{"id":226,"date":"2015-10-12T13:18:13","date_gmt":"2015-10-12T13:18:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www2.unifap.br\/sipli-norte\/?page_id=226"},"modified":"2015-10-13T01:42:48","modified_gmt":"2015-10-13T01:42:48","slug":"linguistica-aplicada","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www2.unifap.br\/sipli-norte\/caderno-de-resumos\/conunicacoes\/linguistica-aplicada\/","title":{"rendered":"Lingu\u00edstica Aplicada"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><b>A tradi\u00e7\u00e3o ind\u00edgena na aprendizagem da l\u00edngua<i> parkat\u00eaj\u00ea<\/i><\/b><\/p>\n<p align=\"right\">Maria de Nazar\u00e9 Moraes da Silva (UFPA)<\/p>\n<p align=\"right\">Mar\u00edlia de Nazar\u00e9 de Oliveira Ferreira (UFPA)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A educa\u00e7\u00e3o formal do Brasil, bem como o conhecimento em geral que perpassa a extens\u00e3o de seu territ\u00f3rio, vem sofrendo transforma\u00e7\u00f5es ao lado do movimento da hist\u00f3ria da sociedade que o habita. Com rela\u00e7\u00e3o ao ensino em escola ind\u00edgena, por exemplo, diversos paradigmas foram institu\u00eddos a fim de assegurar as l\u00ednguas ind\u00edgenas \u00e0 posteridade. No entanto, at\u00e9 os dias de hoje, em grande parte dos estudos direcionados a esse fim h\u00e1 prioridade \u00e0 modalidade escrita em detrimento do legado oralista dos povos que as falam. Por que o \u00edndio <b>deve<\/b> aprender a escrever na sua l\u00edngua, cuja tradi\u00e7\u00e3o \u00e9, principalmente, oral? Este trabalho instiga uma reflex\u00e3o sobre a quest\u00e3o ora apresentada e defende um di\u00e1logo sim\u00e9trico entre o paradigma de ensino da Escola Ind\u00edgena <i>P\u1ebdmptykre Parkat\u00eaj\u00ea<\/i> e a tradi\u00e7\u00e3o dos alunos que a frequentam. Neste sentido, distingue \u00edndios mais velhos, ou da primeira gera\u00e7\u00e3o, como atores imprescind\u00edveis no processo de aprendizagem formal de uma l\u00edngua tradicional. Postula, assim, que a heran\u00e7a oral dos povos ind\u00edgenas pode se configurar em importante estrat\u00e9gia para o fortalecimento e a preserva\u00e7\u00e3o desse patrim\u00f4nio lingu\u00edstico-cultural brasileiro. Diz respeito, mais especificamente, \u00e0 aprendizagem do <i>parkat\u00eaj\u00ea<\/i>, l\u00edngua falada por \u00edndios de mesma denomina\u00e7\u00e3o que habitam a Reserva Ind\u00edgena M\u00e3e Maria, situada no munic\u00edpio Bom Jesus do Tocantins, em Marab\u00e1, a sudeste do Par\u00e1. Para isso, re\u00fane dados sobre sociedades de tradi\u00e7\u00e3o oral, ou predominantemente oral, com o apoio de Calvet (2011), Haveloc (1995) e Vansina (2010); sintetiza informa\u00e7\u00f5es acerca da hist\u00f3ria da educa\u00e7\u00e3o formal em solo brasileiro, com contribui\u00e7\u00f5es de C\u00e2mara J\u00fanior (1979), Grupioni (2006), Maher (2006), Monserrat (2006), Rodrigues (1986; 2005), Seki (1999); e discorre sobre os \u00edndios <i>Parkat\u00eaj\u00ea<\/i>, cuja situa\u00e7\u00e3o sociolingu\u00edstica demanda aten\u00e7\u00e3o de pesquisadores de \u00e1reas como Educa\u00e7\u00e3o e Lingu\u00edstica, entre outras, com base em Ara\u00fajo (1977; 2008), Ferraz (1984; 2001) e Ferreira (2003). Trata-se de uma pesquisa etnogr\u00e1fica conforme defende Severino (2007). Configura-se, consoante o mesmo autor, como bibliogr\u00e1fica, pois se utiliza de teorias registradas de v\u00e1rios autores, e se vincula \u00e0 Lingu\u00edstica Aplicada, um campo transdisciplinar que se pauta no movimento do conhecimento e prop\u00f5e a conjuga\u00e7\u00e3o entre saberes (MOITA LOPES, 2006).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>Palavras-chave<\/b>: Tradi\u00e7\u00e3o ind\u00edgena. Ensino formal. Aprendizagem da l\u00edngua <i>Parkat\u00eaj\u00ea<\/i>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">_________________________________________________________________________________________<\/p>\n<p align=\"center\"><b>Sele\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o de conte\u00fados lingu\u00edsticos usados para o ensino de l\u00edngua ind\u00edgena Apurin\u00e3, como uma forma de auxiliar no processo de revitaliza\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o da l\u00edngua<\/b><\/p>\n<p align=\"right\">Bianca Castro Rodrigues (UFPA)<\/p>\n<p align=\"right\">Prof. Dr. Sidney Facundes (UFPA)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Este trabalho tem por objetivo apresentar o processo de sele\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o de conte\u00fados necess\u00e1rios para o ensino de Apurin\u00e3 nas escolas ind\u00edgenas multisseriadas. A metodologia, aplicada \u00e0 segunda l\u00edngua, tendo a l\u00edngua Apurin\u00e3 como identit\u00e1ria do povo que a classifica como caracter\u00edstica de sua etnia, foi divida em tr\u00eas etapas: A primeira consistiu no levantamentos de toda a bibliografia referente a l\u00edngua Apurin\u00e3, an\u00e1lise dos materiais did\u00e1ticos existentes e em processo de elabora\u00e7\u00e3o, artigos, disserta\u00e7\u00f5es e tese. A segunda foi a aplica\u00e7\u00e3o de vinte e seis question\u00e1rios \u00e0 professores Apurin\u00e3 de diferentes localidades, em abril de 2015, durante a realiza\u00e7\u00e3o de uma oficina de ensino da l\u00edngua em L\u00e1brea, Amazonas, ministrada pelo Prof. Dr. Sidney Facundes em parceria com suas alunas de mestrado da Universidade Federal do Par\u00e1. \u00a0Vinte e um question\u00e1rios foram coletados, respondidos por professores representantes de dezoito comunidades ind\u00edgenas presentes na oficina <b>(Boa esperan\u00e7a, Capurana, Copa\u00edba, Cujubin, Curri\u00e3, Ilha verde, Irm\u00e3 Creusa, Japim, Pedreira do Amazonas, S\u00e3o Basti\u00e3o, S\u00e3o Domingos, S\u00e3o Jos\u00e9, Sepatin\u00ed, Terra Nova, Terrinha, Tucum\u00e3, Tumi\u00e3 e Vila nova). <\/b>A terceira etapa consistiu na sele\u00e7\u00e3o de alguns dos professores, que realizaram a segunda etapa, para uma entrevista na qual foram trabalhadas quest\u00f5es apontadas por eles nos question\u00e1rios, que ser\u00e3o de extrema import\u00e2ncia para o andamento da pesquisa. O trabalho desenvolvido primeiramente por Facundes, 2000 e posteriormente por Duarte, 2009, encabe\u00e7ou uma serie de trabalhos que tem como intuito o estudo da l\u00edngua em perigo de extin\u00e7\u00e3o, assim como muitas outras, tal qual aponta Moore, Galucio e Gabas, 2008 e Rodrigues, 2006. Os mais variados estudos em l\u00edngua ind\u00edgena visam auxiliar no processo de revitaliza\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o da l\u00edngua, assim como esse trabalho, por meio do ensino da mesma em sala de aula. Este trabalho \u00e9 parte integrante de uma pesquisa de mestrado em andamento.<\/p>\n<p><b>Palavra- chave:<\/b> Conte\u00fados. Revitaliza\u00e7\u00e3o. Apurin\u00e3.<\/p>\n<p>_________________________________________________________________________________________<\/p>\n<p align=\"center\">\n<p align=\"center\"><b>ATITUDES LINGUISTICAS NA COMUNIDADE IND\u00cdGENA KYIKAT\u00caJ\u00ca: IMPLICA\u00c7\u00d5ES PARA O ENSINO DE L\u00cdNGUAS<\/b><\/p>\n<p align=\"right\">\u00c1ustria Rodrigues Brito (UNIFESSPA\/LALLI-UnB)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Partindo de uma perspectiva socioling\u00fc\u00edstica, nosso objetivo geral \u00e9 estudar as atitudes sociolingu\u00edsticas no contexto da comunidade ind\u00edgena <i>Kyikat\u00eaj\u00ea<\/i>, localizada no km 25 da BR 222, do munic\u00edpio de Bom Jesus do Tocantins, no sudeste do Par\u00e1, numa \u00e1rea de 62.4888,4516, descrevendo o modo como o povo Kiykat\u00eaj\u00ea se posiciona em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s duas l\u00ednguas em contato: o portugu\u00eas e o kyikat\u00eaj\u00ea. A partir do resultado dessa primeira etapa, o nosso objetivo espec\u00edfico \u00e9 apresentar \u00e0 comunidade escolar proposi\u00e7\u00f5es acerca do posicionamento ling\u00fc\u00edstico da comunidade que possam contribuir para a efetividade tanto do ensino das duas l\u00ednguas. Para o nosso objetivo geral, conforme Tarallo (1986), partiremos da premissa socioling\u00fc\u00edstica de que as atitudes socioling\u00fc\u00edsticas dos falantes s\u00e3o determinantes para o favorecimento do uso de uma ou outra l\u00edngua conforme contextos bem definidos. Para chegar \u00e0 sistematiza\u00e7\u00e3o dessas atitudes, utilizamos os question\u00e1rios de Maher (2007). Foram eles que nos possibilitaram a coleta de dados que agora nos permitem entrever a atitude socioling\u00fc\u00edstica dos falantes da comunidade. Assim, entendendo que o ensino de l\u00ednguas s\u00f3 ser\u00e1 verdadeiramente significativo e efetivo para a comunidade se for dimensionado a partir de uma perspectiva interacional e contextual (Koch, 1992), apresentaremos \u00e0 comunidade escolar local os nossos resultados, com o intuito de evocar medidas educativas quanto ao ensino de l\u00ednguas que sejam mais congruentes com a realidade da comunidade e, com efeito, das aspira\u00e7\u00f5es desta.<\/p>\n<p>PALAVRAS-CHAVE: Atitude sociolingu\u00edstica. Povo Kyikat\u00eaj\u00ea. Subs\u00eddios para o ensino.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>_________________________________________________________________________________________<\/p>\n<p align=\"center\"><b>PERSPECTIVAS TE\u00d3RICO-METODOL\u00d3GICAS PARA O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM E INTERCULTURALIDADE<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p align=\"right\">Jonise Nunes Santos (UFAM)<\/p>\n<p align=\"right\">Admilton de Freitas Chagas Filho (UFAM)<\/p>\n<p align=\"right\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O trabalho apresenta a abordagem sobre a perspectiva te\u00f3rico-metodol\u00f3gica utilizada nas disciplinas do Curso de Forma\u00e7\u00e3o de Professores Ind\u00edgenas da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o\/Universidade Federal do Amazonas para a implementa\u00e7\u00e3o das orienta\u00e7\u00f5es propostas pelos Par\u00e2metros Curriculares Nacionais &#8211; PCNs, no que diz respeito ao processo envolvido no ensino de l\u00edngua, especificamente, na sequ\u00eancia did\u00e1tica que culmina na atividade de An\u00e1lise Ling\u00fc\u00edstica (GERALDI, 1984), termo utilizado \u201cpara denominar uma perspectiva de reflex\u00e3o sobre o sistema ling\u00fc\u00edstico e sobre os usos da l\u00edngua, com vistas ao tratamento escolar de fen\u00f4menos gramaticais, textuais, discursivos\u201d e, no caso dos povos ind\u00edgenas, dos conhecimentos tradicionais acumulados. Partindo desses pressupostos e do contexto lingu\u00edstico do curso, delimitaremos a an\u00e1lise, no presente trabalho, \u00e0s disicplinas de L\u00edngua Portuguesa, Hist\u00f3ria, Pesquisa em Letras e Artes e em Ci\u00eancias Humanas e Sociais, considerando a necessidade de apropria\u00e7\u00e3o de atividades centradas na perspectiva de an\u00e1lise l\u00ednguistica, para que os temas sejam trabalhados na perspectiva intercultural, visando, ainda, apresentar sugest\u00f5es de como efetivar, na pr\u00e1tica, as op\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas assumidas pelo PCNs. As perspectivas te\u00f3rico-metodol\u00f3gicas t\u00eam privilegiado os g\u00eaneros discursivos, que conforme Barbosa (2000), \u201cpermite incorporar elementos da ordem do social e do hist\u00f3rico [&#8230;]; permite considerar a situa\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o de um dado discurso [&#8230;]; abrange o conte\u00fado tem\u00e1tico [&#8230;], a constru\u00e7\u00e3o composicional [&#8230;] e seu estilo verbal [&#8230;]\u201d. Nesse sentido, \u201ca apropria\u00e7\u00e3o de um determinado g\u00eanero passa, necessariamente, pela vincula\u00e7\u00e3o deste com seu contexto socio-hist\u00f3rico-cultural de circula\u00e7\u00e3o\u201d (BARBOSA, 2000, p. 152). Ressalta-se que \u201cn\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel tomar como unidades b\u00e1sicas do processo de ensino as que decorrem de uma an\u00e1lise de estratos, letras\/fonemas, s\u00edlabas, palavras, sintagmas, frases que, descontextualizados\u201d (PCNs, 1996, p. 23), s\u00e3o normalmente tomados como exemplos de estudo gramatical e pouco t\u00eam a ver com a compet\u00eancia discursiva. Al\u00e9m dessa perspectiva lingu\u00edstica, o desenvolvimento de atividades partindo do texto toma como ponto de partida conhecimentos tradicionais de cada povo, possibilitando a circula\u00e7\u00e3o dos saberes ind\u00edgenas na escola, conforme direito assegurado, aproximando-se da interculturalidade. Dentro desse marco, a unidade b\u00e1sica do ensino, no caso o texto \u2013 tanto oral quanto escrito -, d\u00e1 espa\u00e7o \u00e0s diferentes vozes que emergem n\u00e3o s\u00f3 na sala de aula, mas do conhecimento acumulado pelo povo ind\u00edgena, representativas de realidades socio-hist\u00f3ricas distintas e que, portanto, devem ser consideradas. A op\u00e7\u00e3o, ainda, por essa perspectiva de ensino e aprendizagem busca refletir sobre os padr\u00f5es fechados do processo ensino-aprendizagem, que s\u00f3 permitem uma interpreta\u00e7\u00e3o, logo, negam a variedade de leituras poss\u00edveis que se constroem na co-intera\u00e7\u00e3o leitor-texto e o conhecimento ind\u00edgena. Destaca-se que o espa\u00e7o do Curso de Forma\u00e7\u00e3o de Professores Ind\u00edgenas caracteriza-se como momento para que o professor ind\u00edgena reflita sobre sua pr\u00e1tica pedag\u00f3gica e sobre o atendimento \u00e0s diretrizes para educa\u00e7\u00e3o escolar ind\u00edgena, mediante o planejamento de a\u00e7\u00f5es, que o desafia a considerar os conhecimentos dos alunos e do povo, que podem ser traduzidas em objetivos\/a\u00e7\u00f5es do projeto educativo da escola. Dentro desse movimento metodol\u00f3gico, a discuss\u00e3o centra-se na reflex\u00e3o textual, sem excluir as a\u00e7\u00f5es envolvidas no processo de ensino-aprendizagem, considerando que a pr\u00e1tica dos professores ind\u00edgenas \u00a0ainda vem sendo pautada na reprodu\u00e7\u00e3o de atividades outrora desenvolvida para\/entre eles.<\/p>\n<p><b>Palavras-chave<\/b>: An\u00e1lise Lingu\u00edstica. Processo ensino-aprendizagem. Interculturalidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A tradi\u00e7\u00e3o ind\u00edgena na aprendizagem da l\u00edngua parkat\u00eaj\u00ea Maria de Nazar\u00e9 Moraes da Silva (UFPA) Mar\u00edlia de Nazar\u00e9 de Oliveira Ferreira (UFPA) A educa\u00e7\u00e3o formal do Brasil, bem como o conhecimento em geral que perpassa a extens\u00e3o de seu territ\u00f3rio,&hellip; <\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www2.unifap.br\/sipli-norte\/caderno-de-resumos\/conunicacoes\/linguistica-aplicada\/\" class=\"readmore-button\">Continue Reading<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":786,"featured_media":0,"parent":220,"menu_order":1,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"inline_featured_image":false,"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"class_list":["post-226","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/sipli-norte\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/226","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/sipli-norte\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/sipli-norte\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/sipli-norte\/wp-json\/wp\/v2\/users\/786"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/sipli-norte\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=226"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/sipli-norte\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/226\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":265,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/sipli-norte\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/226\/revisions\/265"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/sipli-norte\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/220"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www2.unifap.br\/sipli-norte\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=226"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}