Perfil do Egresso – Mestre em Ciências da Saúde
O egresso do Mestrado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Saúde da Universidade Federal do Amapá deverá apresentar formação científica, ética e interdisciplinar sólida, com capacidade para compreender criticamente os processos relacionados à saúde, ambiente, funcionalidade e qualidade de vida no contexto amazônico. Espera-se que seja capaz de atuar de forma qualificada em pesquisa, ensino, serviços de saúde, gestão pública e desenvolvimento de projetos científicos e tecnológicos orientados às necessidades regionais e aos desafios contemporâneos da saúde.
A formação do mestre fundamenta-se na integração entre diferentes campos do conhecimento, em consonância com os pressupostos da Área Interdisciplinar da CAPES, favorecendo compreensão ampliada e contextualizada dos fenômenos relacionados ao processo saúde-doença. O egresso deverá ser capaz de articular conhecimentos das ciências da saúde, biológicas, ambientais, sociais e tecnológicas na análise de problemas complexos, reconhecendo a influência dos determinantes sociais, ambientais, culturais e biológicos sobre as condições de saúde das populações amazônicas.
No âmbito científico, espera-se que o mestre desenvolva competências para elaboração, execução e análise de pesquisas interdisciplinares, utilizando métodos quantitativos, qualitativos e mistos de investigação científica. Deverá demonstrar capacidade de interpretar criticamente evidências científicas, produzir conhecimento socialmente relevante e contribuir para desenvolvimento de estratégias de promoção da saúde, prevenção de agravos, avaliação funcional, vigilância em saúde, intervenção terapêutica, inovação tecnológica e melhoria da qualidade de vida.
O egresso deverá possuir habilidades para atuar em equipes multiprofissionais e interdisciplinares, desenvolvendo práticas colaborativas voltadas à integralidade do cuidado e à resolução de problemas relacionados à saúde e ambiente na Amazônia. Espera-se ainda capacidade para atuar em contextos territoriais complexos, considerando as especificidades socioculturais, epidemiológicas e ambientais da região amazônica, incluindo populações indígenas, ribeirinhas, quilombolas, extrativistas e demais grupos em situação de vulnerabilidade social.
A formação do mestre também busca desenvolver competências relacionadas à produção e difusão do conhecimento científico, incluindo redação científica, comunicação acadêmica, participação em redes de pesquisa e inserção em atividades de ensino e extensão. Espera-se que o egresso seja capaz de contribuir para fortalecimento das instituições científicas e dos serviços de saúde da região Norte, atuando na redução das desigualdades regionais em ciência, tecnologia e inovação.
No contexto da internacionalização e da inserção amazônica transfronteiriça do programa, o egresso deverá demonstrar capacidade para dialogar com diferentes contextos científicos e culturais, participando de redes colaborativas nacionais e internacionais relacionadas aos desafios da saúde global, sustentabilidade e desenvolvimento regional.
Espera-se, ainda, que o mestre atue de forma ética, crítica e socialmente comprometida, reconhecendo a ciência como instrumento de transformação social, fortalecimento do Sistema Único de Saúde e desenvolvimento sustentável da Amazônia.
Perfil do egresso – Doutor em Ciências da Saúde
Perfil do Egresso – Mestrado Acadêmico
O egresso do Mestrado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Saúde da Universidade Federal do Amapá deverá apresentar formação científica, ética e interdisciplinar sólida, com capacidade para compreender criticamente os processos relacionados à saúde, ambiente, funcionalidade e qualidade de vida no contexto amazônico. Espera-se que seja capaz de atuar de forma qualificada em pesquisa, ensino, serviços de saúde, gestão pública e desenvolvimento de projetos científicos e tecnológicos orientados às necessidades regionais e aos desafios contemporâneos da saúde.
A formação do mestre fundamenta-se na integração entre diferentes campos do conhecimento, em consonância com os pressupostos da Área Interdisciplinar da CAPES, favorecendo compreensão ampliada e contextualizada dos fenômenos relacionados ao processo saúde-doença. O egresso deverá ser capaz de articular conhecimentos das ciências da saúde, biológicas, ambientais, sociais e tecnológicas na análise de problemas complexos, reconhecendo a influência dos determinantes sociais, ambientais, culturais e biológicos sobre as condições de saúde das populações amazônicas.
No âmbito científico, espera-se que o mestre desenvolva competências para elaboração, execução e análise de pesquisas interdisciplinares, utilizando métodos quantitativos, qualitativos e mistos de investigação científica. Deverá demonstrar capacidade de interpretar criticamente evidências científicas, produzir conhecimento socialmente relevante e contribuir para desenvolvimento de estratégias de promoção da saúde, prevenção de agravos, avaliação funcional, vigilância em saúde, intervenção terapêutica, inovação tecnológica e melhoria da qualidade de vida.
O egresso deverá possuir habilidades para atuar em equipes multiprofissionais e interdisciplinares, desenvolvendo práticas colaborativas voltadas à integralidade do cuidado e à resolução de problemas relacionados à saúde e ambiente na Amazônia. Espera-se ainda capacidade para atuar em contextos territoriais complexos, considerando as especificidades socioculturais, epidemiológicas e ambientais da região amazônica, incluindo populações indígenas, ribeirinhas, quilombolas, extrativistas e demais grupos em situação de vulnerabilidade social.
A formação do mestre também busca desenvolver competências relacionadas à produção e difusão do conhecimento científico, incluindo redação científica, comunicação acadêmica, participação em redes de pesquisa e inserção em atividades de ensino e extensão. Espera-se que o egresso seja capaz de contribuir para fortalecimento das instituições científicas e dos serviços de saúde da região Norte, atuando na redução das desigualdades regionais em ciência, tecnologia e inovação.
No contexto da internacionalização e da inserção amazônica transfronteiriça do programa, o egresso deverá demonstrar capacidade para dialogar com diferentes contextos científicos e culturais, participando de redes colaborativas nacionais e internacionais relacionadas aos desafios da saúde global, sustentabilidade e desenvolvimento regional.
Espera-se, ainda, que o mestre atue de forma ética, crítica e socialmente comprometida, reconhecendo a ciência como instrumento de transformação social, fortalecimento do Sistema Único de Saúde e desenvolvimento sustentável da Amazônia.
*O programa não possui turma de doutorado.