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Comertec Internacional encerra sua primeira edição abordando a crise energética do Amapá

 

 

Neste último dia do I Comertec Internacional também contou com a participação do autor Mark Deuze

Encerrou na noite de quinta-feira, 10 de junho, o I Congresso Internacional COMERTEC e IV COMERTEC Jr, que teve como tema neste ano “Resistência democrática, ciência e mercado tecnológico na pandemia global da Covid-19”, o congresso foi apresentado pela Profa. Ma. Karol Levy, em seus três dias de duração, ao vivo pelo Youtube, com coordenação da Prof.ª Drª Cláudia Arantes de Assis e coordenação adjunta da Profª Drª Roberta Sheibe. O evento também contou com palestras gravadas com renomados especialistas e pesquisadores estrangeiros discutindo a temática central deste Comertec. Aconteceram em paralelo nos dias 9 e 10 os Grupos de Trabalho, os GTs, pelo Google Meet.

 A programação do último dia do evento teve como destaque a Mesa Redonda “A difícil arte de informar durante a crise energética Amapaense”, com a mediação do Prof. Dr. Paulo Giraldi e participação das jornalistas Ana Girlene, Luiza Nobre e por Dyepeson Martins. Além do lançamento do e-book: Geração Streaming: Novas Formas de Comunicação.

Minipalestras com convidados especiais:

Minipalestra Beyond journalism and the global pandemic – Além do jornalismo e da pandemia global

Mark Deuze é autor de sete livros sobre jornalismo e mídia, entre eles Media Life, Managing Media Work (Sage, 2012) e Media Work (Polity Press, 2007). Está na Universidade de Amsterdam nos Países Baixos, trabalhando como professor universitário nos últimos anos.

Minipalestra Redes de distribuição de informação

Palestrante: Profa. Dra. Luciana Moherdaui. Pós-doc em media facades na FAUUSP e professora visitante na Unifesp. Ajudou a criar o iG e o US. Escreveu o 1° manual de JOL do www e Jornalismo sem manchete.

Mesa Redonda – A difícil arte de informar durante a crise energética Amapaense

Mesa Redonda composta pelos jornalistas: Ana Girlene, Dyepeson Martins, Luiza Nobre e Márcia Serrano.

Durante a mesa foram abordados alguns temas, como o fazer jornalístico no Amapá no Apagão de novembro de 2020 e da visão da impressa da nacional  e das empresas sobre a região amazônica.

“O Brasil não conhecia o que era o Amapá. E se conhecia, conhecia a partir de uma visão de uma Amazônia que ninguém pisou aqui: A visão de uma Amazônia apaixonada, de uma Amazônia limpa e de pássaros, de árvores, de barros, de coisas lindas. Mas não é só essa Amazônia ideológica, é a Amazônia real. É essa Amazônia, não é? O Brasil teve a chance de conhecer a Amazônia que não conhecia. Muitos falam de Amazônia, “vamos defender a Amazônia”, mas que Amazônia que estamos falando?  Então, acho que esse é um período bem interessante pra gente discutir como é que funciona o estereótipo de um estado amazônico”, comentou o Prof. Dr. Paulo Giraldi, mediador da Mesa.

Jornalista Ana Girlene durante sua fala na Mesa Redonda

“Nós precisamos mostrar a sociedade amazônica, a sociedade amapaense. É preciso mostrar quem nós somos. O que nós somos? O que que nós queremos? E por que nos contentamos com tão pouco? O que que eu tenho que aceitar que uma empresa cosmética venha aqui, pegue os óleo da castanha e não instale no estado uma fábrica de cosméticos? Não dá mais pra entender e aceitar. Não dá mais pra continuar submisso ao modelo de desenvolvimento que nos trouxe até aqui, que nos limitou culturalmente, que tirou as nossas esperanças. Somos uma potência. É o minério levado como matéria prima, é a energia, é a madeira que é tirada pra fazer papel. É uma pena que nós ainda não conseguimos nos apropriar disso, e não romper com esse modelo de desenvolvimento tradicional de exploração aqui adotado. “, afirma Ana Girlene, Jornalista, apresentadora do programa Café com Notícia, na 90.9 Diário e assessora técnica e no Ministério Público do Amapá, na área de comunicação social.

Grupos de Trabalho – GTs

Alguns trabalhos do último dia abordaram a questão da pandemia na sociedade, o uso de tecnologia e todos seus desdobramentos, entre eles estão:

  • Generation of things: The artificial intelligence of “Alexa’s” software as flowing matter experienced by human action (Geração de coisas: a inteligência artificial do software “Alexa” como matéria fluida experimentada pela ação humana.) De autoria da Prof. Dra. Cláudia Maria Arantes de Assis Saar e Prof. Dra. Roberta Scheibe, ambas professoras do colegiado de jornalismo da Universidade Federal do Amapá – UNIFAP.
  • O cinema dentro de casa: o Expressivo Consumo de Plataformas Streaming durante a Pandemia. De autoria de Luana da Conceição Silveira e Prof. Dra. Cláudia Maria Arantes de Assis Saar.
  • Produção e circulação de documentários no Globoplay: a ampliação da oferta durante a pandemia de Covid-19. De autoria de Amanda Azevedo, Eveline Stella de Araujo e Cleide Luciane Antoniutti.

Os certificados de participação serão enviados por e-mail aos inscritos. 

O Comertec

O Grupo de Pesquisa Comertec – Comunicação, Mercado e Tecnologia, é vinculado ao curso de jornalismo da Universidade Federal do Amapá – UNIFAP e foi criado em 2013 para desenvolver projetos e pesquisas relacionadas à comunicação, mercado e tecnologia. Reúne pesquisadores para desenvolver estudos e propostas reflexivas sobre a comunicação contemporânea na era tecnológica, e analisar a aplicação prática da comunicação nos mais diversos mercados. O grupo de pesquisa possui parcerias com universidades brasileiras e internacionais, além de ser credenciado e cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq. Além dos congressos, o Comertec produz livros, e-books e revistas acadêmicas. Em sua quarta edição Jr. e primeira edição internacional, o congresso se adaptou ao contexto do mundo atual e trouxe a edição deste ano totalmente online, através das plataformas Google Meet e Youtube.

Colaboração de texto: Maison Brito Pereira (Bolsista de Extensão do Escritório Modelo/Rádio e TV UNIFAP, 2021)

ATENÇÃO – As informações, as fotos, imagens e os textos podem ser usados e reproduzidos, integral ou parcialmente, desde que a fonte seja devidamente citada e que não haja alteração de sentido em seus conteúdos. Crédito para textos: Escritório Modelo/Rádio e TV UNIFAP, 2021.

 

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