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Curso de Jornalismo celebra colação de grau e entrega 12 novos profissionais

Eduardo Lima*

A Universidade Federal do Amapá (Unifap) realizou, nessa terça-feira (21), a cerimônia de colação de grau dos cursos de graduação do Departamento de Letras e Artes (Depla), do qual o curso de Jornalismo faz parte. Ao todo, foram 12 formandos que receberam o grau de bacharel/a em Jornalismo. O evento ocorreu no Auditório Central da instituição e reuniu formandos e familiares.

Um dos formandos em Jornalismo foi Lucas Pereira, que destacou o significado do evento. “Pra mim, foi um ciclo emocionante se fechando. Pude conhecer várias histórias e minha paixão pela comunicação e cinema só dobrou. Todo o conhecimento que adquiri ao longo desses quatro anos levarei pra vida”. 

Ao longo dos anos na universidade, o ex-estudante vivenciou diversas atividades que despertaram o interesse em seguir e aprofundar seus estudos em cinema e audiovisual. Ele já foi reconhecido ao vencer, na categoria de roteiro, o Congresso de Jornalismo da Unifap (CONJU).

“A cada semestre que começava, uma nova curiosidade despertava em mim. Realizei um dos meus objetivos que era estagiar na assessoria de comunicação da Unifap, onde coloquei em prática o que aprendi. Passei por outras experiências que também consolidaram minha visão sobre o mercado de trabalho do jornalismo no Amapa”, destaca o ex-aluno. 

Para o coordenador do curso, prof. Dr. Alan Milhomem, a formatura da turma representa um momento importante para o curso, que entrega para a sociedade 12 profissionais capacitados para atuar no mercado de trabalho. “Com coragem, ética e dedicação, esses alunos e alunas venceram cada etapa da graduação e agora se preparam para transformar o mundo por meio da informação de qualidade. Eles e elas entram no mercado de trabalho em um momento desafiador, mas carregam consigo o compromisso inegociável com a verdade e a apuração rigorosa, ferramentas fundamentais para defender a democracia e a liberdade de expressão”. 

Também colaram grau em Jornalismo os formandos: Antônio Eduardo Belfort, Beatriz Viegas, Brenda Gomes, Biank Bastos, Eloani Gemaque, Iana Clara Amoras, Leo Nilo Pires, Mariana Braga, Núbia Pacheco, Paulo Rafael Silva e Talita Paiva.

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo

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Curso de Jornalismo define os horários e as disciplinas do semestre 2026.2 

 

Eduardo Lima*

A coordenação do Curso de Jornalismo disponibilizou os horários das disciplinas do semestre 2026.2, que vai de 12 de agosto a 12 de dezembro de 2026. Serão ofertadas 23 disciplinas ao longo da semana, sendo 3 optativas e 20 obrigatórias. A coordenação recomenda que os estudantes organizem suas rotinas e fiquem atentos aos dias e horários das aulas.

É importante destacar que as disciplinas de Laboratório de Telejornalismo e Redação e Reportagem III terão turmas ofertadas à tarde e à noite. Já a disciplina optativa de Jornalismo Científico será ofertada apenas no período vespertino.

As matrículas para o novo período letivo se iniciam no dia 29 de julho e vão até 04 de agosto e devem ser feitas exclusivamente pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades (Sigaa), na aba “Ensino” → “Matrícula Online”.

Caso o estudante não tenha realizado a matrícula ou queira trocar de disciplinas, o período para ajustes se inicia no dia 07 de agosto e vai até 10 de agosto. Qualquer dúvida, o/a estudante pode procurar a Coordenação do Curso, respeitando os horários de atendimento. 

No período de recesso acadêmico, de 27 de julho a 11 de agosto, os atendimentos na Coordenação do Curso serão realizados remotamente pelo e-mail requerimento.jornalismo@unifap.com.br ou pelo WhatsApp do coordenador (96) 98435-7466, no horário das 14h às 20h.

Confira as disciplinas e horários:

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo

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Projeto de extensão busca traduzir e divulgar produções científicas da Unifap nas plataformas digitais

Coordenador e alunos/as do projeto.

Eduardo Lima*

O “Explica Ciência: tradução do conhecimento produzido na Unifap para as plataformas digitais” é um projeto de extensão com o objetivo de divulgar o conhecimento científico por meio da tradução das produções acadêmicas.  A ação considera que a maioria do que é feito na universidade não chega ao restante da população. Dessa forma, o intuito é ampliar a circulação do conhecimento e aproximar a universidade da sociedade.

O projeto funciona como uma redação, onde os estudantes do curso de Jornalismo selecionam e produzem os conteúdos para plataformas digitais. “O desafio é traduzir a complexidade dos estudos que são desenvolvidos muitas vezes para pessoas que têm o conhecimento técnico científico para uma linguagem que circula no dia a dia”, explica o coordenador do projeto, professor Dr. Danilo Borges, sobre o processo de construção dos produtos após a apuração. O docente acompanha os alunos para que possam aprender na prática como divulgar um trabalho. As outras etapas são a edição do material, publicação e análise das métricas de desempenho.

Além de ampliar o acesso do público ao conteúdo científico da Unifap, o projeto fortalece a presença da universidade nas redes sociais, prepara os estudantes para divulgarem conhecimento e estimula o pensamento crítico.

O coordenador do projeto conta como a iniciativa surgiu: “Fui desenvolvendo dentro do meus antigos trabalhos uma comunicação mais popular. Nessa experiência, existia a dificuldade de traduzir o conhecimento para que as populações que eram beneficiadas por projetos tivessem acesso e um entendimento maior do que se construía ali. Também trabalhava com comunidades quilombolas e, para além dos meios acadêmicos, eu fazia que tivesse uma devolutiva para as comunidades que eu estava inserido”.

O docente também integrou um projeto de tradução do conhecimento na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). As experiências anteriores motivaram o professor a desenvolver um processo semelhante para divulgar trabalhos desenvolvidos na Universidade Federal do Amapá (Unifap) nas redes sociais e combater a desinformação científica no ambiente digital. Os conteúdos produzidos pelo Explica Ciência são publicados no Instagram da Agência Experimental de Comunicação (AGCom) e na conta do Explica Ciência no Tik Tok. 

Veja o vídeo de apresentação do projeto: https://www.instagram.com/p/DaS98HDM5xL/

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo

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Após 10 anos, projeto Políticas do Corpo retorna para debater violência estrutural contra mulheres no Amapá

Professora Lylian Rodrigues na edição de 2014 do Políticas do Corpo. Foto: Arquivo pessoal.

Eduardo Lima*

O Projeto de Extensão “Políticas do Corpo” volta após 10 anos para debater como a violência estrutural no Amapá afeta as mulheres, no contexto da nova política sobre drogas. As ações vão iniciar em agosto, junto com a implementação do Centro de Acesso a Direitos e Inclusão Social (CAIS) Tucuju. O objetivo da iniciativa é escutar e fazer circular as vozes das mulheres sobre o tema. Recentemente, a coordenadora do projeto, professora Dra. Lylian Rodrigues, esteve em Brasília para capacitação sobre os CAIS e a nova política sobre drogas. 

Uma das atividades do projeto será o minicurso “Além das Violências Estruturais”, com o professor Pedro Benevides, da Universidade Federal da Paraíba. Também haverá encontros com as mulheres que passaram ou estão em presídios. O Políticas do Corpo busca dar visibilidade aos discursos que compartilham da perspectiva estética sobre o corpo, além de debater a produção audiovisual independente e colaborativa. Dessa forma, o objetivo é fortalecer a luta de direitos sociais, de culturas e de mudanças para a liberdade.

A professora Dra. Lylian Rodrigues conta que a iniciativa surgiu a partir dos seus próprios trabalhos com grupos sociais marginalizados. “Essa extensão vem de projetos de pesquisa que sempre estiveram investigando o espaço da possibilidade de emancipação social e quais os desafios, preconceitos e injustiças para que o sujeito possa usufruir de seus direitos e possa viver em uma sociedade reconhecendo a diversidade”.

Conforme a docente, foram diversos impactos do projeto na comunidade em edições anteriores e por isso resolveu retomar as atividades após 10 anos. “Estudantes deram continuidade no mestrado e na própria vida. Me lembro de um caso em que uma estudante se encontrou na sua transgeneridade a partir dos debates. Retomar o Políticas do Corpo em 2026 é exatamente pelo impacto nas pessoas porque elas começaram a me cobrar. Esse ano vem com a temática sobre corpos que foram restritos de liberdade e que estão no recorte de mulheres”, afirma.

As três edições anteriores do Políticas do Corpo foram organizadas em 2014, 2015 e 2016, durante o Colóquio em Comunicação e Artes, para pensar as políticas do corpo na Universidade Federal do Amapá. Os eventos contaram com palestras, performances, minicursos e oficinas. As edições podem ser vistas nos seguintes endereços eletrônicos:

https://coloquiocomunicacaoearte.blogspot.com/p/programacao.html 

https://coloquiocomunicacaoearte2.blogspot.com/p/programacao.html 

https://coloquiocomunicacaoearte3.blogspot.com/p/programacao.html


*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo

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Professor do curso de Jornalismo da Unifap é reconhecido como Mestre do Quadrinho Nacional

Eduardo Lima*

O escritor e professor de Jornalismo da Universidade Federal do Amapá, Dr. Ivan Carlos, foi premiado como Mestre do Quadrinho Nacional no 41° Troféu Angelo Agostini. A entrega da premiação  aconteceu em São Paulo, no dia 28 de junho de 2026. Organizado pela Associação dos Quadrinistas e Caricaturistas do estado de São Paulo (AQC-ESP), o Troféu Angelo Agostini é dedicado a produções de histórias em quadrinhos.

“Quando, há 37 anos, o Bené Nascimento me perguntou se eu aceitava colocar texto na história A Floresta Negra, eu não imaginava que aquele “sim” me traria até aqui, recebendo o mais prestigioso prêmio do quadrinho nacional”, declarou o professor em seu discurso de agradecimento. Ivan foi premiado na categoria Mestre do Quadrinho Nacional, dedicada a artistas que tenham se dedicado aos quadrinhos brasileiros há pelo menos 30 anos. 

Com o pseudônimo de Gian Danton, o professor começou a carreira nos quadrinhos em Belém no ano de 1989. Desde então,  seus trabalhos destacam a cultura regional amazônica. Com mais de 30 anos de carreira, Danton foi a primeira pessoa do Norte a receber a premiação. No discurso de agradecimento, o quadrinista destacou a importância do prêmio para o reconhecimento da realidade e de obras nortistas.

“Nós moramos em uma região tão grande e rica que, por muito tempo na nossa história, foi uma colônia separada do resto do Brasil. Uma região que sofre com séculos de exploração e descaso estrutural, e que sempre esteve longe demais das capitais. Apesar de todas as dificuldades históricas, o quadrinho nortista tem resistido, tem se destacado e ocupado, cada vez mais, o espaço que lhe é de direito e merecimento”, afirmou. 

O Troféu Angelo Agostini (também conhecido como Prêmio Angelo Agostini) é a mais antiga premiação brasileira dedicada exclusivamente às histórias em quadrinhos. A primeira edição foi realizada em 1985. O nome do prêmio faz homenagem a Angelo Agostini, considerado à época o criador da primeira história em quadrinhos brasileira. A premiação reconhece o conjunto da obra e a contribuição do autor para o desenvolvimento dos quadrinhos e para a formação de novos artistas. 


*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo

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Professora do Curso de Jornalismo participa da Semana Nacional de Políticas sobre Drogas, em Brasília

Eduardo Lima*

A professora do Curso de Jornalismo Dra. Lylian Rodrigues participou, na semana de 22 a 26 de junho, da Semana Nacional de Políticas sobre Droga realizada em Brasília. A docente foi para capacitação visando a implantação do Centro de Acesso a Direitos e Inclusão Social (CAIS) Tucuju na Universidade Federal do Amapá (Unifap). 

“Foi incrível perceber como as pessoas conseguem pautar as drogas a partir da saúde pública e do cuidado com as pessoas, caindo alguns mitos. Tive oportunidade de conhecer o movimento das pessoas em situação de rua em Brasília. Eles conseguiram se mobilizar e vão conseguir moradia com o programa Minha Casa Minha Vida”, destacou a professora sobre a participação no evento. 

Ainda segundo a docente, ela também buscou mostrar o cenário do Amapá na política antidrogas e da vulnerabilidade em torno da violência policial. “Por 10 anos, nosso estado está no ranking de mortes por intervenção militar. A gente tem um cenário da violência policial que aflige essa população”, ressaltou.

Lylian Rodrigues vai coordenar o Projeto CAIS Tucuju, aprovado no edital PROEXT-PG CAIS da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A iniciativa coloca a Unifap como um ponto de acesso para pessoas atendidas na política de drogas. Essa foi a primeira vez da categoria Centro de Acesso a Direitos e Inclusão Social (CAIS) Acadêmico para que as universidades pudessem disputar. A rede é organizada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad) para promover o acesso a direitos e a inclusão social de populações em vulnerabilidade. 

“Pessoas que estão apenadas, em medidas provisórias, adolescentes em medidas socioeducativas, usuários, pessoas atendidas pelo CAPS e pessoas em situação de rua vão ter na universidade um ponto de acesso para orientações jurídicas, atividades socioculturais e arteterapêuticas para lidar com o tema das drogas no âmbito da saúde pública”, destacou declara professora. 

 A proposta foi apresentada pela docente junto com uma equipe de profissionais que trabalhavam no Projeto GENTE, no Centro da Política de sobre Drogas. O projeto tem cinco anos para ser executado e vai receber bolsas de doutorado, mestrado e iniciação científica para que os programas de pós-graduação da universidade possam fazer pesquisas no cenário das drogas e das violações contra pessoas em vulnerabilidade.

O CAIS Tucuju, além de oferecer serviços e assistência na Unifap,  tem a intenção de mobilizar as pessoas para o debate sobre o tema das drogas no âmbito da saúde pública e dar instrumentos para a organização social pelo direito à saúde, à dignidade e à segurança. A questão é, segundo a professora, como qualificar o enfrentamento ao tráfico de drogas, já que “ele está na periferia e em outras geografias sociais, só que as mortes acontecem sempre na periferia”, finalizou. 

Semana Nacional de Políticas sobre Drogas 2026

Realizada entre 22 e 26 de junho, a Semana Nacional reuniu representantes do Governo Federal, pesquisadores, gestores públicos, organismos internacionais e organizações da sociedade civil para apresentar as principais entregas da Senad e ampliar a articulação em torno de políticas de prevenção, promoção de direitos e desenvolvimento dos territórios.

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo