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Filme de professor do Curso de Jornalismo é selecionado para o catálogo do Itaú Cultural Play

Andrely Barata*

Gian Danton, pseudônimo do professor  Dr. Ivan Carlo Andrade, é reconhecido nacional e internacionalmente por sua carreira no universo da Cultura Pop, indo de histórias em quadrinhos ao cinema. Escritor de roteiros para HQs e de diversos livros, Ivan Carlo  também leva o Amapá para suas produções audiovisuais. Magrela, filme de sua autoria, está entre os curta-metragens da Mostra Olhar Panorâmico, do 8° Festival de Cinema da Amazônia – Olhar do Norte, realizado em Manaus (AM) e passa a integrar o catálogo da plataforma de streaming do Itaú Cultural Play. 

Ivan Carlo ressalta que o Itaú Cultural é uma das principais plataformas de streaming no Brasil para obras autorais e artísticas. “É um passo muito importante para o audiovisual amapaense, e também para o ‘Magrela’, especificamente, que já foi selecionado para vários festivais”, conta. Durante o Festival Independente de Curtas de Ficção do Amapá (FICÇA), Magrela conquistou as premiações de Melhor Direção e Melhor Ator, além de Melhor Atriz Coadjuvante no 49° Festival Guarnicê de Cinema, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

“Eu me sinto muito feliz de a minha primeira produção como diretor, de forma profissional, ter essa repercussão. E não é só a questão dos prêmios ou da seleção, é principalmente a aceitação das pessoas”, afirma Ivan Carlo. Apesar de já haver atuado profissionalmente no audiovisual com roteiros, Magrela marca o primeiro trabalho de Gian Danton na direção.

Recordando a fase inicial do audiovisual amapaense, Ivan Carlo lembra de um cenário mais desafiador. “Eu costumo dizer que era amador no sentido de que eram pessoas que amavam o audiovisual e faziam na marra mesmo, então um emprestava o equipamento do outro, e eu cheguei a fazer alguns nesse período com o meu filho”.

Cada vitória de Magrela representa, ainda, uma conquista do trabalho coletivo da equipe de produção audiovisual, e reforça o Amapá como protagonista e autor de suas próprias narrativas. O filme de Ivan Carlo (Gian Danton) está disponível em: https://www.itauculturalplay.com.br/

*Estágiaria da Coordenação do Curso de Jornalismo 

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Alunas da Unifap são destaque na 13ª Edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo

Raila Souza, Brenda Soares, Fernanda Serrano e Eloyze Monte conquistaram premiações no evento. Foto: Fernanda/Sebrae.

Andrely Barata*

Quatro estudantes do curso de Jornalismo da Unifap obtiveram reconhecimento pela qualidade das reportagens desenvolvidas na 13ª edição do Prêmio Sebrae de Jornalismo no Amapá. Realizado no dia 23 de setembro, o prêmio é um incentivo à pautas que dão visibilidade para os pequenos empreendedores e suas singularidades, desafios e avanços. 

Brenda Soares, da turma de 2025, ficou em 1º lugar na categoria Jornalismo em Áudio, algo que considera uma realização pessoal e profissional. “Ter recebido essa premiação, contando a história do Trapoterapia, um coletivo de mulheres em situação de vulnerabilidade social que encontraram na economia sustentável uma forma de ressignificar a vida, também foi uma sensação de cumprir um dos deveres do jornalismo que é dar vida e voz a histórias e pessoas que, de alguma forma, transformam a realidade em algo melhor”, afirma.

Na categoria de Jornalismo Universitário, a vencedora foi a estudante Raila Souza, cuja reportagem é extensão de uma pesquisa sobre como o Whatsapp se torna um espaço de vendas, na comunidade ribeirinha Foz do Vila Nova, em Santana. A premiação, para Raila, é algo muito significativo. “Eu adoro trazer a comunidade para dentro da Academia, e ter a oportunidade de trazer sobre essas perspectivas é muito importante também porque eu junto duas coisas que eu gosto, que é falar sobre ribeirinhos, a comunidade que eu cresci, e o Jornalismo”, declara.     

As discentes Eloyze Monte e Fernanda Serrano integraram a equipe finalista da categoria Jornalismo Universitário e conquistaram o 2° lugar na categoria. “Foi muito importante e gratificante ganhar o prêmio. A gente ficou muito feliz, eu me senti muito realizada e orgulhosa do trabalho que foi feito”, afirma Fernanda sobre a produção da reportagem, na qual as estudantes foram até Mazagão para contar a história de Grimaldo, que produz fermentado de açaí, além de suco e hidromel de outras frutas regionais, como cupuaçu e taperebá. 

A premiação das estudantes mostra também a qualidade do curso de Jornalismo, que busca formar jornalistas preocupados com a realidade local. “O resultado desse prêmio é um atestado que estamos no caminho certo da formação de nossos alunos e alunas. Essa preocupação com as realidades locais e com contar boas histórias vem desde o primeiro semestre do curso”, afirma o coordenador do curso, prof. Alan Milhomem. 

*Estagiária da Coordenação do Curso de Jornalismo 

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Professora do curso de Jornalismo participa do IX Simpósio de Prevenção do Suicídio

Roberta Scheibe em palestra de abertura do IX Simpósio de Prevenção do Suicídio no anfiteatro da Unifap. Foto: Gilvana Santos (MP-AP).

Andrely Barata*

A professora do colegiado de Jornalismo da Unifap e coordenadora do projeto de extensão “Não Pira, Respira! Práticas de Comunicação e Bem-Estar”, Dra. Roberta Scheibe, participou como palestrante na abertura do IX Simpósio de Prevenção do Suicídio no Âmbito da Microrrede de Atenção à Crise Suicida. O evento ocorreu nos dias 10 e 11 de setembro e foi realizado pelo projeto Atuação Pela Vida, do Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP), por meio do Centro de Apoio Operacional da Saúde (CAO-Saúde), e pelo Ambulatório de Atenção à Crise Suicida (Ambacs/Unifap). 

Embora o evento fosse voltado para psicólogos e estudantes de Psicologia, a professora Roberta buscou um olhar voltado sobre o autocuidado. “No sentido de que cuidar de si é um processo comunicacional: primeiro eu preciso cuidar de mim, para conseguir cuidar do outro”, afirma. 

Como parte da palestra, a docente mostrou as atividades do projeto Não Pira, Respira!, cujo foco principal é “ofertar para as pessoas possibilidades de ações de bem-estar, ações para as pessoas se conhecerem e se perceberem mais, e, talvez, identificarem o momento certo de buscar uma ajuda psicológica ou psiquiátrica”, explica Roberta.

Para a aluna da primeira turma de Psicologia da Unifap, Ieda Bezerra,  o simpósio apresentou discussões relevantes. “Foram dois dias de evento muito enriquecedores, que eu pude ouvir diversos psicólogos que trabalham diferentes áreas, principalmente de populações que são socialmente mais vulnerabilizadas, e isso acaba fragilizando de forma maior a saúde mental dessas pessoas”, afirma.

A programação do simpósio contou com mesas redondas que abordaram questões de saúde mental da população preta, dos povos originários, de pessoas envolvidas em jogos on-line, das pessoas com deficiência auditiva e da comunidade LGBTQIAPN+. Outros tópicos ressaltados foram o comportamento suicida na infância, adolescência e velhice, além da qualidade de vida e saúde mental das mulheres.

É importante destacar que além do trabalho nas redes sociais e campanhas específicas na área da comunicação, o projeto Não Pira, Respira! realiza ações de meditação na Pró-Reitoria da Gestão de Pessoas (PROGEP) da Unifap, todas as sextas-feiras.


*Estagiária da Coordenação do Curso de Jornalismo 

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Comunicado

O Curso de Jornalismo convoca todos os alunos e alunas ingressantes nos anos de 2013, 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2020 e 2021, que ainda não concluíram o curso, a comparecerem à coordenação do curso durante a semana de 14 a 18 de setembro para tratar da regularização de suas respectivas situações acadêmicas.

 

O atendimento presencial será realizado nos seguintes horários:

Dia da Semana Horário de Atendimento
Segunda, Terça, Quarta e Sexta-feira 14h30 às 21h
Quinta-feira 14h30 às 18h

 

Ressaltamos a importância e o caráter de urgência deste comparecimento para a continuidade e organização do seu vínculo com a instituição.

 

Atenciosamente,

Coordenação do Curso de Jornalismo

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Seminário reúne mais de 200 participantes para discutir produções científicas no campo da comunicação no Amapá

Eduardo Lima*

O I Seminário de Pesquisa em Comunicação no Amapá, organizado pelo curso de Jornalismo da Universidade Federal do Amapá (Unifap), reuniu 247 pessoas, entre pesquisadores, estudantes e profissionais da área, para discutir as produções científicas da área, principalmente de jornalistas egressos do curso da Unifap.

 

O evento, que aconteceu nos dias 25, 26 e 27 de agosto, além de estimular estudantes a investirem na carreira da pesquisa, fortaleceu a discussão sobre a criação de uma pós-graduação em nível de mestrado em comunicação no estado.

 

“O que a gente viu aqui foi o amadurecimento de cada egresso. Foi emocionante ver a trajetória e a articulação política no estado. A gente conhece não só a pesquisa, mas como vocês estão presentes nos órgãos públicos. Todos têm potencial para crescer nas pesquisas e em outras investigações para falar e conhecer sobre a nossa cultura”, declarou a professora do curso de Jornalismo, Lylian Rodrigues, durante o discurso de encerramento do evento.

Além de estudantes de Jornalismo, o seminário contou com a participação de alunos de outras áreas de conhecimento. Rodrigo Alírio, estudante de graduação em Publicidade e Propaganda do Instituto Federal do Amapá (IFAP), conta sobre a experiência de participar do seminário. “Foi incrível ver pesquisas relacionadas à Amazônia. Publicidade é um pouco diferente e foi incrível ter conhecimento da área de jornalismo. Saber do que os jornalistas estão pesquisando é interessante para conhecimento próprio”. Após terminar sua graduação, Rodrigo planeja cursar Jornalismo e ingressar em um mestrado em comunicação. 

 

Durante os três dias, o I Seminário de Pesquisa contou com palestra ministrada pelo professor Pedro Benevides, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), além de mesas de debates e 43 participantes no minicurso “Além das Violências Estruturais”. Nas mesas, estudantes de Iniciação Científica e professoras do curso de Jornalismo apresentaram suas pesquisas em andamento. 

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo 

 

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Egressos/as do curso de Jornalismo da Unifap participam de programas nacionais de treinamento

Eduardo Lima*

Graduados/as em Jornalismo pela Universidade Federal do Amapá (Unifap) participaram de diferentes programas nacionais de capacitação para jornalistas. Os egressos/as foram aprovados/as por meio de processo seletivo para três cursos de destaque na área no Brasil. As iniciativas ofereceram treinamento intensivo, laboratórios de criação e aulas práticas, além de palestras e rodas de conversa com profissionais renomados.

O objetivo dos programas é melhorar habilidades técnicas e contribuir para a formação de jornalistas comprometidos com o interesse público, além de diversificar o perfil dos profissionais de comunicação. A participação nos programas reflete a qualidade do curso da Unifap e como os jornalistas recém-formados estão se preparando ainda mais para o mercado de trabalho e diversificando suas áreas de atuação. 

Curso Pública de Jornalismo 

A iniciativa “Curso Pública de Jornalismo” da Agência Pública é voltada para pessoas autodeclaradas negras, indígenas e trans que tenham finalizado a graduação em Jornalismo nos últimos três anos. O objetivo é incentivar o jornalismo independente, formar jornalistas comprometidos com o interesse público e dos direitos humanos e diversificar o perfil dos jornalistas brasileiros. O programa iniciou em agosto e segue até janeiro de 2026.

“O que mais me motivou a me inscrever no programa foi a ausência de oportunidade de formação no estado. Na universidade não temos mestrado em comunicação. Isso me fez encontrar a formação da Agência Pública”, disse o jornalista Muximba (Paulo Rafael), sobre o que motivou sua inscrição no programa. “Eu nunca imaginei que teria alguém do Amapá entre os selecionados. É raro conseguirmos acessar esses espaços. Espero que outras pessoas do estado consigam acesso a programas de treinamento. É uma oportunidade e temos muito a dizer e ensinar”, afirma.

Muximba é jornalista focado em educomunicação, audiovisual, jornalismo investigativo e comunicação aplicada à incidência política socioambiental, com atuação no Instituto Mapinguari. Ele conta que o programa de treinamento ajudará no crescimento profissional.

“Essa formação é como se fosse uma especialização em jornalismo investigativo. Quero trazer esses novos aprendizados e construir um jornalismo investigativo provocativo que queria entender as questões políticas. Tive oportunidade de poder falar sobre o que vivemos aqui no cenário político e ambiental. Quero falar na perspectiva de quem vive aqui”, afirma. 

O Curso Pública de Jornalismo é o primeiro programa de treinamento da Agência Pública e tem duração de seis meses, oferecendo aulas on-line, mentorias profissionais, elaboração de projetos e prática presencial na redação em São Paulo. É realizado pela Agência Pública, fundada em 2011, sendo a primeira agência de jornalismo investigativo sem fins lucrativos no Brasil. Conheça mais sobre o programa: Curso Pública de Jornalismo 

Jornada Galápagos de Jornalismo

“Tivemos a grata surpresa de ter duas pessoas representantes do Amapá pela primeira vez. Foi uma imersão de duas semanas, bem corrida e cansativa, mas muito gratificante. A jornada me instigou a ter a certeza de que eu estava no caminho certo, a abrir meus horizontes”, conta o jornalista Neto Vinhas, sobre sua experiência de participação na Jornada Galápagos de Jornalismo.

A iniciativa reúne jornalistas e produtores de conteúdo de todo o Brasil para atualizar, capacitar e formar profissionais durante duas semanas em São Paulo. O tema da edição de 2026 foi: Inteligência Artificial, Democracia e Negócios na era Digital. 

Outra jornalista amapaense e egressa do curso de Jornalismo da Unifap aceita no programa foi Mariana Braga, que se interessou após ver um anúncio nas redes sociais. “Quando eu pesquisei sobre a Jornada, vi que tinha muita gente de renome no jornalismo. E eu vi o tema deste ano, Inteligência Artificial, o que me incomoda muito dentro da nossa área. Foi uma oportunidade de trabalhar, fazer amigos e conhecer a maior cidade da América Latina. Eu não pensei duas vezes em me inscrever”, conta. 

Mariana é repórter do Grupo Rede Amazônica no Amapá. Ela relata que, em sua carreira, viu profissionais e estudantes utilizarem a IA para fazer jornalismo, mas acredita que é necessário se adequar ao uso. “O que podemos fazer é alinhar, colocar regras. Vim com estes planos para falar com a redação e meus colegas sobre o uso da IA. Agora, temos ainda mais valor por reconhecer o que é feito por humanos ou não”, destaca. 

Além de discussões sobre o tema principal, a Jornada Galápagos é uma iniciativa que abre portas para o mercado profissional e ensina como tratar diferentes temas sob um olhar crítico. “É uma troca com os participantes de todas as regiões. É uma oportunidade para quem não tem a voz ecoada e também de crescimento profissional e abre portas de trabalho dentro e fora do eixo Rio-São Paulo. É uma experiência transformadora”, declara Neto sobre a importância do programa. Ele é assessor de comunicação e já havia tentado o programa duas vezes até ser aceito em 2026.

A Jornada Galápagos de Jornalismo, desde sua primeira edição em 2019, é realizada pela Galápagos, uma startup de mídia focada em criação, curadoria, consultoria e educação em produção de conteúdo. Conheça mais sobre o programa: Jornada Galápagos de Jornalismo.  

Programa de Treinamento em Jornalismo Diário da folha de São Paulo

A 70° edição do Programa de Treinamento em Jornalismo Diário da Folha de São Paulo foi realizada de março a junho deste ano e teve turmas focadas na editoria de Economia. Por meio de conversas, palestras e práticas, os selecionados passaram por uma imersão na rotina do jornal Folha de São Paulo.

“No início, tinha muitas aulas sobre cobertura de serviço em economia, panorama de sistema financeiro, questão fiscal, contas públicas, até escolas de economia, tudo de forma didática”, relata a jornalista Maria Clara Prudêncio, que vivenciou o treinamento de três meses na sede do jornal em São Paulo. “Na primeira semana, você recebe o Manual da Folha de São Paulo. Tem regras que te ensinam a como ser um bom repórter. A intenção é que você não tenha problemas quando for escrever”, ressalta. 

Maria Clara concluiu a graduação no curso de Jornalismo na Unifap e é webrepórter no g1 Amapá, da Rede Amazônica. Ela conta que sua motivação para se inscrever no programa foi a insatisfação com o mercado de trabalho amapaense. Quando a Folha de São Paulo divulgou o período de inscrições para o programa, Maria Clara pensou que seria uma oportunidade para sua carreira. “O programa me formou de novo. Eu melhorei a forma como eu penso, como eu me preocupo com o leitor, de pensar na pessoa do outro lado, que precisa entender o que eu escrevo. Além de voltar uma jornalista melhor, você ganha o peso de ter um nome nacional no currículo e isso abre muitas portas”, garante. 

O Programa de Treinamento em Jornalismo Diário é organizado pela Folha de São Paulo e voltado a estudantes universitários, jornalistas e profissionais de outras áreas. É um treinamento imersivo de três meses na redação da Folha, no centro de São Paulo, para que os selecionados possam vivenciar a rotina dos jornalistas do veículo. Conheça mais sobre o programa: Folha faz seleção para treinamento de jornalismo diário – 18/12/2025 – Novo em Folha – Folha 


*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo

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Seminário vai discutir a pesquisa em comunicação no Amapá 

Eduardo Lima*

O curso de Jornalismo da Universidade Federal do Amapá (Unifap) realizará, nos dias 25, 26 e 27 de agosto, o I Seminário de Pesquisa em Comunicação no Amapá. O evento tem a proposta de promover a discussão científica e a cultura da pesquisa entre estudantes e profissionais da comunicação e de outras áreas.

“É o momento que debatemos quais pesquisas em comunicação estão sendo produzidas no Amapá. A maior parte delas são dos egressos do curso. Então, além de permanecer diálogo com aqueles já formados, você mobiliza quem está na graduação para sustentar o debate”, declara a organizadora do evento e professora do curso de Jornalismo, Dra. Lylian Rodrigues. “Temos ainda estudantes de outras áreas que desejam dialogar com a pesquisa em comunicação. Para esse primeiro seminário, queremos escutar nossos egressos. Nosso objetivo é fortalecer a pesquisa local”, completa.

A programação vai contar com mesas de apresentação de estudantes de Iniciação Científica, das pesquisas de pós-graduação em nível mestrado e doutorado. Haverá também uma palestra e o minicurso “Além das Violências Estruturais”, ambas com o pesquisador e professor de comunicação na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Pedro Benevides.

O evento também discute sobre a construção de um projeto de mestrado em Comunicação no Amapá. “A gente entende que precisa passar por reconhecer a produção e justificar a demanda pelo mestrado. Temos estudantes em pós-graduação, mas em outras áreas. Ofertar o mestrado no Amapá é motivo de fortalecer a formação qualificada e crítica no campo da comunicação”, afirma Lylian Rodrigues.

A inscrição no evento é gratuita e poder ser feita no site do seminário: https://www.even3.com.br/spca-771479/


*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo

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Curso de Jornalismo tem 10 trabalhos aprovados no Intercom Nacional

Eduardo Lima*


Professores e estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Amapá (Unifap) aprovaram 10 trabalhos no 49° Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom Nacional), o maior evento científico da área de comunicação no Brasil . O congresso será realizado na Universidade Católica de Brasília (UCB) de 1° a 5 de setembro e é organizado pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom).

Foram dez as produções aprovadas: três na categoria Grupo de Pesquisa, destinado a reunir pesquisadores interessados em investigar temas específicos na comunicação; e sete na categoria Intercom Júnior, que abrange pesquisas e relatos de estudantes desenvolvidos ao longo do curso de graduação.

“A participação dos professores e alunos/as do nosso curso no Intercom Nacional demonstra nossa maturidade acadêmica e qualidade das pesquisas desenvolvidas no curso de Jornalismo. Será um momento importante de divulgação dos nossos trabalhos para pesquisadores e pesquisadoras de várias partes do país”, destaca o coordenador do curso de Jornalismo, professor Alan Milhomem.

Dentre as produções aprovadas, estão as do professor Danilo Borges. O docente explica sobre o processo de construção dos trabalhos: “são resultado das discussões que tenho construído com estudantes da Unifap. Elas ganharam corpo e se estruturam nesses artigos que vamos apresentar no Intercom. Cinco trabalhos foram desenvolvidos no estado e estamos conseguindo falar com um dos maiores congressos de comunicação a partir do nosso território”. O professor apresentará nos seus trabalhos discussões sobre a comunicação no espaço digital no Amapá.

Danilo Borges teve um trabalho aprovado na categoria Grupo de Pesquisa e seis como co-autor na categoria Intercom Júnior, auxiliando estudantes na produção acadêmica. Além dele, outros docentes com trabalhos aprovados foram Alan Milhomem, Augusto Bozz, Lylian Rodrigues e Rafael Costa.

Para a estudante do 8° semestre, Ellen Fernanda, a participação no evento é importante para mostrar a realidade da comunicação amapaense. “A gente consegue ter o lugar pra falar o que a gente vive. Esses espaços são para a gente também. Em todo lugar, eu penso no Amapá para as pessoas olharem para cá e para as pessoas daqui terem perspectiva”. Ellen comenta ainda que as produções foram surgiram do esforço dela e seus colegas e que as aprovações são resultados de um trabalho coletivo. 

Outros estudantes com produções aprovadas foram Andrely Souza, Emilly Almeida, Eduardo Toloza, Iarley Aquino, Rayla de Souza, Eudenise Lobato, Rayssa Silva, Lucas Pimentel e Maria Fernanda. 

 

Conheça os trabalhos aprovados no Intercom Nacional 2026:

Anais Intercom Nacional 2026 — Grupos de Pesquisa 

 

Anais Intercom Nacional 2026 — Intercom Junior 

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo

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Curso de Jornalismo celebra colação de grau e entrega 12 novos profissionais

Eduardo Lima*

A Universidade Federal do Amapá (Unifap) realizou, nessa terça-feira (21), a cerimônia de colação de grau dos cursos de graduação do Departamento de Letras e Artes (Depla), do qual o curso de Jornalismo faz parte. Ao todo, foram 12 formandos que receberam o grau de bacharel/a em Jornalismo. O evento ocorreu no Auditório Central da instituição e reuniu formandos e familiares.

Um dos formandos em Jornalismo foi Lucas Pereira, que destacou o significado do evento. “Pra mim, foi um ciclo emocionante se fechando. Pude conhecer várias histórias e minha paixão pela comunicação e cinema só dobrou. Todo o conhecimento que adquiri ao longo desses quatro anos levarei pra vida”. 

Ao longo dos anos na universidade, o ex-estudante vivenciou diversas atividades que despertaram o interesse em seguir e aprofundar seus estudos em cinema e audiovisual. Ele já foi reconhecido ao vencer, na categoria de roteiro, o Congresso de Jornalismo da Unifap (CONJU).

“A cada semestre que começava, uma nova curiosidade despertava em mim. Realizei um dos meus objetivos que era estagiar na assessoria de comunicação da Unifap, onde coloquei em prática o que aprendi. Passei por outras experiências que também consolidaram minha visão sobre o mercado de trabalho do jornalismo no Amapa”, destaca o ex-aluno. 

Para o coordenador do curso, prof. Dr. Alan Milhomem, a formatura da turma representa um momento importante para o curso, que entrega para a sociedade 12 profissionais capacitados para atuar no mercado de trabalho. “Com coragem, ética e dedicação, esses alunos e alunas venceram cada etapa da graduação e agora se preparam para transformar o mundo por meio da informação de qualidade. Eles e elas entram no mercado de trabalho em um momento desafiador, mas carregam consigo o compromisso inegociável com a verdade e a apuração rigorosa, ferramentas fundamentais para defender a democracia e a liberdade de expressão”. 

Também colaram grau em Jornalismo os formandos: Antônio Eduardo Belfort, Beatriz Viegas, Brenda Gomes, Biank Bastos, Eloani Gemaque, Iana Clara Amoras, Leo Nilo Pires, Mariana Braga, Núbia Pacheco, Paulo Rafael Silva e Talita Paiva.

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo

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Curso de Jornalismo define os horários e as disciplinas do semestre 2026.2 

 

Eduardo Lima*

A coordenação do Curso de Jornalismo disponibilizou os horários das disciplinas do semestre 2026.2, que vai de 12 de agosto a 12 de dezembro de 2026. Serão ofertadas 23 disciplinas ao longo da semana, sendo 3 optativas e 20 obrigatórias. A coordenação recomenda que os estudantes organizem suas rotinas e fiquem atentos aos dias e horários das aulas.

É importante destacar que as disciplinas de Laboratório de Telejornalismo e Redação e Reportagem III terão turmas ofertadas à tarde e à noite. Já a disciplina optativa de Jornalismo Científico será ofertada apenas no período vespertino.

As matrículas para o novo período letivo se iniciam no dia 29 de julho e vão até 04 de agosto e devem ser feitas exclusivamente pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades (Sigaa), na aba “Ensino” → “Matrícula Online”.

Caso o estudante não tenha realizado a matrícula ou queira trocar de disciplinas, o período para ajustes se inicia no dia 07 de agosto e vai até 10 de agosto. Qualquer dúvida, o/a estudante pode procurar a Coordenação do Curso, respeitando os horários de atendimento. 

No período de recesso acadêmico, de 27 de julho a 11 de agosto, os atendimentos na Coordenação do Curso serão realizados remotamente pelo e-mail requerimento.jornalismo@unifap.com.br ou pelo WhatsApp do coordenador (96) 98435-7466, no horário das 14h às 20h.

Confira as disciplinas e horários:

*Estagiário da Coordenação do Curso de Jornalismo