Áreas de Concentração

“Saúde e Meio Ambiente na Amazônia”

A área de concentração “Saúde e Meio Ambiente na Amazônia” dedica-se ao estudo interdisciplinar dos processos relacionados à saúde, doença, funcionalidade, ambiente e qualidade de vida, considerando as singularidades sociais, culturais, epidemiológicas, ambientais e territoriais da Amazônia. Fundamenta-se na compreensão de que os fenômenos em saúde são complexos, demandando integração entre diferentes áreas do conhecimento para a produção científica, formação de recursos humanos qualificados e desenvolvimento de soluções inovadoras e socialmente relevantes para a região amazônica.

A área articula conhecimentos das ciências da saúde, biológicas, ambientais, humanas e tecnológicas, promovendo abordagens interdisciplinares voltadas à investigação dos determinantes sociais, ambientais e biológicos da saúde, bem como ao desenvolvimento de estratégias de avaliação, diagnóstico, intervenção, prevenção, promoção da saúde e inovação tecnológica.

Em consonância com a área Interdisciplinar da CAPES, a área de concentração promove integração teórico-metodológica entre diferentes campos do saber, incentivando pesquisas colaborativas e socialmente comprometidas, com potencial de impacto científico, tecnológico e social. Busca contribuir para o fortalecimento das políticas públicas, do Sistema Único de Saúde e do desenvolvimento sustentável da Amazônia, por meio da formação de mestres e doutores capacitados para atuar de forma crítica, ética, inovadora e interdisciplinar.

No ano de 2024, o Programa de Pós-Graduação em Ciência da Saúde da Universidade Federal do Amapá promoveu uma reestruturação acadêmica de sua organização interna, em consonância com as recomendações da área Interdisciplinar da CAPES e com o processo de amadurecimento científico do programa. Anteriormente estruturado em duas áreas de concentração “Ensaios Biológicos” e “Epidemiologia e Saúde Pública”, o programa passou a adotar uma área de concentração única intitulada “Saúde e Meio Ambiente na Amazônia”. Essa reformulação buscou fortalecer a integração interdisciplinar entre os diferentes campos de investigação desenvolvidos no programa, ampliar a articulação entre docentes, linhas e projetos de pesquisa, além de promover maior coerência acadêmica e aderência às demandas regionais, sociais e científicas relacionadas à saúde na Amazônia.

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