Monthly Archives: outubro 2012

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Universidade do SUS oferece cursos à distância sobre tuberculose e dengue

Category : Notícia

Universidade Aberta do SUS (Una-SUS) está oferecendo cursos auto instrucionais, gratuitos e à distância aos profissionais da área da saúde. Programas de especialização, aperfeiçoamento, extensão e atualização aos trabalhadores do SUS também estão disponíveis na plataforma. No momento, estão sendo oferecidos dois cursos de autoaprendizagem que irão abordar o controle de tuberculose e o manejo clínico de pacientes com dengue. As informações são da Agência Brasil.

Profissionais de 16 áreas da saúde poderão fazer os cursos, entre eles enfermeiros, médicos clínicos, veterinários, cirurgiões-dentistas, assistentes sociais e biólogos. Para que esses profissionais tenham acesso às aulas, eles devem estar registrados no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Caso não estejam cadastrados, podem acessar os cursos como visitantes.

Para participar das aulas, o profissional deve se cadastrar na Plataforma Arouca, sistema que viabiliza o acesso aos recursos da Una-SUS, e depois seguir o passo a passo para a realização da matrícula. O curso disponibiliza certificado online para os que cumprirem os requisitos de conclusão. O trabalhador que realizou a atividade como visitante não recebe certificado.

Para a inscrição, geralmente é exigido apenas vínculo com o SUS, porém, outros requisitos podem ser cobrados, como área de atuação, nível acadêmico e localidade – pois alguns cursos podem estar disponíveis apenas em determinada região ou estado. Antes de se inscrever, é importante que o interessado leia detalhadamente o edital de convocação para verificar se há compatibilidade com o perfil exigido.

O sistema Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (Una-SUS) foi criado pelo Ministério da Saúde em parceria com estados, municípios, instituições públicas de ensino superior e organismos internacionais com a finalidade de atender às necessidades de capacitação e educação permanente dos trabalhadores do SUS, por meio do desenvolvimento da modalidade de educação a distância na área da saúde.

 

Fonte: Site Jornal da Cidade


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Seminário Educação & Tecnologia – Desafios para o projeto UnB

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A coordenação Operacional de Ensino de Graduação a Distância (COGEaD), em conjunto com a Secretaria de de Projeto TCIs, realizará o Seminário de Educação & Tecnologia – Desafios para o projeto UnB. O evento acontece de 24 a 26 de outubro, no auditório 03 da Faculdade de Ciências da Saúde na Universidade de Brasília.

O seminário tem o objetivo de possibilitar a discussão entre professores, tutores e alunos das modalidades presencial e a distância sobre o uso de novas tecnologias no ensino superior.

Durante o evento, serão debatidos temas sobre os desafios de combinar os projetos de ensino presencial e a distância, a produção de material didático e a evasão dos alunos. Também serão feitas reflexões sobre a experiência da Open Univercity do Reino Unido. O seminário poderá ser assistido no portal da UAB/UnB.

 

Outras informações, envie e-mail para projetotics@unb.br

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Governo quer triplicar matrículas no ensino a distância até 2014

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Atender 600 mil alunos em cursos de graduação e especialização a distância até 2014 é a meta do programa Universidade Aberta da Brasil (UAB). Criado em 2005 para impulsionar o número de estudantes matriculados no ensino superior, o projeto de educação a distância mantido pelo governo federal ainda está longe da meta. Desde 2007, quando as primeiras turmas começaram de fato suas aulas, 35 mil se formaram e há 220 mil alunos matriculados.

 

Na opinião do professor João Carlos Teatini, que é diretor de Educação a Distância da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes), o País demorou a investir na modalidade. “A educação na modalidade a distância poderia estar consolidada no Brasil não fosse o apoio tardio, ou mesmo a negligência, em termos de política pública federal de anos. Atrasamos quase 40 anos para começar”, afirma.

 

Teatini refere-se a um projeto de 1972, que ficou engavetado no Congresso Nacional, para criar algo como a UAB.  Ele reconhece que muitas experiências de investimento na modalidade foram feitas ao longo dos anos. Mas, para ele, faltaram políticas públicas para estimular a educação a distância. “Precisamos ampliar a oferta de vagas públicas. 

Em país continental como o Brasil, a oferta a distância não é só uma solução. É indispensável”, pondera.

Apesar de os números estarem distantes da meta estabelecida para o final do governo da presidenta Dilma Rousseff, ele não acredita que triplicar o número de matrículas atuais seja um desejo ousado. As metas, inclusive, foram determinadas em fevereiro deste ano. Teatini aposta nas crescentes parcerias com instituições estaduais de ensino – que chegam mais ao interior do País – e novos projetos desenhados dentro do programa para chegar lá.