Linhas de Pesquisa do Curso de Licenciatura em História/ Campus Marco Zero do Equador / Macapá

  • História Social do Trabalho

Esta linha tem como escopo as experiências dos trabalhadores, vividas em diferentes contextos econômicos, políticos, sociais e culturais. Nesse sentido, analisa temas como: relações de classe, movimentos sociais no campo e na cidade, trajetórias individuais (biografias), migrações, vivências familiares e afetivas, lazer e sociabilidades comunitárias e identidades de classe, gênero ou “raça”. Para tanto, corteja e analisa fontes variadas: cartas, jornais, censos, iconografias, entrevistas, processos judiciais, entre outras. Considera importante, também, as abordagens que superem as tradicionais dicotomias do discurso historiográfico, do tipo: “trabalho livre e escravo”, “rural e urbano”, “nacional e global”. Compõem essa linha os seguintes docentes:  Adalberto Paz, Carmentilla das Chagas Martins, Elke Daniela Rocha Nunes,  Lara de Castro, Júlia Monnerat Barbosa, Paulo Marcelo Cambraia da Costa, Sidney da Silva Lobato.

  • Política, instituições e Relações de Poder

Muitos estudos têm analisado as tensões entre os diferentes padrões de relação entre Estado, poder e sociedade na história regional, nacional e internacional. As substituições ou competições de padrões hegemônicos, e seus respectivos desafiantes diante da ordem estabelecida, ensejaram amplos debates historiográficos, com franco aporte teórico de áreas correlatas do conhecimento nas Humanidades, como a Ciência Política, a Teoria dos Partidos e dos Movimentos Sociais, bem como a Filosofia, a Economia, a Sociologia e a Antropologia, por exemplo. Indubitavelmente, consideramos que as Instituições, em função do seu caráter valorativo, estabilizador e modelar diante da sociedade, são objeto e recorrência de estudos teóricos ou narrativos, na medida em que acondicionam o comportamento de indivíduos ou grupos dentro de uma comunidade definida e, de forma relativa, na sua finalidade social, transcendendo as intenções e os indivíduos através da mediação ou opressão vis-à-vis a governança e suas regras. Alinha-se também essa linha à Nova História Política, que estuda o poder como campo de representação social e exercício de dominação/controle por diferentes tipos de autoridades (estatais e da sociedade civil), em seus diferentes níveis, desde aquele das relações internacionais aos micro poderes da vida cotidiana. Os projetos que integram a linha de pesquisa refletem, ainda, o debate entre a História Política e a História do Político, contemplando abordagens que privilegiam a Política no âmbito das instituições, bem como aquelas que se centram mais no Político, ou seja, nas dinâmicas sociais e culturais que permitem interpretar a ação política, e nos modelos, formas e pensamentos que constituem seus referenciais. Este eixo tem como propósito também discutir ou incentivar a discussão sobre as principais transformações políticas na Amazônia, mantendo atenção para as alterações na esfera estatal, local ou regional, urbi et orbi. Por exemplo o direito, a justiça, a guerra, a paz, a arte, a religião são exemplos de objetos de estudo importantes na medida em que permitem entender experiências históricas resultantes do exercício do poder político e social. Compõem essa linha os seguintes docentes: Carmentilla das Chagas Martins, Daniel Chaves, Dorival da Costa dos Santos, Maura Leal da Silva.

  • Ensino de História

A recente ampliação dos objetos da pesquisa histórica lançou novos desafios aos jovens historiadores, incluindo nesse sentido a pesquisa relacionda ao ensino da história. Esta mudança qualitativa do conhecimento histórico exigiu a formulação de novas metodologias, inclusive para o ensino de história, haja vista  que na atual sociedade globalizada (sociedade da informação), o ensino de história é redimensionado.   Este eixo visa à familiarização do aluno com estas inovações, inserindo-o na experiência instigante das escolhas metodológicas para uma melhor atuação em sala de aula. Compõem essa linha os seguintes docentes: Cecília Maria Chaves Brito Bastos,  Giovani José da Silva, Andrius Noronha, Edinaldo Pinheiro Nunes Filho,  Iza  Vanessa P. de Freitas Guimarães,  profa. Dra. Julia Monnerat Barbosa, Lara de Castro, Maura Leal da Silva, Simone Garcia Almeida.

  • Etnicidade e representações

Tendo em vista que a sociedade amazônica é claramente pluriétinica, estudar a etnicidade consiste, em inventariar o repertório das identidades  disponíveis e representações construídas em uma situação pluriétnica dada e descrever o campo de ação dessas identidades nas diversas situações de contato. A análise situacional da etnicidade liga-se ao estudo da produção e da utilização das marcas, por meio das quais os membros das sociedades pluriétnicas identificam-se e diferenciam-se, e ao estudo das escolhas táticas e dos estratagemas que acionam para se safarem do jogo das relações étnicas. Compõem essa linha os seguintes docentes: Irislane Pereira Morais,  Giovani José da Silva,  Mariana de Araújo Gonçalves, Meire Adriana da Silva,  Simone Garcia Almeida.

  • Educação, patrimônio, ambiente e identidade cultura

Esta linha congrega discussões que buscam refletir as interfaces estabelecidas entre educação, patrimônio, ambiente e identidades nas diversas temporalidades e espacialidades, em especial na Amazônia. Concentram-se nessa linha, temáticas distintas relacionadas as memórias, as representações, as manifestações e as identidades dos patrimônios cultural, arqueológico e ambiental no contexto das práticas educativas e das narrativas históricas, a fim de contribuir com a abordagem e a inserção dos referidos temas no contexto escolar, mediadas pela Educação Patrimonial e pela Educação Ambiental, com foco na formação de professores. Conjugadas as temáticas pesquisadas são partilhados, re-elaborados e problematizados conceitos como: Interdisciplinaridade, Transdisciplinaridade, Educação, História, Arqueologia, Ambiente, Antropologia, Etnologia, Etnografia, Identidade, Cultural, Memória, Documento, Pertencimento e Cultura Material. Compõem essa linha os seguintes docentes: Cecília Maria Chaves Brito Bastos, Dorival da Costa dos Santos,  Edinaldo Pinheiro Nunes Filho, Irislane Pereira Morais,  Iza Vanessa Pedroso de Freitas Guimarães, Verônica Xavier Luna.


-NOTA: Art. 2º O único pronome de tratamento utilizado na comunicação com agentes públicos federais é “senhor”, independentemente do nível hierárquico, da natureza do cargo ou da função ou da ocasião – Decreto Nº 9.758, de 11 de abril de 2019

  1.  Publicado em: 12 de jun de 2021 às 15:17 (Atualização)
  2.  Publicado em: 11 de jul de 2016 às 12:33

 

Linhas de Pesquisa

Linhas de Pesquisa – História_antiga_andrius, 3 anos atrás (23 de abril de 2018 às 17h48m)

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