Monthly Archives: junho 2014

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IFCE: Abertas 1.930 vagas em cursos a distância

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Oportunidades são para cursos técnicos e superiores.

O Instituto Federal do Ceará (IFCE) está com inscrições abertas para cursos técnicos e superiores na modalidade de educação a distância (EaD). Ao todo, são ofertadas 1930 vagas, sendo 1450 para educação profissional de nível médio pela Escola Técnica Aberta do Brasil (e-Tec) e 480 para nível superior pela Universidade Aberta do Brasil (UAB).

No ensino técnico, as oportunidades são para os cursos de Química, Eletrotécnica, Meio Ambiente, Redes de computadores, Segurança do Trabalho, Automação Industrial, Informática, Comércio, Agronegócio e Edificações.

As inscrições podem ser feitas somente pelo portal do IFCE, até o próximo dia 4 de julho, e efetivadas mediante o pagamento da taxa de R$ 20 (vinte reais), por meio de GRU simples, em qualquer agência do Banco do Brasil. O pedido de isenção da taxa de inscrição poderá ser feito até 27 de junho, apenas nos polos de ensino de Horizonte, Tauá, Caucaia, Crateús, Quixeramobim, Mauriti, Pacajus, Campos Sales, Portuário e Russas.

Em relação aos cursos superiores, há vagas para Licenciatura em Matemática, Tecnologia em Hotelaria e Licenciatura em Educação Profissional, Científica e Tecnológica (EPCT), para os polos de Caucaia/Novo Pabussú, Caucaia/Jurema, Itapipoca, Jaguaribe, Limoeiro do Norte e Quixeramobim.

As inscrições serão efetuadas exclusivamente no portal do IFCE, até às 17 horas da próxima sexta-feira, dia 27 de junho, mediante o pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 20,00 (vinte reais), por meio de GRU simples, em qualquer agência do Banco do Brasil. O período de solicitação de isenção segue até o dia 20 de junho de 2014. Mais informações aqui

Fonte:
ifce.edu.br


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Ministério do Meio Ambiente lança oito cursos a distância

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O Ministério do Meio Ambiente (MMA) vai promover, neste ano, oito cursos a distância sobre cidadania e sustentabilidade socioambiental. A previsão é formar 10 mil pessoas até dezembro deste ano. Os cursos serão realizados por meio da plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). O objetivo é ampliar o acesso de diversos públicos interessados nos processos de formação e capacitação desenvolvidos pelo MMA.

Em julho, serão realizados dois cursos. O primeiro, ‘Criança e Consumo Sustentável” tem como público-alvo as mães e os pais. A ideia é qualificar e reduzir o consumo infantil. Serão 20 horas de curso para duas mil vagas. Já o curso ‘Estilo de Vida Sustentável’ irá trabalhar uma nova perspectiva de qualidade de vida com base em padrões sustentáveis. São duas mil vagas para qualquer pessoa interessada no tema. O curso tem carga de 20 horas.

O diretor de Educação Ambiental, Nilo Diniz, explica que o MMA e suas entidades vinculadas procuram, na atualidade, articular e potencializar a capacidade institucional de formação e capacitação, ampliando a base social da política ambiental no País.

“Este é o propósito desses cursos, que, por meio de uma nova plataforma virtual e de metodologias específicas, se somam a outras formações presenciais em andamento, bem como a processos participativos, como os conselhos e as conferências nacionais de meio ambiente, tanto a versão adulto, quanto a versão infantojuvenil”, afirma Diniz.

Temas prioritários

De agosto a dezembro, será realizado o curso ‘Formação de agentes populares de educação ambiental na agricultura familiar’, com duas mil vagas. O objetivo é colaborar com a formação de lideranças do campo e técnicos de instituições que atuam com educação ambiental e agricultura familiar. O curso visa auxiliar no desenvolvimento de processos formativos e de mobilização nos territórios em favor da regularização ambiental, da adoção de práticas agroecológicas e sustentáveis e do enfrentamento de questões e conflitos socioambientais.

A iniciativa é destinada aos agentes de assistência técnica e extensão rural (Ater), lideranças de movimentos, sindicatos, associações, técnicos de organizações não governamentais (ONG), pastorais, prefeituras, órgãos públicos, empresas, professores, jovens, ambientalistas, animadores culturais. O curso compreende 120 horas de aula.

A quarta capacitação, intitulada ‘Apoio à implantação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (Peaaf) nos Territórios’,  busca refletir sobre questões relacionadas à temática socioambiental no campo. Podem participar gestores públicos estaduais e municipais e representantes de instituições que atuam com educação ambiental e agricultura familiar. Será ministrado de setembro a novembro, com 60 horas de duração e 300 vagas disponíveis.

Ampliação do conhecimento

O curso que aborda as estratégias de implantação do programa Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), destinado aos gestores de órgãos governamentais, acontecerá de agosto a setembro. Serão disponibilizadas duas mil vagas e o curso durará 20 horas.

‘Igualdade de Gênero e Sustentabilidade’ é o tema da sexta capacitação, aberta a todos os interessados. Ocorrerá de setembro a outubro, com mil vagas e 20 horas de duração.

Também será realizado um curso de formação de conteúdistas em educação a distância. A proposta é realizar a formação técnica sobre estratégias e metodologias de desenvolvimento de conteúdos na linguagem à distância. O curso é destinado aos servidores do MMA e das unidades vinculadas, além de representantes de instituições que atuam com ensino a distância. Será ministrado de outubro a novembro, com 20 horas de duração e 500 vagas disponíveis.

O último curso tem o intuito de apresentar as etapas necessárias para elaboração dos Planos Municipais de Resíduos Sólidos para os gestores públicos municipais. Será realizado em novembro, com 200 vagas e 20 horas de duração.

Confira a lista dos cursos até dezembro:

1. Criança e Consumo Sustentável: julho, 20 horas, 2 mil vagas.

2. Estilo de Vida Sustentáveis: julho, 20 horas, 2 mil vagas.

3. Formação de agentes populares de educação ambiental na agricultura familiar: agosto a dezembro, 120 horas, 2 mil vagas.

4. Apoio à implantação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar nos Territórios: setembro a novembro, 60 horas, 300 vagas.

5. Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P): agosto a setembro, 20 horas, 2 mil vagas.

6. Igualdade de Gênero e Sustentabilidade: setembro a outubro, 20 horas, mil vagas.

7. Formação de conteudistas em EaD: outubro a novembro, 20 horas, 500 vagas.

8. Planos Municipais de Resíduos Sólidos: novembro, 20 horas, 200 vagas.

Fonte:
Ministério do Meio Ambiente


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Sete fatores a serem considerados na escolha do Ensino a Distância

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Com avanço da banda larga, essa modalidade está em crescimento, permitindo estudos em universidades do Brasil e exterior; entretanto alguns cuidados devem ser tomados na hora de optar pela modalidade.

Em um cenário educacional com tantas deficiências e com a explosão da internet, a educação a distância (EAD) vem ganhando cada vez maior destaque, tanto pela qualidade, que vem se aprimorando ao longo dos anos, quanto pelo seu alcance. Do norte a sul, do Oiapoque ao Chuí, tanto o conteúdo, quanto a forma de abordagem, são unificados e acessíveis a pessoas de todas as classes, gêneros, raças e credos.

O EAD, portanto, representa uma oportunidade de democratização do ensino e é uma tendência em todo o mundo, inclusive quando falamos das grandes universidades internacionais, que vêm apostando na ferramenta de forma cada vez mais incisiva.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), entre os anos 2011 de 2012, o EAD teve mais matrículas (12%) do que a educação presencial (3,1%). Além disso, é esperado que até 2022 mais de um milhão de pessoas estejam matriculadas nesta modalidade de ensino, representando 16% do total de matrículas no mercado e um crescimento médio de 3,8% por ano.

Para Eduardo Alves, diretor do Instituto Monitor, primeira escola no Brasil a desenvolver a educação a distância como modalidade de estudo, os conteúdos cada vez mais qualificados e sofisticados estão atraindo estudantes, que até então questionavam a qualidade e a eficácia destes cursos.

“Hoje, o ensino a distância já não é mais considerado como uma formação complementar ou inferior ao ensino presencial. As pessoas aproveitam os benefícios que o EAD oferece e utilizam como opção para sua capacitação e formação técnica. O reconhecimento de muitos destes cursos pelo MEC também aproximaram aqueles que julgavam que este tipo de preparação poderia sofrer preconceito no momento da entrada no mercado de trabalho”, explicou ele.

No entanto, para quem deseja se matricular, Alves ressalta que certos cuidados devem ser tomados antes de escolher a instituição e o curso a ser realizado. “Assim como o curso presencial, é preciso estar atento a certos aspectos na hora da tomada da decisão, para não haver arrependimentos. E, lembre-se, acreditar que este tipo de curso dispensa dedicação é um mito”.

Confira, a seguir, algumas dicas do executivo quem deseja se preparar por meio desta modalidade de estudo:

1- Pesquise sobre a instituição 

Antes de se matricular, é importante conhecer a instituição escolhida. A tradição e idoneidade são essenciais. Verifique se ela está devidamente cadastrada nos órgão regulares e se possui o credenciamento necessário para oferecer tais cursos. Aproveite também para saber sobre a validade do certificado no mercado e o seu reconhecimento.

2- Se possível, conheça o estabelecimento 

Visitar as sedes e polos ajuda a conhecer a estrutura da escola e a maneira como está organizada, se possui laboratórios à disposição dos alunos e as suas instalações. Além disso, procure saber se a escola possui aulas presenciais e, caso seja possível, assista a uma dessas apresentações, pois assim será uma maneira de conhecer os métodos de ensino.

3- Avalie a qualidade do material 

Para quem realiza um curso de educação a distância, a qualidade do conteúdo do material didático é essencial. Informe-se sobre como ele está disponível (online, para impressão ou enviado no domicílio), se o seu valor está incluso no preço do curso, como ele é preparado, se possui erros e se está adequado à modalidade de curso pretendida.

4- Verifique se há meios de contato com a instituição e professor 

Além do material didático e da estrutura da escola, o aluno deve se preocupar com os meios de comunicação que a instituição oferece. É importante que as ferramentas para obter informações ou tirar dúvidas sejam acessíveis, ágeis e eficientes. Cheque também quais são as opções de contato entre aluno e professor, se há chats e reuniões online, encontros e ou livre comunicação via telefone ou e-mail.

5- Acesse a grade curricular 

Nem sempre pelo nome do curso é possível saber todos os assuntos abordados. É imprescindível analisar a grade curricular do ensino, conhecer as disciplinas, o que será abordado em cada aula e ver se o foco ensinado condiz com aquele que o aluno precisa para obter uma preparação satisfatória.

6- Analise currículo dos professores

É essencial conhecer o potencial do quadro de professores da instituição. Procure saber sobre a formação e capacitação técnica, bem como a experiência dos profissionais em relação ao ensino a distância. Os educadores devem possuir uma formação sólida e que corresponda às necessidades dos alunos.

7- Converse com atuais e ex-aluno da instituição 

O contato com alunos que estão realizando ou que já concluíram um curso na instituição pode dar subsídios para a tomada de decisão. Pesquise também órgãos de atendimento ao consumidor, que podem trazer registros de reclamações e a condução para a resolução das mesmas.

FONTE:

computerworld.com.br


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Competição no ensino a distância tende a crescer

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Além de possíveis alterações nas regras do Fies, deve ficar para o próximo governo a tarefa de revisar algumas normas do ensino a distância (EAD). Espera-se a flexibilização de regras que hoje atrasam a abertura de novos polos. O diretor da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), Calos Longo, afirma que há planos de apresentação no Ministério da Educação de um novo marco regulatório para a modalidade, mas a expectativa é que o tema só avance após as eleições. Entre as discussões, a possibilidade de utilização de bibliotecas virtuais e novas tecnologias.

As novas normas, diz Longo, poderiam acelerar a aprovação pelo ministério de novos polos de ensino a distância, que são espaços de apoio presencial frequentados pelos alunos para parte das aulas ou para realização de provas. Com bibliotecas virtuais, por exemplo, cairia a necessidade de fiscais do Ministério da Educação visitarem cada polo para verificar o acervo das instituições antes da inauguração das unidades.

Por trás desse debate, está a constatação de que o ensino a distância é um mercado bastante menos pulverizado que a graduação presencial. Durante o julgamento da fusão de Kroton e Anhanguera no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), este foi um dos principais temas abordados pela relatora do caso, a conselheira Ana Frazão.

“Esperamos que novas empresas continuem entrando nesse mercado a um ritmo gradativo, como tem sido o caso”, comentaram em relatório os analistas do Santander Bruno Giardino e Daniel Gewehr. Eles calculam que desde 2012, 26 novas companhias conseguiram o credenciamento, com 162 novos polos em operação, uma média de 6,2 polos por instituição de ensino superior (IES).

Empresas que já atuam no segmento e que solicitaram expansão não foram contempladas ainda. “Hoje há uma abertura maior para inauguração de novos polos, mas para o setor estes ainda são passos de tartaruga”, acredita Edman Altheman, diretor-geral das Faculdades Integradas Rio Branco.

O cenário começa a se tornar mais competitivo com a chegada de novas companhias. O grupo Ser Educacional e a Universidade Positivo iniciaram no primeiro trimestre de 2014 a oferta de cursos a distância enquanto o Anima Educação informou ter passado pela última fase de aprovação do seu EAD. A FMU, recém comprada pela americana Laureate, é outra que espera se expandir no segmento enquanto a Cruzeiro do Sul quer sair dos 80 polos atuais e abrir 264 novos. “Nós teremos num intervalo de um a dois anos o dobro da quantidade de operadores disputando alunos”, comenta o consultor da Hoper Educação, João Vianney.

Em resposta, as líderes Kroton e Anhanguera também têm planos para expansão enquanto chegam as etapas finais da fusão entre elas. O presidente da Kroton, Rodrigo Galindo, já afirmou que considera possível que até o segundo semestre de 2015 estejam funcionando 225 novos polos da companhia. A Anhanguera também aguarda aprovação do Ministério da Educação para abrir 223 polos novos.

FONTE:

http://www.odiario.com