Veni, Vidi y Vici!
Marco Zero do Equador, até 2018!
Religião, política e espaço público: bancadas religiosas – Dr. Marcos Vinícius, Dr. Donizetti Tuga (Portugal) e a Drª Maria Cordeiro; Os 100 anos da Revolução Russa e o Socialismo no século XXI – Dr. Iuri Cavlak, Dr. André Guimarães, Édico Pires (SINSTAUFAP) e Almir Brito (CSP-CONLUTAS); Amapá-Guiana Francesa: transcendendo a fronteira – Drª Carmentilla das Chagas Martins; A migração de mulheres brasileiras para Guiana Francesa (1990-2000) – Aldenize Araujo de Almeida; A migração de brasileiros para Guiana Francesa: notas historiográficas – Juliana Rodrigues Aguiar; A fronteira no corpo: um estudo das experiências transgressoras das normas de gênero no Amapá (2012-2016) – Chayenne da Silva Farias; O migrante amazônico e identidades construídas: a estigmatização do outro – Alessandra Gomes Vales; Cultura enquanto expoente de construção, desconstrução e reconstrução na formação e resistência dos povos – Marlon Galeno Rodrigues Júnior; Migração internacional e dinâmicas fronteiriças no município de Oiapoque/AP – Msc. Jonathan Viana da Silva; Migração na fronteira Franco-Brasileira e a exclusão social – Terezinha de Jesus Ramalho; A fronteira franco-brasileira e os impactos sociais decorrentes da migração – Lilciane Ferreira R. de Araújo; Migração internacional: causas e consequências da imigração estrangeira no município de Oiapoque-AP – Wallison Rodrigues Bezerra; Dinâmicas da fronteira: o deslocamento de migrantes internacionais para o município de Oiapoque-AP – Aldelan dos Santos Nunes; O estabelecimento de sociabilidades no processo migratório de mulheres trabalhadoras na Amazônia: possibilidades de análise a partir da história oral – Andréia Martel Torres; Conflitos e desafios da preservação do patrimônio arqueológico: percepções da vila de Cunani e do sítio arqueológico de Calçoene-AP – Elinelma Laurindo Cruz e Elielson Santos.
O colegiado de História do Campus Binacional através de seus docentes e discentes, vem por meio deste, agradecer a cooperação institucional realizada durante a X Semana de História realizada em dezembro de 2017. Fica registrado nossos agradecimentos à toda equipe organizadora e comitê científico.
Agradecemos também pela participação dos(as) docentes e discentes que também puderam prestigiar a I Semana de História do Campus Binacional de Oiapoque realizada em fins de outubro e início de novembro.
Entendemos que as atividades de cooperação institucional envolvendo Pesquisa, Ensino e Extensão entre nossos cursos são fundamentais.
Deixo registrado aqui, meu terno agradecimento particular na condição de gestor aos seguintes profissionais: Profª. Carmentilla Martins, Prof. Dinaldo Barbosa e o Prof. Sidney Lobato pelo esforço e cooperação institucional.
Com estima e admiração,
Prof. Paulo Milhomens
Coordenador do Curso de História – Campus Binacional.
Cotidiano Universitário; Centro de Pesquisa Arqueológica do Amapá – CEPAP; Reduções e missões dos jesuítas na América do Sul: correntes Historiográficas – Dr. Fernando Londoño (PUC-SP); Arqueologia das ditaduras latino-americanas: memória e história reafirmando a democracia – Msc. Avelino Gambim Júnior (Unifap) e Msc. Jelly Juliane Souza de Lima (Unifap); Transcrição de documentos paleográficos coloniais – Dra. Benedita do Socorro Matos Santos (SEE-AP) e Dr. Renan M. Birro (Unifap); Terror e virtude: a música “brega” pelas frestas da Ditadura – Chayenne da Silva Farias (Mestranda do PPGEF-Unifap).
A X Semana de História da UNIFAP, que traz como tema Memória, História e Democracia, está sendo concebida num momento em que, no cenário nacional, vivenciamos disputas e polaridades entre memórias e narrativas históricas em torno dos percalços da experiência democrática brasileira. As diferentes representações do passado autoritário e recente da América Latina e especificamente do Brasil friccionam-se ainda mais em decorrência do atual debate em torno do Golpe, quando as lembranças de 1964 tornam-se motes centrais das tentativas de explicar os meandros da presente crise institucional em nosso país. Elucidar a importância de se compreender o nosso passado torna-se algo ainda mais imperativo em face das diversas ameaças que a democracia e o ensino de história vêm sofrendo. Neste atinente, destaca-se que no bojo da contrarreforma do ensino médio, a própria disciplina deixou de ser um componente curricular obrigatório. Neste contexto, a universidade torna-se um espaço estratégico para analisarmos as diferentes versões sobre o passado. A X Semana de História será, portanto, um momento para aprofundarmos pesquisas historiográficas e discussões, fomentando a construção de uma consciência histórica crítica, ancorada na relação entre passado e presente, a fim de orientar ações cidadãs, tendo como horizonte o fortalecimento dos valores democráticos. Além disto, este evento pretende: contribuir para uma reflexão ampla sobre a pesquisa no campo da História, e de modo mais específico para os estudos voltados para o passado da sociedade brasileira e amazônica; debater as possibilidades metodológicas e os referenciais teóricos do trabalho do historiador; refletir sobre o trabalho dos docentes da área de História, analisando as ações educacionais específicas para o nosso campo de conhecimento; e propor novas formas de abordar, na sala de aula, temas como a memória, a história e a democracia. Fonte: http://xsemanadehistoriaunifap.blogspot.com.br/
Com as temáticas: Política Externa Brasileira para a América do Sul: padrões e contexto histórico das pontes sobre o rio Tacutú e sobre o Rio Oiapoque; Relações Fronteiriças do Brasil na América do Sul: fluxos a partir das pontes binacionais; Lei 10.639/2003 e sua aplicabilidade nas escolas da fronteira franco-brasileira; Violência doméstica contra a mulher na fronteira franco-brasileira: dados quantitativos entre os anos de 2015 e 2016; A Integração física do eixo escudo guianês: notas históricas, demos início ao segundo dia da Semana de História no Campus Marco Zero.
Com a palestra “Una perspectiva de Cuba en el siglo XXI”, Angel Suarez Rubio ex professor da Universidade de Havana pode apresentar uma breve história de Cuba sob os aspectos sociais e econômicos até os dias atuais. Destaca a professora Márcia Gomes, “que o bloqueio econômico estabelecido pelos os Estados Unidos ainda é forte à Ilha Caribenha, dificultando muito o seu restabelecimento no cenário mundial”.
O colegiado de história foi representado pelos os professores Jonathan Viana, Márcia Gomes e Dinaldo Barbosa.
A palestra que ocorreu no dia 05/12 foi uma previa das atividades de alta densidade acadêmica que acontecerão na Semana de História em Macapá durantes os dias 12,13,14,15 e 16 de dezembro do corrente ano. Na oportunidade, os professores do Campus Binacional participarão coordenando sessões, palestrando, mediando mesa e coordenando os alunos do Binacional no referido evento.
Avante Binacional!
Com a participação de representantes de todos os cursos do Binacional, ocorreu no dia 05/12/2017 uma das maiores reuniões do SINDUFAP no Campus Binacional.
As temáticas RDO, Edital de Remoção de Professores, CPPD, Eleição de Reitoria, Auxílio Fronteira, Assessoria Jurídica para Professores e entre outras acaloraram a reunião.
A assessoria jurídica WAGNER ASSOCIADOS destacou que uma série de ações judiciais estão sendo protocoladas em todo país, e que em breve, a categoria docente das IFES poderão ter ganhos em face das jurisprudências adquiridas na maioria de seus pleitos.
Com grande alegria que o curso de História do Binacional recebe mais uma vez o PhD Sidney Lobato.
Tendo como tema de debate Fronteiras da História: desafios da pesquisa histórica na Amazônia, o Professor conseguiu a partir da sua palestra debater as principais dificuldades enfrentadas por pesquisadores na região norte.
Além disso, possibilitou aos presentes um entendimento maior sobre o uso das ferramentas tecnológicas na produção do conhecimento histórico.
Segundo o Professor Jonathan Viana, “a presença do Professor Sidney reforça mais ainda a necessidade de entender holisticamente a fronteira norte do país”.
Já a Professora Márcia Gomes, destaca que, “a produção do conhecimento histórico no norte do país é a chave para entender os principais desafios e problemas que permeiam a região”.
A coordenação agradece mais uma vez o apoio do Professor Sidney Lobato ao Campus Binacional, ao Município do Oiapoque e aos discentes de história.