00e7\u00e3o da referida lei nos sistemas de ensino.<br \/>\n<strong>Bibliografia:<br \/>\n<\/strong>ABREU, Martha e MATTOS, Hebe. Em torno das Diretrizes Curriculares para a Educa\u00e7\u00e3o das Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-raciais e para o Ensino de Hist\u00f3ria e Cultura Afro-Brasileira e Africana: uma conversa com historiadores. Estudos Hist\u00f3ricos. Rio de Janeiro, 21(41), jan.\/jun., 2008.<br \/>\nBHABHA, Homi. O local da cultura. \u00acBelo Horizonte: Editora da UFMG, 2003.<br \/>\nDAYRELL, Juarez. M\u00faltiplos olhares sobre educa\u00e7\u00e3o e cultura. Belo Horizonte: UFMG, 1996.<br \/>\nEduca\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena. Revista da FAEEBA: Educa\u00e7\u00e3o e contemporaneidade \/ Universidade do Estado da Bahia, n\u00b0 33, 2010.<br \/>\nFANON, Frantz. Pele negra, m\u00e1scaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008.<br \/>\nFREIRE, Jos\u00e9 Ribamar Bessa. &#8220;A representa\u00e7\u00e3o da escola em um mito ind\u00edgena&#8221;. Teias. UERJ, Rio de Janeiro, Ano 2, n\u00ba 3 &#8211; Jan\/Jun, 2001.<br \/>\nFREIRE, Paulo. Cartas a Guin\u00e9-Bissau. Registros de uma experi\u00eancia em progresso. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.<br \/>\nHALL, Stuart. Da Di\u00e1spora: identidades e media\u00e7\u00f5es culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003.<br \/>\nHASENBALG, Carlos. \u201cDesigualdades Raciais no Brasil\u201d. In HASENBALG, Carlos &amp; SILVA, Nelson do Valle. Estrutura social, mobilidade e ra\u00e7a. S\u00e3o Paulo: V\u00e9rtice, 1988.<br \/>\nMUNANGA, Kabengele (org.). Superando o racismo na escola. Bras\u00edlia: MEC\/Secad, 2008.<br \/>\nPAIX\u00c3O, Marcelo. 500 anos de solid\u00e3o: estudos sobre desigualdades raciais no Brasil. Curitiba: Appris, 2013.<br \/>\nPEREIRA, Amilcar Araujo. O mundo negro: rela\u00e7\u00f5es raciais e a constitui\u00e7\u00e3o do movimento negro no Brasil. Rio de Janeiro: Pallas\/FAPERJ, 2013.<br \/>\nPEREIRA, Amilcar Araujo. (Org.). Educa\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es \u00e9tnico-raciais no Brasil: trabalhando com hist\u00f3rias e culturas africanas e afro-brasileiras nas salas de aula. 1ed.Bras\u00edlia: Funda\u00e7\u00e3o Vale\/UNESCO, 2014.&nbsp;<br \/>\nPEREIRA, Amilcar A. &amp; VITTORIA, Paolo. A luta pela descoloniza\u00e7\u00e3o e as experi\u00eancias de alfabetiza\u00e7\u00e3o na Guin\u00e9-Bissau: Amilcar Cabral e Paulo Freire. In Estudos Hist\u00f3ricos, n. 50, 2012.<br \/>\nPEREIRA, Amilcar A. &amp; MONTEIRO, Ana Maria (Orgs.) Ensino de Hist\u00f3ria e culturas afro-brasileiras e ind\u00edgenas. Rio de Janeiro: Pallas, 2013.<br \/>\nPOLIAKOV, L\u00e9on. O mito ariano: ensaio sobre as fontes do racismo e dos nacionalismos. S\u00e3o Paulo: EDUSP, 1974.<br \/>\nSANTOS, Boaventura de Sousa &amp; MENESES, Maria Paula (Orgs.) Epistemologias do Sul. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2010.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>25) Ensino de hist\u00f3ria e pensamento decolonial<\/strong><\/p>\n<p>Cr\u00e9ditos: 4<\/p>\n<p>Carga Hor\u00e1ria: 60<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ementa: <\/strong><\/p>\n<p>O pensamento decolonial e os desafios de compreender a hist\u00f3ria a partir de diferentes perspectivas al\u00e9m da abordagem euroc\u00eantrica. Cultura(s), identidade(s) e diferen\u00e7a(s) na escola. Quest\u00f5es e tens\u00f5es no cotidiano escolar: g\u00eanero, ra\u00e7a, orienta\u00e7\u00f5es sexual e religiosa. Teorias do multiculturalismo cr\u00edtico e da interculturalidade cr\u00edtica. Educa\u00e7\u00e3o intercultural cr\u00edtica: conceito e pressupostos. A descoloniza\u00e7\u00e3o do conhecimento hist\u00f3rico e do seu ensino. A colonialidade do poder e seus desdobramentos como a colonialidade do saber, do ser e da natureza e sua contrapartida decolonial. Perspectiva intercultural cr\u00edtica e pedagogias decoloniais no ensino de Hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>ARAUJO, Cinthia M. Por outras hist\u00f3rias poss\u00edveis: construindo uma alternativa \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o moderna. In: Ana Maria Monteiro; Carmen Teresa Gabriel, Cinthia Monteiro de Araujo, Warley da Costa. (Org.). Pesquisa em Ensino de Hist\u00f3ria. Entre desafios epistemol\u00f3gicos e apostas pol\u00edticas. 1ed. Rio de Janeiro: Mauad X, 2014, v. , p. 227-242.<\/p>\n<p>BARBOSA, J\u00falia Monnerat (org.). Dossi\u00ea Ensino de Hist\u00f3ria e Decolonialidade: apontamentos sobre ra\u00e7a e g\u00eanero. Fonteiras &amp; Debates, Vol.4, n.1, 2017.<\/p>\n<p>BERNARDINO-COSTA, Joaze; MALDONADO-TORRES, Nelson; GROSFOGUEL, Ramon (orgs.). Decolonialidade e pensamento afrodiasp\u00f3rico. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2018.<\/p>\n<p>CANDAU, Vera Maria. Educa\u00e7\u00e3o Intercultural na Am\u00e9rica Latina: entre concep\u00e7\u00f5es, tens\u00f5es e propostas. Rio de Janeiro: Ed. 7 Letras, 2009.<\/p>\n<p>CANDAU, Vera Maria &amp; RUSSO, Kelly. Interculturalidade e Educa\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina: uma constru\u00e7\u00e3o plural, original e complexa. Rev. Di\u00e1logo Educacional, Curitiba, v. 10, n. 29, p. 151-169, jan.\/abr., 2010.<\/p>\n<p>CANDAU, Vera Maria (org.). Interculturalizar, descolonizar, democratizar: uma educa\u00e7\u00e3o \u201coutra\u201d? Rio de Janeiro: 7 Letras, 2016.<\/p>\n<p>CANDAU, Vera Maria. Diferen\u00e7as Culturais e Educa\u00e7\u00e3o: construindo caminhos. Riode Janeiro: Ed. 7 Letras, 2011<\/p>\n<p>CASTRO-G\u00d3MEZ, Santiago y GROSFOGUEL, Ram\u00f3n El giro decolonial: reflexiones para una diversidad epist\u00e9mica m\u00e1s all\u00e1 del capitalismo global \/ compiladores.&nbsp; Bogot\u00e1: Siglo del Hombre Editores; Universidad Central, Instituto de Estudios Sociales Contempor\u00e1neos y Pontificia Universidad Javeriana, Instituto Pensar, 2007.<\/p>\n<p>DUSSEL, Enrique. Pedagogia da&nbsp; Autonomia. Saberes necess\u00e1rios \u00e0 pr\u00e1tica educativa. S\u00e3o Paulo: Paz e Terra, 1996.<\/p>\n<p>DUSSEL, Enrique. Meditaciones anti-cartesianas: sobre el origen del anti-discurso filos\u00f3fico de la Modernidad. Tabula Rasa. Bogot\u00e1 &#8211; Colombia, No.9: 153-197, julio-diciembre 2008.<\/p>\n<p>FERREIRA, K. M. A educa\u00e7\u00e3o escolar ind\u00edgena: um diagn\u00f3stico cr\u00edtico da situa\u00e7\u00e3o no Brasil. In: LOPES DA SILVA, A.; FERREIRA, M. (Org.). Antropologia, hist\u00f3ria e educa\u00e7\u00e3o: a quest\u00e3o ind\u00edgena e a escola. S\u00e3o Paulo: Global, 2001.<\/p>\n<p>FANON, Frantz. Peles negras, m\u00e1scaras brancas. Rio de Janeiro: Fator, 1983.<\/p>\n<p>HALL, Stuart. Identidades culturais na p\u00f3s-modernidade. Rio de Janeiro: DP&amp;A, 1997.<\/p>\n<p>MEINERZ, Carla Beatriz. Ensino de Hist\u00f3ria, Di\u00e1logo Intercultural e Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-Raciais. Educa\u00e7\u00e3o &amp; Realidade, Porto Alegre, v. 42, n. 1, p. 59-77, jan.\/mar. 2017.<\/p>\n<p>MIGNOLO, W. La opci\u00f3n decolonial: desprendimiento y apertura. Un manifiesto y un caso. Tabula Rasa. Bogot\u00e1 &#8211; Colombia, No.8: 243-281, enero-junio 2008.<\/p>\n<p>MIRANDA, C.; RIASCOS, F. M. Q.; OLIVEIRA, J. M. Pedagogias decoloniais e interculturalidade: desafios para uma agenda educacional antirracista. Revista Educa\u00e7\u00e3o em foco, v. 21, p. 65-85, 2016.<\/p>\n<p>PAIM, E. A.; ARA\u00daJO, H.M.M. Mem\u00f3rias Outras, Patrim\u00f4nios Outros e Decolonialidades: Contribui\u00e7\u00f5es Te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas para o Estudo de Hist\u00f3ria da \u00c1frica e dos Afrodescendentes e de Hist\u00f3ria dos Ind\u00edgenas no Brasil. Education policy analysis archives, [S.l.], v. 26, p. 92, july 2018. ISSN 1068-2341. Availableat: &lt;https:\/\/epaa.asu.edu\/ojs\/article\/view\/3543\/2103&gt;. Date accessed: 27 july 2018. doi:http:\/\/dx.doi.org\/10.14507\/epaa.26.3543.<\/p>\n<p>WALSH, Catherine. Interculturalidad cr\u00edtica y educaci\u00f3n intercultural. In. VIANA, Jorge; TAPIA, Luis.; WALSH, Catherine. <strong>Construyendo interculturalidad cr\u00edtica<\/strong>. Instituto Internacional de Integraci\u00f3n del Convenio Andr\u00e9s Bello. La Paz, 2010.<\/p>\n<p>WALSH, Catherine. <strong>Pedagog\u00edas decoloniales: pr\u00e1cticas insurgentes de resistir, (re)existir y (re)vivir. <\/strong>Tomo I. Quito, Ecuador: Ediciones Abya-Yala, 2013.<\/p>\n<p>QUIJANO, An\u00edbal. Colonialidade do poder, eurocentrismo e Am\u00e9rica Latina. In. A colonialidade do saber: eurocentrismo e ci\u00eancias sociais. Perspectivas latino-americanas. Edgardo Lander (org). Colecci\u00f3n Sur Sur, CLACSO, Ciudad Aut\u00f3noma de Buenos Aires, Argentina. setembro 2005. pp. 227-278.<\/p>\n<p>SANTOS, Boaventura de Souza; MENESES, Maria Paula.&nbsp;Epistemologias do Sul.&nbsp;S\u00e3o Paulo: Ed. Cortez, 2010.<\/p>\n<p><b>&nbsp;<\/b><\/p>\n<p><strong>26) Ensino de hist\u00f3ria e teorias de aprendizagem <\/strong><\/p>\n<p>Cr\u00e9ditos: 4<\/p>\n<p>Carga hor\u00e1ria: 60<\/p>\n<p>Disciplina Obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ementa: <\/strong><\/p>\n<p>Teorias de aprendizagem \u2013 estudos que procuram investigar, sistematizar e propor solu\u00e7\u00f5es para o aprender na escolariza\u00e7\u00e3o \u2013 e suas rela\u00e7\u00f5es com ensino e aprendizagem em Hist\u00f3ria nas diferentes fases da vida escolar. Teorias de aprendizagem de maior destaque na Educa\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea: Jean Piaget (1896-1980), Lev Vygotsky (1896-1934) e Henri Wallon (1879-1962). Teorias de aprendizagem, cultura escolar e Ensino de Hist\u00f3ria. Principal fator diferenciador entre teorias de aprendizagem: o ponto de vista sob o qual cada uma reflete sobre o aprender. Teorias de aprendizagem a partir do condicionamento, da percep\u00e7\u00e3o, do desenvolvimento cognitivo, do desenvolvimento cultural, do desenvolvimento integral, do humanismo e outras. A motiva\u00e7\u00e3o na aprendizagem. Abordagens cr\u00edtica e reflexiva de teorias de aprendizagem e seus desdobramentos no Ensino de Hist\u00f3ria e em saberes e pr\u00e1ticas docentes\/ discentes.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de Hist\u00f3ria: fundamentos e m\u00e9todos. 5. ed. S\u00e3o Paulo: Cortez, 2018.<\/p>\n<p>BRANSFORD, John D.; BROWN, Ann L.; COCKING, Rodney R. (Org.). Como as pessoas aprendem: c\u00e9rebro, mente, experi\u00eancia e escola. Trad. Carlos David Szlak. S\u00e3o Paulo: Senac S\u00e3o Paulo, 2007.<\/p>\n<p>CAIMI, Fl\u00e1via E. O que precisa saber um professor de Hist\u00f3ria? Hist\u00f3ria &amp; Ensino, Londrina, v. 21, n. 2, p. 105-124, jul.\/ dez. 2015.<\/p>\n<p>CARRETERO, Mario; CASTORINA, Jos\u00e9 A. La construcci\u00f3n del conocimiento hist\u00f3rico. Ense\u00f1anza, narraci\u00f3n e identidades. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2012.<\/p>\n<p>LA TAILLE, Yves de; OLIVEIRA, Marta Kohl de; DANTAS, Heloysa. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogen\u00e9ticas em discuss\u00e3o. 27. ed. S\u00e3o Paulo: Summus, 2016.<\/p>\n<p>MOREIRA, Marco Antonio. Teorias de aprendizagem. 2. ed. S\u00e3o Paulo: EPU, 2011.<\/p>\n<p>PIAGET, Jean. A psicologia da intelig\u00eancia. Trad. de Guilherme Jo\u00e3o de Freitas Teixeira. Petr\u00f3polis: Vozes, 2013.<\/p>\n<p>&nbsp;PILETTI, Nelson; ROSSATO, Solange Marques. Psicologia da aprendizagem: da teoria do condicionamento ao construtivismo. S\u00e3o Paulo: Contexto, 2018.<\/p>\n<p>PRATS, Joaqu\u00edn. Ensinar hist\u00f3ria no contexto das ci\u00eancias sociais: princ\u00edpios b\u00e1sicos. Educar em Revista, Curitiba, p. 191-218, 2006.<\/p>\n<p>VYGOTSKY, Lev S. A constru\u00e7\u00e3o do pensamento e da linguagem. Trad. Paulo Bezerra. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 2001.<\/p>\n<p>WALLON, Henri. A evolu\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica da crian\u00e7a. Trad. de Claudia Berliner. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 2007.<\/p>\n<p><b>&nbsp;<\/b><\/p>\n<p><strong>27) Hist\u00f3ria das inf\u00e2ncias e juventudes e o Ensino de Hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>Cr\u00e9ditos: 4<\/p>\n<p>Carga hor\u00e1ria: 60<\/p>\n<p>Disciplina Obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Ementa: <\/strong><\/p>\n<p>Reflex\u00e3o das Inf\u00e2ncias e juventudes como objeto da Hist\u00f3ria; Historiografia das inf\u00e2ncias e juventudes no Brasil; inf\u00e2ncias e juventudes e o Ensino de hist\u00f3ria; a LDB e os direitos humanos e a cultura de paz e a forma\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e adolescentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p>\n<p>AREND, S\u00edlvia Maria F\u00e1vero. <strong>Hist\u00f3rias de abandono<\/strong>: inf\u00e2ncia e justi\u00e7a no Brasil (d\u00e9cada de 1930). Florian\u00f3polis: Ed. Mulheres, 2011.&nbsp;<\/p>\n<p>ARI\u00c9S, Philippe. <strong>Hist\u00f3ria social da crian\u00e7a e da fam\u00edlia<\/strong>. Trad. Dora Flaksman. 2\u00aa ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1981.&nbsp;<\/p>\n<p>CARDOSO. Simone Rossi. <strong>Mem\u00f3rias e jogos tradicionais infantis<\/strong>: lembrar e brincar \u00e9 s\u00f3 come\u00e7ar. EDUEL. Londrina. 2004.&nbsp;<\/p>\n<p>FREITAS, Marcos Cezar (org.). <strong>Hist\u00f3ria Social da inf\u00e2ncia no Brasil<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Cortez, 1997. &nbsp;<\/p>\n<p>M\u00dcLLER, Ver\u00f4nica Regina (Org.). <strong>Crian\u00e7as dos pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa<\/strong>: hist\u00f3rias, culturas e direitos. Maring\u00e1: EDUEM, 2011.&nbsp;<\/p>\n<p>DEL PRIORE, Mary(org.). <strong>Hist\u00f3ria das crian\u00e7as no Brasil<\/strong>. S\u00e3o Paulo: Contexto, 1999.&nbsp;<\/p>\n<p>AREND, S. M. F. ; MOURA, E. B. B. de; SOSENSKI, S.. (Org.). <strong>Inf\u00e2ncias e Juventudes no s\u00e9culo XX<\/strong>: Hist\u00f3rias Latino-Americanas. Ponta Grossa: Toda Palavra, 2018.&nbsp;<\/p>\n<p>M\u00dcLLER, Ver\u00f4nica Regina, MORELLI, Ailton Jos\u00e9 (org.). <strong>Crian\u00e7as e adolescentes<\/strong>: a arte de sobreviver. Maring\u00e1 (PR): EDUEM, 2002.&nbsp;<\/p>\n<p>CARVALHO, Carlos Henrique de; MOURA, Esmeralda Blanco B. de; ARAUJO, Jos\u00e9 Carlos Souza (org.) A inf\u00e2ncia na modernidade: entre a educa\u00e7\u00e3o e o trabalho. Uberl\u00e2ndia, EDUFU, 2007.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. ELETIVA N\u00edvel:Mestrado Profissional Obrigat\u00f3ria: N\u00e3o &nbsp; \u00c1rea(s) de Concentra\u00e7\u00e3o:&nbsp;Ensino de Hist\u00f3ria,&nbsp;Carga Hor\u00e1ria:60h,&nbsp;Cr\u00e9ditos:&nbsp;4 Ementa:&nbsp;Ementa livre Bibliografia:&nbsp;N\u00e3o se aplica &nbsp; 2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Cidade, patrim\u00f4nio urbano e ensino de hist\u00f3ria,&nbsp; Cr\u00e9ditos: 4,&nbsp;Carga Hor\u00e1ria: 60h Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o Ementa: A cidade como objeto do historiador.&hellip; <\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www2.unifap.br\/profhistoria\/disciplinas-optativas\/\" class=\"readmore-button\">Continue Reading<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":881,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":5,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"inline_featured_image":false,"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"class_list":["post-138","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/profhistoria\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/138","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/profhistoria\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/profhistoria\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/profhistoria\/wp-json\/wp\/v2\/users\/881"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/profhistoria\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=138"}],"version-history":[{"count":19,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/profhistoria\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/138\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":638,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/profhistoria\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/138\/revisions\/638"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/profhistoria\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=138"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}