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Professor do curso de Jornalismo da Unifap é reconhecido como Mestre do Quadrinho Nacional

Eduardo Lima*

O escritor e professor de Jornalismo da Universidade Federal do Amapá, Dr. Ivan Carlos, foi premiado como Mestre do Quadrinho Nacional no 41° Troféu Angelo Agostini. A entrega da premiação  aconteceu em São Paulo, no dia 28 de junho de 2026. Organizado pela Associação dos Quadrinistas e Caricaturistas do estado de São Paulo (AQC-ESP), o Troféu Angelo Agostini é dedicado a produções de histórias em quadrinhos.

“Quando, há 37 anos, o Bené Nascimento me perguntou se eu aceitava colocar texto na história A Floresta Negra, eu não imaginava que aquele “sim” me traria até aqui, recebendo o mais prestigioso prêmio do quadrinho nacional”, declarou o professor em seu discurso de agradecimento. Ivan foi premiado na categoria Mestre do Quadrinho Nacional, dedicada a artistas que tenham se dedicado aos quadrinhos brasileiros há pelo menos 30 anos. 

Com o pseudônimo de Gian Danton, o professor começou a carreira nos quadrinhos em Belém no ano de 1989. Desde então,  seus trabalhos destacam a cultura regional amazônica. Com mais de 30 anos de carreira, Danton foi a primeira pessoa do Norte a receber a premiação. No discurso de agradecimento, o quadrinista destacou a importância do prêmio para o reconhecimento da realidade e de obras nortistas.

“Nós moramos em uma região tão grande e rica que, por muito tempo na nossa história, foi uma colônia separada do resto do Brasil. Uma região que sofre com séculos de exploração e descaso estrutural, e que sempre esteve longe demais das capitais. Apesar de todas as dificuldades históricas, o quadrinho nortista tem resistido, tem se destacado e ocupado, cada vez mais, o espaço que lhe é de direito e merecimento”, afirmou. 

O Troféu Angelo Agostini (também conhecido como Prêmio Angelo Agostini) é a mais antiga premiação brasileira dedicada exclusivamente às histórias em quadrinhos. A primeira edição foi realizada em 1985. O nome do prêmio faz homenagem a Angelo Agostini, considerado à época o criador da primeira história em quadrinhos brasileira. A premiação reconhece o conjunto da obra e a contribuição do autor para o desenvolvimento dos quadrinhos e para a formação de novos artistas. 


*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo

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Professora do Curso de Jornalismo participa da Semana Nacional de Políticas sobre Drogas, em Brasília

Eduardo Lima*

A professora do Curso de Jornalismo Dra. Lylian Rodrigues participou, na semana de 22 a 26 de junho, da Semana Nacional de Políticas sobre Droga realizada em Brasília. A docente foi para capacitação visando a implantação do Centro de Acesso a Direitos e Inclusão Social (CAIS) Tucuju na Universidade Federal do Amapá (Unifap). 

“Foi incrível perceber como as pessoas conseguem pautar as drogas a partir da saúde pública e do cuidado com as pessoas, caindo alguns mitos. Tive oportunidade de conhecer o movimento das pessoas em situação de rua em Brasília. Eles conseguiram se mobilizar e vão conseguir moradia com o programa Minha Casa Minha Vida”, destacou a professora sobre a participação no evento. 

Ainda segundo a docente, ela também buscou mostrar o cenário do Amapá na política antidrogas e da vulnerabilidade em torno da violência policial. “Por 10 anos, nosso estado está no ranking de mortes por intervenção militar. A gente tem um cenário da violência policial que aflige essa população”, ressaltou.

Lylian Rodrigues vai coordenar o Projeto CAIS Tucuju, aprovado no edital PROEXT-PG CAIS da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A iniciativa coloca a Unifap como um ponto de acesso para pessoas atendidas na política de drogas. Essa foi a primeira vez da categoria Centro de Acesso a Direitos e Inclusão Social (CAIS) Acadêmico para que as universidades pudessem disputar. A rede é organizada pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad) para promover o acesso a direitos e a inclusão social de populações em vulnerabilidade. 

“Pessoas que estão apenadas, em medidas provisórias, adolescentes em medidas socioeducativas, usuários, pessoas atendidas pelo CAPS e pessoas em situação de rua vão ter na universidade um ponto de acesso para orientações jurídicas, atividades socioculturais e arteterapêuticas para lidar com o tema das drogas no âmbito da saúde pública”, destacou declara professora. 

 A proposta foi apresentada pela docente junto com uma equipe de profissionais que trabalhavam no Projeto GENTE, no Centro da Política de sobre Drogas. O projeto tem cinco anos para ser executado e vai receber bolsas de doutorado, mestrado e iniciação científica para que os programas de pós-graduação da universidade possam fazer pesquisas no cenário das drogas e das violações contra pessoas em vulnerabilidade.

O CAIS Tucuju, além de oferecer serviços e assistência na Unifap,  tem a intenção de mobilizar as pessoas para o debate sobre o tema das drogas no âmbito da saúde pública e dar instrumentos para a organização social pelo direito à saúde, à dignidade e à segurança. A questão é, segundo a professora, como qualificar o enfrentamento ao tráfico de drogas, já que “ele está na periferia e em outras geografias sociais, só que as mortes acontecem sempre na periferia”, finalizou. 

Semana Nacional de Políticas sobre Drogas 2026

Realizada entre 22 e 26 de junho, a Semana Nacional reuniu representantes do Governo Federal, pesquisadores, gestores públicos, organismos internacionais e organizações da sociedade civil para apresentar as principais entregas da Senad e ampliar a articulação em torno de políticas de prevenção, promoção de direitos e desenvolvimento dos territórios.

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo



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Estudantes devem ficar atentos ao prazo para envio de documentos obrigatórios

Eduardo Lima*

A Coordenação do Curso de Jornalismo alerta aos estudantes sobre o prazo para entrega de documentação referente ao cumprimento de componentes obrigatórios. O objetivo é garantir a resolução de pendências até o fim do semestre.

Os estudantes do curso têm até o dia 17 de julho para enviar processos relacionados a Atividades Curriculares Complementares (ACCs), estágio obrigatório e defesas de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O prazo estabelecido considera a necessidade de uma semana de antecedência para que a Coordenação possa realizar a análise da documentação e fazer a creditação dos componentes curriculares.

Todos os documentos devem ser enviados para o e-mail requerimento.jornalismo@unifap.br. Qualquer dúvida, o/a estudante pode procurar a Coordenação do Curso, respeitando os horários de atendimento presencial:

Segunda-feira: 14h às 21h – técnico e coordenador

Terça-feira: 14h às 21h – técnico e coordenador

Quarta-feira: 14h às 18h – técnico e coordenador

Quinta-feira: 14h às 21h – técnico e coordenador

Sexta-feira: 14h30 às 19h – técnico

 

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo

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Curso de Jornalismo realiza censo de egressos e convida ex-alunos a participarem

Por Eduardo Lima*

O curso de Jornalismo da Universidade Federal do Amapá (Unifap) iniciou o censo de egressos/as com o objetivo de conhecer melhor a trajetória acadêmica e profissional dos/as estudantes que concluíram a graduação.

A iniciativa busca reunir informações sobre a inserção dos/as ex-alunos/as no mercado de trabalho, áreas de atuação, formação continuada, experiências profissionais e outros aspectos relacionados ao percurso após a graduação. Os dados coletados serão fundamentais para subsidiar ações de planejamento e avaliação do curso.

Entre os principais objetivos do levantamento estão a atualização do Projeto Pedagógico do Curso (PPC), o fortalecimento das políticas de acompanhamento de egressos e o desenvolvimento de novos projetos de ensino, pesquisa e extensão alinhados às demandas profissionais e às transformações do campo do Jornalismo.

Conforme o coordenador do curso, prof. Dr. Alan Milhomem, a participação dosas egressos/as é essencial para a construção de um diagnóstico mais preciso sobre os impactos da formação oferecida pelo curso de Jornalismo e para o aperfeiçoamento contínuo da graduação.

Todos os/as ex-alunos/as do curso são convidados a responder ao questionário por meio do link abaixo:

https://forms.gle/fweGUefHJxGcbriU6

Em caso de dúvidas, os/as egressos/as podem entrar em contato com a coordenação do curso pelo e-mail: jornalismo@unifap.br ou pelo telefone (96) 98435-7466.

 

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo

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Rádio Pop completa 200 episódios discutindo a cultura pop no Amapá

*Por Eduardo Lima

Foto: Raila Souza

O Projeto de Extensão Rádio Pop apresentou, nessa quinta-feira (28/05), seu episódio de número 200 desde que foi retomado em 2017. O projeto de extensão tem o objetivo de trazer e discutir a cultura pop no Amapá por meio de um programa de rádio veiculado toda quinta-feira na Rádio Universitária. Ao longo do tempo, o programa se tornou referência no debate sobre cultura pop e conta com a participação de alunos do curso de Jornalismo na produção e apresentação dos episódios.

Coordenado pelo professor Dr. Ivan Carlo, a Rádio Pop surgiu em 2013, sendo o programa ativo mais antigo da Rádio Universitária e apresenta um bate papo entre os apresentadores sobre os mais diversos temas ligados à área. O professor conta que o projeto surgiu por causa da alta demanda por cultura pop no Amapá. “Não se falava na rádio sobre cinema, quadrinhos, games, seriados e até literatura mais pobre. Minha visão de cultura pop é ampla”, afirma. 

A voluntária do programa, Ágatha Corrêa, conta como a rádio ajudou a desenvolver sua perspectiva profissional. “O meu trabalho envolve coisas que eu gosto, principalmente a cultura popular, uma área que nunca foi vista com bons olhos pela comunidade acadêmica, mas que tem um papel importante na sociedade. Criei vínculos com meus colegas e tive uma relação de proximidade com professores e alunos”. 

O Rádio Pop foi responsável pela formação de profissionais importantes para o jornalismo amapaense, que atuam como repórteres ou professores do curso, além de fazer parte do cotidiano da população amapaense. “É o programa que tem mais comentários no Youtube. É muita gente pedindo pra ter toda semana. Acredito que tenha ajudado as pessoas a encontrarem e valorizarem a cultura pop e o que é local”, conta o professor.

O programa Rádio Pop também tem relação com outro projeto de pesquisa de Ivan Carlo, o “Linguagem dos Quadrinhos”, além do evento Aspas Norte, por apresentarem e incentivarem a produção de cultura pop no estado. Para quem quiser acompanhar o programa Rádio Pop, basta sintonizar na Rádio Universitária 96,9 FM toda quinta-feira, às 17h.

Foto: Raila Souza.

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo 

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Projeto de pesquisa estuda a linguagem dos quadrinhos e o processo de decolonialidade

Professor Ivan Carlo. Foto: Acervo pessoal.

Com o objetivo de reunir estudos sobre a linguagem das histórias em quadrinhos, o professor Dr. Ivan Carlo realiza a segunda etapa do projeto de pesquisa “A Linguagem dos Quadrinhos”. O estudo aborda, ainda, a evolução e a influência da linguagem das histórias em quadrinhos no cinema e nas séries, além de traçar as características e o panorama dos quadrinhos amazônicos. A motivação para pesquisar sobre o tema surgiu quando o professor questionou a exclusão de certas regiões do Brasil de premiações nacionais.

“Em 2023, houve uma campanha para dizer que o Prêmio Angelo Agostini era inclusivo. Quando vi a lista de pessoas que ganharam, todas eram de São Paulo. Aí surgiu a ideia de fazer uma pesquisa para o Aspas Nacional, o que me levou para a decolonialidade. Você tem a colonialidade interna da região Centro-Sul com relação à Região Norte”, conta o pesquisador.

Um dos resultados da primeira etapa do projeto foi a criação do Prêmio Mapinguari dos Quadrinhos, com o objetivo de incentivar e fomentar a produção de quadrinhos e quadrinistas da Região Norte do Brasil. O prêmio busca valorizar produções que expressem a diversidade cultural nortista. A criadora da honraria agradeceu à pesquisa do professor Ivan Carlo por ter contribuído para a criação do prêmio. Na edição de 2025, o professor foi jurado da premiação.

O pesquisador ainda destaca como o trabalho pode contribuir também para o cenário audiovisual. “Eu espero que haja também a valorização das narrativas regionais. As narrativas audiovisuais amazônidas são invisibilizadas. Há um discurso de que nós não sabemos narrar nossas próprias histórias. Espero que a pesquisa dê visibilidade para produções locais e regionais e que a Amazônia deixe de ser cenário e comece a ser protagonista de suas histórias.”

O projeto desenvolvido também já resultou na criação do Aspas Norte, versão regional dos congressos da Aspas (Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial), e na publicação de dois livros: A Linguagem dos Quadrinhos e Cultura Pop, Comunicação e Linguagem.

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo 

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Projeto de pesquisa busca entender o cinema sob a perspectiva da semiótica 

Professor Rafael Wagner. Foto: Maria Lua.

Por Eduardo Lima*

O Projeto de Pesquisa “Cinema e semiótica: estudos cinematográficos a partir da teoria de Charles S. Peirce” propõe discutir como os filmes são influenciados pela Teoria Semiótica. A iniciativa, coordenada pelo professor Dr. Rafael Wagner Costa, do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Amapá (Unifap), reúne estudantes para discutir a análise dos signos cinematográficos presentes em filmes, os componentes da imagem cinematográfica e incentivar o conhecimento da história da sétima arte, em especial, o cenário brasileiro.

A ação utiliza a teoria semiótica, um conjunto de postulados que estuda como os fenômenos do mundo podem ser vistos sob três categorias: Primeiridade, Secundidade e Terceiridade. Estes conceitos dizem como o cinema, em sua possibilidade de expressar algo, faz o indivíduo reagir, criando uma relação de análise entre o que está em exibição e o que está fora dele.

O coordenador Rafael Wagner explica como funciona a dinâmica entre os estudantes participantes: “Temos encontros uma vez por mês. São alternados entre encontros teóricos para debater textos e outros em que debatemos filmes sobre o viés semiótico”. O docente atua no curso de Jornalismo, ensina a teoria semiótica na disciplina de Estudos de Imagem.

Em 2026, o grupo de pesquisa vai focar na produção de material para a divulgação científica. “Estamos desenvolvendo trabalhos com o objetivo de publicação. Os alunos estão enviando para revistas, congressos e livros trabalhos na temática semiótica do cinema”, destaca Rafael Wagner sobre os resultados das discussões e debates envolvendo cinema e semiótica.

Atualmente, o projeto conta com seis alunos do curso de Jornalismo da Unifap. Um dos participantes é o bolsista de iniciação científica, Gabriel Bogéa, que destaca a importância do projeto. “Para quem é apaixonado por cinema, é poder se manter vivo no debate que é a sétima arte. É importante a gente analisar o cinema de forma política”. 

O estudante desenvolve um trabalho sobre o filme Signo do Caos, de Rogério Sganzerla, e ressalta que o grupo vai para além dos estudos. “A pessoa que ama o cinema vai se identificar com outras também, criando um grupo para discussão além da arte”.

A partir de 2027, o projeto vai abrir vagas para novos estudantes interessados. Conforme o coordenador, para participar do projeto “é necessário ter feito a disciplina Estudos de Imagem, dada no 4o semestre [de jornalismo]. A partir do 5o semestre, aqueles que gostarem do tema de Semiótica e Cinema, podem participar do projeto”.

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo 

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AGCom consolida espaço de prática no curso de Jornalismo da Unifap

Homepage do site da AGCom. Fonte: Captura de tela.

Por Eduardo Lima*

O Portal da Agência Experimental de Comunicação (AGCom) é um projeto de extensão da Universidade Federal do Amapá (Unifap) destinado aos alunos de Jornalismo. A proposta é criar um espaço para que os estudantes do curso pudessem divulgar trabalhos acadêmicos feitos nas disciplinas. A produção dentro da AGCom é variada, com a publicação de reportagens, webséries e conteúdo para as redes sociais.

“Muitas das vezes, esse material fica apenas para entregar para o professor, mas são materiais importantes e que não têm espaço na mídia local. A AGCom acaba sendo uma referência de pautas que dificilmente chegam na mídia tradicional. Os alunos conseguem trazer outros olhares para temas que a gente vive diariamente”, destaca o atual coordenador do projeto, professor Alan Milhomem. O docente leciona disciplinas de Redação e Reportagem no curso de Jornalismo e aponta o portal de notícias como uma forma de iniciar os alunos na produção jornalística.

A bolsista da projeto, Ellen Sousa, fala sobre sua experiência atuando na agência: “É muito interessante ver não só histórias, mas escritas diferentes. Não só isso, mas no programa Fala, Cientista!, nós entrevistamos pesquisadores da Unifap para entender suas pesquisas. É muito enriquecedor e a gente precisa ter esse olhar para além da gente”. A estudante tem o objetivo de se tornar pesquisadora de comunicação e a AGCom ajudou a desenvolver sua perspectiva profissional. “Esse olhar que eu tenho possibilidade de ter me faz pensar que é difícil, mas não impossível”, afirma.

A AGCom, enquanto atividade de extensão do curso de Jornalismo, teve seu início entre 2015 e 2016, passando por várias atividades, formatos e coordenações. Enquanto portal de notícias, o projeto se consolidou a partir de 2019, quando a professora do curso de Jornalismo Lylian Rodrigues registrou a iniciativa como um projeto de extensão do curso. A docente percebeu no projeto uma forma de manter um canal para dar visibilidade para as produções do curso. 

“Iniciei com a ideia de fazer uma produção de reportagens, eu mesma. No final de 2019, inscrevi o projeto e consegui quatro bolsas para estudantes. No início de 2020, eu tinha uma equipe de bolsistas para pensar a estrutura de um portal de notícias e uma equipe de produção de reportagem para que a gente mantivesse uma rotina”, conta a professora. Em 2022, o professor Alan Milhomem passou a fazer parte do projeto e, desde 2025, assumiu a coordenação da agência, mantendo AGCom como um projeto de extensão do curso e um espaço para as produções das disciplinas práticas.

Atualmente, o site da AGCom conta principalmente com publicações de webreportagens produzidas nas disciplinas práticas, atualizações sobre esportes realizada por discentes da disciplina de Jornalismo Esportivo e com a publicação da websérie “Fala, Cientista!”. Mas ao longo da história, a agência já teve a websérie Fala Preta, o programa Repórter Universitário e produções exclusivas realizadas em parcerias com outras instituições.

Acesse o site da AGCom aqui e conheça as produções do curso de Jornalismo.

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo