O coordenador pro tempore informa que está cadastrando os números de celulares dos discentes para informar eventos, alterações, feriados, atividades, etc.
Preencha a listagem disponível com seu representante.
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O colegiado de História do Campus Binacional realizou entre os dias 11 e 13 de janeiro de 2016, reuniões específicas para tratar de assuntos referentes ao curso. Com o término do mandato do agora ex-coordenador, assume a pasta por decisão colegiada o professor Renan Marques Birro.
Um dos pontos de pauta aprovados foi a formação de uma comissão eleitoral que irá elaborar o edital para eleição de coordenador e vice-coordenador de curso. Participaram da reunião do dia 11/01, o agora técnico disponível para a coordenação Marcos Assis, além dos(as) docentes Dinaldo Barbosa, Alexandre G. Cruz Alves Jr, Elke Daniela, Ana Cristina Rocha, Jonathan Viana e Paulo Milhomens. Também marcaram presença representantes discentes das turmas 2014.1 e 2015.2, além do professor Fredson Vulcão, Coordenador de Graduação do Campus Binacional (COGRAD/UNIFAP).
Dando continuidade aos trabalhos da segunda, o coordenador interino convocou reunião extraordinária para o dia 13/01, atendendo a pedidos do colegiado para dar celeridade a demandas emergenciais do curso (fluxo de documentos, cronograma de aulas, disciplinas pendentes, etc.). Os respectivos encontros ocorreram no prédio Colares, anexo da UNIFAP.
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Turma 2015.1- 1º semestre – Período 2º sem. de 2015. |
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Horário |
Segunda |
Terça |
Quarta |
Quinta |
Sexta |
Sábado |
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1ª aula |
História Antiga
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História do Patrimônio Cultural e Material | Introdução à Sociologia | Fundamentos do Trabalho Científico.
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Português Instrumental | Introdução à Filosofia
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2ª aula |
História Antiga | História do Patrimônio Cultural e Material | Introdução à Sociologia | Fundamentos do Trabalho Científico. | Português Instrumental | Introdução à Filosofia |
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3ª aula |
História Antiga | História do Patrimônio Cultural e Material | Introdução à Sociologia | Fundamentos do Trabalho Científico. | Português Instrumental | Introdução à Filosofia |
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4ª aula |
História Antiga | História do Patrimônio Cultural e Material | Introdução à Sociologia | Fundamentos do Trabalho Científico. | Português Instrumental | Introdução à Filosofia |
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5ª aula |
História Antiga | História do Patrimônio Cultural e Material | Introdução à Sociologia | Fundamentos do Trabalho Científico. | Português Instrumental | Introdução à Filosofia |
História Antiga – Vago (sem professor).
Introdução à Filosofia – Solicitar professor.
Fundamentos do Trabalho Científico – Prof. Me. Dinaldo Barbosa.
Português Instrumental – Solicitar professor.
Introdução à Sociologia – Solicitar professor.
História do Patrimônio Cultural e Material. Profª Me. Elke Daniela.
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Turma 2014.2 – 3º semestre – Período 2º sem. De 2015. |
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Horário |
Segunda |
Terça |
Quarta |
Quinta |
Sexta |
Sábado |
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1ª aula |
História do Brasil Colonial. | Prática Pedagógica I. | Antropologia Cultural. | História Moderna
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Teoria da História | História da América Colonial. |
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2ª aula |
História do Brasil Colonial. | Prática Pedagógica I. | Antropologia Cultural. | História Moderna | Teoria da História | História da América Colonial. |
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3ª aula |
História do Brasil Colonial. | Prática Pedagógica I. | Antropologia Cultural. | História Moderna | Teoria da História | História da América Colonial. |
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4ª aula |
História do Brasil Colonial. | Prática Pedagógica I. | Antropologia Cultural. | História Moderna | Teoria da História | História da América Colonial. |
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5ª aula |
História do Brasil Colonial. | Prática Pedagógica I. | Antropologia Cultural. | História Moderna | Teoria da História | História da América Colonial. |
| História Moderna. | Prof. Me. Dinaldo Júnior |
| História do Brasil Colonial. | Prof. Me. Luiz Gustavo da S. Costa. |
| Teoria da História. | Prof. Me. Renan Marques Birro. |
| História da América Colonial. | Prof. Me. Alexandre Cruz. |
| Prática de Ensino I. | Prof. Espec. Jonathan Viana |
| Antropologia Cultural | Solicitar via prograd. |
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Turma 2014.1– 4º semestre – Período 2º sem. De 2015. |
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Horário |
Segunda |
Terça |
Quarta |
Quinta |
Sexta |
Sábado |
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1ª aula |
História Contemporânea. | História do Brasil Império. | História da Amazônia I. | Prática Pedagógica II. | Técnica de Pesquisa Histórica. | Optativa III (História, Memória e Oralidade.) |
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2ª aula |
História Contemporânea. | História do Brasil Império. | História da Amazônia I. | Prática Pedagógica II. | Técnica de Pesquisa Histórica. | Optativa III (História, Memória e Oralidade.) |
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3ª aula |
História Contemporânea. | História do Brasil Império. | História da Amazônia I. | Prática Pedagógica II. | Técnica de Pesquisa Histórica. | Optativa III (História, Memória e Oralidade.) |
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4ª aula |
História Contemporânea. | História do Brasil Império. | História da Amazônia I. | Prática Pedagógica II. | Técnica de Pesquisa Histórica. | Optativa III (História, Memória e Oralidade.) |
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5ª aula |
História Contemporânea. | História do Brasil Império. | História da Amazônia I. | Prática Pedagógica II. | Técnica de Pesquisa Histórica. | Optativa III (História, Memória e Oralidade.) |
História Contemporânea – Prof. Paulo Milhomens.
Técnica de Pesquisa Histórica – Prof. Alexandre Cruz.
História da Amazônia I – prof. Alexandre Amaral.
História do Brasil Império. Prof. Luiz Gustavo.
Prática Pedagógica II. – Prof. Ana Cristina Rocha.
Optativa III – Prof. Elke Daniela.
Está disponível pelo sistema Google Drive, dois vídeos promocionais produzidos e idealizados pelo Prof. Dinaldo Barbosa, do colegiado de História. Intitulados Educação Prisional Transfronteiriça – Missão Guiana Francesa e Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2015 (Luz, Ciência e Vida), do Campus Binacional de Oiapoque, o material audiovisual é conceitualmente o primeiro registro filmográfico do curso de História.
A produção também é resultado da parceria que já ocorre entre UNIFAP e instituições de Ensino Superior do chamado Platô das Guianas (Guiana Francesa, Suriname, Guiana Inglesa e Venezuela), sendo o vídeo Educação Prisional resultado direto dessa parceria acadêmica. Já o segundo, Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, abarca os cursos do Campus Binacional e seus respectivos docentes e discentes na realização do evento atendendo à toda comunidade do município. A edição final dos vídeos contou com a colaboração de Patrício Rocha, assessor de comunicação e audiovisual da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
Educação Prisional Transfronteiriça – Missão Guiana Francesa.
Direção e concepção: Dinaldo Barbosa (História).
Câmera e edição: Roberto Veiga (assessor de comunicação do Campus Binacional e discente do curso de História).
Finalização: Patrício Rocha (assessoria de comunicação/UFPB).
Apoio: Paulo Milhomens (História), Fredson Vulcão (Pedagogia), Manoela Araújo (Letras/Francês), Arnaldo Balarini (Enfermagem) e Francisco das Chagas Morais (Técnico em Assuntos Educacionais).
Acesse o vídeo em:
https://drive.google.com/file/d/0B_NhVqWkC5l6MVZTVkY2NUlHRWc/view?pli=1
Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, “Luz, Ciência e Vida” (SNCT – Campus Binacional 2015).
Direção e concepção: Dinaldo Barbosa (História).
Câmera e edição: Roberto Veiga (assessor de comunicação do Campus Binacional).
Finalização: Patrício Rocha (assessoria de comunicação/UFPB).
Apoio: Paulo Milhomens (História), Glauber Romling (Licenciatura Intercultural Indígena), Fredson Vulcão (Pedagogia), Náriton Ferreira (Técnico administrativo), Mariana Alves (Letras/Francês) e Eduardo Alfena (Geografia).
Realização: UNIFAP/Campus Binacional, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação e Pró-Reitoria de Cooperação e Relações Interinstitucionais.
Apoio cultural: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, SEBRAE-AP, Exército Brasileiro, Corpo de Bombeiros do Amapá, Prefeitura Municipal do Oiapoque, Secretaria da Educação do Estado do Amapá, Projeto Robótica Tucuju e Instituto IEPÉ.
Acesse o vídeo em:
https://drive.google.com/file/d/0B_NhVqWkC5l6V2NmRTBWeW1oOEk/view?pli=1
A disputa entre franceses e portugueses (e posteriormente brasileiros) é bem antiga, e hoje foi pauta de discussões no município de Oiapoque através da rádio 91.9 FM, e o professor Jonathan Viana do colegiado de História da Universidade Federal do Amapá_Campus Binacional.
A França sempre buscou realizar suas investidas no “Novo Mundo”, a princípio no litoral brasileiro (atualmente correspondente aos Estados do Rio de Janeiro e Maranhão), mas sem sucesso, que graças a resistência da Coroa portuguesa em conter os anseios da França, conseguiu impedir seus avanços.
E mesmo com tanta persistência, os franceses não conseguiram arranjos suficientes para fixarem definitivamente nessas novas terras, provocando unicamente as aspirações de Portugal, a qual “depois de derrotados os estrangeiros que lhes haviam disputado a soberania sobre a Amazônia, tinham iniciado a expansão para oeste, ao longo do Amazonas”, ocasionando consequentemente a exploração e colonização de outra região em disputa, Caiena.
A persistência francesa era tão veraz que parecia uma questão particular, ou uma causa justa em tomar para si essas terras. Tanto que em Paris, o que se anunciava era justamente o contrário. Eram os portugueses os invasores das terras americanas e que por direito pertenciam à França.
Todavia, mais tarde em 1713, com a guerra da Sucessão da Espanha, ocorre o rompimento dos acordos “Franco-lusitanos”, deixando em aberto novamente a disputa dessas áreas contestadas. Diversas outras Nações como Inglaterra, Holanda, Áustria e Portugal, assinam outros tratos, entre eles estão Portugal e França que assinam novamente novos acertos. Este foi denominado de Tratado de Utrecht.
Com a descoberta de ouro em 1893 nessa região (atual município de Calçoene), as disputas pelas terras são retomadas. E em 1895, na vila do Espírito Santo do Amapá (município de Amapá), tem-se nesta vila, a “chacina” de mais de 38 pessoas por tropas da Guiana Francesa que visava (inicialmente) prender os dirigentes locais que estavam impedindo o acesso de nacionais franceses às regiões auríferas.
Todavia, fato este que catalisou a discussão e o entendimento a qual nação de fato pertenceriam as terras litigantes. Assim, em 01 de dezembro de 1900 o Amapá registra mais um capítulo de sua História. Nesta data temos a divulgação da sentença proferida pelo arbitramento helvético suíço sobre a disputa de terras na região do Cabo Norte levantadas entre duas nações soberanas (Brasil e França).
Na figura do Barão do Rio Branco (advogando o ensejo), o Brasil obteve ganho de causa, graças a incrível defesa através do levantamento de diversos documentos, entre eles mapas, registros, cabogramas, fax símiles, registros de navegantes, entre outros, que deram veracidade a tese levantada e defendida pelo governo brasileiro. Dessa forma, definiu-se que os limites entre a colônia francesa e Brasil, era realmente o rio Oiapoque ou Vicente Pinzón. Além de que estes não correspondiam ao rio Araguari.
Nosso muito obrigado a todos os sujeitos históricos que contribuíram para que nossos filhos e filhas deste solo amapaense, pudessem desfrutar da fauna e da flora que nos abraça.
*Produção retirada do arquivo pessoal profº Jonathan Viana.
Prezados alunos,
Venho, através deste aviso, convocar os alunos representantes de turma para reunião.
Pauta: Distribuição das turmas em salas de aula;
Data: 26/11/2015 (quinta-feira);
Horário: 09 horas;
Local: Sala 05 (próximo à biblioteca)
Atenciosamente,
Profº Jonathan Viana
COHIS – Campus Binacional
Ocorrido no dia 21 de novembro de 2015, o I Encontro sobre Cultura Afro-Brasileira no município de Oiapoque, destaca-se, sem exageros, como o grande evento de finalização do semestre letivo. Contando com a presença de docentes, discentes e comunidade em geral, a cidade prestigiou não apenas ótimas conferências em um sábado matinal, mas vislumbrou um pouco do panorama cultural afro-brasileiro sendo debatido em território oiapoquense. À frente do evento realizado no Auditório Colares, estavam os docentes Jonathan Viana (Coordenação geral/História), Lucinéia Alves (Vice-coordenação e conferencista/Letras-Francês), Fredson Vulcão (Organização/coordenação/Pedagogia) e Paulo Milhomens (Colaborador e conferencista/História). O evento segue como extensão das atividades concernentes à Semana da Nacional da Consciência Negra que ocorre em todo país durante o mês de novembro.
Como parte da programação de comunicações, o Encontro recebeu diretamente de Macapá, os(as) docentes convidadas(os) Elaine Albuquerque, Silvaney Rubens e Suane Brazão entre outros(as), representando o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB/UNIFAP) e Governo do Estado do Amapá (GEA) para integrar os trabalhos. Temas como Relações étnicorraciais no contexto escolar, Racismo nas redes sociais, Afirmação da cultura afro-brasileira, Heróis negros nos quadrinhos e o Negro na Literatura Brasileira, foram alguns dos temas apresentados ao público. Ao final, o escritor Luís Carlos de Santana aproveitou para debater seu romance histórico A noite dos cristais (Editora 34), obra que trata das relações escravagistas no Brasil Império.
O encerramento das atividades acadêmicas contou ainda com a performance do músico Naldo Maranhão e seu repertório de Música Popular Amapaense (MPA).
“O evento só pode ser definido com uma palavra: show! Políticas afirmativas sempre… Vamos acabar com preconceito e o racismo. Essa é a palavra de ordem.” (Jonathan Viana)
Apoio: Associação Nacional dos Professores Universitários de História (ANPUH-AP), Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB/UNIFAP), Governo do Estado do Amapá (GEA), Direção do Campus Binacional, Coordenação de Graduação (COGRAD) e Coordenação de Pesquisa, Extensão e Ações Comunitárias (COPEA).
O I Diálogo entre História e Ciência: construindo novas representações sociais na fronteira, ocorreu entre os dias 19 e 20 de outubro de 2015, como parte da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do Campus Binacional. A partir de uma sólida discussão sobre o tema Representações Sociais, docentes do Colegiado de História apresentaram ao público acadêmico um esboço de seus projetos de pesquisa, além da participação de profissionais de outros cursos, como Letras , Direito e tendo como convidado o Profº. Luís Carlos de Santana, que aproveitou a tarde de debates do segundo dia para o lançamento da obra A noite dos cristais (Editora 34, São Paulo). Participaram nesta primeira edição os(as) docentes Dinaldo Barbosa (coordenador do evento – História), Ana Cristina Rocha (História), Diego Moura (Direito), Jonathan Viana (História), Lucinéia Alves (Letras/Francês), Mariana Janaína (Letras/Francês – com o bolsista Diego Gomes) e Paulo Milhomens (História).
Ocorrido no último dia 17 de outubro, o I Encontro Internacional de Arqueologia, promovido pela Universidade Federal do Amapá – Campus Binacional de Oiapoque, organizado pelo Curso de História com apoio de docentes e discentes, celebrou sua primeira edição com sucesso junto à comunidade acadêmica.
O encontro foi uma iniciativa dos(as) docentes Ana Cristina Rocha (Campus Binacional), Dinaldo Barbosa (Campus Binacional), Edinaldo Pinheiro (conferencista convidado/Curso de História – Campus Marco Zero/Macapá) e Ramiro Esdras (conferencista convidado/Curso de Licenciatura Intercultural Indígena – Campus de Oiapoque).
O evento contou ainda com a participação e colaboração do Prof. Marcus Vinícius de Freitas (Curso de Relações Internacionais – Campus Marco Zero/Macapá) que esteve representando a Associação Nacional dos Professores Universitários de História (ANPUH – Regional Amapá).
As conferências A ocupação antiga da Amazônia (Prof. Edinaldo Pinheiro) e A gestão do patrimônio arqueológico do Amapá (Profª. Ana Critina Rocha) são destaques no evento.
O professor e arqueólogo Edinaldo Pinheiro também aproveitou para promover a divulgação de algumas
de suas obras, entre elas, a recente Desenvolvimento cultural em terra firme: condições ecológicas de ocupação humana na região do Amapari no período pré-colonial (Editora da UNIFAP, 2014).
Apoio: ANPUH-AP, Direção do Campus Binacional/UNIFAP e Coordenação de Pesquisa, Extensão e Ações Comunitárias – COPEA.
O curso de História do Campus Binacional irá promover no próximo dia 17 de outubro, o I Encontro Internacional de Arqueologia de Oiapoque, promovido pela Universidade Federal do Amapá. O evento contará com a presença de palestrantes nacionais e internacionais, que estarão divulgando e debatendo suas pesquisas com o público universitário e comunidade oiapoquense em geral.
Local: Auditório Colares – anexo Campus Binacional da UNIFAP (centro).
Horário: 08 horas – Credenciamento. 09 horas – Abertura e palestras.
Emissão de certificados: R$ 5,00.
Para baixar o arquivo, clique na imagem.